Ser um poeta , é como ser um beija-flor ... todos os dias tira o néctar da vida de uma bela flor. É como dançar em uma corda bamba onde ... você não sabe quando vai cair, se em uma noite de belas estrelas... se em um dia claro e feliz de verão. e quero deixar claro que meus textos são poéticos -concretos - e de origem fantásticas - surrealistas - espiritualistas -
n. 1952-01-28, São Gabriel da Palha - Espirito Santo-Brasil·m. --
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nossa ignorância- Alavanque nossos corpos com a força de todos os homens > que lutam por Israel - Os Santos dos Santos de nosso povo que desde tempos antigos observam sua torah - Bendito és tu nosso esconderijo - nossa alma - nosso fervor - e nosso calor de lutar por vossa benção - em nossos lares e terras por tu prometida. Não permitas então que nos deijem sem abrigos - como antigamente nas cavernas - este nosso sofrimento nunca por vos Adonai seja - desmerecido. ao povo Judaico . Aleluia - Amein .
Tenho um pequeno livro publicado no ano de 2019 . pela editora Buqui - e antes disso os meus escritos eram feitos por cópias em xeros de pequenos e poucos poemas dados aos meus amigos - que me ajudaram muito nesta minha caminhada desde minha juventude - que somente agora no ano de 2023 , resolvi os publicar neste portal de tantos escritores de livros e de poesias - músicas - dos mais antigos até os mais recentes , aos quais me considero um candidato * entre estes novos autores* O engraçado que acho de minha escrita - é que sou muito tímido de as ler em público ... porem me considero capas de explicar os textos por minha mente criadas : pois somente nas poesias ou poemas > consigo transmitir o que sinto - ou que meus olhares veem e deste meu coração à minha mente : as fazem serem todas transcritas. Como textos de natureza fantásticas -realistas - e poéticas . Que a eterna paz deste novo mundo ... vos sejam uma chama em seus espíritos -mentes - corações - e em vossos corpos. é o que posso lhes dizer neste momento. Abraços a todos. *Ademir o poeta*
Sinta corpo meu O vento e seu grito O grito de minha boca A solidão dos céus O barulho dos mares A vóz de minha alma O verdejar de meus olhos O trepidar de minhas mãos A força de minhas pernas E a olhe para minha vida eterna.
Ademir o Poeta.
41
Madrugada
Este silencio que resiste aos meus passos, deixando meu corpo na penumbra das árvores no cheiro das flores molhadas pelo sereno.
Sereno triste solto em natureza pura e amarrado por cordas enviziveis me trazendo a mente agonias.
Agonias preservadas e intocadas que está sendo largada no amanhecer de um dia.
Dia , que vem rompendo minha alma e estremece um corpo , que espera ser um dia todo amado.
Amado, venerado por querubins vindo de um céu escuro , com suas espadas grandes, e junto possamos romper esta bela madrugada.
Ademir o poeta.
38
Dedicados a Paulo e Helder.
Caminhemos no dia que há de vir a resposta dos pés cansados, mutilados e muito amados.
Nas noites quente de verão... pois um passo sequer nos poem em solidão.
Caminhemos na praia de sol nascente e poente e de faces erguidas, veremos o infinito que o Senhor DEUS nos dará.
Nas estradas sujas , largas e abandonadas , pois delas tiramos a face oculta de nossos semelhantes.
Porque nossos passos se alargam e passam pelos nossos pensamentos, deixando-nos em uma praia de sol poente e nascente.
Ademir o poeta.
37
Flor Assassina
Procurei no passado distante a fina flor que beijei e fui largando no caminho as pétalas quebradas no destino da vida.
Procurei nos regatos límpidos a imagem perdida e minhas mãos deixaram cair o espelho, quebrando-se o meu passado e lá se foi meu reflexo.
Procurei nos passos a marca dos momentos e somente vi poeira a segar-me
Procurei no céu uma estrela, que brilha o meu destino. mas ela desapareceu.
Procurei a maldade assassina veio tudo, pois a fina flor que beijei e no caminho deixei cair, matou-me - enterrou-me.
foi esta minha sina.
Ademir o poeta.
34
Aos Negros.
Em negreiros navios aportaram, magros suarentos de peles brilhantes ao sol como diamantes reluzentes. Dentes brancos como a neves, sorrissos de agonia e sofrimento. -Alento dos irmãos no ferro roedor, devorando sua carne ardente. -Queimantes -os olhos choravam - dar a dor a DEUS e a fome ao DIABO. -andando no ventre das mulheres o nascer se vertiam na pureza humana latente em vida. Pois uma faca cortavam o a barriga - que vertida em sangue sua terra mãe longe e distante.
Ademir o poeta.
62
Palavras, Somente palavras.
No escuro da rua chove as fôrças de gargantas prestes a estourarem. No quatro escuro brinca a surdêz com o cégo, se abrasam e afogam-se até desmaiarem. No escuros das igrejas o canto apaga-se na penumbra dos santos protetores tão incansáveis. No meio das florestas o silencio ensurdecedor agoniza, como a noite que está a morrer. Os que cantam a solidão, tem o mar como único acompanhante andante. Nos arredores de todas as vidas haverá uma vida somente, como as folhas ao se dobrarem , revelam o segraedo das palavras.
Ademir o poeta.
41
A Violentada.
Nos quatro cantos de um corpo, foi retido o forte cheiro de suor nauseante que transformouse. Nas quatro lampadas do quarto, brilhou o sangue vertido de um ventre ardido e febril. Nas quatro paredes amarelas do quarto, projetou um choro em sombras. Nas quatro janelas entrou o vento, com seu grito o corpo do céu cair. Nas quatros camas de lençois brancos, foi pintado um quadro de uma noite sem estrelas. Nas quatros faces do espelho, foi refletido o fogo da amargura e desprazer desta violentada. Nos quatro portões do cemitério , jáz um corpo de uma menina assasinada.
Ademir o poeta.
45
Valsas de Strauss.
Como posso eu um simples mortal... retornar no tempo - e dançar as valsas nas ruas amareladas , das calçadas largas e molhadas de Viena.
A damas e cavalheiros sendo levados , aos ares de uma valsa iluminada pelo genio musical. ( STRAUSS )
Como posso eu um simples mortal... voltar no tempo !!! e dançar com minha amada .
Que agora se encontra como uma alma serena a caminhar pelas ruas e tão mal iluminadas.
Somente a vi e disse-lhe - com a voz embargada (Adeus).
Ademir o poeta.
46
As Tribos Andinas.
O som do meu silêncio é quando as flautas dos deuses das montanhas andinas ... se prostam diante das almas , levadas pelo condores as alturas infinitas de vários céus.
E os tambores das tribos se elevam para os ventos fortes , carregando as nuvens cheias de luzes verdes e amareladas , cobrindo todos os seres vivos com seus véus.
Para que não vejam os anjos e os condores plainando e voando para todo o infinto mundo da criação , onde habitam seu DEUS.
Ademir o poeta.
37
Céu Amarelado.
Quando o céu despontava amarelado aos meus olhos, meu coração acelerou... pois a luz que o sol despertava , era para meu eterno amor.
Nunca fui santo, nem bom demais ... sou o suficiente pensador de rastrear meu viver. Havia um chuva bem fina que refrescava o amanhecer : de um dia , que esperava eu um beijo teu ter.
Obrigado senhor JRunder.... meus parabéns pelos bélos textos poéticos.
A poesia de JRunder
Meu caro poeta Ademir... A poesia é estado de espírito. Uma fonte que jorra independentemente do querer. Se é poeta porque se vê a vida como poesia. A lua não é um planeta e o luar não é reflexo da luz do sol. A lua é uma deusa e o luar é sua benção sobre nós. Esse sentido da poesia não requer diplomas e sim, sensibilidade. Esta, o poeta possui de forma natural, mesmo que sequer saiba ler ou escrever. E sua poesia terá o mesmo espaço (não entre aqueles que se imaginam serem donos da poesia, criando regras que jamais se justificarão), terá o mesmo esplendor e a mesma mensagem seja escrita ou cantada. Poesia é amor, Ademir. E basta ter isso no coração.
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