Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Ser um poeta , é como ser um beija-flor ... todos os dias tira o néctar da vida de uma bela flor. É como dançar em uma corda bamba onde ... você não sabe quando vai cair, se em uma noite de belas estrelas... se em um dia claro e feliz de verão. e quero deixar claro que meus textos são poéticos -concretos - e de origem fantásticas - surrealistas - espiritualistas -
n. 1952-01-28, São Gabriel da Palha - Espirito Santo-Brasil · m. --
A Mágica de viver
Biografia
Tenho um pequeno livro publicado no ano de 2019 . pela editora Buqui - e antes disso os meus escritos eram feitos por cópias em xeros de pequenos e poucos poemas dados aos meus amigos - que me ajudaram muito nesta minha caminhada desde minha juventude - que somente agora no ano de 2023 , resolvi os publicar neste portal de tantos escritores de livros e de poesias - músicas - dos mais antigos até os mais recentes , aos quais me considero um candidato * entre estes novos autores* O engraçado que acho de minha escrita - é que sou muito tímido de as ler em público ... porem me considero capas de explicar os textos por minha mente criadas : pois somente nas poesias ou poemas > consigo transmitir o que sinto - ou que meus olhares veem e deste meu coração à minha mente : as fazem serem todas transcritas. Como textos de natureza fantásticas -realistas - e poéticas . Que a eterna paz deste novo mundo ... vos sejam uma chama em seus espíritos -mentes - corações - e em vossos corpos. é o que posso lhes dizer neste momento. Abraços a todos. *Ademir o poeta*
Poemas
2238O Suicida
O pranto das canções
- das emoções -
arrancam os corações /
mesmo os que deprecivos choram os
que nos suicidios encontraram as
destruições.
Correm pelas ruas , pelas
noites/ estrelas vigilantes
são brilhos de carinhos
vivos nos teus caminhos.
O pranto das canções
derramam fios de luzes
no asfalto preto / com
tarjas amarelas brancas / teus
pés lento caminham - e tudo
para --- é clara tua lua.
Ademir o poeta.
Dedicados a Paulo e Helder.
Caminhemos
no dia que há de vir
a resposta dos pés
cansados, mutilados e
muito amados.
Nas noites quente de
verão... pois um
passo sequer nos
poem em solidão.
Caminhemos
na praia de sol nascente
e poente e de faces
erguidas, veremos
o infinito que o Senhor
DEUS nos dará.
Nas estradas sujas , largas
e abandonadas , pois
delas tiramos a face oculta
de nossos semelhantes.
Porque nossos passos se
alargam e passam pelos
nossos pensamentos, deixando-nos
em uma praia de sol poente e
nascente.
Ademir o poeta.
Flor Azul
Aos dias domingueiros
nos dias carnavalescos
chovem como pingos
pétalas azuis.
São tão azuis que
todas as ruas se escurecem
de perfumes variados que dos
céus descem.
O corpo molha o corpo
a boca fica como
mel de variados gostos:
dos que delas merecem.
Flor... flor... flor... de jardins
celestiais/ cantam os passados
nos arvoredos/ Paz...Paz...
Ademir o poeta.
A Viagem
Minhas lamentações
correm o asfalto
negro das estradas.
Curvas de olhares
não podem verem
vão de encontro ao mar
verde esmeralda.
O automóvel já não
viaja > voam ao mar
> levantando
espumas de corredores
nas marés profundas >
onde as sereias os salvam.
Minhas lamentações se acabam,
vejo os peixes a solidão
do amor/ nas marés novamente
profundas e deste mar encontrei
a minha estrela Dalva.
Ademir o poeta.
Uma Árvore do deserto.
É seca > e bem alta
seus galhos desabam
perante o sol em fogo/ mas
vivem na esperança
de água dos céus para
animar.
Dias vão... dias vem... meses -
anos - a árvore resiste à
seca - já quase sem vida - mas
um dia o céu se abre e ao
seu deserto vem a molhar.
Resistiu anos para
florir/ a primeira cheia de
explendor (flor) como
a ceiva/ alegria de sua vida/ então
o céu anoitece, ela brilha com
o luar , representando a sua
vontade de recriar.
Ademir o poeta.
Valsas de Strauss.
Como posso eu um
simples mortal... retornar
no tempo - e dançar
as valsas nas ruas
amareladas , das calçadas
largas e molhadas
de Viena.
A damas e cavalheiros
sendo levados , aos ares
de uma valsa iluminada
pelo genio musical.
( STRAUSS )
Como posso eu um
simples mortal... voltar
no tempo !!! e dançar com
minha amada .
Que agora se
encontra como uma alma
serena a caminhar pelas
ruas e tão mal iluminadas.
Somente a vi e disse-lhe -
com a voz embargada
(Adeus).
Ademir o poeta.
CANÇÕES.
Ouço música
de melancolia
do samba fervente
e as de eternos
amor.
Todas com lutas
de tristezas - alegrias -
contem de sentimentos
-uma dor-
Ouço no rádio
os locutores
deixando de lado
seus amores/ e alegrando
os de outros/ vindo
em suas mentes os
amores antigos e os
perdedores.
Ademir o poeta.
Flor Assassina
Procurei no passado distante
a fina flor que beijei
e fui largando no caminho
as pétalas quebradas
no destino da vida.
Procurei nos regatos límpidos
a imagem perdida e minhas
mãos deixaram cair
o espelho, quebrando-se
o meu passado e lá se
foi meu reflexo.
Procurei nos passos a
marca dos momentos
e somente vi poeira
a segar-me
Procurei no céu uma
estrela, que brilha
o meu destino. mas
ela desapareceu.
Procurei a maldade assassina
veio tudo, pois a fina flor
que beijei e no caminho deixei
cair, matou-me - enterrou-me.
foi esta minha sina.
Ademir o poeta.
Olhos da Mente.
Ela tudo vê
os olhos não, os prantos
de outros e a beleza
de um choro com paixão.
Ela vê os anjos
correndo - voando -
no paraíso e orando
aos santos
A mente vê
o coração sente a alegria
dos vivos e a tristezas dos
mortos.
Ela vê a ternura dos
encantos .
Ademir o poeta.
Aos Negros.
Em negreiros navios
aportaram, magros
suarentos de peles
brilhantes ao sol
como diamantes reluzentes.
Dentes brancos como
a neves, sorrissos de
agonia e sofrimento.
-Alento dos irmãos
no ferro roedor, devorando
sua carne ardente.
-Queimantes
-os olhos choravam -
dar a dor a DEUS e a fome
ao DIABO.
-andando no ventre das
mulheres o nascer se vertiam na
pureza humana latente em vida.
Pois uma faca cortavam
o a barriga - que vertida
em sangue sua terra
mãe longe e distante.
Ademir o poeta.
Comentários (2)
Obrigado senhor JRunder.... meus parabéns pelos bélos textos poéticos.
Meu caro poeta Ademir... A poesia é estado de espírito. Uma fonte que jorra independentemente do querer. Se é poeta porque se vê a vida como poesia. A lua não é um planeta e o luar não é reflexo da luz do sol. A lua é uma deusa e o luar é sua benção sobre nós. Esse sentido da poesia não requer diplomas e sim, sensibilidade. Esta, o poeta possui de forma natural, mesmo que sequer saiba ler ou escrever. E sua poesia terá o mesmo espaço (não entre aqueles que se imaginam serem donos da poesia, criando regras que jamais se justificarão), terá o mesmo esplendor e a mesma mensagem seja escrita ou cantada. Poesia é amor, Ademir. E basta ter isso no coração.