Borboletas
http://www.youtube.com/user/processolento
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Não sobre o pó
não derrames tuas lágrimas
errante pesadelo que se encerra
e sobre o rosto macilento, terra.
Nem as palavras se desenham
nem o vento prolifera
talvez um pássaro agourento
que espera em vão
alguma comida
migalhas de uma vida
um pedaço da carne
jogado ao chão.
Gota a gota cada sentimento
rasgada a faca patética amargura
no estertor da desventura. . . assim
abre caminhos. . . morte, pensamentos
a dor. . . nem quem é forte
chega ao fim.
Amanha quem sabe, transmita a ela
pouquinho de saudades torturante
um adeus ou um aceno da janela
uma amor que esta morrendo
uma dor
uma rosa murcha na lapela.
Alexandre
Queridos amigos com esta poesia eu fiz um vídeo que postei no youtube fiz com mto carinho se puder faça-me uma visita vou ficar mto feliz, alexandre
http://www.youtube.com/user/processolento
O teu legado é desespero
É fúria do céu cinzento
É a força dos ventos
Que varre a terra e a deixa nua
O que tu deixa são águas turvas
Que emolduram a face escura
Olhos de fogo como o sol do fim do dia
Hipnotizam na louca paixão, na magia
E agora partes como um vira-mundo
Roubando de mim todos os segundos
E a vida finda eu pressinto...
Deixa magoa que em mim aflora
Esta dor tão latente e sonora
Em minha alma eu apenas sinto...
E agora!
Alexandre Montalvan

Abre teus olhos para o mundo,
ao longe do que não existe,
do sol que, moribundo, se esconde,
e cuja luz é, a cada dia, mais triste.
Nada precisa ser dito;
tudo se abre nas curvas do teu corpo,
e o tudo é muito pouco:
o que se esconde logo estará explícito.
Um último sonho neste amor eterno;
pensamentos se fazem em voz eloquente.
No brilho opaco da luz de um sol poente,
florescem girassóis de inverno.
Se alegrias e flores eu herdo,
se meus sonhos são o meu abrigo,
vejo florescer lindos girassóis de inverno
em sonhos de amor que eu tenho contigo.
Alexandre Montalvan
Abre teus olhos para o mundo,
ao longe do que não existe,
do sol que, moribundo, se esconde,
e cuja luz é, a cada dia, mais triste.
Nada precisa ser dito;
tudo se abre nas curvas do teu corpo,
e o tudo é muito pouco:
o que se esconde logo estará explícito.
Um último sonho neste amor eterno;
pensamentos se fazem em voz eloquente.
No brilho opaco da luz de um sol poente,
florescem girassóis de inverno.
Se alegrias e flores eu herdo,
se meus sonhos são o meu abrigo,
vejo florescer lindos girassóis de inverno
em sonhos de amor que eu tenho contigo.
Alexandre Montalvan

És um poeta magnifico, poesias lindas, parabéns!
Alexandre tua poesia fala com a alma, transborda de amor pleno , puro que exala ternura . Parabéns !!!