Armando A. C. Garcia

Armando A. C. Garcia

n. 1937 BR BR

n. 1937-11-12, São Paulo

Perfil
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A cupidez !

A cupidez !



Só se emprega o pensamento na ambição

A cupidez tomou conta deste mundo

O homem não pensa mais no amor profundo

Que do imo da alma chega ao coração


Na cega ambição, só valoriza o cifrão

Já não teme mais a eterna Divindade

Descansando, no berço da insanidade

Está a um passo da mental alienação


Dependurado na simultaneidade

De sempre levar vantagem a qualquer custo

Sem esforço, sem fadiga, salário injusto

Persuade no esquecimento a veleidade


Injustos, injustos seus procedimentos

Não tivesse por berço a materialidade.

Sem a prodigiosa luz da imaterialidade

Cai na ausência de puros sentimentos


Nessa ambição desmedida da riqueza

Perde o homem o sentimento e a razão

Vivendo encantado na escada da ilusão

Não percebe estar a um passo da avareza


Porangaba, 14/06/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia


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Biografia
Sou Poeta !

E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !

São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia 

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Poemas

1327

𝓝𝓪 𝓲𝓷𝓽𝓻𝓸𝓼𝓹𝓮𝓬𝓽𝓲𝓿𝓪 𝓭𝓮 𝓾𝓶 𝓶𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸❗

 𝓝𝓪 𝓲𝓷𝓽𝓻𝓸𝓼𝓹𝓮𝓬𝓽𝓲𝓿𝓪 𝓭𝓮 𝓾𝓶 𝓶𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸❗ – 𝟏𝟕-𝟏𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟓

 

𝓖𝓻𝓪ç𝓪𝓼 𝓪 𝓓𝓮𝓾𝓼, 𝓺𝓾𝓮 𝓶𝓮 𝓵𝓮𝓶𝓫𝓻𝓮𝓲 𝓺𝓾𝓮 𝓮𝔁𝓲𝓼𝓽𝓲𝓪𝓼...

- 𝓝ã𝓸 𝓼ó 𝓷𝓸 𝓪𝓶𝓪𝓰𝓸 𝓭𝓮 𝓶𝓮𝓾 𝓹𝓸𝓫𝓻𝓮 𝓹𝓮𝓷𝓼𝓪𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸,

𝓜𝓪𝓼 𝓷𝓪 𝓻𝓮𝓪𝓵𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮 𝓷𝓮𝓼𝓽𝓪 𝓿𝓲𝓭𝓪, 𝓽𝓮𝓷𝓼 𝓶𝓸𝓻𝓪𝓭𝓲𝓪,

𝓜𝓪𝓵𝓰𝓻𝓪𝓭𝓸 𝓪 𝓲𝓷𝓽𝓻𝓸𝓼𝓹𝓮𝓬𝓽𝓲𝓿𝓪 𝓭𝓮 𝓾𝓶 𝓶𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸❗

 

𝓝𝓪 𝓿𝓮𝓻𝓭𝓪𝓭𝓮, 𝓹𝓮𝓻𝓶𝓪𝓷𝓮𝓬𝓮𝓼 𝓷𝓪 𝓮𝔁𝓲𝓼𝓽ê𝓷𝓬𝓲𝓪,

𝓔𝓶𝓫𝓸𝓻𝓪 𝓵𝓸𝓷𝓰𝓮 𝓭𝓸 𝓶𝓮𝓾 𝓬𝓪𝓻𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸.

𝓙𝓸𝓰𝓪𝓼𝓽𝓮 𝓷𝓸 𝓵𝓲𝔁𝓸 𝓪 𝓶𝓲𝓷𝓱𝓪 𝓬𝓸𝓷𝓿𝓲𝓿ê𝓷𝓬𝓲𝓪,

𝓕𝓲𝓺𝓾𝓮𝓲 ó𝓻𝓯ã𝓸, 𝓷𝓮𝓼𝓽𝓪 𝓼𝓸𝓶𝓫𝓻𝓲𝓪 𝓼𝓸𝓵𝓲𝓭ã𝓸.

 

𝓢𝓮𝓶 𝓻𝓮𝓶é𝓭𝓲𝓸 𝓹𝓻𝓪 𝓮𝓼𝓽𝓮 𝓶𝓪𝓵 𝓺𝓾𝓮 𝓶𝓮 𝓪𝓿𝓪𝓼𝓼𝓪𝓵𝓪,

𝓝𝓮𝓼𝓽𝓪 𝓿𝓲𝓭𝓪, 𝓷𝓮𝓶 𝓪 𝓶𝓮𝓶ó𝓻𝓲𝓪 é 𝓲𝓷𝓪𝓫𝓪𝓵á𝓿𝓮𝓵,

𝓜𝓾𝓲𝓽𝓸 𝓼𝓸𝓯𝓻𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓸 𝓪𝓺𝓾𝓮𝓵𝓮 𝓺𝓾𝓮 𝓼𝓮 𝓬𝓪𝓵𝓪,

- 𝓜𝓪𝓼𝓭𝓲𝔃𝓮𝓻 𝓺𝓾𝓮 𝓷ã𝓸 𝓽𝓮 𝓪𝓶𝓮𝓲, é 𝓲𝓷𝓮𝓰á𝓿𝓮𝓵❗

 

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟏𝟕/𝟏𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟓 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)          

𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

 

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

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Escritas.org

𝓔 𝓒𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓷𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪 𝓭𝓪 𝓟𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

 

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼

𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

24

𝕯𝖊𝖎 𝖆𝖘𝖆𝖘 𝖆𝖔 𝖕𝖊𝖓𝖘𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔.

𝕯𝖊𝖎 𝖆𝖘𝖆𝖘 𝖆𝖔 𝖕𝖊𝖓𝖘𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔.

𝕯𝖊𝖎 𝖆𝖘𝖆𝖘 𝖆𝖔 𝖕𝖊𝖓𝖘𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔
𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖔𝖗, 𝖉𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖆𝖑𝖊𝖌𝖗𝖎𝖆
𝕰 𝖕𝖗𝖆 𝖒𝖆𝖎𝖔𝖗 𝖈𝖔𝖓𝖙𝖊𝖓𝖙𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔
𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖙𝖚𝖉𝖔, 𝖖𝖚𝖊 𝖕𝖔𝖉𝖎𝖆 !

𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖑𝖎𝖇𝖊𝖗𝖉𝖆𝖉𝖊 𝖊 𝖛𝖎𝖉𝖆
𝕾𝖊𝖒 𝖒𝖎𝖘𝖙é𝖗𝖎𝖔, 𝖘𝖊𝖒 𝖙𝖊𝖒𝖔𝖗
𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖆 𝖒𝖊𝖓𝖘𝖆𝖌𝖊𝖒 𝖋𝖑𝖔𝖗𝖎𝖉𝖆
𝕯𝖊 𝖖𝖚𝖊𝖒 𝖇𝖚𝖘𝖈𝖆 𝖌𝖗𝖆𝖓𝖉𝖊 𝖆𝖒𝖔𝖗

𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖚𝖒 𝖒𝖚𝖓𝖉𝖔 𝖉𝖊 𝖆𝖑𝖊𝖌𝖗𝖎𝖆
𝕮𝖔𝖒 𝖆 𝖑𝖚𝖟 𝖉𝖔 𝖘𝖔𝖑 𝖆 𝖇𝖗𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗
𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖙𝖚𝖉𝖔 𝖖𝖚𝖊 𝖊𝖝𝖎𝖘𝖙𝖎𝖆
𝕹𝖔 𝖒𝖚𝖓𝖉𝖔 𝖕𝖗𝖆 𝖆𝖌𝖗𝖆𝖈𝖎𝖆𝖗

𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖘𝖔𝖗𝖗𝖎𝖘𝖔𝖘, 𝖉𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖋é
𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖆 𝖛𝖊𝖗𝖉𝖆𝖉𝖊, 𝖆 𝖗𝖆𝖟ã𝖔
𝕬 𝖈𝖔𝖓𝖋𝖎𝖆𝖓ç𝖆 𝖉𝖊 𝖖𝖚𝖊𝖒 𝖈𝖗ê
𝕿𝖚𝖉𝖔 𝖖𝖚𝖊 𝖊𝖚 𝖙𝖎𝖓𝖍𝖆 à 𝖒ã𝖔 !

𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖗𝖆𝖟õ𝖊𝖘 𝖕𝖗𝖆 𝖛𝖔𝖑𝖙𝖆𝖗
𝕾𝖊𝖒 𝖒𝖆𝖗𝖈𝖆𝖘 𝖔𝖚 𝖊𝖝𝖎𝖌ê𝖓𝖈𝖎𝖆𝖘
𝕯𝖊𝖎-𝖑𝖍𝖊 𝖔 𝖒𝖆𝖗 𝖕𝖗𝖆 𝖓𝖆𝖛𝖊𝖌𝖆𝖗
𝕰𝖘𝖙𝖗𝖊𝖑𝖆𝖘, 𝖈𝖔𝖒𝖔 𝖗𝖊𝖋𝖊𝖗ê𝖓𝖈𝖎𝖆𝖘

𝕰𝖑𝖊 𝖌𝖗𝖆𝖛𝖔𝖚 𝖙𝖔𝖉𝖆𝖘 𝖎𝖒𝖆𝖌𝖊𝖓𝖘
𝕯𝖔𝖘 𝖑𝖚𝖌𝖆𝖗𝖊𝖘 𝖔𝖓𝖉𝖊 𝖕𝖆𝖘𝖘𝖔𝖚,
𝕮𝖔𝖒𝖔 𝖊𝖝𝖈𝖊𝖑𝖘𝖆𝖘 𝖗𝖊𝖕𝖔𝖗𝖙𝖆𝖌𝖊𝖓𝖘,
𝕬𝖙é 𝖔 𝖟𝖎𝖒𝖇ó𝖗𝖎𝖔 𝖋𝖎𝖑𝖒𝖔𝖚 .

𝕾ã𝖔 𝕻𝖆𝖚𝖑𝖔, 𝟎𝟓/𝟎𝟕/𝟐𝟎❗𝟓 (𝖉𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖆 𝖈𝖗𝖎𝖆çã𝖔)
𝕬𝖗𝖒𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕬. 𝕮. 𝕲𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆

𝕹𝖔 𝕱𝖆𝖈𝖊𝖇𝖔𝖔𝖐 𝖔𝖚 𝖁𝖎𝖘𝖎𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚𝖘 𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘:
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖈𝖗𝖎𝖆𝖓𝖈𝖆𝖘𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖕𝖗𝖊𝖑𝖚𝖉𝖎𝖔𝖉𝖊𝖘𝖔𝖓𝖊𝖙𝖔𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝕰𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙𝖆𝖘-𝖔𝖗𝖌
𝕰 𝕮𝖆𝖓𝖆𝖑 𝖓𝖔 𝖂𝖍𝖆𝖙𝖘𝕬𝖕𝖕: 𝕭𝖗𝖎𝖘𝖆 𝖉𝖆 𝕻𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆

𝕯𝖎𝖗𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖆𝖎𝖘 𝖗𝖊𝖌𝖎𝖘𝖙𝖗𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕸𝖆𝖓𝖙𝖊𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆 – 𝕻𝖔𝖉𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗

26

NATAL 2019

Natal 2019  -  Feliz NATAL com votos de BOAS FESTAS

Senhor, Eis-me aqui novamente neste Natal.

Nesta estrada imensa, feliz, radiosa
Ergue-se a alma, sob a luz frondosa
Cada coração, é repleto de alegria
Nasceu o Messias, filho de Maria

E que a mão Divina seja projetada,
E toda a criatura, seja iluminada
Na bendita escola da Fé e verdade
E que cada coração, sinta a caridade

Entendimento que alivia e consola
O indigente que precisa de esmola
E leva a cada coração a Esperança
Que anseia a alma, que na luz avança

A caridade é o clarão desta vida
O amparo à esperança da penúria
A estrada que ajuda a desventura
E dá expectativa a toda criatura

Socorrendo de amor ao desvalido
Com palavras de carinho ao oprimido
Renascerá em ti a caridade verdadeira
À luz de Deus, serás sempre mensageira

Abençoado sejas tu, meu irmão
Ao abrir as portas de teu coração
Servindo e ajudando o que tem fome,
À presença de Jesus, irá teu nome.

Senhor, protege e ampara a humanidade
Teus símbolos são a prece e a caridade
Para alcançar a paz, a luz e o amor
Resgata teu povo; Oh! Grande Criador .

São Paulo, 04/09/2019 (data da criação)
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Feliz Natal -2019 e 
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Próspero Ano Novo – 2020   
63

Mãe ! Coletânea de Poesias em homenagem às Mães

Mãe !

 

Coletânea de Poesias 

em Homenagem às Mães

           ------------

  I

O valor que a Mãe tem

 

Senhor, Deus do Universo

Deste à vida o verso

Deste o verso, a mim, também

Para mostrar ao mundo

O valor que a Mãe tem

 

Até Jesus, o Salvador

Teu filho amado, Senhor

Foi gerado pela Mãe

Para mostrar o valor

E o exemplo de Belém

 

Nem todos devotam amor

Do preito que são devedores

Disperso o pendor na idade

Filhos esquecem da Mãe

Cometendo iniquidade 

 

Afastam-se como apogeu

Daquela que o protegeu

Não lembram quando criança

Os desvelos que lhe deu

Dimensão de desesperança

 

Outros com serenidade

Amam a Mãe de verdade

São filhos probos, corretos

Trazem Deus no coração

Filhos do Grande Arquiteto.

 

 

São Paulo, 04/05/2011

Armando A. C. Garcia

 

  II

 

ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...

 

I

Vai ser mãe não tem receio

A espera é um anseio

É esperança, é alegria

De fecundar sua cria

II

O amor em si, canta e vibra

Ela é força que equilibra

Aurora cheia de brilho

É mulher. Espera um filho

III

Ao seu filho tão amado

Sempre estará a seu lado

Cuidando e dando carinho

Tal como a ave em seu ninho

IV

Será amável dedicada

Alma em sonhos perfumada

Da rosa pétala flor

Magia dum amor maior

V

Como rocha, firme e forte

Enfrentas até a morte

Pela primorosa flor

Fruto de um grande amor!

VI

Vais ser mãe. Bendita sejas

E em minha prece singela

Peço a Deus p’ra que não sejas

A mãe de outra Isabella !

 

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

 

------------

  III

EXALTAÇÃO À MÃE MARIA

 

 

Como poeta, peço a Deus inspiração

Para puder falar sobre a mãe de Jesus

Maria, a única virgem que deu à luz

E seu filho trouxe ao mundo a redenção

 

Mostrou na grandeza de sua humildade

O sofrimento atroz, cruel e desumano

Quão perversa foi, e é a humanidade

Pregando na cruz, seu filho *messiano

 

Não professo os princípios da Santa Sé

Mas tenho que admitir que a Mãe Maria

É Mãe de todos, e até de quem não crê.

 

Descrente de religiões e fantasias

Os louvores que hoje vos rendo, Mãe Maria

São a prece pelos meus últimos dias.

 

* messiânico

São Paulo, 01/05/2008

Armando A. C. Garcia

 

-------------

        IV 

M ã e I 

 

 

Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade 

Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe 

Não lhe meças os erros se é que ela os tem 

Tampouco a enobreças se for cheia de bondade. 

 

Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma 

E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu! 

Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu... 

Tornas-te indigno de ser filho dela mesma. 

 

Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos 

Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado 

E aquele que o fizer, será eternamente condenado. 

Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos. 

 

Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas 

E em cada fio de cabelo argenteado 

Deposita um beijo e perdoa seu pecado 

Assim como ela em criança perdoava tuas fugas. 

 

Mas se assim não for, redobra então teus carinhos 

Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança, 

A certeza de que na terra deixou uma esperança!... 

A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos. 

 

São Paulo, 04/04/1964 

Armando A. C. Garcia 

-----------------

                 V

Mãe 

 

A palavra pequenina 

Que maior carinho tem 

É a palavra Divina 

Que tem a expressão de Mãe ! 

 

Mãe é palavra sagrada 

Cheia de amor e amizade 

Mãe... é a expressão mais amada 

Sinônimo de Felicidade. 

 

21/04/2004 

Armando A. C. Garcia 

 ------------

     VI

Mãe III 

 

Presta a justa homenagem 

À mãe, rainha do lar 

Que reflita sua imagem 

Como santa no altar 

 

Lembra-te dos seus carinhos 

E dos desvelos sem fim 

Orientando teus caminhos 

Qual lâmpada de Aladim ! 

 

E nesta data festiva 

Enche de paz e alegria 

E leva a tua rogativa 

Aos pés da virgem Maria 

 

Só em ter-te concebido 

Carregando-te no ventre 

Deves ser agradecido 

E louvá-la eternamente 

 

04/05/2004 

Armando A. C. Garcia 

-----------

 VII

 

MÃE (IV)

I

Carinhos quantos me deste

Ó minha mãe tão querida

Mil afagos, tu soubeste

Colocar em minha vida

II

Velaste noites a fio

Quase sempre, sem dormir

Quer no calor, quer no frio.

- De dia, alegre a sorrir

III

Em teu regaço ó mãe

Aprendi sempre o melhor

Ensinaste-me, também

Quem foi do mundo o Feitor !

IV

Bendita seja a mãe

Que na palavra interpela

Fazendo do filho alguém

Na expressão lúcida e bela

V

Com o tempo fui crescendo

- Sempre tu a orientar-me

E em teus conselhos, aprendo

A do mal, sempre afastar-me

VI

Em minha alma gravaste

Princípios de honestidade

E quantas noites passaste

Velando minha mocidade

VII

Eu, fui crescendo na vida

Tu, prateando os cabelos

Ias ficando envelhecida

Mantendo os mesmos desvelos

VIII

Oh! Se eu pudesse voltar

Aos tempos de minha infância

Teu rosto iria beijar

Com ternura e *jactância

IX

O tempo nada perdoa

Consome até a esperança

- Mas deixa uma coisa boa

Que é, a eterna lembrança !

 

* orgulho - altivez

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

-----------------

      VIII

 

 

Nasci sem ter ninguém ! 

 

 

Quisera ter uma mãe 

Como todo mundo tem 

A minha partiu pro além !... 

Eu... nasci sem ter ninguém. 

 

Não conheci seu carinho 

Deus, não me deu a ventura 

Que seus dedos de mansinho 

Tocassem minha figura 

 

Fui semente pequenina 

Tirada da terra boa 

Esta aflição me domina 

Mas do alto me abençoa 

 

Na morte serena e pura 

Deu sua vida na minha 

Hoje, no alto fulgura 

Com o brilho de rainha 

 

Só quem o amor sente 

Vê que o orfão foi privado 

Da mão bela e reluzente 

Do amor mais delicado 

 

Por que somos desiguais 

Na alegria e na tristeza 

A uns, tudo a vida oferece 

E a outros, só desmerece. 

 

São Paulo 05/05/2004 

Armando A. C. Garcia

-------------- 

     IX

 

 

ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM ! 

 

Às mães, que Deus já lá tem 

Que glorificadas sejam 

Amor de todos amores. Mãe 

 

 

Oh! Quanta falta tu fazes 

Aos meus anseios de vida 

Sem teus conselhos querida 

Meus desejos incapazes 

 

De trilhar todo caminho 

Só temores atormentando. 

A casa, não é mais ninho 

Como o foi, no teu passado...[ 

 

Ò se pudesses voltar 

Ao convívio novamente, 

Como iria te amar 

Numa ternura envolvente 

 

Mas se assim não pode ser 

Eu sei que o Criador 

Do Universo, se quiser 

Com seu Dom inspirador 

 

Pode levar até ti 

Amostra do meu amor 

Para saberes que senti 

Com tua falta, grande dor! 

 

São Paulo, 28/04/2005 

Armando A. C. Garcia 

 

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125

NATAL - 2018

Natal 2018
Senhor,          
Eis-me aqui novamente neste Natal.  
            
Feliz Natal 2018
                                                       
 Com votos de BOAS FESTAS

Em cada lar e em cada coração
Transborde o espírito Natalino
E a paz de Jesus, o Deus-menino
Se expanda repleta de emoção,
                                                                                               
E faça sentir amor, ao que não sente
Dê a esperança ao desventurado
Consolação pra que seja abençoado
De alegria e exultação o descontente.
 
Faz tu, de tuas mãos a ferramenta
Não negues a dádiva, nem o carinho
Porque elas serão a luz de teu caminho
O esplendor que redime e acalenta
 
É a luz que resplandece lá dos céus.
Mitiga a fome daquele que é desvalido
Dá ternura e amor ao decaído
Muito mais quer que tu faças – nosso Deus
 
Leva um pouco de ventura e caridade
Aos lares que padecem sem comida
Enxuga-lhes o pranto e dá guarida
Suaviza-os com o advento da felicidade
 
Na doce migalha por ti derramada
Verás surgir em ti outra figura
Jesus, ungirá teus dias de amargura
E a mão Divina, em ti será projetada!
 
   
Feliz Natal – 2018    e                              
Alvissareiros sucessos de                            
Próspero Ano Novo – 2019                                            
 
São Paulo, 14/08/2018 (data da criação)                        
Armando A. C. Garcia 
      
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107

Soneto

Soneto
 
Sonetos, são poemas ensarilhados
Composto apenas por quatorze versos
Dois quartetos, dois tercetos agrupados
Por metrificação são *abstersos
 
Sucintos. De gosto apurado e breve
Em poucas palavras, exprimem idéia
Uma história em poucas linhas se escreve
O mesmo trato, é dado a uma epopéia
 
Não é prolixo, nem sobrecarregado
Deve obedecer à regra camoniana
Empolgando o estro de todos os poetas
 
O ouvido espera o efeito completado
No decassílabo da poesia italiana
Onde o verso, exprime, suas facetas !
                                                                  *purificados
São Paulo, 08/09/2011
Armando A. C. Garcia
 
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105

Àrvores

Àrvores 

Árvores velhas, seculares, árvores fortes, 
Que dais sombra e descanso aos viandantes, 
Que dais frutos e dais flores vicejantes, 
Árvores pequenas e grandes, de todos portes 

Árvores que abrigais as avezinhas 
Que sois o berço dos poetas voadores 
Onde canta o rouxinol, entre as flores 
E gorjeiam o sabiá e as coleirinhas 

Árvores frondosas, riqueza natural 
Sois a beleza dos campos e do jardim 
Atavio profícuo das selvas sem fim 
A maior de toda a beleza universal 

Árvores grandes, troncos nus, verdes ramos 
Onde os melros e as rolas fazem ninho 
O sábia, o pintassilgo e o canarinho 
E outros mais que aqui nós não citamos 

Árvores pequenas, lindas e floridas 
Perfumadas, e com frutos naturais 
Coqueiros, cajueiros e laranjais 
Árvores verdes, amarelas e garridas. 

Árvores, árvores fortes que sois vida 
Troncos que dais madeira, que dais borracha, 
Troncos que dais cortiça, que dais a acha 
Árvores que dais as vidas, de vossa vida. 

Armando A. C. Garcia 
S.P. 23/09/1964  (data da criação)

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115

Reminiscências...

Reminiscências... 


O amor há muito tempo, posto em esquecimento 
Não soube o coração dissimular a dor cruenta, 
Não por faltar-lhe lembrança ou discernimento 
Mas, num misto de medo e alegria que atormenta 

Pálido, instrumento do próprio desatino 
A causa de não sentir a perda da grande estima 
Sua natureza ferida, reluta tal destino 
Sendo mais numerosas que suas forças ... 

Seu propósito mudado, está-o confundido, 
Na mais profunda retaguarda do coração 
Por anos a fio foste tu, perdida estima ! 
Desagrado pesar, que em mim recordo em vão ... 

A causa de sentir é grande, extraordinária 
Maior na amara desventura do amor perdido, 
Deitada em outro leito.; a si contrária... 
A alma cheia de dúvida, coração oprimido. 

Cheio de saudade, feroz descontentamento 
Qual mansa ovelha, ao duro sacrifício, oferecida... 
Liberta, finalmente, de mil juras ao vento... 
Eterno esquecimento, do que fui na sua vida ! 

Armando A. C. Garcia 
São Paulo, 08/12/2001 (data da criação)

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116

A Vida (I)

A Vida (I)

A culpa é sempre da vida 
Da vida, que não tem culpa, 
Mas todos culpam à vida 
Da culpa de sua culpa! 

Veio a desgraça, é a vida... 
Dizem todos numa só vez! 
Todos falam que a perdida 
É a culpada outra vez... 

Na desavença! É a vida 
Novamente essa maldita, 
De novo intrometida 
Nas lamúrias da desdita. 

No assassinato, é a vida 
Por ser Deus que assim fez 
Mas não deu poder à vida, 
Em desfazer o que Ele fez! 

No amor ou na glória 
Todos esquecem a vida 
Pois nos láureos da vitória 
Quem relembra a mísera vida!... 

Por isso a dor glorifica, 
Dá valor à própria vida 
O que hoje não significa 
É a razão da própria vida. 

A culpa é sempre da vida 
A vida, sem culpa alguma! 
Que cada um, em sua vida 
Não tenha, é culpa nenhuma! 

Armando A. C. Garcia 
São Paulo, 22/06/1966 (data da criação)

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TU !... (soneto)

TU !... (soneto)

Foste meu prêmio e meu primeiro castigo
Encheste meu peito de glória e de tormento
Anseio delirante, que morreu contigo
Deste imaturo amor; hoje, me alimento

Se fui feliz um instante, deixei de sê-lo
Ainda geme, ainda chora, minha alma
O afastamento penoso de flagelo
Que nem o terror da morte acalma

O amargor que tamanho castigo impõe
Ao objeto encantador de minha vida
A sorte que a comanda se antepõe

Cortando como vento os meus sentidos
Os sonhos, a ventura e sem guarida
Tu carregas sentimentos escondidos

São Paulo, 10/01/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Comentários (1)

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Muito belo... harmonioso - e viva a natureza....