Das larguras do tempo
como alegoria
dos futuros que intrometo
pelos dias
o tempo
é só detalhe
dos favores do espaço
em que se cabe
o presente é só uma nesga
entre o futuro e o passado
que a gente enche de tudo
nas larguras em que se cabe.
como uma bandeira
apontando o infinito
o coqueiro dança o vento
num baile contrito
o espernear das folhas
varre sorrindo o horizonte
como se limpasse nos olhos
as incertezas do longe
o coqueiro esconde o dia
e a gente nem sabe aonde
negra
a áfrica pontifica
desde a origem
o universo humano da vida
solta pelas faces
em continentes vestígios
resume o gosto da terra
espalhado nos sentidos
a África é um pedaço vivo
de todos os humanos infinitos
É caro poeta...AurelioAquino...toda palavra que é dita , se transforma em alguma coisa... trabalho, alegria, tristeza , pois toda palavra é bendita... acho eu que antes de abrirmos a boca devemos pensar na sua reação... parabéns. boa tarde ademir domingos zanotelli. teu seguidor.
Boa noite meu caro poeta;;; AurelioAquino - muito lindo quando falaste sobre as memórias e as trazem sempre na alma.
Aurelio Aquino, "viver é ser todos os outros..." e quantos mais somos, mais vivemos. Nada óbvio e muito verdadeiro.
Abração !
Honrado
Belos versos... em poemas e suas poesias,parabéns.
obrigado, honrado.
Simplesmente perfeitos, seus poemas são uma perfeição inexplicável, realmente, eu amo seus poemas. Continue criando lindos poemas.