Charlanes Olivera Santos

Charlanes Olivera Santos

Sou Poeta, escritor 2 livros publicados, cineasta diretor de cinema amador, Enxadrista amador-pro jogo Xadrez, Estudo Frances, fui candidato a vereador em 2016, Presidente da ANJOS Associação Nacional dos Jovens Solidários, Trabalhei na Prosoft e Prefeitura da cidade

n. 0000-00-00, 08/09/1992

Perfil
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Sucinto

Deveria abafar o ar agora,

criar com lâminas a última arte:

riscos fixados aqui, no agora, eternamente…

estou cansado.

Cresce o desespero da inquietude;

assim fenecerás em mim, o meu eu.

Em uma cor, a dor dos teus e dos meus

e te despedes.

Com sangue novo e mãos paradas,

sem conter, concedes;

e não mais envelhecerei…

Aqui reside, tão tola, a sabedoria

de parar o tempo.

E no processo o progresso da loucura

da velhice e da decrepitude não me alcançarás.

Importa que o tempo cesse?

Só parar a dor,

em vez de costurá-la

com os remendos da espera…

E dos três tempos, em um só mundo,

me despediria.

Duros, amorfos e rudes.

Cujo presente abundante esculpiu

deverás, como símbolo da solidão,

produzir para não fenecer.

E os ponteiros que arranham

e passam no relógio

tais silêncios, gritos.

Há noite medonha:

por que vem naufragar o dia?

E tal violenta ideia

a violeta esmaecida?

Já são tantas vozes

e rostos sem um beijo seu.

E as lembranças minguam seu viço no tempo,

o calor com sua sombra de verão

atada em feixes de raios solares…

E nada detém a foice do tempo,

o fardo do tardio.

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Biografia

Sou cristão da CCB, mais gosto de filosofia e astrologia tenho pensamentos estranho com viagem no tempo sonhos lúcidos poeta louco fingindo se sã kkkkkk tenho sorriso fácil romântico bobo, apaixono fácil e acredito muito nas pessoas sobre o amor, desconfio de conspirações e não dou sorte para o azar, sou caseiro gosto de cozinha e gosto de cinema, rock anos 70 80 90 e música boa MPB osvaldo monte negro, Djavam Lulu Santos, BELCHIOR, Chalei braw Jr, O Rappa, engenheiros do hawaii etc  

Poemas

75

Memoria do tempo

Beba da memória do tempo do cálice da aurora e tenha as lembranças do amanhã antes os ventos vermelho venha e poderemos roubar olhares antes do céu incendiar...

Rostos ocultos no rubro da ventania nós seremos testemunhas da eterna harmonia daquele que permanece no giro imortal, nas rosas dos ventos, no enigma cardeal

Páginas esvoaçam os segredos nas linhas o mapa caixa de pandora escritos da direita para esquerda o roteiro se move como mar que sussurra, como pedra que prove.

O medalhão do oceano, coberto de musgo,

guarda tinta secreta no silêncio ali se abre a constelação de Orión,

no dourado caminho que ecoa o som

A estrada de tijolos de ouro pavimentam memória das estrelas cada passo é fragmento da grande história e máquinas ousam riscar o infinito céu tatuado

Passearemos entre cometas errantes e estrelas dançantes como faróis cintilantes na estenografia da noite, um destino se enlaça,

na caixa de Pandora, a esperança ainda passa entre o espelho e sua luz, o reflexo revela a costura do tempo em trama singela com uma candeia de chama discreta iluminam os humildes, sabedoria secreta...

Tudo retorna ao mesmo caminho da videira fruto que cresce, raiz verdadeira círculos do tempo em eterno rodar somam perdas antigas que sabem guiar.

Pois o futuro é bordado no véu do passado um alto grau santo, mistério velado onde o jogo se mostra em propósito e dor,

um tabuleiro oculto regido no amor.

E nós, caminhantes, que ousamos viver, testemunhas da aurora, do nascer e do ser, seguiremos a trilha que o sopro conduz, na memória do tempo do infinito á eternidade 

57

Sítio

O tempo nas pontas dos pés faz girar os céus... ricocheteando os meus sonhos esse frasco de sais... os ventos aspirando as partículas tão particulares regendo tão canção do fim

Poderia abrir a ampulheta com a lâmina fiada entornar este líquido da crepuscular de uma alma eclipsa

Escapo-me aos conselhos viajo sem destino conhecido... no conforto da promessa do online...

O torpor dela avançava como névoa e fume da fogueira ou da chaminé onde o pró visto ao longe

Os meus olhos como faróis se incendiado da beleza das castanheiras

Companhia doce e gentil de uma alma madura

A luz de um sítio noite que se ajoelha a dama sem sombra

os selos renovados de um encanto de noite serena quebra pela frenesia duradoura mordidas na maça depois do lanche

promessas noturnas se uniam aos seios da bela desconhecida...

Sobreviventes o amor entrar um pouco néctar desta substância e suor a arte de falar de tudo e potência sensorial enquanto os grilos que canta os seus cabelos com cinza da lareira que não sei operar muito bem...

O anoitecer parece uma estátua que lançou os seus olhares de inteligência ate mim eu como chuva do silêncio e desejo correspondido a boca do vivente captura o seu braço na mesma ordem dos dela a chama que talvez se penderia encontra a chama

dela são tantos minutos sem queda sem as asas eu voo

A inocência ao mentira-la a janela em baça no frio e deixam os seus rastros num espelho do meu próprio reflexos

41

Silencio e sons

Hoje sou artista um ator papel de poeta de alto astral para fugir da deprê deste silêncio barulhento que rasgo com canções

Nos sites de astrologia sobre as estrelas e dissolvido á física quântica sem deixar à matéria escura seduzir-me e nesta cosmologia sou invisível e detectável só pela solidão

Estes seus efeitos gravitacionais de você lembranças que compõe o universo tentar incorporar só as lembranças ruins para ver se esqueço-te mais nós produzimos tão pouco disso...

Seus conceitos e conselhos, e meus desconcertos

Agora só e da à hipotética maneira da matéria não interage com a luz agora e os meus medos radiativos o seu corpo alma eletromagnética você é cura fundamental

Nestas rotações como estrelas de composição de estima abundante de amor és tão difícil encontrar, mas detecto e interajo com todas estas metáforas e sonhos paralelos de influência astrológica

Baseia-se esta ideia de influências cósmicas paixão complexa de entrelaçamento tais conceitos do amor irrisório

49

Salto e fuga

Nos vultos do tempo desloco,

entre relógios calados e dias que escorrem

como flechas de luz e sombra.

Os sons, suprimidos, ecoam dentro de mim

num silêncio que pensa.

Nas minhas noites, salto entre sonhos,

navego lembranças que o vento não leva.

Talvez um dia alguém escreva sobre mim

sobre a cela de um fardo invisível,

sobre o peso de compreender demais.

Como os ponteiros sangram a alma,

em cada giro uma memória,

em cada hora um adeus o mesmo adeus

Recordações se ramificam como raízes

em solo de tempo não esquecido

A luz tem frequência que não entendo,

mas caminho sobre ela, cego e lúcido,

ouvindo o som do que não existe.

Despeço-me em poesia

pois elogios não detêm o que parte,

nem fazem voltar quem se perdeu.

Hoje, a lua que vejo está costurada no céu,

com um manto bordado de ausências,

borrifado de estrelas que não me reconhecem.

Rever o vazio é tocar aquele dia

a vontade insiste, a mente resiste,

mas volto ao deserto de estrelas,

onde a saudade é moradia,

e nada resta por lá,

pois a sequência… já vivi.

55

Maçã

A noite deslumbrante na beleza de deitar que é só sua

Os ecos e sussurros caminhando na aureola da noite que geme... Olhando você dormir nossos primeiros amanhecer.... e quando o campo começar a clarear aurora patina os ventos entre as nuvens surfando nas copas das arvores e balança arvoredos esperando o tempo ir pela montanhas

Andarei com os olhos atentos e fixos nos meus pensamentos sem ver o lado de fora da casa nem ouvir qualquer barulho lá de fora e anestesia com sua beleza de menina mulher... apreensivo no despertar admirando seu adormecer, querendo explorar seus segredos com um ramo de rosa e urze em flor você se mexe na cama em suspiro quando começa a canção piano e violão selo...

Meu coração se afoga ao som lento lânguido e longo sua pele clara

cabelo que ainda não defini a cor louro com pastes vermelha

Falta-me o fôlego quando olho para você...

As horas soam fundo e você não acordou café pronto e sanduicheis como você gosta presunto, lombo canadense e queijo cheddar

Meus pensamentos recuperam da noite passada prazeres intensos

Que você pequena cure me

Que o amor seja lindo enquanto dure esta eternidade e que nos do tempo fito espia á vida

E que nesta inquietude intensa de vazios que colecionamos dentro da'alma

E se busca constante que traga paz este silêncio...

E se as horas lentas acelera e que passam apressadas ate começa o dias bom de novo

Quero ver tempo esvaziar-se as lagrimas dos dias longos e de noites e madrugadas eternas

Que minha busca não seja vã pois dentro de mim há um mundo de imaginação e sonhos 

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