Sou cristão da CCB, mais gosto de filosofia e astrologia tenho pensamentos estranho com viagem no tempo sonhos lúcidos poeta louco fingindo se sã kkkkkk tenho sorriso fácil romântico bobo, apaixono fácil e acredito muito nas pessoas sobre o amor, desconfio de conspirações e não dou sorte para o azar, sou caseiro gosto de cozinha e gosto de cinema, rock anos 70 80 90 e música boa MPB osvaldo monte negro, Djavam Lulu Santos, BELCHIOR, Chalei braw Jr, O Rappa, engenheiros do hawaii etc
Lista de Poemas
Pintura do sol
Pintura por do sol
O céu em chamas o amor em desejo que queima alma-crepuscular em saudades em aquarela alaranjado mesclado ao amarelo solitário as nuvens enferrujadas parece esperar a noite encostar
A gastura da luz amena de uma tarde tão tétrica e vejo o tempo ruí e as vezes como uma pausa estático... sinto a sua falta
Os meus olhos marejados embaçados a visão da luz do luar
Os ponteiros sangra o dia e na saliência da terra o dia se convertendo em noite céu âmbar pintura puíndo adamascado devagarinho pelos pincéis dos ventos suaves... Que costuram a escuridão nas tramas da noite e cada instantes ali entre o findar e o renascer, da noite
O amor suspira como brasa, ardendo no silêncio trazendo o peso do clamor da ausência e a beleza da eternidade.
Sítio
Os seus lábios e cachos monstruosos de ruiva esbranquiçada beleza colossal e a sua voz da amónia aos cantos pássaros da colina doce combinação sem esperar rasgo em conspiração com a espera
Delir os meus pensamentos sangrentos das pesadas nuvens escuras
se tragado pelos seios de ondas imensas e ácidas seivas adocicada
Belas flores, grandes dias, menina mulher das hortaliças
Despertar na manhã o amarelo pálido sobre o tapete ancestral sonolento acusar o primeiro céu cansado de estar só
procuro a nova chave para incendiá-la, pois os encantos e açoite da noite passada deixou ela mais intensas
Eu lembro o seu rosto entre a varanda e a chuva
Tudo se reúne em um feche lembranças
Talvez no estuário profundo e negro desviar deste trópico pessimismo onde apodrece o ser poeta
Amolar a fonte tentar cristalizar outra vez o meu eu fugir do destino do gume afiado e não se o decapitado
Comer as maçãs mordidas como um inseto lambão é igual a uma montanha de palavras sem sentidos algum selecionar momentos perfeitos de gratidão e trocas eternas
Distancia
As nuvens do dia lambe o céu entre o espaço do almoço da minha
alma verde na língua o amargo gosto do ácido comprimido sem ar estar distancia e a saudade que alimenta com mel e fel
As sombras que salta por de atrás de um sino faz girar no ar a notas trémulas o chumbo e o cobre e converte as notas e melodias da alma feminina
A noite desiludida e lenta solicita a sua presença, entre os espaços e espasmo de cada detalhe deste frasco frágil à madrugado no seu íntimo seio da, o tom no corpo jovem e voz suave arrebatador prazer mesmo assim convenço-me que o seu é melhor...
Dois goles e uma pausa e antes da despedida repouso nas suas histórias da rotina diária tudo muito simples, mas o encanto e empolgarão absolver a minha tristeza por um instante... Eu bebo deste amor como uma esponja...
O meu coração entrelaçado na alma como se cheios de ervas daninhas sozinho na alta madrugada eu resto-o de vinho na garrafa uma ideia forçada de poema na envergadura do tempo casado sonolento, mas registar a fixação do estar passageiro da vida consome me sem a eternidade da paz almejada
Sítio
O tempo nas pontas dos pés faz girar os céus... ricocheteando os meus sonhos esse frasco de sais... os ventos aspirando as partículas tão particulares regendo tão canção do fim
Poderia abrir a ampulheta com a lâmina fiada entornar este líquido da crepuscular de uma alma eclipsa
Escapo-me aos conselhos viajo sem destino conhecido... no conforto da promessa do online...
O torpor dela avançava como névoa e fume da fogueira ou da chaminé onde o pró visto ao longe
Os meus olhos como faróis se incendiado da beleza das castanheiras
Companhia doce e gentil de uma alma madura
A luz de um sítio noite que se ajoelha a dama sem sombra
os selos renovados de um encanto de noite serena quebra pela frenesia duradoura mordidas na maça depois do lanche
promessas noturnas se uniam aos seios da bela desconhecida...
Sobreviventes o amor entrar um pouco néctar desta substância e suor a arte de falar de tudo e potência sensorial enquanto os grilos que canta os seus cabelos com cinza da lareira que não sei operar muito bem...
O anoitecer parece uma estátua que lançou os seus olhares de inteligência ate mim eu como chuva do silêncio e desejo correspondido a boca do vivente captura o seu braço na mesma ordem dos dela a chama que talvez se penderia encontra a chama
dela são tantos minutos sem queda sem as asas eu voo
A inocência ao mentira-la a janela em baça no frio e deixam os seus rastros num espelho do meu próprio reflexos
Poção de insônia
O rito da alma insolúvel ar grave coração rígido
Invoco todos pesares ate os pesares salta a saudade no supuro no coração que escuma a dor onde se extraviam os sons dos sinos
O grito suprimido na garganta toutinegra estas tais aves passeriformes que hei de encontrar um dia votiva que faço em meio aos vento e nos anéis do tempo
Antes secam a minha pele ou o mar se contorcem o meu sangue e fundem a minha pele e em demasia fico sem ver os crimes das borrascas atormentadas...
No fim dos cumes olhos d'água, amarelados nos poços
Meu enxofre alma costurada fel em harmonia da amónia as rugas estagnações da experiência
Queria a sua carícia de escaravelhos enquanto a pele e os músculos possam se comidos
Me pé enforcado no tempo do colosso e a alma farrapos de prontidão neste buraco revolto com as gotas que escorrem do sol
desbotam as alamedas correntes vulcânica de basalto coração que bate mal muito fácil...
Rosas lança-chamas faremos pacto corpo de fulminado e sobre os raios escalarei ate o céu ou erguerei minhas carcaças ate a luz perdidas do corredor entre sala e o quarto sem cambalear
Entre a madrugada e a aureola do dia aureolam os corações fumegantes e no grunhir dos corvos
Céus de relâmpagos domesticados trinca a noite e vejo as dobradiças da porta com fendas como a alma e vidros da janela trincados
dei-te flores de rosas a orquídeas elixir do amor só eu bebi desta imortalidade no ato de doar-me Sou este enxofre um estanho no instante duradouro e infantis, só meu de corpo de seixo afogando na insônia abdicar dos espaços do sono
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