Sou cristão da CCB, mais gosto de filosofia e astrologia tenho pensamentos estranho com viagem no tempo sonhos lúcidos poeta louco fingindo se sã kkkkkk tenho sorriso fácil romântico bobo, apaixono fácil e acredito muito nas pessoas sobre o amor, desconfio de conspirações e não dou sorte para o azar, sou caseiro gosto de cozinha e gosto de cinema, rock anos 70 80 90 e música boa MPB osvaldo monte negro, Djavam Lulu Santos, BELCHIOR, Chalei braw Jr, O Rappa, engenheiros do hawaii etc
Lista de Poemas
Paixão e lembranças
Qual seria a cena dos bons momentos e que diria vi sempre passar por aqui... e teve nestes sonhos havia um mundo que pasmem de graves tormentos...
E se na ópera espera o mais que me espantar os sons líricos bravata do tão vil ser
Posso ver você por dentro como o grande tear do destino...em cada idioma que canta mesmo nos sons fantasmas
Esperamos um amor que os sonhos possam nadar no mar e de tanta fantasia e contentamento alcançaremos a utopia destas frases em epifania ou só escrever pintar o céu em vez de risca-lo
Ah! quantos sonhos que buscamos em outros lugares em outros corações na velha locomotiva que guiar nos terras e casarões que nos conta historias sem dizer uma palavra...
No Luar da noite no ar que lembra ela...no timbre vicioso da sua voz sua pele jovens cabelos filho do sol beijo-te em outros lábios sangrei as palavras e as torci para dizer-te amo e hoje laço as paixões e agora para lembra do seu amor e em cada emoção de olhos bem fechados
Maçã
A noite deslumbrante na beleza de deitar que é só sua
Os ecos e sussurros caminhando na aureola da noite que geme... Olhando você dormir nossos primeiros amanhecer.... e quando o campo começar a clarear aurora patina os ventos entre as nuvens surfando nas copas das arvores e balança arvoredos esperando o tempo ir pela montanhas
Andarei com os olhos atentos e fixos nos meus pensamentos sem ver o lado de fora da casa nem ouvir qualquer barulho lá de fora e anestesia com sua beleza de menina mulher... apreensivo no despertar admirando seu adormecer, querendo explorar seus segredos com um ramo de rosa e urze em flor você se mexe na cama em suspiro quando começa a canção piano e violão selo...
Meu coração se afoga ao som lento lânguido e longo sua pele clara
cabelo que ainda não defini a cor louro com pastes vermelha
Falta-me o fôlego quando olho para você...
As horas soam fundo e você não acordou café pronto e sanduicheis como você gosta presunto, lombo canadense e queijo cheddar
Meus pensamentos recuperam da noite passada prazeres intensos
Que você pequena cure me
Que o amor seja lindo enquanto dure esta eternidade e que nos do tempo fito espia á vida
E que nesta inquietude intensa de vazios que colecionamos dentro da'alma
E se busca constante que traga paz este silêncio...
E se as horas lentas acelera e que passam apressadas ate começa o dias bom de novo
Quero ver tempo esvaziar-se as lagrimas dos dias longos e de noites e madrugadas eternas
Que minha busca não seja vã pois dentro de mim há um mundo de imaginação e sonhos
Lua que matou o amor
A lua assassina do céu a minha caneta no cansaço surdo e mudo
como borboleta afogada no tinteiro
Talvez lancei uma seta venenosa em uma lua incompreensível que iluminava pelos cantos tentando encontrar me... em outro alguém
As velhas poeiras congrega na estante e nos livros caixas que guardam silêncios mente caranguejos voadores
Decepção onde os sonhos tropeçava com a sua realidade cursor encontram o seu vazio... dor e alma oca pelo ar e mesmo a nudez da madrugada preenche
Os ventos as nuvens de algodões de uma canção estes sons já começaram no bordão e o quarto se irisava de agonia da tarde em sombra assobia
Nós sonhares tentava ver á beleza de nos..., mas seu amor era infante, o seu manto de seda como rosas murchas num ramo formidável, aurora monótono e amarga
A dor ecos lentos e timbre de sinos tristes tarde de crepúsculo vermelho e roca o ferro bronze fiado dolente alaúde de um jogral que soluça distante
Noite de mancebo com escamas negras e fria ate o eco da trombeta sua voz enamorada
Embarco na noite no seu desmaio choro de tristeza a lua bordada sobre o mar e sentir a nostalgia de olhar os eternos jardins nas sombras
A paixão enroscam serpente entre os teus seios e exausto depois buscar os seus beijos que foram lançados aos ventos Buscar como pipa o teu amor desgraçado e toma-lo de novo
O sagrado e o profano
Deixa se o seu alquimista'mor entre o sagrado e o profano?
Traz outra vez as borboletas no meu estômago
Pois, sua partida foi tormenta e vendaval e coloquei dês de então á alma no varal
Poeta alquimista que não transforma a matéria em ouro mais as palavras em amor que e nos dias imperfeitos em valor eterno
Desloco-me de um universo de estrelas que pesa um talento elos de ouros e pedras preciosas de um espaço sem fim
E mesmo assim transcender a sua beleza e impossível inimaginável você é á essência do amor da liberdade prometida...
Tu és o ego feminino de uma flor
Você e o meu ar meu fôlego
Os meus medos são a sua ausência dragões em metamorfose, E os meus desejos seivas de fogo dentro de mim, cavalos alados que rugem quando você se aproxima e gemem de dor e agonia quando você se afasta...
Os seus beijos que gravito a sua pele odorífera medicina perfumada
Vem para um deleite longo e amoroso cheios de juras e esperanças eternas corpos casados e mentes inflamadas as suas caricias angelicais e corpo possuído em brasas
Eu anônimo
Escrevo nas ruas vielas e becos a minha poesia de poeta anônimo...
Debaixo da sacada de um botequim versos que deixei para amada já violada juntos com as serenatas das madrugadas...
As vezes frases feitas de um poema sujo que não tive coragem de criar embriagado com as palavras engarrafadas de um adeus
Dormir nos braços de alguém que me lembrava você prazeres laminado de uma alma venial
Escutei a noite chamar por mim e procurei as lembranças dela em vão e construí a ilusão mais forte que era você
neste ritmo luz da lua de mercúrio e amoníaco deste amor maníaco
Que esfola alma e retalha os olhos...
Na luz azul a nirvana mais límpida e forte lapida a ideia do canto da sereia beijo foice açucarada de águas cristalinas e escura na sua profundezas
A seringa que sonda veias vazias o plasma que goteja e o frio da falta do vermelho e o coração na inquietude vai se aquietar no sono para o despertar da mente adormecida
Sou poeta? Queima-se as palavras em brasas e sangram os punhais na garga nos ventos...
O tempo cospe cinzas de um amor que não volta e nas calçadas, os passos ecoam as fazer e nomes da lua esquecida?...
A lua e o seu perfume exalar num perfume de poesia
Embriago no cheiro nas frestas das estrelas estendida no manto da noite ouço canções que só existir senão em mim...
A poesia é o meu cárcere e a minha fuga das amarras que eu mesmo crio o meu vício, minha cura e minha maldição.
A aurora vier, que venha tardia e nos trópicos da tragédia silenciosa
do universo da alma crio e que escrevo com a tinta do abismo que deseja-me
Sabendo que nenhum poema trará de volta continuo cavaleiro errante na lucidez e tatuar nas paredes do tempo o teu nome invisível na esperança vã de que a noite, um dia leia a minha dor e devolva o teu olhar.
Silencio e sons
Hoje sou artista um ator papel de poeta de alto astral para fugir da deprê deste silêncio barulhento que rasgo com canções
Nos sites de astrologia sobre as estrelas e dissolvido á física quântica sem deixar à matéria escura seduzir-me e nesta cosmologia sou invisível e detectável só pela solidão
Estes seus efeitos gravitacionais de você lembranças que compõe o universo tentar incorporar só as lembranças ruins para ver se esqueço-te mais nós produzimos tão pouco disso...
Seus conceitos e conselhos, e meus desconcertos
Agora só e da à hipotética maneira da matéria não interage com a luz agora e os meus medos radiativos o seu corpo alma eletromagnética você é cura fundamental
Nestas rotações como estrelas de composição de estima abundante de amor és tão difícil encontrar, mas detecto e interajo com todas estas metáforas e sonhos paralelos de influência astrológica
Baseia-se esta ideia de influências cósmicas paixão complexa de entrelaçamento tais conceitos do amor irrisório
Inquietude do pássaro poeta
Se não me amas quando estou do avesso ame-me como os pássaros pálidos sem canto no galho da inquietude pousado suave como uma pluma dormindo com as suas asas rimadas de poesias no ninho
E se permaneço calado as vezes é porque ando tão somente
á procura de espaço, pois meus pés agora são rodas e os meus braços converteram em asas
E se volto sobre o meu passo saudoso de canção poema e desfaço o meu amor e, pois com fé fiz um lindo laço em forma de anzol que pesco lembranças e sonhos
As vezes guardam no peito o vestido de silêncio
A tantos baús que precisava abrir coração-baú esperava aniversariar, pois as primaveras as flores com todas as suas cores
Ninhos de pássaros e amores, natureza em Flor e dor
Voar num dente-de-leão para escapar planar sem cair no chão…
Encomendo á lua e escondido sol deixar para ver o rosto quando sol se por
Embrulhar a luz do horizonte naquele crepúsculo em todas as suas facetas carregar a doçura do ar nas gotículas do mar ou em dia que se forma para chover
Catalogar os meus silêncios em marés e marolas
Espera do tempo transbordar com amor colher os frutos da vida nada é eterno...
O tempo é o jardineiro que planta também ceifa mesmo os mais imperfeitos que exista
Enquanto formos nos fios do tear da existência
Que possamos regar os pensamentos…
Tarde tétrica
Adormece o sol sangrando na saliência da terra céu avermelhado e as nuvens ia se enferrujando deformando tão qual os raios solares se afastavam as árvores ir perdendo a cor
O alaranjado na beira rio pequenos barcos de pesca ancorados na margem e o breu do céu borrado do alaranjado ias confundindo com negro-azul noturno natural
A noite e os seus resíduos no ar com os seus carros vaporosos obstruídos a noite calma e por um tempo de horas agitadas logo se desfazendo
O tempo pespegue-me com as suas leis mortais em dias ofereço-me a nirvana em outros escondo-me dos seus olhos sedutores
Não há uma forma de perder só de decepcionar... mesmo coberto por uma pele jovem nos dias frios e que deveria se solitários
O vinho e o eco da sua voz cantada nos lábios de outra no mesmo tom feminina de se no mesmo timbre talvez saciado e vazio mesmo desfrutando da companhia melancólico soluto
O ano foi longo as mensagens que inspiro em filmes a canção vocês estar em todas, levemente embriagado fujo do tema
Amadureci e não pequei "fruto proibido"
A vida colorida amadurecida as vezes aquecida e assistida
meio atrevida comovida comprometida a se conhecida nesta corrida que pode se corrompida
Enaltecida e extrovertida fortalecida com ela e sem ela incompreendida perdida e pretendida não proibida
Volta querida resolvida estou sem saída as minhas escolhas sofrida
e súbita as vezes sem plateia e torcida que o meu mundo de tela vivida acolhedor se alentador de mim mesmo é assustador
Os meus dias avassalador sem beija-flor de calor e só de compor, conciliador e se conservador sem se constrangedor
falar deste mundo sem cor desesperado e devastador
se o meu próprio torturador em cada linha de poema inferno dourador
Se encantador e enternecedor sem esplendor expor com
fervor a minha desgraça em palavras flor é um fulgor de horror
As vezes parecem humor impulsionado e libertador aos sons de louvor é um pensador sem pudor e rancor no rigor de cada frases e com sabor de mel e fel
As vezes sedutor um sonhador de terno com temor e terror te
vigor para escapar do piores medos do maior ao menor e ao redor o suor... vozes e rostos
As vezes expor um beijo colorido companhia sem dizer o nome calado cortesia da solidão que derrete o dia mau e faço o meu papel elogio a beleza feminina com empatia após gastar a energia com euforia e muita fantasia
Gostaria de compor com a harmonia e magia como a maioria e de braços dados com a melhoria e melodia das minorias e a parceria com nostalgia e rock e MPB e nesta acordo pedia à poesia
Mais pretendia desabafar e não prometia muito queria que á
sabedoria me desse um beijo de boa noite e que;
- o sabiá cantasse pela manhã na minha janela
E se não sentia a simetria nem simpatia com sincronia
compor a sinergia com sinfonia de um luar em sintonia
Lembra quando ela sorria a minha utopia de afeição e hoje aflição tentar a ambição dela com aptidão compaixão de mim mesmo sem autopiedade, mas cultivar a compreensão e as vezes falho na comunicação e sobra na consideração parece ate contradição
tenho cooperação da criação das facetas pessoalidades múltiplas como o do cavaleiro da lua kkkkk quero brincar com as palavras se eu enquanto ainda posso
Ter a dedicação da desilusão e com pouca educação a atenção não se um fardo acabar preconceito da depressão esta queda da alma
Estamos em STANDBY
Emoção com exatidão? Vender o amor em fruição Não
Sou grato pelos montes juntos com você
Sem carta de despedidas a minha obra será meu adeus
A hesitação da ilusão é ingratidão da inspiração que faz a integração da intenção e obsessão da paixão e a progressão ate amor no que razão as vezes falha a realização sem reflexão, mas com satisfação queria-te a solução mesmo com tanta subversão e superação a união abiscoite de esperar e um açoite para poesia
A entrenoite e a lua me faz lembra do seu nome
A meia-noite ate pernoite madrugo com a insônia uma antiga colega confundi o tempo da senoite dizer a mim mesmo aceite e sem apetite aproveitar o azeite e com convite do deleite no enfeite
do copo de leite
Buscar limite e omite o palpite e ficar quite com a vida e respeite fã se exército de um homem só
E torce para amanhã o sol não nascer só do outro lado da rua
Esta no café da manhã a presença da anfitriã e com chocolate e
avelã e ver o seu colar de conchas e balangandã serei do seu clã
você cortesã e eu cristão ah! minha divã sou elã e você espiã da minha alma queria se o seu galã plebeu
E você guardiã dos meus desejos o seu beijo hortelã e ímã
Sou sua lã ao vento você chama-me eu venho-me sopra eu vou
A minha maçã pagã romã da minha parte da mente sã
você é talismã a minha fruta temporã ante-temporal meu coração titânio e tão frágil cristal num tobogã vilã de (outubro)
O meu céu anil ardil e sem chuva para encher o meu barril ou meu cantil seus quadris nenúfar rosa sutil sou eu servil sem til varonil em dias veranil, ou tormentas não seja tão vil, vamos fazer amor ao som de vinil
Memoria do tempo
Beba da memória do tempo do cálice da aurora e tenha as lembranças do amanhã antes os ventos vermelho venha e poderemos roubar olhares antes do céu incendiar...
Rostos ocultos no rubro da ventania nós seremos testemunhas da eterna harmonia daquele que permanece no giro imortal, nas rosas dos ventos, no enigma cardeal
Páginas esvoaçam os segredos nas linhas o mapa caixa de pandora escritos da direita para esquerda o roteiro se move como mar que sussurra, como pedra que prove.
O medalhão do oceano, coberto de musgo,
guarda tinta secreta no silêncio ali se abre a constelação de Orión,
no dourado caminho que ecoa o som
A estrada de tijolos de ouro pavimentam memória das estrelas cada passo é fragmento da grande história e máquinas ousam riscar o infinito céu tatuado
Passearemos entre cometas errantes e estrelas dançantes como faróis cintilantes na estenografia da noite, um destino se enlaça,
na caixa de Pandora, a esperança ainda passa entre o espelho e sua luz, o reflexo revela a costura do tempo em trama singela com uma candeia de chama discreta iluminam os humildes, sabedoria secreta...
Tudo retorna ao mesmo caminho da videira fruto que cresce, raiz verdadeira círculos do tempo em eterno rodar somam perdas antigas que sabem guiar.
Pois o futuro é bordado no véu do passado um alto grau santo, mistério velado onde o jogo se mostra em propósito e dor,
um tabuleiro oculto regido no amor.
E nós, caminhantes, que ousamos viver, testemunhas da aurora, do nascer e do ser, seguiremos a trilha que o sopro conduz, na memória do tempo do infinito á eternidade
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