Sou cristão da CCB, mais gosto de filosofia e astrologia tenho pensamentos estranho com viagem no tempo sonhos lúcidos poeta louco fingindo se sã kkkkkk tenho sorriso fácil romântico bobo, apaixono fácil e acredito muito nas pessoas sobre o amor, desconfio de conspirações e não dou sorte para o azar, sou caseiro gosto de cozinha e gosto de cinema, rock anos 70 80 90 e música boa MPB osvaldo monte negro, Djavam Lulu Santos, BELCHIOR, Chalei braw Jr, O Rappa, engenheiros do hawaii etc
Lista de Poemas
Sol bronze
O tempo escorre nas sombras da tarde o repouso nas nuvens que se enferrujam no bronze do sol... consumido lentamente no horizonte
Os ventos arrastando nas pausas do silêncio no ranger preso na poesia encostando-se devagar encosta o corpo verde de uma palavra avermelhada que toca no crepúsculo virando cicatriz de luz...
O outono respira em folhas laranjadas e cinzas...
espalhado me como cartas que o tempo rasgou...
Poemas em folhas secas despedidas que o tempo carrega meu mundo afunda num ritmo rumor a estação esquecida...
A chuva cai tão doce e suave você em cada gota no telhado
é um toque morno que falha... quase sinto mas você não estar aqui... um afago as mãos procurando frenesia tateando tua pele em vão
A caneta desliza sussurra você em lembranças que não escrevi... o telhado canta uma saudade surda
Visão do nada
Me encontro perdido no escuro...
Bebo as palavras entre a luz artificial no rosto na noite
Tento poupar o peito sem escandalizar pela vergonha, mais vil estar mascará que grudou no rosto que já não é meu, já faz um tempo que o tempo mordeu...mas não sentir tanta falta como do seu, mas me acostumei com às nossas bagunças com foco com conforto da calma sem alma sem pressa ainda estou aqui pela afinidade com os erros...
Minhas escamas amarotadas sangra e perfura o coração em uma ponta solta que encravou... meus dias alucinado turvos de cinzas
prateada escrevo sem gestos acontece o pensar...
Crepúsculo de uma tarde tétrica
Estas nuvens violentas que se enferrujam rasgadas no horizonte nas asas dos ventos velozes feroz a tonalidade de um tom medonho o alaranjado solitário mesclar ao vermelho aquarela... que se derranca delindo devagar...
Estar tarde tão tétrica já anuncia as chuvas de agosto neste ano passado... Amor deserto desalma a minha 'lama desarmada desamar
O sol alucinado nasce do outro lado da rua manhã vejo no olho da primeira luz que escurece como no dia coroa a tardia e tardo perceber o anoiteço ardo...
As montanhas governam o oeste e nas pegadas cheias de ecos passos deste peregrino nos caminhos pergaminhos e escritura á morte sul cativo o meu norte um escape
Era tudo tão cedo e levando navegando passaram se tudo o tempo empurrava e agora resta-me o cálice de fel cheios de ainda tempo
pontes agudos perfura-me olhos na mesma sintonia corto a pele para ver se ainda me sinto esta realidade sem sabor como isopor
cheias de espaços de lacunas não preenchidas coração motor tenta na diagonal transversal esquivando ate a menor distância entre estes dois pontos
Curva o tempo sobre o abismo do coração perdura e logo se aproxima e nos reduz se um verso ao outro a rima sem olhos e já sem luz... transcendem o translucido de qualquer medida de tempo
o além e mais uma falta sem as pausas do amor
Falta á cor do luar de barro sou feito da argila que arde viva
neste fogo sou prisioneira do querer e sufoco sem agilidade do ar oxida o meu oxigênio neste frasco frágil
Logo os meus ossos âmbar naquela curva do tempo lamentaram os deuses do amor e és o momento amarelo e és a lua no fragrante
elaborará o meu eu como lembrança do poeta que cantava o socorro no céu e entre as estrelas saltava nas galhas do tempo
Estar escrito e é minha escolha
Havia migalhas na estrada de tijolos amarelos e desviar da toca do coelho mesmo quando vem a tormenta esconder dentro do guarda-roupas pode nos levar ao mesmo lugar...
Neste momento descrevo as virtudes que somos dotado
e ser vivente que ama e sem ela faz morrer...
Mingua a lua entre as cinzas nuvens dramáticas
Tais dias faz enobrecer a virtude do amor deste mundo tal que ostenta-se brilhante e majestosa esperança
Seus dotes frágeis se vão nas asas do tempo...
O mar agitado e nas brumas que vem delir que se erguem do horizonte silencioso à noite escupida bem ali onde o amor se esfuma, lento, como um sopro antigo tecendo arabescos invisíveis na penumbra... onde o coração agoniza em clarões de ternura.
Há um frémito etéreo que atravessa a pele, um rumor quase sagrado que se derrama feito névoa de lembranças incandescentes,
tocando a alma com delicada ferocidade.
E quando o tempo se dobra sobre o peito, as emoções afloram pungentes, irrefreáveis como águas que transbordam de um vaso cansado, chorando o que se perdeu e o que ainda queima.
O amor, esse ser de névoas e arrebol, persiste no entreluz de cada gesto calado, envolve, fere, consola, dilacera, redime, e nos deixa exaustos e despedaçados
Porque amar é deixar-se dissolver aos poucos, esfumar-se na vastidão de um outro olhar, renascer do pranto em claridade súbita e, mesmo ferido, desejar permanecer.
Noite e você nos ventos
A lua regra ilumina o jardim o silêncio cultua à noite que sobe as escadas e cerca-me e nas fronteiras da sala ate o quarto a solidão passageira com passaporte da minha alma salta na margem
deste mistério neste ser invulnerável que desliza por entre sucessivos muros de medo e á dor escondida sob a luz do luar
Ar asfixia os sonhos do passando veloz o celebro tenta guardar as lembranças e vigiar, mas em vão, pois sou eu o ladrão de sonhos dos próprios objetivos arrastos a âncora no coração no escape impossível
Em vôo de danças de pensamentos
Porto inseguro no cais tardio transeunte e entre as sombras de desespero como fantasia enfeitiçada
Tem dias de golpe em galope de chuva você gostava da
EN-chuvaradas
Hoje atravessando muitos, confusos anos te esperando para sorrimos de novo tantas cartas de despedias e você não ver
Doar os dais e dar mergulho nos pontos profundo do passado
a lua está lá desorientada e confusa...
A pintura da sala como papel de parede amarelo desbotado
Um trio de cadeiras e um espelho estrábico na janela da cozinha
Nós no entremos disso tudo o reflexo enjoado a minha sombra com lâminas doces
Abrimos o abismo com estardalhaço os reflexos de mim na noite que se espalham pelo chão frio no reflexo da cerâmica gelada
A noite não respira enclausurada de um ar sufocante e parado...
Imóvel vejo a joia adornada de estrelas num negro bojo do céu a alma arde, como uma gota dourada de mel e fel a tenra lua e de luar em luar
Poesia no cinema
Ar alma nua na paleta tela em branco sincronizar o enquadro da cena que acena saltar aos olhos os encantos desta vida relatada nas palavras que não conteve e com nos sons da melodia canções artes colorida deste mundo que já fora preto e branco ate mudo e falava Charlie Chaplin a ousadia do dom arte, cenário que surge de repente e faz graça...O palco oferta e as máscaras que mentem para falar verdade...
Os nossos olhos enfeitiçados cheios de pendor que é comovente convicção que o mundo calou se lá fora e de tão nobre de fulgor e fascinante pleno de amor que contagia ator que alumia… cada conto historia choro e à felicidade se compelidos e no contraste de harmonia o espanto ou na surpresa amamos e odiamos o mesmo ator e tão viva em cada enredo atuação cria mundos e realidades...
A cada filme a centelha perdida que se foi ate as estrelas e a beijou e o ator retorna no novo personagem entre o sagrado e o profano
A realidade que criamos na paixão deste platô torcemos para o mau e o bem de cada personagem queremos tomar escolher o nosso lado ligeiro partido ou só esperamos o desenrolar do trama desta dramaturgia os olhos fitos em cada cena queremos que na acabe ou que acabe logo este sofrimento ou já esperamos a sequência as histórias que já faz parte de nos...
Ah em cada conto real ou fictício esperamos ver um pedaço de nos em cada personagem...
Ate enrugar as continas do teatro da vida e começa a nossa realidade
Cinema
A sala escurece, o tempo se dissolve,
e cada luz que nasce na tela é um novo amanhecer.
Somos plateia e personagem, Alice caindo na toca do coelho neste Países das maravilhas
Somos fantasmas que habitam a mesma película.
Na história, há um eco de mil histórias
de Homero a Fellini, de Kafka a Tarkovski
vidas que se dobram como fitas de celuloide,
sussurrando verdades em meio à ficção.
O livro abre-se dentro da câmera,
palavras viram enquadramentos,
frases se tornam gestos,
e o silêncio... ah, o silêncio fala mais que o roteiro.
A arte é o espelho que mente para revelar,
é o close nos olhos que choram de mentira,
para que nós choremos de verdade.
Cada fotograma é um instante salvo da morte,
um segundo ressuscitado em luz.
E lá, entre o começo e o “The End”,
flutua a nossa própria biografia,
misturada aos créditos que sobem.
O público se levanta mas ainda estamos ali,
vivendo nas entrelinhas da ficção,
protagonistas do invisível.
No apagar das luzes,
levamos conosco a centelha
a memória de um sonho projetado,
a certeza de que o cinema,
como a vida, só existe
quando há quem o olhe
com o coração aceso.
Tempo entre as estrelas
Onde a eternidade respira nas dobras silenciosas do tempo
Aqui em baixo das estrelas onde a noite cria asas... eu busco-te entre as sombras e encontro-te nas chamas do desejo metade sonho, metade ferida
Como Shakespeare, desenrolo o coração num palco onde cada suspiro é rei e cada lembrança sangra em monólogo...
O seu tempo é como na manhã dia intercalado o musgo da noite chuvosa murmura entre as folhas mortas e galhos apodrecendo...
Toda a beleza é breve, e mesmo assim domina por um tempo
E eu perdi-te no perfume escuro da saudade
como o caminho da noite como quem segue uma trilha de luz da lua rasgada sobre a água...
Os deuses nos inveja por se efêmeros como as folhas caída é uma memória tua, amarelada, que insiste em se viva em cada espaços e vou levando em cada passo esquecendo a sua face...
O caminho havia um amor a estrada de instantes...
Em cada sussurra no vento parado estático e sobrepõe a pausa e no doer desgarra em movimentos
E eu sou silêncio mais barulhento que arde em ruído em noite durar onde todo o noite pareço escrever o último verso...
Escuta a noite que desce lenta no véu tecido
pelas mãos de um destino antigo...no incêndio quieto,
um fogo que não tremula e arde inteiro em secreto e em cada faísca reorganizar ao redor da tua ausência... parece costurada nas sombras reconheço a tua silhueta entre murmúrios de uma jovem ao longe como se o destino encontra a própria origem de ferir-me pela janela toda a vez...
O universo dobrar-se diante de um único nome — o teu talvez eu seja o amor o cúmplice da eternidade... sussurro para mim mesmo liturgia da saudade... Em presságio antigo
Há uma escuridão que me conhece pelo nome...
os sons deslizam nas fendas da alma, sua pele e toda textura está lá...como vírus esgalhando nas veias e vasos mais profundos...
Dentro da chama dentro dela tua sombra se move ate na respiração dela lenta, delicada, inevitável, ansiosa o próprio destino dança no ritmo seu... nos suspiros fragmentos teu no amanhecer
é tão nítida você por um instante... prisioneiro feliz condenado voluntário da memória do teu corpo...
Não se explica a ferida que pulsa a lembrança do bálsamo que consola o tormento doce escolheu-me...e antes mesmo de eu existir se curva e costurar por fios escuros e sol não mais alcançará
Por ti é rito da liturgia do amor que atravessa a carne e invoca e desperta espírito adormecido.
Poema grito surdo e mudo
O passado murcham os sonhos esvaziaram me e preencho o futuro de vazios...
Assombrado nos céus assobios o crepúsculo de cada verão como no choro da guitarra...; tem alguém aí?
A noite melancólica e lacrimosa a escuridão negra e indefesa nuvens suspensas impiedosa, recantos isolados no galho pássaro de poeira gorjeando uma canção para ti...
Quero as ciladas das noites do seu seio descoberto, noites que viajam nas caixas carregadas por pegadas nas estreitas vielas deita de pedras e ecos
O véu noturno de colunas de nuvens escurecendo a terra que na virada do dia o céu baunilha de curvas longas e sinuosas
a noite desfaz no céus feitos de crepe as ruas de tochas apinhadas de cânticos que elevando-se fortes e solenes a minha morte em cubos
E no vinho e rosas de lírios precoces palavras e versos sobre o ramos que pecou o fruto que era só nosso
O dia entre a noite naquele azul-escuro tão místico ir ate o silêncio e tocá-lo voar sobre á noite transparente e eu que sou tão sombrio vagueávamos numa noite sem querer meu sorriso forçado queria esta feliz naquela noite de pizza... me perdoa? me lembro da manhã que me ligará e fui groso não era eu...
Quero pendurar nas paredes e suspender o quarto e no reflexo do espelho recolher o passado
As vezes o pôr do sol é fumaça cinzenta sem lucidez o seu brilhante ofuscado e as torrentes do amarelo dourado do indolente e poente, queimado e se expandi em ar puros...
Meu poema sem sabor derrama no estridente som agitado e calado tal profunda tristeza que me apanha líquido terror o aroma inconfundível da uva cativa-me em gotas de solidão...
Escrevo durante o dia lembrado da noite escrevo de noite sentir do ela e como zumbidos dos ventos perturbados e as tempestades aqui dentro pensamentos aglomeravam ei! Então é quase agora...
As nuvem e os seus longos rastro no céu negro adoeci a morte os meus segredos oculta fantasmagóricos de sombras tão imóveis.
Havia um verso aquele que fiz para quem eu amo recônditos profundos e isolados ser
Dos cedros perfumados e dos pinheiros fantasmagóricos tão imóveis e delirante
Eu insondável sem hesitar escrevo amoroso e flutuante poemas sobre ti
Na torrente da lua crio domo sobre o céu amplo de extensão apropriada de um amor fervilhante
Entoo cânticos as vezes sons fracos deste frasco, panoramas de visões que perfura o crepúsculo e na penumbra da noites eu sangrado
Muros e murmúrios
Pele exposta procurando respostas mãos contra o muro grafito poemas no escuro no delírio do poeta obra lírica são tantos delírios lúcidos que a caneta não conserta talvez no concerto no concreto perfeito abstrato… de passados pássaros empoeirados pássaros energizados e besta elétricas
Sou o poeta que escreve fumaças, das sombras das noites
o artífice do invisível, do impronunciável,
e cada verso é um risco que sangra sobre o concreto,
um concerto imperfeito tocado por dedos trêmulos.
A obra lírica nasce torta,
mas vive
pulsando como ferida aberta
que se recusa a cicatrizar.
São tantos delírios lúcidos
que a caneta não conserta,
porque há verdades que não cabem
no gesto estreito da palavra.
Então deixo que o verso caia torto,
que se contorça, que respire por si.
Talvez, no concerto do impossível,
o concreto se torne perfeito-abstrato,
matéria que se curva à emoção,
pedra que aprende a sonhar.
E quando fecho os olhos, vejo passados,
pássaros empoeirados que ainda voam lento,
com asas presas no tempo fugaz, mas asas feridas, ainda assim sobre mim
Depois surgem outros, pássaros energizados,
rasgando o céu como flechas elétricas,
relâmpagos vivos em rota de fuga,
feras aladas que berram luz
para acordar a noite.
E eu, entre poeira e faíscas de e se?
Sou o fio desencapado do próprio destino, a besta elétrica do coração inquieto...
Tentando traduzir o caos, sentir o mundo com a pele em chagas, ...; "Chau" alma nua e transformar dor em verbo destes delírios triviais ressoando sons...
No fim, apenas escrevo porque escrever é a única resposta
que as minhas mãos encontram o solido mundo fisco do abstrato
quando se apoiam no muro do silêncio e pedem que a poesia abra uma porta de luz neste emaranhados de linhas deste mundo de possibilidades que salto para alcançar...
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