coelhodamatta

coelhodamatta

n. 1979 -- --

n. 1979-07-26, Rio de Janeiro

Perfil
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Chum chau chum chau

Quando temos muito gente
Sempre sorridente
Onde se entrega o mesmo presente

Aos serviços dos nobres
Aos apoios dos mais pobres
Aos arroios da vida

Que aventura...
Ora que tamanha beleza nos simples olhares da natureza

Aonde é selvagem
Aonde é permissiva
Aonde é traiçoeira
Aonde é extensiva

São chamadas de cidades ou
Feudos em movimento
Aos prazeres do conhecimento
Sempre no descobrimento do desconhecido
Aos perfeitos anseios do novo, finalmente ficamos mais velhos de ciúmes precários

Que tarde é essa
Que festa foi aquela
Que feudo nos toca assim
Que tamanha natureza como um jardim

Zummmmm.....ouviu?

Passando pela origem e destino do agora

Chum chau chum chau, escutou?

O barulho do caminhar desigual.

Coelho da Matta
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Poemas

42

Ouvindo fantasmas


Arde os ouvidos, após calafrios entupidos de tanto escutar, espectros ainda que voadores

Abateram, eu vi!
Esta noite
Ao dormir!

Não tenha medo de fantasma,
Espectro?
Avejão?
Pode ser um bom assunto,
Olhar para um defunto
E sorri!

Do qual não tenhamos diálogos,
E sim, monólogos de assustar!

Assombração,
Apagão,
A paixão,
Aparição,

Dos fantasmas de agora,
Obrigado, não posso esperar.

Ouvi
Vi
Visão
Desconcertar

Era um
Eram dois
Fanáticos agnósticos
Fantasmas
À gorar!
Vamos rezar?

Coelho da Matta
154

Época olímpica

Aos dias olímpicos em semântica bela.
Festa, cor,  raça, união,  aos pobres e ricos, representantes de uma nação ou não  de uma simples tigela.

Unindo todos os conceitos, da vitória da derrota, do ouro ao latão, da participação ao pódio de cada cidadão.

Perpetuar o espírito e crença olímpica, sabendo que refugiados pela "pátria guerra", participam pelos atípicos interesses nela.

Na vitória ou na derrota, ganhar sem que haja perdedor da vida!

Difícil é festejar ao pendão, estendido com as cores da união, sem que haja dissabores de qualquer razão.

Coelho da Matta
164

Homem E.T


Tinha tristeza e alegria em cada canto.
Claro mais emoção a todo tempo! 

Calma vem a bonança.
Calma sem tolerância.
Calma quanta ganância.
Silêncio na honestidade!
Cura da eternidade?

Cabeça pequena para coisas grandes!
Cabeça grande para coisas pequenas!

Era um passar a qualquer tempo ao custo do nada.
Era um querer alongar a vida a custo da própria briga!

Sua cabeça, nunca refletia seu corpo.
Beleza, de sorriso no canto, de pleno saculejo. Desde grande, quando era carinhoso...
Pensava como formiga, comia como hiena, dançava como pavão, sonhava como um dragão.

Entrando no castelo dos reinos aristocratas.
Para buscar uma vida farta. Nunca teve sequer algum receio....

Este homem nao aparece no "chaves"!
Nem em desenho animado.
Será que achamos no "Netflix" ou em alguma seriado?

Claro que não.
Somente no mundo real de alguma realeza social, meio encostado!

É a simples vida de um ser tridimensional, nascido do cruzamento de um jumento com um E.T , misturado com outros gêneros que ainda iremos conhecer...

Será que já viu algum por aí?
É só se aperceber....

Tem vários!
Coelho da Matta
152

Pai de filhas

Ser pai de duas filhas
É minha digital
Do amor em permanência
Das travessuras de criança
As risadas do pai bobão
Minhas pequenas "Kokinhas" pra sempre,
Os amores de meu coração.

Coelho da Matta
134

Lugar da fé


Lugares da fé são aqueles que nos fazem chorar.
Aperta o peito, nó na garganta, vem a esperança do bem estar!

Pensamentos soltos, sombrios ou de flores belas a abrochar.
Não faz mal: vem a fé, ai estamos.
Estamos na face da Terra.
Curtindo o prazer da carne,
E de toda sensação da cura da alma.

Mesmo consternados com tamanhos assombramentos, sim.
A fé tem esses momentos,
Nos fazem  delirar.

Se a fé está aqui?
Se a fé está ali? Sim.
Felizmente ela está.
Fé, não deixa sair, não vá embora do seu lugar.

Ateísta fé...
Religiosa fé...
Não deixe de estar presente!
Com capricho de todo credo,
Necessitamos da fé na mente.
Coelho da Matta
127

Reunião da vida

Reunir para crescer sendo uma equipe da vida.
Os sinceros votos de uma união sem igual, que traz da plena forma de carinho ao pleno prazer de contemplar o simples.
Quanto mais força temos, mais sentimos que somos incapazes de forçar a auto independência.
Impossivel seguir nesta estrada só! Estrada sua, minha, que reflete toda energia de uma união sem igual.
Vamos, estamos, fazemos e juntos  usemos o plural da vida.
Feliz fé na felicidade da arca de Noé.

Coelho da Matta
143

Flores do passadiço

Ao cheiro verde e sons do rio, entre montanhas, passadiço!
Ponte Romana, és um paraíso!
Entre curvas, vales, cachoeiras não deixe de passaear nisso!
Javali, cogumelo, lontra, não deixe de ver isso!
Aqui é o paraíso do passadiço.

Coelho da Matta
160

Selma

Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais autêntico,
Se mais capricho,
Se mais contido,
Se complacente!

Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais ausente,
Se mais parente,
Se mais amigo,
Se sorridente!

Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais postura,
Se mais da rua,
Se mais altura,
Se contundente!

Sei não SELVA, que bicho é esse?

Coelho da Matta
126

Arlequim

Alegre ao pranto ou de sorriso no canto,
Bolas na face a máscara falante.

Escondido atrás do grilo pulante,
Aos desafios de cada gargalhada e gestos  desconcertantes.

Julgado á parte.
Cultura especial.
A cada imaginação,
Ou pecado capital?

Aos belos prazeres sorridentes.
Estimulando a cor dos olhos.
De quem não vê.
De quem não lê.
De quem simplesmente sente!

Maquiavélico Arlequim,
Ao brio da sua própria astúcia!
Audácia de malabarista.

Mímico teatral?
De putos e espigas pujantes!
Não é palhaço,
Não é magico,
Arlequim é mesmo, uma intriga pessoal.

Coelho da Matta
156

Fantasma do ouvido

Arde os ouvidos, após calafrios entupidos de tanto escutar, espectros ainda que voadores

Abateram, eu vi!
Esta noite
Ao dormir!

Não tenha medo de fantasma,
Espectro?
Avejão?
Pode ser um bom assunto,
Olhar para um defunto
E sorri!

Do qual não tenhamos diálogos,
E sim, monólogos de assustar!

Assombração,
Apagão,
A paixão,
Aparição,

Dos fantasmas de agora,
Obrigado, não posso esperar.

Ouvi
Vi
Visão
Desconcertar

Era um
Eram dois
Fanáticos agnósticos
Fantasmas
À gorar!

Vamos rezar?
Coelho da Matta
155

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