Ouvindo fantasmas
Arde os ouvidos, após calafrios entupidos de tanto escutar, espectros ainda que voadores
Abateram, eu vi!
Esta noite
Ao dormir!
Não tenha medo de fantasma,
Espectro?
Avejão?
Pode ser um bom assunto,
Olhar para um defunto
E sorri!
Do qual não tenhamos diálogos,
E sim, monólogos de assustar!
Assombração,
Apagão,
A paixão,
Aparição,
Dos fantasmas de agora,
Obrigado, não posso esperar.
Ouvi
Vi
Visão
Desconcertar
Era um
Eram dois
Fanáticos agnósticos
Fantasmas
À gorar!
Vamos rezar?
Coelho da Matta
Época olímpica
Aos dias olímpicos em semântica bela.
Festa, cor, raça, união, aos pobres e ricos, representantes de uma nação ou não de uma simples tigela.
Unindo todos os conceitos, da vitória da derrota, do ouro ao latão, da participação ao pódio de cada cidadão.
Perpetuar o espírito e crença olímpica, sabendo que refugiados pela "pátria guerra", participam pelos atípicos interesses nela.
Na vitória ou na derrota, ganhar sem que haja perdedor da vida!
Difícil é festejar ao pendão, estendido com as cores da união, sem que haja dissabores de qualquer razão.
Coelho da Matta
Homem E.T
Tinha tristeza e alegria em cada canto.
Claro mais emoção a todo tempo!
Calma vem a bonança.
Calma sem tolerância.
Calma quanta ganância.
Silêncio na honestidade!
Cura da eternidade?
Cabeça pequena para coisas grandes!
Cabeça grande para coisas pequenas!
Era um passar a qualquer tempo ao custo do nada.
Era um querer alongar a vida a custo da própria briga!
Sua cabeça, nunca refletia seu corpo.
Beleza, de sorriso no canto, de pleno saculejo. Desde grande, quando era carinhoso...
Pensava como formiga, comia como hiena, dançava como pavão, sonhava como um dragão.
Entrando no castelo dos reinos aristocratas.
Para buscar uma vida farta. Nunca teve sequer algum receio....
Este homem nao aparece no "chaves"!
Nem em desenho animado.
Será que achamos no "Netflix" ou em alguma seriado?
Claro que não.
Somente no mundo real de alguma realeza social, meio encostado!
É a simples vida de um ser tridimensional, nascido do cruzamento de um jumento com um E.T , misturado com outros gêneros que ainda iremos conhecer...
Será que já viu algum por aí?
É só se aperceber....
Tem vários!
Coelho da Matta
Pai de filhas
Ser pai de duas filhas
É minha digital
Do amor em permanência
Das travessuras de criança
As risadas do pai bobão
Minhas pequenas "Kokinhas" pra sempre,
Os amores de meu coração.
Coelho da Matta
Lugar da fé
Lugares da fé são aqueles que nos fazem chorar.
Aperta o peito, nó na garganta, vem a esperança do bem estar!
Pensamentos soltos, sombrios ou de flores belas a abrochar.
Não faz mal: vem a fé, ai estamos.
Estamos na face da Terra.
Curtindo o prazer da carne,
E de toda sensação da cura da alma.
Mesmo consternados com tamanhos assombramentos, sim.
A fé tem esses momentos,
Nos fazem delirar.
Se a fé está aqui?
Se a fé está ali? Sim.
Felizmente ela está.
Fé, não deixa sair, não vá embora do seu lugar.
Ateísta fé...
Religiosa fé...
Não deixe de estar presente!
Com capricho de todo credo,
Necessitamos da fé na mente.
Coelho da Matta
Reunião da vida
Reunir para crescer sendo uma equipe da vida.
Os sinceros votos de uma união sem igual, que traz da plena forma de carinho ao pleno prazer de contemplar o simples.
Quanto mais força temos, mais sentimos que somos incapazes de forçar a auto independência.
Impossivel seguir nesta estrada só! Estrada sua, minha, que reflete toda energia de uma união sem igual.
Vamos, estamos, fazemos e juntos usemos o plural da vida.
Feliz fé na felicidade da arca de Noé.
Coelho da Matta
Flores do passadiço
Ao cheiro verde e sons do rio, entre montanhas, passadiço!
Ponte Romana, és um paraíso!
Entre curvas, vales, cachoeiras não deixe de passaear nisso!
Javali, cogumelo, lontra, não deixe de ver isso!
Aqui é o paraíso do passadiço.
Coelho da Matta
Selma
Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais autêntico,
Se mais capricho,
Se mais contido,
Se complacente!
Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais ausente,
Se mais parente,
Se mais amigo,
Se sorridente!
Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais postura,
Se mais da rua,
Se mais altura,
Se contundente!
Sei não SELVA, que bicho é esse?
Coelho da Matta
Arlequim
Alegre ao pranto ou de sorriso no canto,
Bolas na face a máscara falante.
Escondido atrás do grilo pulante,
Aos desafios de cada gargalhada e gestos desconcertantes.
Julgado á parte.
Cultura especial.
A cada imaginação,
Ou pecado capital?
Aos belos prazeres sorridentes.
Estimulando a cor dos olhos.
De quem não vê.
De quem não lê.
De quem simplesmente sente!
Maquiavélico Arlequim,
Ao brio da sua própria astúcia!
Audácia de malabarista.
Mímico teatral?
De putos e espigas pujantes!
Não é palhaço,
Não é magico,
Arlequim é mesmo, uma intriga pessoal.
Coelho da Matta
Fantasma do ouvido
Arde os ouvidos, após calafrios entupidos de tanto escutar, espectros ainda que voadores
Abateram, eu vi!
Esta noite
Ao dormir!
Não tenha medo de fantasma,
Espectro?
Avejão?
Pode ser um bom assunto,
Olhar para um defunto
E sorri!
Do qual não tenhamos diálogos,
E sim, monólogos de assustar!
Assombração,
Apagão,
A paixão,
Aparição,
Dos fantasmas de agora,
Obrigado, não posso esperar.
Ouvi
Vi
Visão
Desconcertar
Era um
Eram dois
Fanáticos agnósticos
Fantasmas
À gorar!
Vamos rezar?
Coelho da Matta