Belo ou prazer
Belo ou prazer?
Por menores, quando repente!
Por piores, quando o derradeiro destino.
Tentando imaginar aquele tesão inconsequente!
Não muito imaculado na sua própria paixão.
Destes seres loucos...
Serenos,
Belos,
Egoístas e sem nenhum mal!
Dos difíceis e inúmeros provérbios:
De existir,
De sacanear,
De mentir,
De fingir,
De amar,
De prosperar...
Buscando seu próprio deleite sempre sorridente, pergunta:
Des - jejum?
Come - mato, capim amargo ou um belo arroz de pato?
Muito mais do que de fato,
Limitou -se!
Coelho da Matta.
Simples da vida
Saudar o simples da vida:
Saúde!
Brindar os sentimentos mais intensos.
Sentinelas que vem, Sentinelas que vão.
Paradoxal vestido de sentidos.
Dúvidas? Credo!
Simples é saudar.
Saudar aquilo que é simples, não.
Devemos saudar os mais belos sentimentos da nossa existência.
Que vem e vão, que simplesmente estão.
Sentir e saudar.
Que Saudade de estar!
Coelho da Matta
Que te-quero!
Amor que te -quero.
Amores do coração,
Nossa que emoção!
Derrepente o amor acontece simples assim.
Acontece quando não estamos calçando sapatos.
Os mais primitivos amores do seu, nossos corações.
Simplista, condizente, igualitário estatelado.
Desenvolver o seu sentimento como uma semente que germina no tempo sem interferência humana!
Humano uhmmmmm tem razão aí.
Vai feder.
Flores do passadiço
Ao cheiro verde e sons do rio, entre montanhas, passadiço!
Ponte Romana, és um paraíso!
Entre curvas, vales, cachoeiras não deixe de passaear nisso!
Javali, cogumelo, lontra, não deixe de ver isso!
Aqui é o paraíso do passadiço.
Coelho da Matta
Terra fria
Alegria diante da noite dia,
Da mais bela terra fria.
Gelos, montanhas, florestas, fiordes em harmonia.
Fazendo do momento, instantes garoa e adiante, tamanha euforia!
De todo lado ao poeta de toda maneira,
Buscando palavras de qualquer beira.
Indo além das montanhas frias de mar ao vento.
Pescar, caminhar viajar em lugar a toa, sendo de qualquer forma uma chuva de garoa!
Ao tamanho do tempo, que tempo ao tempo, estamos a deslumbrar o caminho de todo vento.
Coelho da Matta
Guerra bomba
Diante dos terrores da guerra santa,
Possuidores do mal perfeito.
Amanhã, qualquer um a sua volta Explodindo a vida de todo jeito.
Seres infelizes, incapazes de se ouvir, dizem "à Deus" a todo tempo,
Sempre escondidos e naturais, matam a qualquer vento.
Sem alma da vida, não se importam com nada.
Dentro dos seus credos sujos, planejam o horror alheio nas estradas.
Coelho da Matta
Medo amor
Não ter medo é não "amar"!
Ao "amar" temos medo de tudo.
Medo da perda,
Medo do novo,
Medo do desconhecido....
"Amemos" e tenhamos medo!
Que venham os medos dos desconhecidos caminhos do "amor". Sem "amar" com medo não estaremos entrelaçados no "amor".
Entendeu?
VIDA.
Coelho da Matta
Reunião da vida
Reunir para crescer sendo uma equipe da vida.
Os sinceros votos de uma união sem igual, que traz da plena forma de carinho ao pleno prazer de contemplar o simples.
Quanto mais força temos, mais sentimos que somos incapazes de forçar a auto independência.
Impossivel seguir nesta estrada só! Estrada sua, minha, que reflete toda energia de uma união sem igual.
Vamos, estamos, fazemos e juntos usemos o plural da vida.
Feliz fé na felicidade da arca de Noé.
Coelho da Matta
Época olímpica
Aos dias olímpicos em semântica bela.
Festa, cor, raça, união, aos pobres e ricos, representantes de uma nação ou não de uma simples tigela.
Unindo todos os conceitos, da vitória da derrota, do ouro ao latão, da participação ao pódio de cada cidadão.
Perpetuar o espírito e crença olímpica, sabendo que refugiados pela "pátria guerra", participam pelos atípicos interesses nela.
Na vitória ou na derrota, ganhar sem que haja perdedor da vida!
Difícil é festejar ao pendão, estendido com as cores da união, sem que haja dissabores de qualquer razão.
Coelho da Matta
Bichos e fatos
Os fatos que diríamos latos,
São factoides se não fartos.
Os cantos dos urubus se permeiam aos vôos dos avestruzes.
Passando ao passado passarinho falando e rindo no mesmo ninho,
Como pirâmides de formigas no caminho.
Não justifique o olhar das tamanhas artimanhas de nosso papagaio ao gritar, tramaaaaanhas.
Coelho da Matta