Lorde inglês
Para ser um lorde inglês, precisa-se decorar e seguir todas as leis.
Os credos e espíritos maus, ficam para trás.
Somos como lorde inglês.
Somos todos fenômenais!
Aos arrepios dos costumes sociais, das leis dívinas ao tamanho da merda do que foi Alcatraz.
O homem tem a solução!
A fé tem a salvação!
E o espírito?
Fica na mão?
Aos melhores passos da nossa sobrevivência.
Nesta selva de condescendência.
Aos desafios mil.
Somos todos iguais, porra.
Somos lordes do Brasil.
Coelho da Matta
Crer e crescer
Serio.
Creio em crescer.
Crendice a parte, vamos fazer?
Todo dia é dia de reflexão da vida....
Das crenças dívinas, dos paraísos crescentes, aos arrepios presentes.
Crer é futuro? - me perguntam,
O que vai acontecer?.
Eu respondo: "vamos crer no crescer!".
Creres no crescer do corpo e da alma. Pois o resto?
Credo.
Coelho da Matta
Será que explica?
Quando falamos quando escrevemos ficamos mais leves dentro do nosso mundo interior.
Cada um tem a sua forma de exorcizar e colocar suas angústias e riquezas no lugar.
Mas todos temos a certeza que falar e se comunicar é a melhor maneira de se colocar e refletir dentro do social mundo cataliazador de merda que vivemos.
Engraçado que no mundo moderno, somos capazes de convivios múltiplos, de crenças e religiões inteiramente diferentes e difusas.
Uns acreditam no pai deus, aquele que protege de todo bem e do mal, monoteístas. Outros em deuses animais que uma vez ao ano podem comê-los e simplesmente ja o satisfaz.
Ha aqueles que vão além, misturando homem racional e animal transcendental. Outros que buscam as luzes naturais cosmos distantes com estudos científicos com linguagem metafísica.
O bem estar social, esta inteiramnete ligado a cultura como instrumento regulador das nossas atitudes. Quando estudamos alguns pensadores por exemplo, muitos acreditam que a religião é um excelente mecanismo da socialização pacífica do bem estar, ajudando assim a inserção da cultura das relações humanas nesse mundo ambíguo da guerra e compaixão que vivemos.
Coelho da Matta
Arte nua e crua!
Aonde encarar o pecado do nu?
No banheiro se olhando no espelho ou no chuveiro limpando o cú?
Estes REIS pelados de cultura, surfando a onda da ignorância, não podem estirpar a cultura, a arte de nossas vidas, de nossas cidades!
Nascemos fantasiados e embrulhados de preconceitos e conceitos sociais....normal somos sociáveis seres terrestres!
Não permitir arte em casa de arte, é mais que censura é ignorância social.
"Arte não é para agradar... é para elevar" já dizia Fernando Pessoa.
Choremos...
Buaaaa, buaaaa, unheeé, unheée...
Nascemos chorando quando descobrimos a luz social artificial, mas não podemos envelhecer chorando na escuridão intelectual dos poderosos profissionais do cabresto.
Coelho da Matta
Ouvindo fantasmas
Arde os ouvidos, após calafrios entupidos de tanto escutar, espectros ainda que voadores
Abateram, eu vi!
Esta noite
Ao dormir!
Não tenha medo de fantasma,
Espectro?
Avejão?
Pode ser um bom assunto,
Olhar para um defunto
E sorri!
Do qual não tenhamos diálogos,
E sim, monólogos de assustar!
Assombração,
Apagão,
A paixão,
Aparição,
Dos fantasmas de agora,
Obrigado, não posso esperar.
Ouvi
Vi
Visão
Desconcertar
Era um
Eram dois
Fanáticos agnósticos
Fantasmas
À gorar!
Vamos rezar?
Coelho da Matta
Não sim, sim não
As diferenças se estabelecem entre critérios servis ou perfeccionistas do fazer?
Ora pois!
Que diferença está em ti que não em mim engrandece?
Que imperfeição, das perfeitas cores do coração, nos compõe como sintonia fina?
NÃO.
O termo de abundância e permanência que devemos nos entregar a cada bem ou mal estar!
SIM.
Termo inconsciente que pra tudo pode ou pra tudo nunca serviu!
Olhar digital.
Olhar magistral!
Olhar de cada um.
Olhar de todo modo.
Aos temores do olhar
A incerteza do bem estar
Façamos.
Aos amores de agora
Aos temores de outrora
Simplesmente,
Olhamos.
Coelho da Matta
Nascimor
Nascente
Nasceu
Nasço
Nascido
Ao som...
Nascereis
Nasceu
Nascente
Nasceríamos
Ao amor...
Nascem
Nascerás
Nasçamos
Nascestes
Reluzente ao amor...
Nasceríeis
Nascêreis
Nasci
Amor?
"Nascimor."
Coelho da Matta
H de todo H
Homem gente
Homem parente
Homenageados mente
Homini presente
Hoje e todo sempre
Haja patente
Hino da mente
Hoje pra sempre!
Hipopótamo berrante.
História falante
Hiena estridente
Hiato marcante
Horta do seu jardim
Hora do alecrim
Humilde ser
Hidrante abriu
Hi
How
H
Hora
Tchau.
Coelho da Matta
Belo ou prazer
Belo ou prazer?
Por menores, quando repente!
Por piores, quando o derradeiro destino.
Tentando imaginar aquele tesão inconsequente!
Não muito imaculado na sua própria paixão.
Destes seres loucos...
Serenos,
Belos,
Egoístas e sem nenhum mal!
Dos difíceis e inúmeros provérbios:
De existir,
De sacanear,
De mentir,
De fingir,
De amar,
De prosperar...
Buscando seu próprio deleite sempre sorridente, pergunta:
Des - jejum?
Come - mato, capim amargo ou um belo arroz de pato?
Muito mais do que de fato,
Limitou -se!
Coelho da Matta.
Bichos e fatos
Os fatos que diríamos latos,
São factoides se não fartos.
Os cantos dos urubus se permeiam aos vôos dos avestruzes.
Passando ao passado passarinho falando e rindo no mesmo ninho,
Como pirâmides de formigas no caminho.
Não justifique o olhar das tamanhas artimanhas de nosso papagaio ao gritar, tramaaaaanhas.
Coelho da Matta