Escrevo já há algum tempo. Não publiquei nenhum livro, mas gostava de fazê - lo.
Lista de Poemas
Fora
Vós que me lançaste fora.
Do vosso meio, o fizestes.
Sabei, então que Deus permitiu, que tal acto, cometêsseis.
Porque, ele está nisto, também agora.
Ele me disse:
Faz isso, que te mando!...
E eu fiz, isso!
A Deus, amando!...
Sim! Sou de Deus!
Oxalá, vós sejais!
E não fosseis, ateus.
Sim! Sou santo!
E um dia, ambas as partes, portanto:
Eu e vós estaremos, nos átrios, seus!...
Do vosso meio, o fizestes.
Sabei, então que Deus permitiu, que tal acto, cometêsseis.
Porque, ele está nisto, também agora.
Ele me disse:
Faz isso, que te mando!...
E eu fiz, isso!
A Deus, amando!...
Sim! Sou de Deus!
Oxalá, vós sejais!
E não fosseis, ateus.
Sim! Sou santo!
E um dia, ambas as partes, portanto:
Eu e vós estaremos, nos átrios, seus!...
15
Niilismo
Não Sou do Niilismo! Nem desse movimento.
Está totalmente errado, esse sentimento.
Eu sou antes de tudo, um sofredor...
Mas sei em quem creio, apesar da dor!!!
EU CREIO EM DEUS, EM DEUS, EM DEUS...
NÃO ESTOU NO VÁCUO, COMO ESSES.
APENAS SOFRO, SOFRO... PESARES MEUS.
E NÃO, COMO AQUELES, DELES...
Estou mal , em baixo, sem força...
Mas tenho esperança, ainda...
Ainda... Contudo, carrego una pesada trouxa.
Mas espero em Deus, em Deus,,,
E na sua nova, aqui vinda!...
Por isso canto, cânticos, estes seus!
32
Vale de Cedron
Tendo, Jesus terminado de orar,
Partiu com os seus discípulos...
E atravessaram o Vale de Cedron, sem exitar.
No jardim, onde entrou, contra o mal orou, ao Pai pediu auxílios.
Judas, também conhecia aquele lugar
E foi lá ter, para o entregar,
Com uma escolta de guardas,
Que traziam também, armas...
Vinham apanhar, Jesus Cristo,
Que logo lhes perguntou:
A que vieste, com tudo isto?
E tornou a perguntar: A quem buscais?
E disseram-lhe, em voz que entoou.
A Jesus Cristo! Que disse: Eu Sou; Porque não me apanhais?
Partiu com os seus discípulos...
E atravessaram o Vale de Cedron, sem exitar.
No jardim, onde entrou, contra o mal orou, ao Pai pediu auxílios.
Judas, também conhecia aquele lugar
E foi lá ter, para o entregar,
Com uma escolta de guardas,
Que traziam também, armas...
Vinham apanhar, Jesus Cristo,
Que logo lhes perguntou:
A que vieste, com tudo isto?
E tornou a perguntar: A quem buscais?
E disseram-lhe, em voz que entoou.
A Jesus Cristo! Que disse: Eu Sou; Porque não me apanhais?
19
Bem Aventurado
Bem-aventurado, tu que estás na verdade!
Nesse campo de verdes pastos...
Nesse rio de águas, que corre sem velocidade.
Nessa terra, onde se ouvem, de paz cantos.
Vai caminha, nesse caminho,
Segue a luz que nele vai...
Caminha tu, homem-menino!
Nesse caminho em que não se dá mais um ai.
Vai! Vai! Vai!...
Continua! Continua! Continua!...
Pois essa terra, já do tempo sai!
Eis que vais andando e triunfando.
Cantando, cantando...
Eternamente ... Aleluia!
33
Carlos


Carlos é teu nome!
Mas também, Roberto.
Esse, ser está aberto...
E Deus, o sabe, como!
Para acalmar, os ventos...
Deste mundo, que são, tormentos.
Com esse cantar, tão lindo.
Cuja paz, não tem findo.
Vai! Por esse Brasil e voa...
Sobre, ele, cantando, cantando!
Oh anjo de Deus, entoa!
Esse cântico de amar...
Que entoando...
Ao Senhor, nos faz chegar!...
47
Música
Música és vida!
No princípio, eras presente, no acto da criação.
Auxiliaste, nesta acção...
Da existência nascida...
Dentro de mim, estás...
És tu, que minh´alma, alimentas.
Música! Música! Música!...
Ao céu m´elevas. Tu única!
Enquanto te sinto...
Vou voando,
No meio dos anjos. Sim! Não minto.
Vivo, por ti.
Dançando e cantando,
Um cântico, que do mal, me tira daqui!
HELDER DUARTE
No princípio, eras presente, no acto da criação.
Auxiliaste, nesta acção...
Da existência nascida...
Dentro de mim, estás...
És tu, que minh´alma, alimentas.
Música! Música! Música!...
Ao céu m´elevas. Tu única!
Enquanto te sinto...
Vou voando,
No meio dos anjos. Sim! Não minto.
Vivo, por ti.
Dançando e cantando,
Um cântico, que do mal, me tira daqui!
HELDER DUARTE
25
Cantar
Canta o que te vai na alma!
Com essa voz tão calma...
Oh homem anjo e arcanjo!
Canta! Canta! sim meu anjo!
Vai dar vida aos mortos!
Às pedras frias...
Aos caminhos tortos,
Dá-lhes, as dessa alma, alegrias!
Continua Com Deus!
Então! irás lá... Lá!
Aos, eternos lugares seus!
E eu que não canto! Contigo cantarei...
Uma canção, eterna, que já está, cá!
Pois, contigo ao lugar eterno irei e ali louvarei!
PARA ROBERTO CARLOS : UM INCENTIVO PARA IRMOS OS DOIS LÁ...
Com essa voz tão calma...
Oh homem anjo e arcanjo!
Canta! Canta! sim meu anjo!
Vai dar vida aos mortos!
Às pedras frias...
Aos caminhos tortos,
Dá-lhes, as dessa alma, alegrias!
Continua Com Deus!
Então! irás lá... Lá!
Aos, eternos lugares seus!
E eu que não canto! Contigo cantarei...
Uma canção, eterna, que já está, cá!
Pois, contigo ao lugar eterno irei e ali louvarei!
PARA ROBERTO CARLOS : UM INCENTIVO PARA IRMOS OS DOIS LÁ...
57
Depois
Eu sei, que depois de morrer,
Terei valor e serei louvado.
E também amado e pranteado.
Nesse tempo terei, esse merecer.
Meus poemas, serão lidos!
E muito queridos…
Mas agora não!...
Não o são! Não o são!...
Agora sou o lixo do mundo!
E da «Eclésia» pois…
O mais imundo!
Mas depois ! Depois! Não!
Não! Meus poemas serão publicados, depois.
Porque afinal, eu era de Deus, então!...
29
Vive
Vive! Vive! Jovem!...
Mas vive de tal ordem,
Que tenhas a morte, em ti morta.
E a vida, bem viva em tua casa e porta...
E em passando p´los trigais,
Aprende, o canto da cotovia,
E aos ceifeiros, o envia.
Para que sintam alegria e não dêem mais ais...
Caminha por verdes, pomares.
Mas não comas, fruta...
Nos grandes laranjais...
Olha os melros que cantam,
Sua canção. Aprende e escuta...
E ensina, o cântico aos homens, para que viver aprendam!
Mas vive de tal ordem,
Que tenhas a morte, em ti morta.
E a vida, bem viva em tua casa e porta...
E em passando p´los trigais,
Aprende, o canto da cotovia,
E aos ceifeiros, o envia.
Para que sintam alegria e não dêem mais ais...
Caminha por verdes, pomares.
Mas não comas, fruta...
Nos grandes laranjais...
Olha os melros que cantam,
Sua canção. Aprende e escuta...
E ensina, o cântico aos homens, para que viver aprendam!
25
Lapidação
Uma coisa sei!
Entre as que não aprendi.
Pois neste existir ou real! Quase nada, compreendi.
No entanto, a um certo conhecimento, cheguei.
E por esse facto, ao ter tal conhecimento,
P´la lógica e por o humano, pensamento...
Sou mal julgado e mal interpretado.
Até mesmo, condenado...
O que eu sei é muito, sobre o tema «Sofrer».
Neste meu tanto, padecer...
Por isso, estou a teu lado,
Quando, todos t´atirarem,
Pedras, para de morte te matarem.
Eu, não ficarei a ver no largo.
Mas o que poder fazer, farei...
Para que seja, eu em teu lugar lapidado.
E assim, por ti minha vida darei!!!
Entre as que não aprendi.
Pois neste existir ou real! Quase nada, compreendi.
No entanto, a um certo conhecimento, cheguei.
E por esse facto, ao ter tal conhecimento,
P´la lógica e por o humano, pensamento...
Sou mal julgado e mal interpretado.
Até mesmo, condenado...
O que eu sei é muito, sobre o tema «Sofrer».
Neste meu tanto, padecer...
Por isso, estou a teu lado,
Quando, todos t´atirarem,
Pedras, para de morte te matarem.
Eu, não ficarei a ver no largo.
Mas o que poder fazer, farei...
Para que seja, eu em teu lugar lapidado.
E assim, por ti minha vida darei!!!
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