Fraco
Dentro dessa fonte ,
Afogo-me nessa sede.
Sobre essa ponte,
Revogo-me ao que me "remede".
Fraco.
Por ícaro Ítalo Gomes dos Santos
Ícaro Ítalo Gomes dos Santos,pseudônimo;Italo_poetrix. Descobriu sua paixão por livros ao ler"A Árvore Generosa" (The Giving Tree) e desde então tornou-se súdito da palavra poética e busca entender seus conhecimentos através dos caminhos líricos .Nascido em Aquidabã,do agreste Nordestino ,vêm se destacando com seus poemas com temas múltiplos . Atualmente reside em Luz,uma pequena cidade de Minas Gerais . Suas escritas são fisioterapias para a alma .
n. 2004-07-01
Dentro dessa fonte ,
Afogo-me nessa sede.
Sobre essa ponte,
Revogo-me ao que me "remede".
Fraco.
Por ícaro Ítalo Gomes dos Santos
Ao ar a poeira sobe
Nesse lar ,o solo que tudo sabe
Representatividade em demonstração do quão valioso é o nosso sonho
Antes dos 8 segundos somos o templo do tempo
por isso já não nos cabe se lamentar
Carimba que é golpe ....
De cultura,não no parlamentar !
No dia em que eu saí de casa
Minha mãe me disse
Esse mundo é seu , então explora
E lá foi eu com uma botina ,sonhos no alforje
Um cinto ,e uma impecável espora
Vivenciando situações das quais ninguém espera
Espelha sua imagem de antes ao agora
O quanto mudou e o quanto você não gostaria que mudasse é um palíndromo transcendental da evolução mental existencial
Nesse paradoxo do agora
Antes de estar dentro do meu primeiro evento
Eu já aplaudia muitos do lado de fora
Aprendi que a felicidade tambem mora aonde o sol não brilha
E toda ,
Toda chuva que cai do céu molha meu chapéu
Regando a essência do meu Ser
Resgatando a transparência do meu amadurecer
Regrando-me antes do amanhecer para não esquecer da noite passada formada pelo meu renascer
Bebi da dádiva da dúvida em lágrimas
Tempestades de verdades forjaram penumbras de vaidades
Minhas maiores conquistas jamais serão vistas nos livros
De páginas em páginas
Quando cessei o fôlego
Fiz uma apnéia em respiração na transição em introspecção à inspiração
Hoje em pasto vasto avisto a felicidade pairando ao vento
Invisto no tempo
Sou exemplo de quem fui
Exceto quem sou
Pois o meu rio de glórias ainda flui
Aprendi que ao jogar o laço eu estava capturando fragmentos de mim na resiliência de cada passo
Abençoado seja cada tropeço
Abençoada seja essa sinfonia da cavalgada que ao longo da estrada é o meu patrimônio cultural desde o berço
Ciente dos lugares que coloquei os pés onde estribo (trocadilho da palavra estive)
A sela é o selo que sela o elo do meu destino
Faço-me Teresa de Bendela ao próprio Chico "Arino "
E é assim que me defino
Gênero forte,para alguns amargo
"Cá" fé dentro da xícara do chakra
Com a mente em estado de Sítio
Meu livre arbítrio na simplicidade dentro de uma chácara
Nessa vida desembrenhado sem freio
Sem sela ,na busca bruta da minha versão mais sincera
Foi em meio ao rodeio que encontrei o Brasil que eu creio,
e o meu novo eu veio com uma receita sem receio de divisão de cores e classes e o recheio que me alimenta é a competitividade no olhar em melhorar cada recorde ainda que o adversário o quebrasse,nunca deixei que os obstáculos por mim falassem por mais que me parassem sempre fiz o bloqueio do meu CPF ao CNPJ para nunca decair aos males alheios
Divina inspiração que me brinda
Resplandecente Luz pro Mundo ,Barretos
Quem guia minhas rédeas me blinda
Troféus de verdade é família
Faço valer cada segundo da minha vida
Vitórias e derrotas são bem vindas
E a maior batalha dentro ou fora da arena é aquela que eu não enfrentei ainda
Ao ar a poeira sobe
Nesse lar, o solo que tudo sabe
É apenas eu e o meu sonho de viver intensamente pelo o que amo e acredito quando as porteiras se "abre"...
Carimba que é golpe...
Eu faço parte do descobrimento de cada arte
Muito antes do 244
Mentalidade de Lincoln pelos arados 275
Íntegro ao íntimo agro
Nossa história , nosso povo
Valor insubstituível , inestimável ao mercado pago
Terra ao adubo da persistência
Reforma agrícola, agrária
Não é conhecidência que a República Federativa é referência quando o assunto é riqueza em solo
Trabalho braçal em sol ou chuva
Não há adversidade párea que pare a nossa força recôndita
Olha um pouco as mãos do povo
Linhas ancestrais de um passado atrás em evolução a um mundo novo
Ao ar,a poeira sobe ...
Por ícaro Italo Gomes dos Santos
Pseudônimo: Italo_Poetrix
Mentiras discaradas
Verdades compradas
Vendidas à ilusão fascínoa falsificada
O guia do cinismo é a fome perfeita do ilusionismo
Traições do mesmo egocentrismo em cada ato ao corte da adaga
Vejo quem fere e profere ódio e discórdia
Ao longo dos dias se propaga
Propagandas sobre um futuro incrível apenas para quem paga
Dívidas no olhar da esperança se alagam
Mercadorias humanas esquecidas conforme o tempo
Desvalorização da ética demonstra o exemplo
Desgosto da honra exemplar
O relógio não diz nada sobre qual o melhor momento
Esgoto da cobiça exposto expele o davastamento de pensamentos
Clímax rústico nas areias de Marte
Uma única vida é pouco após a morte na arte
Divisão de fatos
Visão e atos de tempos atrás
Futuro distante em um presente conturbado entre nós
Essa voz ainda permanece na minha mente
Exclusivamente quero ser excluído permanentemente
Petrificado por residir em um inalcançável destino de resistir
Coagido por ter agido diferente e ágil
Ríspido , sádico, dentro do campo minado do desespero desesperadamente eu fiz estágio
Olhos de águia
Cântico guia
Garras afiadas
Vôos adulterados
Um novo mundo
Sem retorno para casa
Penas que caíram ,apenas presságios passados
Tempos de caça
Vejo a carcaça de quem conspira contra mim
Jamais atingido novamente por meras falácias
Quero deslumbrar de um vôo livre sem fim
São,
Olhos de águia
Milhas e ventos fortes
Tempestades ou secas
Resultados virão com aventuras ainda não sancionadas
Olhos de águia
Cântico guia
Garras afiadas
Vôos adulterados
Olhos....olhos...olhos...
Olhos de águia...
Por ícaro Italo Gomes dos Santos
Verdadeiramente me admira a mentira
Essa vida é tão vazia e rasa que esse eco do vazio está repleto de uma intensidade maior condensada e fria ,mas basta um acreditar que vemos o aquecer da fé ressurgindo das profundezas do rio compacto de dores e esperança
Ânsia análoga psicótica em ódio mórbido de fonte sarcástica
Derreto a máscara,derroto a face da personificação do medo criado pela víbora
Seu veneno eu vi por lá dentro da minha corrente sanguínea
Coagulação de decepção que me fez chorar
Precisei de uma transfusão de fé para continuar
Ao homem que pretende voar é necessário se libertar da ênfase do destino que pretende ao que precisa chegar
Ícaro passará próximo ao pássaro e profetizará
_Dentro de todo pássaro_
_Haverá uma jaula_
A verdadeira liberdade vem de como você resolve bater suas asas
Pulei duas casas decimais desses sinais oblíquos
Desci mais nos primórdios dos princípios
É necessário compreender quem sou eu se nego a não ser aquela pessoa pela qual o divino introduziu no destino um parágrafo que até então não poderia ser mudado
Vi que nessas linhas tortas eram poucas as portas de oportunidades que cobrisse minhas necessidades ou as meras vaidades
Em vez de ser mandado,
Resolvi ser o mandamento que com o tempo pode ser moldado para a eficiência da evolução
Rígido na essência,por isso cada palavra que profiro é um pedaço de mim que procuro
Nunca,nunca que minha citação será em vão
Ficarão registradas em todo tempo
Aliás ,o tempo é um único bem mais valioso
E todo,todo tempo,
Todo tempo deve ser apreciado
Parece até ironia né?
Você têm se perguntado o que ocasionou seus momentos de frustrações?
E durante esses momentos,o que você fez para se revigorar ?
O que te define são ações
Eu penso sim...
Bendita a escrita
Versos que veste -me em mantra
Tinta da escrita Santa
Resplandeça meus olhares por onde eu caminhar e que eu jamais seja controlado pelas irmãs do Destino
Com o tempo eu entendi que não basta apenas ser genuíno
Um Lao Tsé que busca iluminação
Sabe muito bem que as trevas também pertencem ao Divino
Carreguei o mundo de erros dos meus pais nas minhas costas quando menino
Desde muito tempo atrás
Atos atroz em templos Atlas
O barulho dessas correntes que me prendem são a ruína desse hino
A arte da petrificação do medo no olhar eu domino
Tão transparente e cristalino
Um Pegasus de fogo
A Lilith no logo
E é assim que eu me defino
Metade de mim é uma metáfora que se houver um amanhã eu designo
Não é tão simples ser tão simples nesse mundo onde moro aonde o ORO é um Deus que eu oro para obter oportunidade de acesso até na água que bebo
Não sou tão bêbado de levar tudo ao sóbrio tão sério
Nas sombras de luzes desse cemitério desce um abismo tão febril que o remédio para não morrer de tédio é a exploração de cérebros
Depois de um caça as bruxas vieram os caças bombardeando ideias de caça aos lobos
E com todos eles presos no bolso
O caçador passa a viver dentro do seu próprio cativeiro
São,
1 por amor,2 por dinheiro
Linhas Racionais o evangelho que se espalhou por esse Mundo inteiro
Me pergunto o que o emblema faria se surgissem novos Antônios Conselheiros
Abre o sacorgafo e liberta a mente agora Pandora
Cleópatra da sua própria liberdade de expressão,faz da sua lágrima a vida criando Oásis
Ísis não duvida que cê é capaz de vencer
Que surjam ,
Matérias sobre tantas Marias Quitérias
Sábio o homem louco que jantou no mesmo prato da miséria e conformou-se dormir com o cobertor da fome
Andando descalço por ai eu percebi que a saciedade é os calçados da vaidade
Andando descalço por ai eu percebi
que a sociedade é espelho dessa insalubridade
Andando descalço por ai eu percebi que o caminho que me leva até mim
É aquele que eu não trilhei ainda e por ele não existe não fim
Andando descalço por aí eu percebi que o julgamento desgasta meus pés mais do que o asfalto
Andando descalço por ai eu percebi que nem todo olhar Salvador vem do alto
Andando descalço por ai eu percebi que muitos passam despercebidos
Andando descalço por ai .....
Andando descalço por ai ....
Andando descalço por ai....
Como me apego ao desagradável desapego?
Como me apago ao destrutível desespero?
Procuro uma nova forma que me conforme
Procuro uma nova fórmula que confirme,
À obstrução do que me deixa inseguro
À observação do que me deixa inóspito de vida , imagem destruída
Se entro na minha mente ,viro um intruso
Minha alma me disse que já não pertence ao corpo que uso
O vazio é um vaso que acolhe a planta da ansiedade
Ânsia de flores mortas ,servindo de adubo para florescer raízes tortas na sociedade
Regada por migalhas de falhas no próprio oxigênio ácido em solidão ,
Indisposição de acreditar em mim mesmo e nas pessoas desse mundo
Não sei ao certo se me acuso
Independentemente não sou totalmente inocente nem independente
Tenho assustado assuntos pendentes
Recordações recorrentes
Sonhos que são apenas sonhos
Sonhos que vão após sonos
Sonhos que me fazem dormir por sonhar demais
Sonhos que me fazem acordar sem querer dormir nunca mais
Quantos pesadelos serão realizados?
Quantos pesadelos ainda tendem à serem inclusos?
O que tanto recuso ,requer atenção
O que tanto requer atenção eu reflito se é necessário atenção
E essa tenção é a maldita benção dos que são confrontados como loucos nos olhos dos são
Decepção desculpa por te decepcionar
Sei que você esperava mais de mim
Recepção de culpa que ocupa toda vírgula antes de raciocinar
Ei, ué! Vê? Errava o início e até depois do fim
Eu sou assim,
Hóspede da carência no quarto da crucial coerência, enrolado no lençol da concupiscência
Ar condicionado ligado ao ar concorrência
Travesseiro da renúncia que apesar de pesar ,
liberta a consciência
Meu café da manhã é sofisticado
A crença de vencer dentro de uma frágil xícara ao sabor de um solstício fraccionado
Meu almoço é um prato de vaidades
Nutrientes não muito importantes
Mas que são vislumbre de poucas verdades
Meu lanche da tarde é um mar de objetivos conectivos que me dão coragem
Carrego no coração os batimentos que não cabem na bagagem
Minha janta é um prato envenenado
A sopa do pecado
Assopra meu passado
Assombra_me até onde tenho chegado
Incapacitado de emprestar todo o meu diálogo falado para o tempo que não quer me dar ouvidos e nem ser ouvido durante o tempo
Eu já falei para você que isso não dá lucro...
Você nunca será suficiente...
Ninguém quer você por perto...
Eu tenho nojo de você...
Piores frases eu tenho escutado
Nas piores fases ,eu tenho me escoltado de silêncio e esse silêncio acumulado
Se tornou o ódio em mim guardado
Nas melhores fases , percebi que o ódio é a transferência da ira na cura
Turbulência na mira loucura o gatilho que atira também é o dedo que atura e responde a altura
Eu tenho fé na humanidade ?
Cultura....
A depressão é silenciosa
Em harmonia melancólica como uma gota de orvalho na pétala da rosa
Roubando sua alegria de viver
te faz crer em uma ilusão
que o fim de toda a sua decepção
é a corta do caule
Nessa fotossíntese a foto síntese do retrato que retrata
o desconhecimento do Seu Ser,
No oxigênio do medo, deixando que a angústia o
enjaule
Toxina que se diz ser generosa,
O envenenamento do pensamento que causa o
falecimento dessa rosa,
mas,
Não consegue destruir suas raízes
E ainda que em solo árido é válido lembrar que sempre há,
O ressurgimento de suas origens...
Poema por; Ícaro Italo Gomes dos Santos
Pseudônimo; Italo_Poetrix
A arte está presente em cada palavra que nesse momento eu escrevo e apago
A arte está presente em todo pensamento vago
Não se define a palavra arte
Pois a mesma se comparte
Parte dos nossos sonhos e ideias que ainda não concretizamos
São obras de artes ocultas
Silenciadas pelo elo do medo da concepção de pessoas ao mundo que nos multa
A arte é um despertar de um relâmpago
Tocá-la,pode nos retirar o fôlego
Não sei se é algo do qual eu creio
Mas nas minhas próprias palavras,
eu leio que antes de tudo ,
O nada nunca foi nada pois sempre foi arte
E na dúvida da vida após a morte
Eu vivo a dívida da dádiva que na arte da morte a vida existe
A arte está presente em todo momento, ainda que o seu olhar não a registre
Antes eu queria aprender a desenhar
Me prender , moldar
E depois de tantas tentativas vazias
Parei para escrever um pouco do que eu sentia
Naquele dia eu percebia que eram nos mínimos detalhes ,
Que a arte surgia .
Hoje eu deixo que a arte me ilustre ...
Por : Ícaro Italo Gomes dos Santos
Pseudônimo: Italo_Poetrix
Sou um aracnídeo lírico
Com o tecido do que foi esquecido
E a cada verso a alma alivia
A alma ali via que o corpo sentia que já não pertencia aquele mundo que habitava
Por isso ,
Naquele momento em que o tecido era destruído
A aranha se moldava
Mas não mudava
Persistência na sua residência não por acaso
Proteção a casa da causa que amava
Ela caiu
E no cair
Pode sorrir
Pois em poucos segundos,
Ela planava ...
Ícaro Italo Gomes dos Santos
Nesse céu da dúvida
Nesse véu da vida
Nessa luz da lua que me traz a transparência
Nessa luz do sol que me faz ser essência
Faço _me de freestyle
Valorizando cada momento
Memórias póstumas sobre minhas vivências
E são nos detalhes
Que eu começo a desacelerar o tempo
Vejo que no vértice do retrato auto humanidade
A bondade se fez em maldade
Já que foi desgastante usar o afeto de forma degustante
A saudade se sentiu saudável quando abraçou o seu imaginável
Todo vazio improvável foi provado
Filósofos , nós somos ótimos em sermos péssimos por enxergar o cenário caótico
Filósofos ,nós somos péssimos em sermos ótimos por se cegar ao imaginário melancólico
Sem respirar o hoje ,sufocada na angústia
Solidão paga o preço por muitos sem saber quanto custa a luz que ofusca toda busca da semântica recíproca brusca
Talvez eu seja o fruto da árvore cronológica
E todo meu batimento cardíaco é apenas um relógio que conta os meus minutos finais ou uma reprise de todas as vivências ancestrais
Talvez eu seja o fruto
Dessa árvore genealógica
Onde a lógica foge do comum
E eu fico com um fruto colhido para o amadurecimento bruto
Do solo sem vida
Da nuvem em partida de outro formato
De uma simples gotícula vívida
A lágrima que ao cair molha a poeira e de imediato toma por si a lembrança da inocência que pagamos fiança para libertarmos nosso jeito criança
E quanto mais eu desacelero o tempo mais o tempo avança. ..
Disseram-me quê eu não era o suficiente
Pois é....
Apenas disseram-me....
Por ícaro Italo Gomes dos Santos
Oi sou a Ellen