Lista de Poemas
AMIGO BEIJA-FLOR...
Falo ao beija-flor sobre os pecados das rosas,
Ao enfeitar de cores meus versos e prosas,
Encantando meu jardim com raras variedades...
Falo ao beija-flor sobre o néctar das flores,
Ao me fartar de aromas e dos teus odores,
Que mostram a essência das puras verdades...
Falo ao beija-flor do encanto das borboletas,
Torturadas em livros, quadros e gavetas,
Da metamorfose que lhe deu a liberdade...
Falo ao beija-flor sobre a mulher que me ama,
Da alegria do desejo no inflamar da cama,
Da procura constante pela felicidade...
Falo ao beija-flor do encontro perfeito,
Da tua loucura quando me pega de jeito,
Deixando em meu peito a dor da saudade...
Marco A. Alvarenga

Ao enfeitar de cores meus versos e prosas,
Encantando meu jardim com raras variedades...
Falo ao beija-flor sobre o néctar das flores,
Ao me fartar de aromas e dos teus odores,
Que mostram a essência das puras verdades...
Falo ao beija-flor do encanto das borboletas,
Torturadas em livros, quadros e gavetas,
Da metamorfose que lhe deu a liberdade...
Falo ao beija-flor sobre a mulher que me ama,
Da alegria do desejo no inflamar da cama,
Da procura constante pela felicidade...
Falo ao beija-flor do encontro perfeito,
Da tua loucura quando me pega de jeito,
Deixando em meu peito a dor da saudade...
Marco A. Alvarenga

163
PALATINUS...
Dá-me tuas mãos ao cavalgar em noites mortas,
te guiarei por caminhos incertos,
sou tua incerteza a procura de nós...
Fita-me com teus olhos
e te mostrarei quão grande é o infinito,
sou o teu olhar mirando estrelas...
Queira-me aos teus braços
na saudade que me mata,
sou o teu abraço esquecido nas lembranças...
Deixa em minha boca,
as verdades dos teus lábios...
Marco A. Alvarenga

te guiarei por caminhos incertos,
sou tua incerteza a procura de nós...
Fita-me com teus olhos
e te mostrarei quão grande é o infinito,
sou o teu olhar mirando estrelas...
Queira-me aos teus braços
na saudade que me mata,
sou o teu abraço esquecido nas lembranças...
Deixa em minha boca,
as verdades dos teus lábios...
Marco A. Alvarenga

137
MORRER TODO DIA...
É no silêncio da dor,
na agonia e pavor,
que o sentimento de amor
traduz-se em poesias...
No desespero do peito,
a ansiedade e o defeito,
vai massacrando com jeito,
cada porção de alegria...
É na esperança e afã,
que a luz de cada manhã,
meu totem meu talismã,
é anoitecer e harmonia...
E no sigilo do medo,
pra desvendar meu segredo,
procuro teu arvoredo,
para morrer todo dia...
Marco A. Alvarenga

na agonia e pavor,
que o sentimento de amor
traduz-se em poesias...
No desespero do peito,
a ansiedade e o defeito,
vai massacrando com jeito,
cada porção de alegria...
É na esperança e afã,
que a luz de cada manhã,
meu totem meu talismã,
é anoitecer e harmonia...
E no sigilo do medo,
pra desvendar meu segredo,
procuro teu arvoredo,
para morrer todo dia...
Marco A. Alvarenga

144
DEPOIS, O AMANHÃ...
Me procure amanhã,
depois das reticências,
depois da frase acabada,
depois do verbo bendito...
Me procure amanhã,
depois da vírgula do abismo,
depois das minhas escritas,
depois das palavras malditas,
depois da boca calada,
depois da vida vivida,
depois de um dia de sol...
Marco A. Alvarenga

depois das reticências,
depois da frase acabada,
depois do verbo bendito...
Me procure amanhã,
depois da vírgula do abismo,
depois das minhas escritas,
depois das palavras malditas,
depois da boca calada,
depois da vida vivida,
depois de um dia de sol...
Marco A. Alvarenga

142
RESQUÍCIOS...
Qualquer pedaço de beijo me basta,
para manter acesas as minhas esperanças,
qualquer sequela de um sorriso me faz brilhar o olhar,
qualquer sopro de voz me acalanta,
qualquer aperto de abraço me domina,
qualquer resquício de amor me mata...!
Marco A. Alvarenga

para manter acesas as minhas esperanças,
qualquer sequela de um sorriso me faz brilhar o olhar,
qualquer sopro de voz me acalanta,
qualquer aperto de abraço me domina,
qualquer resquício de amor me mata...!
Marco A. Alvarenga

161
FACES EXPOSTAS...
Existem vontades que incomodam,
desejos que alucinam, sonhos eternos...
Há luzes que se apagam,
brilhos opacos, velas mortas...
Outros momentos inventados,
de poucos abraços, de faces expostas...
Há um sorriso apagado,
escondido no escuro... Ou atrás da porta.
Marco A. Alvarenga

desejos que alucinam, sonhos eternos...
Há luzes que se apagam,
brilhos opacos, velas mortas...
Outros momentos inventados,
de poucos abraços, de faces expostas...
Há um sorriso apagado,
escondido no escuro... Ou atrás da porta.
Marco A. Alvarenga

140
HORAS MORTAS...
—Parem, por favor, os relógios!
Quero o tempo inerte em meus sonhos,
quero o sol de verão em meu inverno,
quero o inferno, dos teus abraços...
— Parem as horas pálidas de frio!
Quero o calor da vida a correr nas veias,
quero paralisar a noite na lua cheia,
ouvir as águas mansas percorrendo rios...
— Parem, por favor, os relógios!
Quero dormir no inverno sombrio,
agasalhar-me em teu corpo macio,
adormecer na inércia do tempo...
Marco A. Alvarenga

Quero o tempo inerte em meus sonhos,
quero o sol de verão em meu inverno,
quero o inferno, dos teus abraços...
— Parem as horas pálidas de frio!
Quero o calor da vida a correr nas veias,
quero paralisar a noite na lua cheia,
ouvir as águas mansas percorrendo rios...
— Parem, por favor, os relógios!
Quero dormir no inverno sombrio,
agasalhar-me em teu corpo macio,
adormecer na inércia do tempo...
Marco A. Alvarenga

155
BRINCANDO DE AMOR...
Quando se sabe, sabedor,
E se ora, orador,
Quando se fala falador,
E se mata matador,
Se acaso briga, brigador,
E se vinga vingador...
Se for de sonhar, sonhador,
Numa viagem, viajor,
Pois quando se ama, amor...
Marco A. Alvarenga

E se ora, orador,
Quando se fala falador,
E se mata matador,
Se acaso briga, brigador,
E se vinga vingador...
Se for de sonhar, sonhador,
Numa viagem, viajor,
Pois quando se ama, amor...
Marco A. Alvarenga

201
THE TIME...
"O Tempo ensinando a vida...
E a vida nos envelhecendo,
e nos abraçando, dia após dia,
a cada momento, a cada carinho, a cada olhar...
E a vida nos envelhecendo,
e nos abraçando, dia após dia,
a cada momento, a cada carinho, a cada olhar...
O Tempo, que nos empurra,
para o fim de tudo, ou princípio do nada,
para a incerteza que nos reduz.
Mas o Tempo, sempre será breve e absoluto,
e não se atrasa para dizer adeus...
para o fim de tudo, ou princípio do nada,
para a incerteza que nos reduz.
Mas o Tempo, sempre será breve e absoluto,
e não se atrasa para dizer adeus...
Façamos dele o começo de tudo,
na dança das horas,
na busca da certeza da vida,
sem que precise voltar para casa,
para buscar conforto, abraçar o silêncio
e esperar pelo Tempo...".
na dança das horas,
na busca da certeza da vida,
sem que precise voltar para casa,
para buscar conforto, abraçar o silêncio
e esperar pelo Tempo...".
Marco A. Alvarenga

262
PRAGMÁTICO...
Não admito formalidades, sou do simples e funcional,
anti-burocrático, prático e objetivo.
Alguns me ignoram, outros me acham incoveniente,
e outros tantos me condenam,
e mostro-lhes as minhas rugas de preocupações...
Sou de fato pragmático, cauteloso,
de pouco papo, mas muita conversa...
Gosto dos pingos nos "is".
Para mim, não existe predicado sem sujeito,
se ele for oculto eu o encontro,
e se for inexistente eu assumo o ato,
o importante é concretizar o verbo, e aceitar os fatos...
O simples me convence e me faz ser eu,
às vezes chuva, às vezes sol, mas sempre dia...
Marco A. Alvarenga

anti-burocrático, prático e objetivo.
Alguns me ignoram, outros me acham incoveniente,
e outros tantos me condenam,
e mostro-lhes as minhas rugas de preocupações...
Sou de fato pragmático, cauteloso,
de pouco papo, mas muita conversa...
Gosto dos pingos nos "is".
Para mim, não existe predicado sem sujeito,
se ele for oculto eu o encontro,
e se for inexistente eu assumo o ato,
o importante é concretizar o verbo, e aceitar os fatos...
O simples me convence e me faz ser eu,
às vezes chuva, às vezes sol, mas sempre dia...
Marco A. Alvarenga

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