Na orla do tempo impávido
O pai faleceu em tempo que não era meu.
Hora de desonra, pressão de arromba,
Pai morreu sem o filho para ouvir
Ramo viajou com a metade para cutucar
Que não se sabe se sabe se amor, o leão.
Dizia a avó, netinho, é o leão na tua mãe.
Que eu nunca vi senão um furacão mandão.
Só comigo que sou má rez, ou assim se fez desordeiro,,
Com todos o leão era um cordeiro maneiro e ordeiro,
Pugnava pela felicidade e expressão da individualidade.
Ora na orla do tempo impávido o leão sofre as caçadas
Ora na virada da página se desenha o felino com, tino.
Não vá a história perpetuar um ser em prístino desatino.
Ora agora urge assumir um infanticídio incumprido,
Uma tolerancia, uma ânsia de mudança, maça caída
Fruto de tudo o que somos, minha alma agradecida.
Que sem a questiúnculas e querelas, que seria delas,
De minhas ideias iconoclastas, idiosincrasia, bilingue conexão.
Importa amar e odiar sendo ambas humana expressão?
E todas as filhas excepcionais e os filhos fora da carta
E posso eu maldizer a sorte a ela, meu granítico suporte?
Houvesse deuses eu estaria estou próprio para o transporte,
Que a mudança sempre avança e um dia normal se chama morte,
E é como andar e dar o braço, enlaço com o nosso consorte.
Uma criança nasce algures, portando a conciencia de nenhures….
Será?
Samsara?
Esta Electroweak Interaction,
The paradigm, reaching for action?
We are teaching A.I the foundations of Quantum Mechanics….
So unpredictability may be a word full of dynamics.
the vacuity of the powers that be
Hoje ontem,na próxima semana
Sim, absolutamente, se dana,
Se deita na cama do gato sem o devido trato.
People are strange
Any door has know that for long
And Yakuza agree about the Tong.
World is changing, say, stopped world time
Is an hostile environment, you cannot move,
The air molecules are still and so are yours
So it is an unsolved idea, not satisfying
If you have the concept, and thought is power,
As when you imagine at dawn a love at sunset
And get a dinner, small talk, confidence, eminent danger,
When you wake up tied to a bed you don’t recognize,
Have to get out and pay the bill with self despise.
That is called the arrow of time, a known concept.
UAE are great, and that small emirate that had no oil
Dubai, monstruous, delightful, day to day nightmare,
The kind of you cannot avoid supercars at DPD.
But the world is changing, so eventually time will stop
Not to turn things worse than the riches that pop,
Creating more billionaires every day, no holidays, 24-7
Not caring to inquire of ascension to any heaven,
Cause with the proper education, genetics , manipulation
Any simple soul can ascend to the pride of a Nation.
Work and effort, sacrifice and resilience we have a hero.
You must have noticed by now that I feel sick
And need a short life and a head kick,
For, being poor, you are not real,
The world turns, and as faster I spin
Inversely proportional angular momentum,
Lassitude, ineptitude, inertial, lost desideratum.
Every day only some beauty,
The innocence of fibonacci petals
The lack of rare earth metals
Only this monstrous inner me
The music and all these dances,
Supports the vacuity of the powers that be.
Not the rise of Endymion, Not Annabelle lee,
Not those tears and fears,
Only a mystery pushing everyday
To the last, blissful,
Last, also the least, above earth
Stay.
The urge to join the departed
And yet crawling in a map uncharted.
What is worthy, all the sunny side of the street
If I, obsolete, miss you so much, stranger you, concrete,
Not one more empty shell that, in time, offends my smell?
If you knew how would I care,
And yet persist, disrespect, offend to offend
And finally wish you to be submissive, bend,
Offending me so much i cannot pretend,
And find the decision to, once more, dare.
It is old and true that there are monsters to live
Hurting themselves, strong, and not the weak as prey.
Even when they both desire and destiny says you may.
morrer é sempre divino
Horror da floresta,
Que me olhas pela fresta,
Devora-me e morre de indigestão, ignoto da razão.
Era um fumo de heroína
Um charro de óleo e axe
Era uma panóplia, de repente,
Em forma de cornucópia
Crescia em padrão circular
Sempre em direção ascendente..
O monstro da floresta
Não tinha tolerância
Já estava morto na ânsia
Que lhe caiu quando olhou
Pela aquela sinistra fresta
Donde vigiava vítimas
Não tóxicas, enganou-se nesta.
O horror do bosque repousa
E á roda dele,
Os putre ingíridores
Não terão sensores
Não sentirão as dores
Apenas repousarão
Numa camada tóxica
Então um ouriço ou passarão
Terão o mesmo destino
A cadeia ecológica concentra
E morrer é sempre divino
Como nós, obras do destino.
Saudades da mata
Não sei servir, incapaz de seguir,
Não sei mandar, o entendimento
É um momento perdido a priori
O desalento ex ante e a posteriori
Subo e desço picos de sentir,
A fotografia do fatal descarrilamento.
Porque hoje fui centenas de coisas,
Julguei e perpetuei mil erros e vícios
E não há sensação de sucessos vitalícios,
Menos opção de publicação post mortem,
Apenas garatujas e arrazoado revisitados
Inconformados na nuvem que amanhã
O conteúdo de ontem é o oblívio dos apressados.
Hoje a velocidade é fundamental
Sendo que o meu estado mental
Uma entidade natural de Testudines tortuga
Lembra a oclusão dos infantes em portuga
Lentos viajantes na areia até ao mar hostil
Taxa de mortalidade como estas ideias mil.
O meu maior inimigo não consegue dormir,
Reflete mil cenários, obtuso, alternativo advir
E sempre coloca a hipótese do término como benção
Decisão contra natura numa figura de explosão,
Ateu, crente, anarquista, monárquico, autocrático.
Amo tanto a aparência de semblante
Do semelhante com o qual me cruzo
Mesmo sabendo que é a máscara que fingiu
Mesmo conhecendo os farrapos da persona que vestiu
Sem parar penso, como foi que este também não fugiu?
Um Dia umbilical cortado ulmeiro libertado,
Morrerei em pé, sentirei a seiva do enclausurado,
Sem nave nem catedral, um mal morto de pé
Ser sem fé, demais café, doente do pé, sassi pererê
Deixou o cachimbo, saudades da mata, acabada a prata.
Quando desligam a luz
Quando o mexem no meu fluxo, desligo a net,
Esqueço bjpafa
Abro uma qualquer garrafa,
Logo a música de cd antiga.
Quando desligam a luz
Acho o halo de uma vela,
Quando me importunam,
Lá se vai a lady luck.
Eu que quebrei tantos espelhos
Quantos os mil quelhos,
Canoa Quebrada ao Luar,
Algarve a desgovernar ,
A boca da Rocinha à hora do morcego,
Doenças mentais,
Desapropriações,
Perda de quaisquer ilusões,
Dia por um fio,
Navalha na malha,
Carótida na espera da serra
nesta terra de milagres feitos não só por padres.
Covid 19, quadrados autores,
Quadráticas representações, X,Y Z, a good stove,
Potências de nove, dezanove, de súbito chove
stochastic approach, QED QCD, not ultimately
Dualism of belief and despair,
A lair I may say knowing closely.
Outcast in physics, poetry, music
Or expertise in cleaning operations
Blind being that will never see.
One that is, after all, ignorant about sealife,
Not intended to be, not to strife
Especially driven by children and psychopaths
Fueled by hope, that never has led anyone over a slope.
Sisyphus, sun of the wind,
Has not flown from his end,
How may I see my troubles
Even if not to end,
To have the blade bend?
👀😘👍
Have you violated_?
Have you violated the parallel postulate?
Obasgevky & Bolyai
Hyperbolic geometry
What else have you truncated?
You want to expand, not to oblate.
You want to get your dreams as fate.
You are intentionally breaking the nexus,
And yet you remember Sexus and Plexus.
Teenager, instructing, masturbating literature,
With a great touch of art loving, you, immature,
How you have relayed on great literature!
They said you were lost in a world of books,
They said your nineteen75 red iron wine from Dão,
Eles dizem para não beber vinhos tão afastados,
Eles lançam boatos em cima de verdades,
Eles não são como tu, andam ensimesmados
E expõem articulados por opiniões educadas,
Ditos expeditos dos Big data, não das suas vontades,
Eles substituíram o julgamento pela analítica do momento,
Esses digital awareness experts vivem de followers
E auto denominam-se “Influencers”, hordas de bots,
Assim os“YouTubers” vivem o momento sem argumento
As suas cripto wallets dependem duma frase e uma pulseira,
Eles usam a cyber nerdiness para comer a cabeça,
E deitam-se ou fazem-no de pé que é mais potência,
Enquanto mostram apagar os vídeos que já subiram,
E os minos e as minas, millénios, até acreditas, lá na zoeira
Que é boé engraçado amansar o chavalo com um post do caralho.
os minos e as minas, millénios, acreditam,
Que lá na zoeira,
Exista frase verdadeira ou afeição certeira
Que é boé engraçado amansar o chavalo
Com um close post do caralho, amansá-lo,
Literalmente.
A gente não sabe mais se quem é é o que sente,
E acaba a ingressar em ONGs para salvar as focas,
Quando na realidade há uma vontade que se pressente
De abandonar o Eu tenho XP.tt Y (why) followers,
Por eu, frágil e magoado, fecho-me em esquecidas copas.
No tempo em que as cozinhas eram ladeadas por essas dependências
E as urgências dos Hospitais se revelavam confortáveis e leais.
Esses tempos que porventura nunca existiram
Esses momentos que certamente não voltam mais,
Esses remanescentes que nunca nunca desistiram.
Lendas urbanas de reais vidas, pias e profanas,
Histórias de infâmias e de glórias, ambas insanas.
uma gata faminta, que a boca não minta.
O passado roubado numa gata faminta,
Que não lava a louça, que dizem que não presta.
Ela ama os ventos loucos nos cabelos soltos,
Ela não vai a Harlem nem sobe à boca do Falete,
Ela não transa com um, engana e fascina sete.
É uma miragem, é uma imagem, minha aleivosia,
Minha teimosia, meus sonhos e falta da maresia,
Do mar salgado e do Skunk, erva esclarecida,
Ela é com quem podia ter dançado toda a noite,
Até a aurora salientar as cores de olhos visionários,
E se furtar a qualquer consequência ou açoite.
Ela é a luz que me ilumina e me diz:
Meu bem, não vai, fica só mais esta noite.
Eu sei, fui ficando, e na verdade peguei
O maior
Açoite, intrusão, tiro porrada e bomba,
Uma festa de valpurgis de arromba.
Essa gata de arromba eu libertei,
Tanto o choro, perdi o decoro,
Mas me apartei e por amor a ela não mais voltei.
P.S.
E, ao contrário de outra vagina cuja estima foi centelha,
e o nome publiquei, o desta calo e calei.
Que um é o contraponto do outro e dizer um nome e é nomear uma fição, se de poesia ou aleivosia se trata.
Mujeres partidas, hijas apartadas, ideas danadas
Con o sin Mario Benedetti, el punto arriba,
(The Plough of the sky of my field.)
El Jardin botânico es un parque olvidado e tan lechos
El Jardin Botânico es un lugar para a lá del mar,
En qualquer lugar, es una ubicación donde me apartar.
La ciudad no és una unidad, ellas son muchas,
Petropolis, Rio de Janeiro, Lisboa, Madrid, Coimbra, Salamanca,
No hay cuenta del cuento perdido, tu no me escuchas,
De bellos Jardines, exóticos, su presencia suplantada.
Días de Tomar, ermo, um lugar,
El Convento de Cristo, isto,
Perteneció a la Orden del Temple,
y mi primogénita hay sentido las árboles del Jardin
Que no las hay en el convento tan hermoso
Pero que existe, cercano e temprano,
De la Orden de Cristo, tranquilamente.
Nuestro amor, no lo miro más,
Se quedó y murió, hay partido,
E ninguna alma lo hay, por supuesto, conocido.
Hay mil noches, ignotas noches
Hay mil voces, ignotas voces
Que claman, sin voluntad.
Sin árboles ni Jardines, hay el Alhambra invitado,
Un convite nunca aceptado,
Hay tanto de frío en climas calientes,
Como hay de soledad entre muchas gentes.
Hoy uso un idioma que no hay estudiado,
Cosas insanas salidas de una loca pesadilla,
Hoy es solo un día perdido de un mundo de miedo.
Un capítulo cerrado de hombre acabado.
Mujeres partidas, hijas apartadas, ideas dañadas.
Una canción de cosas tan lindas,
Una estación de estórias infinitas,
Días de rabia en planicies de Cervantes,
Muertas, finadas como todos lo caballeros andantes.
Yo también me quedo,
Sin saber si ustedes se van, o dan crueles rizadas
Sin embargo, umbra, sombra, no me la levó el Sol.
P.S.
(Párdon a todos los que son el cuerpo
Y alma de tantos escritos con rimas,
Cuantas maestras de mis estimas)
A Hora
Agora a hora, se Universal, nada muda deste real,
Desta hora de demora em que se espera e se tolera,
E se se pinta de cor de rosa o corpo incandescente,
E se perfilha em si algo de demente e transcendente
Que, afinal, provavelmente é apenas a morte que se tem na mente.
Sucker lovers, remember
Sucker lovers are known to swing,
No one in a relationship expects anything.
Such is the Zeitgeist, Warte nur, balde…
Suicide, shoot their own feet,
We want profound discourses,
Even if they’re all courses and a defensive fleet
Precious and warm memories,
And we can’t see that fuching blue Velvet
Though our hearts, no blue velvet through our tears.
When you were afloat….
You float life as a seether, surrounded by creation,
Si te preguntan por mi,
Darling, I’ve been invited on dates, Sax-action