Poesias e cronicas
Existem diversas formas de acompanhar
A divulgação da poesia, cronicas e textos!
O face é mais uma ferramenta,
Se você gostou ou achou interessante
Vai Lá e da um curtir!
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Criança
Sorriu...
Quando ninguém sabia,
Contagiou com amor,
Velhos pensamentos vazios.
Fez o coração pulsar,
Quando já não havia, esperança de vida,
Ao olhar sem desejar, tocou almas para curar.
Por fim...
A criança coloriu a casa,
Com a única coisa que possuía,
Sua alegria!
Paginas de uma vida
Mais uma virgula
Mais uma pagina,
Mais uma história!
Se vivem varias vidas
Assim sem saber,
Por meio dos livros.
Se respira o impossível
Torna-se real o pensamento,
Indivisível, invisível e intimo.
Embriagdos
Verdades obscenas, são melhores que mentiras bêbadas. Mas o que se encontra em cada esquina, são pessoas embriagadas em seus egos, tropeçando nas próprias palavras.
Outonos e primaveras
Será eterno
Apenas o momento,
Que escolheste viver!
O resto serão folhas.
Que caem nos outonos,
E sobras de amor...
Que florescem na primavera.
Concreto, fé e suor!
Concreto,
fé e suor!
Sonhos
de uma selva,
Humanamente
de pedra.
Do
pó as muralhas
Que
protegem, cercam e separam,
Aniquilando
liberdade e sonhos.
Reféns
da própria ganancia!
Amarrados
pela fome do luxo!
Aonde
o chão é feito de concreto
Lagrima
alguma pode tocar,
Não
se permite fazer a vida
Ou a esperança brotar.
Caminho
Há
quem se preocupe com as folhas
Tem
aqueles que se preocupam com a vida,
E
tantos outros que não estão nem ai.
Há
quem misture
Tristeza
com alegria!
Também
quem faça fofoca,
E
aqueles que usam ironia.
Diferentes
sentidos
Com
variados "porquês".
E
ainda tem gente que insista em julgar
Como
você escolhe viver!
Talvez
por isso essas vidas
Não
sejam tão divertidas!
E
ao invés de acompanhados
Vivem
em um universo mesquinho,
Fazendo
da vida uma enorme perda!
Sem
sentindo e nem caminho.
Democracia
Quando ouvi os gritos,
Tampei meus ouvidos.
Quando senti a fumaça,
Cobri meus olhos e nariz.
Quando o sangue respingou em mim,
Apenas lavei minhas mãos.
Quando a minoria estava nas ruas,
Tranquei-me na sala e liguei a tv.
Enquanto o governo coagia,
E a policia batia, minha omissão falava.
Com a coleira de ajuda e salários mínimos,
A sociedade me oprimia.
Só percebi que o caminho não tinha mais volta,
Quando amanhecia o dia.
Manchetes de jornal em sua maioria,
São sempre as mesmas e vazias.
Eu morria sem envelhecer,
Escravo de um sistema brutal,
Disfarçado de democracia.
A ilusão vendida à conta gotas,
Esmola para mentes vazias,
E isto sem perceber, havia me custado uma vida.
Sobre o tempo
Eterno momento
Guardado na memória,
E em um velho e rabiscado papel.
Imaginação além do desejo!
Sentimento além da carne!
Descobre com as escolhas
Com acertos e erros,
Que viver é mais que respirar.
É sentir, perder, sonhar,
É, e porque não seria?
Se apaixonar!
ost����
Noite dos cachorros perdidos
Enquanto o latido
Toma conta das ruas,
Restos são jogados
Como banquete.
Na tentativa
De amordaçar,
Bocas famintas.
Como uma sinfonia absurda
A raiva espumando pela boca,
Já contamina as diferentes formas de vida.
Dessem-lhe pauladas!
Duchas generosas de água!
Por um breve momento recuam
Mas fome é tanta,
Que seu amo assustado recua.
Corre e com medo se esconde,
Atrás de falsas propagandas
De alegrias gratuitas.