Reza a lenda que quando nasceu, nos pampas chovia muito e uma trovejada em forma de versos, assustou o tal de doutor e sem querer riscou de caneta o vivente. Foi onde tudo se deu forma, mal respirava e o primeiro aroma que sentiu foi o da tinta, usada para descrever maravilhas e sonhos.
Não há ilusões Não existem fantasias, Falsas esperanças. Apenas a realidade Corrompida, suja e politica, Não existe punição Apenas acordos , Mensalão. Mãos amigas Inimigas e que sufocam A nação.
Reza a lenda que quando nasceu, nos pampas chovia muito e uma trovejada em forma de versos, assustou o tal de doutor e sem querer riscou de caneta o vivente. Foi onde tudo se deu forma, mal respirava e o primeiro aroma que sentiu foi o da tinta, usada para descrever maravilhas e sonhos.
Dai por diante, tudo foi natural e aquela tinta que ficou impregnada em seu sangue, encontrou a imaginação de um guri que sonhava acordado, não deu outra, versos e histórias surgiam sem parar.
Assim o minuano se encarregou de espalhar pelo descampado esse mundo imaginário, tomando forma ao encontrar ouvidos e olhos das mais diferentes pessoas.
Mais uma virgula Mais uma pagina, Mais uma história! Se vivem varias vidas Assim sem saber, Por meio dos livros. Se respira o impossível Torna-se real o pensamento, Indivisível, invisível e intimo.
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Outonos e primaveras
Será eterno Apenas o momento, Que escolheste viver! O resto serão folhas. Que caem nos outonos, E sobras de amor... Que florescem na primavera.
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Embriagdos
Verdades obscenas, são melhores que mentiras bêbadas. Mas o que se encontra em cada esquina, são pessoas embriagadas em seus egos, tropeçando nas próprias palavras.
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Poesias e cronicas
Existem diversas formas de acompanhar A divulgação da poesia, cronicas e textos!
O face é mais uma ferramenta, Se você gostou ou achou interessante Vai Lá e da um curtir!
Enquanto o latido Toma conta das ruas, Restos são jogados Como banquete. Na tentativa De amordaçar, Bocas famintas. Como uma sinfonia absurda A raiva espumando pela boca, Já contamina as diferentes formas de vida. Dessem-lhe pauladas! Duchas generosas de água! Por um breve momento recuam Mas fome é tanta, Que seu amo assustado recua. Corre e com medo se esconde, Atrás de falsas propagandas De alegrias gratuitas.