Pablo Danielli

Pablo Danielli

n. 1985 BR BR

Reza a lenda que quando nasceu, nos pampas chovia muito e uma trovejada em forma de versos, assustou o tal de doutor e sem querer riscou de caneta o vivente. Foi onde tudo se deu forma, mal respirava e o primeiro aroma que sentiu foi o da tinta, usada para descrever maravilhas e sonhos.

n. 1985-04-11, Foz do Iguaçu

Perfil
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Ilusões

Não há ilusões
Não existem fantasias,
Falsas esperanças.
Apenas a realidade
Corrompida, suja e politica,
Não existe punição
Apenas acordos ,
Mensalão.
Mãos amigas
Inimigas e que sufocam
A nação.
Ler poema completo
Biografia
Reza a lenda que quando nasceu, nos pampas chovia muito e uma trovejada em forma de versos, assustou o tal de doutor e sem querer riscou de caneta o vivente. Foi onde tudo se deu forma, mal respirava e o primeiro aroma que sentiu foi o da tinta, usada para descrever maravilhas e sonhos.

Dai por diante, tudo foi natural e aquela tinta que ficou impregnada em seu sangue, encontrou a imaginação de um guri que sonhava acordado, não deu outra, versos e histórias surgiam sem parar.

Assim o minuano se encarregou de espalhar pelo descampado esse mundo imaginário, tomando forma ao encontrar ouvidos e olhos das mais diferentes pessoas.

Links: 

Link para o livro:

http://www.editoraalcance.com.br/loja/ver_todos_produtos_ind.php?id=391

Paginas na internet:

http://www.recantodasletras.com.br/autor_textos.php?id=68323
https://www.facebook.com/pages/Pablo-Danielli/135413313230522
http://pablodanielli.blogspot.com.br/

Poemas

81

Quebra cabeça

A sala vazia

Ecoa a agonia,

Reflexo do silencio

Que falou alto de mais.

Para tantas palavras

Não ditas, não escritas,

Faltaram pedaços de vida

Momentos de ironia.

Faltou preencher

Com suor, lagrimas e alegrias,

O quebra cabeça chamado vida.
280

Sentir a verdade

Certas vezes a loucura bate
Outras tantas a realidade,
E você vai seguindo sem saber
Se é cedo ou tarde, pra mudar a vida,
Pra sentir a verdade.
284

Cruza, cruzes, com a sorte!

Cruza a vida
Cruzes á morte!
Tropeça nas escolhas
Joga com a própria sorte!
308

Os pássaros

Senta, observa os pássaros
Percebe que eles cantam
Percebe que é musica pura.
Mostrando a beleza da vida
No bico e no bater de asas
De uma pequena criatura.
302

Dez por cento

Impunidade com tons de mediocridade
Sociedade lasciva controlada por políticos Libertinos,
Entre goles de cachaças, bundas para por na vitrine,
Ha ainda quem ache algum tipo de graça!
Falhas de caráter que o dinheiro apaga
Falhas na sociedade que a tv disfarça.
Entre rodas de pessoas, boas?
A roleta da sorte só beneficia
Quem tem influencia, nome ou algo podre?
Com ajuda da mídia, da politica ou do medo,
Para poder ter um pedaço do paraíso
No brasil é preciso ter o dedo sujo,
Ou pagar os dez por cento!



323

Miséria

Na terra da oportunidade

Reina a miséria!

No clima tropical

Tudo é inferno!

Sorrisos de propagandas

Forjados por lagrimas,

Sem pena dos miseráveis.

Aonde vinte comem

Meia dúzia trabalham,

Assistencialismo barato

A peso de ouro,

Carregado por poucos tolos

Que se dizem espertos.

Mas são como marionetes

Do teatro corrupto nacional.

Vestem dinheiro

Cagam orgulho,

Com a falta de pensamento

Somem a coerência das palavras.

Hastear a bandeira

Mão no peito, fingir um hino,

Baixar as calças

Enquanto te fode

Á pátria amada!



282

Porta

às vezes

Você atravessa a porta,

Pode ser uma entrada

Ou quem sabe uma saída.

Tudo vai depender

De como você

Vê a sua vida.


272

Por merecer

Há pessoas que não tem dinheiro

Outras tantas não têm saúde

Algumas fazem de conta não ver,

E Algumas se fingem de surdas.

Mas de todas as faltas e carências

A que mais faz mal, para o ser humano,

Não é a de dinheiro ou poder!

É o sentimento que não se compra,

O raio de sol que ilumina o lado humano

Que poucos conseguem ver,

E não agem por merecer.
292

Alento

De quem são aquelas sombras

Perdidas como outras tantas,

Sem nomes, sem retratos,

Espalhadas como sujeiras

Pelos pedaços de calçadas.

Não sabe o que é frio

Não imagina o que é calor,

Sem cor, sem sentimento.

Esperando, o tempo, o momento,

Alguma forma de alento.
349

As pessoas



As pessoas que sonham de mais

Não vivem!

As que sonham de menos

São tristes!

Os que vivem pelos objetivos

Não sorriem!

E as que nunca saem da sombra

Não progridem!

As que não sentem a vida

São cinza!

As pessoas que amam

São felizes!
323

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