Lista de Poemas
OS OLHOS DO DIABO!
SemPre se pode
ver os olhos do diabo, baby,
mas eles nunca são vistos por
outros lados,
mas tão somente
perantes um bom e fiel
espelho!
122
ESPERA MAIS UM POUCO
Espera pelo próximo
verão, quem sabe eu ainda
não esteja por aqui,
espera mais um natal,
mais uma estação, quem sabe
o tempo não pára para
nos esperar,
espera o próximo trem
quem sabe ele virá a tempo
de não nos perdermos na lida dura
do deserto,
espera pelo frio
do ultimo inverno que está por vir,
quem sabe não descansamos
respirando a morte
fria?
verão, quem sabe eu ainda
não esteja por aqui,
espera mais um natal,
mais uma estação, quem sabe
o tempo não pára para
nos esperar,
espera o próximo trem
quem sabe ele virá a tempo
de não nos perdermos na lida dura
do deserto,
espera pelo frio
do ultimo inverno que está por vir,
quem sabe não descansamos
respirando a morte
fria?
144
PERDI A COR DA NUVEM!
Perdi a cor da nuvem
em que nos abarcamos outrora,
agora sei apenas que há um corpo
sensual e faminto a andar
por aí
- entre mares sedutores,
céus promissores e pedras-de-tropeço
de todas as cores -
a se inebriar a goles
de sonhos, amores e encantos
e outros pássaros
sapiens,
com suas vesanias às mentes,
seus regozijos às bocas
e suas extasiantes espumas
às genitálias.
Sim, perdi a cor da nuvem
em ângulos e caminhos contrários,
sem nunca termos conseguido elucidar
os mistérios de nossos ventos,
chuvas e tempestades.
em que nos abarcamos outrora,
agora sei apenas que há um corpo
sensual e faminto a andar
por aí
- entre mares sedutores,
céus promissores e pedras-de-tropeço
de todas as cores -
a se inebriar a goles
de sonhos, amores e encantos
e outros pássaros
sapiens,
com suas vesanias às mentes,
seus regozijos às bocas
e suas extasiantes espumas
às genitálias.
Sim, perdi a cor da nuvem
em ângulos e caminhos contrários,
sem nunca termos conseguido elucidar
os mistérios de nossos ventos,
chuvas e tempestades.
191
O QUE FAREI AGORA?
Não compreendo
isso que me sobrou agora,
é como se o sol
tivesse se posto para sempre
e aquele inverno
em que nos amamos
tivesse me envolvido e tomado conta
de todo meu corpo e minha alma;
e o pior de tudo
é que eu não sei o que fazer
e onde ir agora que tu já não estás
em lugar algum à minha
espera!
isso que me sobrou agora,
é como se o sol
tivesse se posto para sempre
e aquele inverno
em que nos amamos
tivesse me envolvido e tomado conta
de todo meu corpo e minha alma;
e o pior de tudo
é que eu não sei o que fazer
e onde ir agora que tu já não estás
em lugar algum à minha
espera!
180
A VISÃO PARA FORA DA CAVERNA É ABNÔMALA!
Voltar para a caverna,
este é meu inexorável caminho,
que outros façam
da poesia caminhos e destinos
de ilusões e de sonhos,
que outros a façam
de repercussões de imjpulsos
e de desejos ardentes
e excitantes,
que outros a façam
com palavras de amor de suas noites
de glória e insones;
eu, para escrever,
uso a pedra,
a pedra
que constitui o que nunca fui,
ou deixei de ser:
a caverna!
131
NÃO HÁ AMOR SEM CAOS
Sem a menor dúvida,
o maior problema que enfrentamos
durante todo o tempo em que
nos amamos,
foi termos excogitado demais
sobre nós mesmos,
e sobre o que éramos ou fazíamos
ao meio de outros passarinhos e mariposas
com seus cantos soberbos
e seus faróis acesos,
porque o amor não admite elucubrações
nem suas palavras-instrumento,
que acabam se transformando em afiadas
navalhas a tocarem a alma
e a ameaçarem a paz.
Não, não fale deles
- essa bicharada que, como nós,
regozijam luzes defecando
sombras escondidos -;
os maiores culpados
de nossa morte fomos nós mesmos,
que não soubemos nos amar
em meio a este inevitável
caos.
o maior problema que enfrentamos
durante todo o tempo em que
nos amamos,
foi termos excogitado demais
sobre nós mesmos,
e sobre o que éramos ou fazíamos
ao meio de outros passarinhos e mariposas
com seus cantos soberbos
e seus faróis acesos,
porque o amor não admite elucubrações
nem suas palavras-instrumento,
que acabam se transformando em afiadas
navalhas a tocarem a alma
e a ameaçarem a paz.
Não, não fale deles
- essa bicharada que, como nós,
regozijam luzes defecando
sombras escondidos -;
os maiores culpados
de nossa morte fomos nós mesmos,
que não soubemos nos amar
em meio a este inevitável
caos.
89
TEMPOS!
... há tempos
em que nos tornamos
vazios como um lago
seco,
há tempos
em que olhamos
os céus sem esperanças
ou apelos,
há tempos
em que nos viramos
e nos lembramos de nossa época
de criança,
quando passavamos anel
nos dedos e o dedo escondido na bunda
da menina que se escondia
conosco no esconde-
-esconde,
há tempos
em que conhecemos alguma beldade,
apaixonamos e nos casamos
e vamos criar nossos
filhos;
há também o tempo
em que passamos mais tempo
na espreguiçadeira e em que tentamos
a tudo esquecer para escrever nossas angústias
e dores com as sombras
da noite!
em que nos tornamos
vazios como um lago
seco,
há tempos
em que olhamos
os céus sem esperanças
ou apelos,
há tempos
em que nos viramos
e nos lembramos de nossa época
de criança,
quando passavamos anel
nos dedos e o dedo escondido na bunda
da menina que se escondia
conosco no esconde-
-esconde,
há tempos
em que conhecemos alguma beldade,
apaixonamos e nos casamos
e vamos criar nossos
filhos;
há também o tempo
em que passamos mais tempo
na espreguiçadeira e em que tentamos
a tudo esquecer para escrever nossas angústias
e dores com as sombras
da noite!
171
TENS IDEIA DE COMO JÁ TE AMEI?
É magnífica a visão:
"tu tomando banho de piscine de top less
e com a pequena calcinha
enfiada atrrás;
de resto,
totalmente nua!
E eu fico dissimuladamente
te olhando e pensando no que te dizer
ou no que fazer contigo,
vendo a pequena peça
te comendo e o sol te lambendo
o corpo inteiro:
oferecer-te uma linda canção,
um poema dos melhores que já escrevi,
um jantas com uma vela em luz
out e amar urgentemente,
enquando não chegam os astutos anjos
e os famintos lobos!
"tu tomando banho de piscine de top less
e com a pequena calcinha
enfiada atrrás;
de resto,
totalmente nua!
E eu fico dissimuladamente
te olhando e pensando no que te dizer
ou no que fazer contigo,
vendo a pequena peça
te comendo e o sol te lambendo
o corpo inteiro:
oferecer-te uma linda canção,
um poema dos melhores que já escrevi,
um jantas com uma vela em luz
out e amar urgentemente,
enquando não chegam os astutos anjos
e os famintos lobos!
153
SUPERFÍCIES EM BRUMAS
Tomara chegue
o dia em que não mais possamos
sequer tentar entender que a paz, o amor
como algum outro sentimento
ou verdade qualquer,
que tanto almejamos
entre o mudo das coisas,
só podem ser atingidos pelo alheamento
que estas têm
- o que nos é impossível
de nossa acidental e abnormal condição -
às inaugurações de nossos
sencientes egos.
o dia em que não mais possamos
sequer tentar entender que a paz, o amor
como algum outro sentimento
ou verdade qualquer,
que tanto almejamos
entre o mudo das coisas,
só podem ser atingidos pelo alheamento
que estas têm
- o que nos é impossível
de nossa acidental e abnormal condição -
às inaugurações de nossos
sencientes egos.
92
MUITO SE FALARAM SOBRE O AMOR
Muito se falaramu
sobre amor naquele inverno
onde se colocaram
isolados,
ela trouxera
algumas ondas do mar
e ele o ferrolho do deserto
e da árida estrada:
e ali, juntos,
falaram de amor,
e se amaram e se choveram,
por ciúmes e outras
coisas,
em fatídica noite
desestrelada!
sobre amor naquele inverno
onde se colocaram
isolados,
ela trouxera
algumas ondas do mar
e ele o ferrolho do deserto
e da árida estrada:
e ali, juntos,
falaram de amor,
e se amaram e se choveram,
por ciúmes e outras
coisas,
em fatídica noite
desestrelada!
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Comentários (7)
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SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*