Lista de Poemas
MEU CORAÇÃO NÃO BLASFEMA
Sei que não sei amar,
sei que nunca vou aprender a amar
um sapiens,
sei que isso,
essa loucura e essa dor nunca
irão cessar
(não restaram
nem cinzas dos ecos passados
em que estive com
ela);
mas eu quero
que tu saibas que eu tenho me esforçado,
mesmo sabendo que me transformei
inexoravelmente
em meus próprios
precipícios internos, para te dar um pouco
de companhia, sem muita da agonia
e da dor infinita que povoa
minha alma!
sei que nunca vou aprender a amar
um sapiens,
sei que isso,
essa loucura e essa dor nunca
irão cessar
(não restaram
nem cinzas dos ecos passados
em que estive com
ela);
mas eu quero
que tu saibas que eu tenho me esforçado,
mesmo sabendo que me transformei
inexoravelmente
em meus próprios
precipícios internos, para te dar um pouco
de companhia, sem muita da agonia
e da dor infinita que povoa
minha alma!
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MORTE DE UM FLORIR ABSURDO
Quis ser
como os poetas tristes
para dar-te o verso certo
nos momentos
incertos.
Quis ser como os anjos
alvos para apaziguar-te os ermos
e cingir de paz tuas
angústias.
Quis ser como os mitos
impávidos para dar-te sonhos de asas
e livrar-te dos rastros dos homens
que edificam magníficos
templos.
Mas a única
coisa que pude ofertar foi a celebração de mim
mesmo, como um frágil vaga-lume
noturno a querer amar,
em êxtase,
a florescência mortífera
da luz.
E foi assim
que me quedei,
desterrado do que não
pude ser, e sob a esqualidez de tua ausência,
em meus próprios precipícios
rasos.
como os poetas tristes
para dar-te o verso certo
nos momentos
incertos.
Quis ser como os anjos
alvos para apaziguar-te os ermos
e cingir de paz tuas
angústias.
Quis ser como os mitos
impávidos para dar-te sonhos de asas
e livrar-te dos rastros dos homens
que edificam magníficos
templos.
Mas a única
coisa que pude ofertar foi a celebração de mim
mesmo, como um frágil vaga-lume
noturno a querer amar,
em êxtase,
a florescência mortífera
da luz.
E foi assim
que me quedei,
desterrado do que não
pude ser, e sob a esqualidez de tua ausência,
em meus próprios precipícios
rasos.
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O INFERNO É O ESPELHO DOS OUTROS, MAS NOSSO MAIOR INIMIGO SOMOS NÓS MESMOS II!
Perguntaram-me se eu tinha alguma compreensão de mim mesmo, além de meus severos jugos às caóticas vontades e aos abstratos anseios de criaturas que se amortalham desapercebidamente em suas autointegridades, deflorando tempos, espaços e todas as coisas neles implantados mediante suas imaginações prolíficas.
Ao início de minha era, havia-me, além do reino esplendoroso de palavras e de subjetivações em imagens de todo tipo, um estranho sentimento de esperança incontrita em eventos porvires aos absurdos momentos estreitados e sacramentados de estares presentes.
No templo castiço (como que se possível fosse não haver contaminação já no primeiro respirar) não tinha noção de que porvires redentores eram nada mais que prenúncios de quedas, inerentes a nossas macabridades amorfas. Mal sabia que há pesos inconscientes e demasiadamente excessivos ao "ser" que se posta às margens de delineamentos próprios de por onde anda, aspirando cheiros, matizando cores e construindo relicários com suas pérolas imperfeitas.
Posteriormente, vendo exortações primordiais encetadas por toda parte, ciprestemente comecei a perceber em páginas queimadas, mediante o virar auspicioso da próxima folha em branco onde nos colocamos a repetir as mesmas coisas, que boas ou más-fés misturam-se nos opróbrios nossos, pronunciados, na maior parte das vezes, como orações ou sinfonias compostas, às máscaras usadas, em manifestações incompreensíveis de nossos seres em protuberantes imagens que não refletem mais que nossas superficialidades convenientes.
Dentro dos seres autoproclamados às suas conveniências transfiguradas, comecei a perceber que as vontades eram delirantes em suas aspirações. Que luzes emergiam de sombras omissas em seus cernes. Que palidezes próprias eram sufocadas em lançamentos espúrios a palidezes alheias. E que os porvires utópicos se originavam de insipiências ingênitas.
Então, renegando anseios e esperanças a porvires condenados em nossas insalubridades, enquanto praguejamos pretéritos e presentes em vomições obscenas, questionei de mim mesmo onde estaria alguma transparência sensível, devaneada de nossos minutos precedidos. E contemplei reflexos de espelhos quebrados na última defesa, no último porto, projetado em amanhãs onde nos colocamos inconspurcados, até que o contato vulnerável seja feito, revelando uma complexidade turva: Toda concupiscência humana, em seus delírios e conjecturas, espelha sua frágil condição e traçeja trajetórias fatídicas rumo a esperanças irrealizadas.
- Sim. Sou anverso sem rosto. Um ser soterrado em mim mesmo. O sol madruga em minhas concavidades imperfeitas. E a noite, com suas sombras, manifesta-se em meus dias embotados. Misturado à terra e às quimeras inexeqüíveis, sou uma cacofonia ressoada.
Ao início de minha era, havia-me, além do reino esplendoroso de palavras e de subjetivações em imagens de todo tipo, um estranho sentimento de esperança incontrita em eventos porvires aos absurdos momentos estreitados e sacramentados de estares presentes.
No templo castiço (como que se possível fosse não haver contaminação já no primeiro respirar) não tinha noção de que porvires redentores eram nada mais que prenúncios de quedas, inerentes a nossas macabridades amorfas. Mal sabia que há pesos inconscientes e demasiadamente excessivos ao "ser" que se posta às margens de delineamentos próprios de por onde anda, aspirando cheiros, matizando cores e construindo relicários com suas pérolas imperfeitas.
Posteriormente, vendo exortações primordiais encetadas por toda parte, ciprestemente comecei a perceber em páginas queimadas, mediante o virar auspicioso da próxima folha em branco onde nos colocamos a repetir as mesmas coisas, que boas ou más-fés misturam-se nos opróbrios nossos, pronunciados, na maior parte das vezes, como orações ou sinfonias compostas, às máscaras usadas, em manifestações incompreensíveis de nossos seres em protuberantes imagens que não refletem mais que nossas superficialidades convenientes.
Dentro dos seres autoproclamados às suas conveniências transfiguradas, comecei a perceber que as vontades eram delirantes em suas aspirações. Que luzes emergiam de sombras omissas em seus cernes. Que palidezes próprias eram sufocadas em lançamentos espúrios a palidezes alheias. E que os porvires utópicos se originavam de insipiências ingênitas.
Então, renegando anseios e esperanças a porvires condenados em nossas insalubridades, enquanto praguejamos pretéritos e presentes em vomições obscenas, questionei de mim mesmo onde estaria alguma transparência sensível, devaneada de nossos minutos precedidos. E contemplei reflexos de espelhos quebrados na última defesa, no último porto, projetado em amanhãs onde nos colocamos inconspurcados, até que o contato vulnerável seja feito, revelando uma complexidade turva: Toda concupiscência humana, em seus delírios e conjecturas, espelha sua frágil condição e traçeja trajetórias fatídicas rumo a esperanças irrealizadas.
- Sim. Sou anverso sem rosto. Um ser soterrado em mim mesmo. O sol madruga em minhas concavidades imperfeitas. E a noite, com suas sombras, manifesta-se em meus dias embotados. Misturado à terra e às quimeras inexeqüíveis, sou uma cacofonia ressoada.
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O INFERNO É O ESPELHO DOS OUTROS, MAS NOSSO MAIOR INIMIGO SOMOS NÓS MESMOS III!
Certa vez eu pensava, diante de uma mata espessa e virgem, à qual viria adentrar, com acalentadas e vãs esperanças, nas angústias que há nas múltiplas fomes, insaciáveis, a nos conduzirem em mortes opacas que há em vidas profusas.
Mesmo quando se adquire uma certa percepção de (in)conscientes gêneses perfidicadas por caminhos incertos, não é suficiente para se evitar pedras de tropeço, ou para se acabrunhar sonhos e desejos inexequíveis.
As certezas das torrentes, e as volutividades do pensamento; os voos das águias, e os grilhões de seus limites; os corações puros, e as mentes dissonantes; as salubridades dos analistas, e os desesperos dos doentes.
Os deuses idolatrados, e os contrafeitos servos; os vicejos dos oradores, e as procissões dos pecadores; as equidades dos juízes, e as condenações dos réus; as quimeras prometidas, e os invernos porvires.
As alegrias dos sorrisos, e as solidões imanentes; as verdades pronunciadas, e as mentiras omissas; as cacofonias compostas, e as harmonias atômicas; os amores sempiternizados, e os dissabores das traições.
As autopreservações inconscientes, e as quedas de egos inflamados; as coragens das estamparias, e as covardias abstrusas; as saudações às manhãs, e as imprecações às noites que chegam; os cernes que nos habitam, e as negações palavreadas.
As celebradas existências, e as efemeridades dos parâmetros em convergências nos mesmos elocutores de imensidades implantadas.
E ao fim, após o apagar das luzes que clareiam as múltiplas formas de atuação em tantos palcos por onde andamos com nossas personificações, a nulidade absoluta de tudo num apagamento sem fluorescências.
Mesmo quando se adquire uma certa percepção de (in)conscientes gêneses perfidicadas por caminhos incertos, não é suficiente para se evitar pedras de tropeço, ou para se acabrunhar sonhos e desejos inexequíveis.
As certezas das torrentes, e as volutividades do pensamento; os voos das águias, e os grilhões de seus limites; os corações puros, e as mentes dissonantes; as salubridades dos analistas, e os desesperos dos doentes.
Os deuses idolatrados, e os contrafeitos servos; os vicejos dos oradores, e as procissões dos pecadores; as equidades dos juízes, e as condenações dos réus; as quimeras prometidas, e os invernos porvires.
As alegrias dos sorrisos, e as solidões imanentes; as verdades pronunciadas, e as mentiras omissas; as cacofonias compostas, e as harmonias atômicas; os amores sempiternizados, e os dissabores das traições.
As autopreservações inconscientes, e as quedas de egos inflamados; as coragens das estamparias, e as covardias abstrusas; as saudações às manhãs, e as imprecações às noites que chegam; os cernes que nos habitam, e as negações palavreadas.
As celebradas existências, e as efemeridades dos parâmetros em convergências nos mesmos elocutores de imensidades implantadas.
E ao fim, após o apagar das luzes que clareiam as múltiplas formas de atuação em tantos palcos por onde andamos com nossas personificações, a nulidade absoluta de tudo num apagamento sem fluorescências.
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EM UMA NOITE DE SERENO INSÍPIDO
Em uma noite
de sereno insípido,
o marujo dos mares e das eras
abarcou-se, com o corpo hígido,
às vagas de uma flor de
quimeras.
Em meio
ao alvoroço das águas superficiais,
palavras incautas moviam rimas
plácidas,
desejos ávidos
extasiavam corpos cálidos,
e enlaces dádivos polinizavam sonhos
artificiais.
Enquanto isso,
às eructações dos ventos uivantes,
lendas regozijavam com verbos
espuídos,
a hipnotizarem
as retinas cegas dos amantes
com histórias de seus grandes feitos
exequidos.
Até que,
com os novos céus cingidos
por florescentes imagens
encantadas,
acabou o marujo
com a alma estiolada;
e a flor, com as quimeras
multiplicadas!
de sereno insípido,
o marujo dos mares e das eras
abarcou-se, com o corpo hígido,
às vagas de uma flor de
quimeras.
Em meio
ao alvoroço das águas superficiais,
palavras incautas moviam rimas
plácidas,
desejos ávidos
extasiavam corpos cálidos,
e enlaces dádivos polinizavam sonhos
artificiais.
Enquanto isso,
às eructações dos ventos uivantes,
lendas regozijavam com verbos
espuídos,
a hipnotizarem
as retinas cegas dos amantes
com histórias de seus grandes feitos
exequidos.
Até que,
com os novos céus cingidos
por florescentes imagens
encantadas,
acabou o marujo
com a alma estiolada;
e a flor, com as quimeras
multiplicadas!
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O NIHILO ESTÁ MORTO
Clausura
do corpo: êxtases
e desejos em carnes que transpiram
suores e dádivas.
Desvarios
da mente: sonhos em voos
de águia sem rumo, e quedas
em deserto
silente.
Há manchas
na água que cai
molhando
meu medos.
Em meu corpo,
falésias se abrem com os tempos
que passam.
Em minha mente,
sonhos naufragam em eternos
que passam.
Até que,
por fim, à última noite,
tudo passe, e tão somente reste
o anseio de uma alma
angustiada!
do corpo: êxtases
e desejos em carnes que transpiram
suores e dádivas.
Desvarios
da mente: sonhos em voos
de águia sem rumo, e quedas
em deserto
silente.
Há manchas
na água que cai
molhando
meu medos.
Em meu corpo,
falésias se abrem com os tempos
que passam.
Em minha mente,
sonhos naufragam em eternos
que passam.
Até que,
por fim, à última noite,
tudo passe, e tão somente reste
o anseio de uma alma
angustiada!
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VIVER E APRENDER
... se ir vivendo,
como dizem, é ir aprendendo
a sonhar, a amar, á estrada
se verticalizar
e a transar,
entre outras coisas
em tantos leitos e em tantos
ares,
devo dizer
que ir morrendo é fantástica,
triste e angustiantemente
ir desaprendendo,
com a franca e fria
constatação de que tudo isso não passa
sequer de um conto
de fadas!
como dizem, é ir aprendendo
a sonhar, a amar, á estrada
se verticalizar
e a transar,
entre outras coisas
em tantos leitos e em tantos
ares,
devo dizer
que ir morrendo é fantástica,
triste e angustiantemente
ir desaprendendo,
com a franca e fria
constatação de que tudo isso não passa
sequer de um conto
de fadas!
197
O INFERNO É O ESPELHO DOS OUTROS, MAS NOSSO MAIOR INIMIGO SOMOS NÓS MESMOS!
Para tentar compreender horizontes coirmãos é preciso também coragem para primeiro tentar compreender-se. Para analisar incongruências expostas em ares espraiados, com jugos severos e aviltados, é preciso ousadia para primeiro tentar analisar-se.
Um médico de homens ou de almas não cura doentes sem conhecerem de suas próprias fraquezas físicas e espirituais; e os doentes, em contrapartida, não se recusam a mostrar suas condições moribundas, como um grande ensinamento sobre nossas fragilidades, e como um aviso de que a vigília, de nós mesmos, deve ser constante como o respirar que nos mantém.
No entanto, de nossa condição geral no meio das coisas onde estamos e dos seres com quem andamos, é estranho observar vultos de toda parte declamando sobre que chamamos "mal" ou "bem" no mundo no qual nos edificamos em ambíguas interpretações, preterindo nossas próprias trevas em detrimento de olhares postos a adjacências.
Inadvertimo-nos, ao que percebo, de que entre céus e infernos intrínsecos, é que exteriorizamos, apartadamente, infernos, mantendo de nós mesmos uma utópica e fracassada visão de nobrezas, quando nosso olhar se encontra diante do espelho. Mas digo que ambos, bem e mal, coabitam-nos cerneamente, e a mente humana não pode, como se imagina (ou se ignora) invocar a si aprazeres e virtudes, regurgitando lançamentos espúrios aos cantos alheios, pois ambos, por mais que procuremos nos desvencilhar de nossas obscuridades, têm a mesma origem: nossas psiqués.
Enquanto minhas incautas reflexões me agitam na insônia do frio entardecer que atravesso, penso que toda carne já sofreu o pecado, e que todo espírito já se corrompeu em alguma angústia. Desse ponto é que somos imperadores de nossas decisões e de nossas escolhas, e nos enraizamos profundamente em aprisionamentos imperceptíveis de autopreservações cândidas e débeis, concebendo-nos alívios em conjeturas de tormentas alheias.
Madalena ainda é apedrejada a todo momento, sob o olhar de nosso Deus criado e sob a desobediência de suas palavras sábias. No entanto, o parasita interno que nos habita é pior que qualquer chaga que se nos possa ser atirada de qualquer lugar da vastidão inaugurada.
Descendo o vale crepuscular para o iminente abraço da noite, a conclusão a que pude chegar de minha longa jornada é que nossas pedras angulares se distam de nossos estandartes expostos nas altas torres de nossos magníficos castelos e que, ao nos negarmos enfrentar nossos próprios infernos, costurando, com nossas máscaras, angelicais palidezes e sinfônicos sussurros sob o resto da conjectura, também não podemos superá-los para nos enaltecermos em nossos céus.
Um médico de homens ou de almas não cura doentes sem conhecerem de suas próprias fraquezas físicas e espirituais; e os doentes, em contrapartida, não se recusam a mostrar suas condições moribundas, como um grande ensinamento sobre nossas fragilidades, e como um aviso de que a vigília, de nós mesmos, deve ser constante como o respirar que nos mantém.
No entanto, de nossa condição geral no meio das coisas onde estamos e dos seres com quem andamos, é estranho observar vultos de toda parte declamando sobre que chamamos "mal" ou "bem" no mundo no qual nos edificamos em ambíguas interpretações, preterindo nossas próprias trevas em detrimento de olhares postos a adjacências.
Inadvertimo-nos, ao que percebo, de que entre céus e infernos intrínsecos, é que exteriorizamos, apartadamente, infernos, mantendo de nós mesmos uma utópica e fracassada visão de nobrezas, quando nosso olhar se encontra diante do espelho. Mas digo que ambos, bem e mal, coabitam-nos cerneamente, e a mente humana não pode, como se imagina (ou se ignora) invocar a si aprazeres e virtudes, regurgitando lançamentos espúrios aos cantos alheios, pois ambos, por mais que procuremos nos desvencilhar de nossas obscuridades, têm a mesma origem: nossas psiqués.
Enquanto minhas incautas reflexões me agitam na insônia do frio entardecer que atravesso, penso que toda carne já sofreu o pecado, e que todo espírito já se corrompeu em alguma angústia. Desse ponto é que somos imperadores de nossas decisões e de nossas escolhas, e nos enraizamos profundamente em aprisionamentos imperceptíveis de autopreservações cândidas e débeis, concebendo-nos alívios em conjeturas de tormentas alheias.
Madalena ainda é apedrejada a todo momento, sob o olhar de nosso Deus criado e sob a desobediência de suas palavras sábias. No entanto, o parasita interno que nos habita é pior que qualquer chaga que se nos possa ser atirada de qualquer lugar da vastidão inaugurada.
Descendo o vale crepuscular para o iminente abraço da noite, a conclusão a que pude chegar de minha longa jornada é que nossas pedras angulares se distam de nossos estandartes expostos nas altas torres de nossos magníficos castelos e que, ao nos negarmos enfrentar nossos próprios infernos, costurando, com nossas máscaras, angelicais palidezes e sinfônicos sussurros sob o resto da conjectura, também não podemos superá-los para nos enaltecermos em nossos céus.
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Comentários (7)
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SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*