Lista de Poemas
O (IM) PULSO!
Sempre pensaste
que teus olhos pudessem acomodar
o mar, o além-mar e até alguma
eternidade programada;
embora eu
sempre tenha te ensinado
que (tal como bêbados a cantarem
em noites ensolaradas)
não te é possível
contemplar nada mais que
suas ébrias ilusões
enredadas.
que teus olhos pudessem acomodar
o mar, o além-mar e até alguma
eternidade programada;
embora eu
sempre tenha te ensinado
que (tal como bêbados a cantarem
em noites ensolaradas)
não te é possível
contemplar nada mais que
suas ébrias ilusões
enredadas.
119
UMA PRISÃO QUE NÃO PODE SER QUEBRADA
O homem é um exímio
ator,
faz-se de ouro,
faz-se de seda,
faz-se de santo e de bom;
o homem é maleável,
com suas imanências psíquicas
e pode-se se tornar
como diamante,
como prata,
como pedra ou como pó;
mas eu digo
que, na realidade, o homem é,
até para si mesmo,
um ser invisível,
uma abnomalia não autossentida,
algo com demasiadas mascara
e nenhuma face!
139
HORA MORTA
... não ando
mais vendo ou sentindo o sol,
o céu está lúgbre e tomado de escuras
nuvens.
eu ao chão,
com o deserto, com os destroços
de nossas quedas e com um resto
de folhas secas retorcidas
pelo tempo e pelo
vento:
and even if
I want to, I can not stop
breathing to go stay by your side!
mais vendo ou sentindo o sol,
o céu está lúgbre e tomado de escuras
nuvens.
eu ao chão,
com o deserto, com os destroços
de nossas quedas e com um resto
de folhas secas retorcidas
pelo tempo e pelo
vento:
and even if
I want to, I can not stop
breathing to go stay by your side!
147
A PEDRA
No caminho há uma pedra,
há uma pedra no caminho
há uma pedra,
dizia Drummond;
eu digo que no caminho
há estrelas, sóis, mares, abismos,
florestas fechadas,
e há desejos,
libidinolidades com neons acesos
ou apagados, em palcos com o uso de máscaras
ou de palavras,
ou em leitos
molhados, escondido entre paredes
das madrugadas;
mas a tudo isso
podemos resumir como uma pedra,
e Drumond cometeu um erro tropeçando
na própria pedra,
ao não perceber
que nós é que somos a pedra
er que tu tudo e qualquer coisa é agora
advindo desta abnormal
pedra!
há uma pedra no caminho
há uma pedra,
dizia Drummond;
eu digo que no caminho
há estrelas, sóis, mares, abismos,
florestas fechadas,
e há desejos,
libidinolidades com neons acesos
ou apagados, em palcos com o uso de máscaras
ou de palavras,
ou em leitos
molhados, escondido entre paredes
das madrugadas;
mas a tudo isso
podemos resumir como uma pedra,
e Drumond cometeu um erro tropeçando
na própria pedra,
ao não perceber
que nós é que somos a pedra
er que tu tudo e qualquer coisa é agora
advindo desta abnormal
pedra!
218
PERDA TOTAL
A eterna ausência
afaga (diluvicamente) minha mente,
meu rosto e meu corpo
cansados;
do deserto, percebo
que nada aprendemos com nossos erros
e com nossas chuvas
de fogo,
a não ser
que somos extremamente parecidos
em ofertar (enquanto ordenhamos
imagens de todo tipo
por aí)
ominosos espelhos:
todos viciados em faustas
e falsas luzes.
afaga (diluvicamente) minha mente,
meu rosto e meu corpo
cansados;
do deserto, percebo
que nada aprendemos com nossos erros
e com nossas chuvas
de fogo,
a não ser
que somos extremamente parecidos
em ofertar (enquanto ordenhamos
imagens de todo tipo
por aí)
ominosos espelhos:
todos viciados em faustas
e falsas luzes.
195
AMOR SALGADO
Tinham quase
a mesma idade quando ela quis
amá-lo
e, em indecifrável mistério,
começaram a voar por oníricos céus,
enquanto desdenhavam
horizontais chãos;
até que se lhes foram esvaindo
as tremeluzentes alvas, as soberbas asas
e, por fim, até as extáticas
carnes,
em consequência
de suas quedas em outras aladas pedras
e de suas ominosas chuvas, extruídas
pelas bocas e mãos.
a mesma idade quando ela quis
amá-lo
e, em indecifrável mistério,
começaram a voar por oníricos céus,
enquanto desdenhavam
horizontais chãos;
até que se lhes foram esvaindo
as tremeluzentes alvas, as soberbas asas
e, por fim, até as extáticas
carnes,
em consequência
de suas quedas em outras aladas pedras
e de suas ominosas chuvas, extruídas
pelas bocas e mãos.
171
CHUVAS IRREVOGÁVEIS
O abismo
em que me afogo é angustiante
e desesperador,
porém
ainda não se iguala com o mar
em que me afoguei,
com a nuvem
onde às inválidas asas
me lancei
ou àquela quimera
à qual um coração puro existir
eu inventei!
em que me afogo é angustiante
e desesperador,
porém
ainda não se iguala com o mar
em que me afoguei,
com a nuvem
onde às inválidas asas
me lancei
ou àquela quimera
à qual um coração puro existir
eu inventei!
171
A SEU TEMPO, MAIS NENHUM SOFRIMENTO
Não importa
o que será de mim quando
eu morrer,
menos ainda
importa o que pensarão, o que lucubrarão
e o que dirão sobre mim quando
eu morrer;
na morte,
em silente, natural e virgem agonia
intacta, eu farei parte das sombras
ardentes,
e todos vós
que ainda ficardes, tereis de aguentar
um pouco mais o horror de um mundo louco
do qual fazem parte como vivos
câqnceres egocêntricos!
o que será de mim quando
eu morrer,
menos ainda
importa o que pensarão, o que lucubrarão
e o que dirão sobre mim quando
eu morrer;
na morte,
em silente, natural e virgem agonia
intacta, eu farei parte das sombras
ardentes,
e todos vós
que ainda ficardes, tereis de aguentar
um pouco mais o horror de um mundo louco
do qual fazem parte como vivos
câqnceres egocêntricos!
161
A CHAMA QUE NÃO SE APAGA
... uma ves tu disseste
que, se um dia, a chama se apagasse
entre nós não sobraria sequer lembranças
ou destroços de nosso
amor;
e eu me lembro
de te afirmar que estavas enganada
e que, quando a morte te levasse antes de mim,
como previste em teu revelador
sonho,
seria,
mesmo em solidão e sombras eternas,
que mais intensa, dedicada e slubimemente
que eu iria continuar
a te amar!
que, se um dia, a chama se apagasse
entre nós não sobraria sequer lembranças
ou destroços de nosso
amor;
e eu me lembro
de te afirmar que estavas enganada
e que, quando a morte te levasse antes de mim,
como previste em teu revelador
sonho,
seria,
mesmo em solidão e sombras eternas,
que mais intensa, dedicada e slubimemente
que eu iria continuar
a te amar!
230
NUNCA HOUVE NADA IGUAL
Nada fora
como aqueles tempos
de estranho amor,
onde duas
mentes imaginavam lucuras
e reinuguravam infinitua a seus
próprios aprazeres
e louvores;
sim,
nada for a como aqueles
de extreme amor,
e tanto que,
à seus rastro , trouxe também
incomparável dose de chuvas de fogo,
de angústia e de dor!
como aqueles tempos
de estranho amor,
onde duas
mentes imaginavam lucuras
e reinuguravam infinitua a seus
próprios aprazeres
e louvores;
sim,
nada for a como aqueles
de extreme amor,
e tanto que,
à seus rastro , trouxe também
incomparável dose de chuvas de fogo,
de angústia e de dor!
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Comentários (7)
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SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*