rafaeldasilva

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🔵 O doutrinador

O ditado foi interrompido para mais um vendedor apresentar seu fantástico produto na sala de aula. Já sabia que meus pais ignorariam lousinhas mágicas, livros para colorir e demais bugigangas educativas. Meus argumentos seriam as facilidades de pagamento; porém, meus pais achariam aquilo caro e saberiam que aquele meu “coração de estudante” era falso, portanto, arrefeceria antes do pôr do sol.




Entretanto, agora era diferente. O sujeito que entrou na sala era figurinha conhecida na escola.  Sempre sorridente, ele distribuiu um panfleto: Fundação do Partido Verde. Faz tempo, descobri que a causa ambientalista era só um chamariz para atrair e capturar “almas e corações” juvenis para o sempre anacrônico marxismo. Sem saber, eu estava diante do “diabo” querendo “comprar” algumas almas, representando um “partido melancia” (verde por fora, vermelho por dentro).




No final, confiante na cooptação e contente, ele disse: “Depois eu pago uma paçoquinha”. A fala, perigosamente infantilizada, me remeteu à tática usada pelos traficantes. Sabendo da doutrinação ideológica e manjando o “modus operandi”, se eu entrasse naquela, teria xingado meus pais, trabalhadores, de “porcos capitalistas” e, hoje, estaria vagando numa “cracolândia ideológica”.




A abordagem do “amigão” lembrou tudo o que meus pais (visionários) sempre disseram para evitar. Nesse momento, eu acionei o alarme interno. Aquele “aviãozinho a serviço do tráfico de almas” estava perdendo tempo comigo e, espero, com o restante daqueles aluninhos. Comecei a ouvir o blá, blá, blá disfarçado, fazendo o que eu já sabia: deixando “entrar por um ouvido e sair por outro”. 




Demorou para eu descobrir, mas a imprensa que manipula a informação, continua tentando me convencer a destruir a minha e outras existências. Certamente, vitimas, seduzidas por militantes que  ofertam doces a crianças, insistem, com um método mais abrangente, em fazer o mesmo.




Há muito tempo, percebi que o meio ambiente era apenas um chamariz “bonitinho”. Se eu caísse nessa armadilha, possivelmente faria o “L”, botaria um boné do MST, vestiria uma camiseta do Che Guevara, tremularia uma bandeira do Hamas, leria Foucault, cantaria a Internacional Socialista...
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Poemas

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🔴 O maior do mundo

Logo no início da guerra da Rússia e Ucrânia, uma vítima, embora não a pior, materializou o desastre mundial. O Antonov An-225, maior avião do mundo, foi destruído pela Rússia. Quem gosta de aviação ficou com vontade de pegar algumas pedras, o estilingue e se juntar ao bravo exército ucraniano; recompostas as faculdades mentais, a infeliz ideia foi arquivada. Enfim, o único exemplar da aeronave fantástica estava destruído.




Passado mais de 1 ano de guerra, a empresa estatal ucraniana estava disposta a instalar duas fábricas no Brasil.




Não satisfeito em espalhar suas bravatas aqui, Lula profissionalizou e industrializou a falácia e saiu em turnê internacional: a turnê da mentira. O que era um problema caseiro passava a afetar o mundo. No entanto, num raro momento de sinceridade, Lula, com sua visão ingênua de geopolítica, sinalizou sua posição pró-Rússia. A partir daí, o que parecia só o vovô que fugiu sem tomar os remédios virou um problema diplomático. Em Portugal, Lula ainda fingiu não entender... a língua e tentou desdizer (mentir) o apoio contrário à União Europeia, mas o “Conto da Picanha” só funciona por aqui.




A Antonov, depois das desastrosas falas do petista, desistiu da ideia de produzir aviões no Brasil. Conclusão: com uma fala ruinosa, Lula pulverizou R$ 50 bilhões de investimento e 10 mil empregos diretos e indiretos 




O ex-presidiário está encontrando o que jamais esperou: protestos internacionais. Aqui no Brasil, caixas com pão e mortadela, suquinho, ônibus e cachê eram suficientes para cultivar uma plateia amestrada disposta a aplaudir qualquer coisa.




Pelo mundo, nem um cordão de puxa-sacos fazendo claque (disfarçados de comitiva presidencial) foi suficiente para neutralizar as besteiras lulistas e abafar as vaias. As viagens da trupe estão se revelando um fracasso. 




Lula, como uma candidata ao ‘Miss Universo’, quer a paz mundial. Com um discurso vazio, ele sempre dá um jeito de embutir a palavra “paz” no seu palavrório. Como já ficou claro, as autoridades europeias são facilmente seduzidas por uma figura exótica que controla um país africano ou latino-americano. Sabendo disso, Lula diz: “Paz, paz, paz”.




 É mesmo o maior do mundo.







Com imagens, no site “Gazeta Explosiva”


















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🔴 O poder das palavras

O Projeto de Lei 2630, chamado de PL das “Fake News”, regula as redes sociais, proibindo as “fake news”, o discurso de ódio e os discursos extremistas. Posto assim, parece até bom. No entanto, o intuito não é bom como parece. O relator da lei (deputado Orlando Silva - PC do B) revela as reais intenções e quem vai decidir o que é “fake news”, discurso de ódio e discursos extremistas. 




Atitudes de ditador vêm em suaves prestações, e é isso o que está acontecendo. Não podendo ser algo ruim, a palavra “democracia”, quando utilizada, antecede (ou acompanha) uma arbitrariedade.




As Organizações Globo “deram uma força” e comemoraram a chegada de Lula ao poder. Como parecia óbvio, a Globo é uma entusiasta da regulação, como ficou evidente no editorial do jornal ‘O Globo’. Como em 1964, novamente, eles estão do lado errado.




Estão apoiando novamente interesses ditatoriais por interesses práticos: financeiros, comerciais e trabalhistas. O governo federal, deixando tudo bom para ambas as partes, despejou uma “grana socialista” na imprensa. Enquanto isso, ninguém quer estrelar o “passaralho” global e que as propagandas, que correram para a internet, sumam.




O apelido “Fake News” (notícias falsas) atribui ao projeto um valor positivo, afinal, ninguém deve ser favorável às notícias falsas. Quando você ouve, assiste e lê que essa lei será votada com urgência, sem informação não há como ser contra. Porém, a internet veio anular essa “Espiral do Silêncio”, mostrando que a opinião da imprensa não é a maioria nem hegemônica. E que as manchetes ou chamadas atendem a interesses particulares.

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Democracia, ninguém é contra; “fake news”, mesmo não sabendo o significado, ninguém é a favor (ao menos em público). Essas expressões são utilizadas, como coringas, para defender interesses inconfessáveis.




Exemplo 1: o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, protelou a instalação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro. Para tornar as escusas palatáveis, ele disfarçou tudo com a palavra “democracia”. 




Exemplo 2: defendendo interesses muito particulares, usa-se a imprensa para manipular a opinião pública (engenharia social). Todo e qualquer veículo de mídia visa ao lucro e poder. A internet transferiu esses ativos ao indivíduo.  Restou à imprensa disseminar o medo.  A “fake news”, o “discurso de ódio” e os “discursos extremistas” cumprem esse papel.




Palavras ganharam um novo significado (genocida, fascista, golpe, terrorista, extremista, democracia), subestimando a inteligência da massa. O pior é que funciona! Tem método.
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🔴 Fardo tropical




A sina de Portugal foi ter “descoberto” o Brasil. Durante muitos anos, existia um gênero de piada: piada de português. Em filmes, inclusive na escola, tratamos a Descoberta como um acidente e D. João VI como um trapalhão comedor compulsivo de engorduradas coxinhas de frango. 




No entanto, a terrinha de além-mar trata Lula como o que ele é: uma piada de brasileiro. Mais que isso, ele é o mentiroso que tomou o poder dando o golpe da picanha e, na China, não ficou sequer ruborizado ao afirmar que assiste ao campeonato chinês de futebol. Tá.




Pois, os jornalistas portugueses tiveram coragem de fazer perguntas embaraçosas, coisa que nossos repórteres não ousam tentar, pois Lula repreende-os com arrogância. Em Portugal, ele só encontrou um subterfúgio para fugir das perguntas incômodas: não compreender... a língua!




Fuga, compras, a enorme comitiva presidencial (Carreta Furacão), um mandatário que se faz de sonso e protestos. Sim, houve protestos. Os lusitanos, sempre literais, chamaram Lula do que ele realmente é: ladrão; e lembraram-no qual é o seu lugar: na prisão. Portugal extraiu pau-brasil e enviou náufragos, traficantes e degredados, mas não aceitam o maior cara de pau do Brasil. Desconfio, apenas com o périplo petista pelo mundo, nosso superávit primário de corrupção está garantido.




Um capítulo dessa ópera bufa foi a deslumbrada com o poder, que atende por Janja, fazendo  compras na loja classe A da grife ‘Ermenegildo Zegna’. Esse é o exemplo da “esquerda caviar” que odeia a classe média. Bonnie & Clyde atacam em Portugal. Infelizmente, receberemos essa devolução indesejada. A vanguarda do atraso, o principal mantenedor do atraso brasileiro quer continuar a destruição enquanto a Janja esbanja. Será que o País suposta até 2026?




Com as imagens “vazadas” relativas ao 8 de Janeiro, vimos o repórter fotográfico da agência internacional de notícias, ‘Reuters’, “trabalhando” e produzindo as imagens que contam a nossa história. O fotógrafo picareta deu uma aula de como manipular fatos de modo a criar a narrativa que interessa ao mundo.




Os versos do Chico Buarque devem ser repetidos, porém, agora, sem ironia:




“Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal 

Ainda vai tornar-se um imenso Portugal”
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🔵 Programa infantil para criança “de menor”

Curiosamente, se espera de um programa infantil que ele seja para crianças. No entanto, os anos 80, com reflexo nos 90, foram recheados com garotas de programas infantis que pareciam retiradas de um filme para adultos. Os programas, apesar de infantis, deveriam ser proibidos para menores de 18 anos.




O artista plástico, compositor, desenhista, escritor, educador e apresentador de televisão, Daniel Azulay, foi substituído por um punhado de loirinhas com shortinhos minúsculos e um “cardume” de ‘paquitas’. Assistir a programas infantis educativos contribuiu para que eu fosse uma criança normal, não um maníaco sexual. 




O programinha educativo do artista era daquele tipo que ensina a pintar, recortar e colar. Tudo isso, reciclando embalagens. Apesar de exibir desenhos animados, ainda eram tempos de programas feitos a mão.




Entretanto, com minha incipiente formação cognitiva, eu não estava preocupado em selecionar uma programação de boa qualidade, ou seja, programas infantis educativos. Pouco me importava aprender a construir robôs com caixas de fósforos, potes de ‘Danoninho’ ou garrafinhas de ‘Yakult’. Os desenhos já cumpriam a tarefa de me manter entretido.




Um dia qualquer, ouvi uma notícia protocolar. A nota informava: morreu, de COVID-19, Daniel Azulay. As pessoas da minha idade só citavam a Xuxa (que era conhecida como a Rainha dos Baixinhos) e outros programas infantis para adultos. Confesso que me sentia “cult” por assistir a algo tão alternativo. 




É um mistério como minha televisão conseguiu sintonizar o programinha carioca “underground”. Durante muito tempo, achei que só eu dava audiência para o desenhista e sua Turma do Lambe Lambe. A surpresa veio com sua morte. Aproximadamente, 40 anos depois de acompanhar à obscura atração vespertina, fiquei espantado com a considerável comoção pela sua morte. Descobri que pessoas famosas assistiam à atração e a consideravam um clássico.




Demorou, mas descobri como era grande o número de pessoas que aprenderam a fazer robôs com caixas de fósforos, potes de ‘Danoninho’ ou garrafinhas de ‘Yakult’.



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🔴 Lula deixou os brasileiros a ver navios

Tarde demais, mas eu descobri que havia uma alternativa à Praça da Sê para eu conseguir um Atestado de Saúde. Nunca fiz essa manobra, mas já acordei indisposto para empregar a minha força de trabalho numa firma. O general Gonçalves Dias foi muito mais ligeiro e conseguiu o documento com um médico amigo e faltou a um compromisso comprometedor.




A invasão ao Capitólio, nos Estados Unidos, guarda algumas semelhanças com a invasão da Praça dos Três Poderes. A semelhança foi maior quando as imagens foram divulgadas. Como eu já havia escrito, o acontecimento não passou de uma “false flag”, revelando que o episódio seguiu um método. Traduzindo: o governo federal estimulou a destruição e atribuiu à oposição, de modo a tirar proveito disso.




Em 1933, o Reichstag (prédio do parlamento alemão) foi incendiado. O recém-empossado chanceler Hitler reagiu ao atentado cometendo diversas arbitrariedades contra inimigos (“caça às bruxas”). Entretanto, tudo foi planejado. Foi, literalmente, fogo amigo. Esse método é conhecido como “false flag” (bandeira falsa). No caso da Alemanha, o beneficiário era Hitler e seu nazismo; no Brasil, quem estava colhendo os frutos da ação de “terroristas” era Lula. Coincidência?




O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) organizou uma verdadeira visita monitorada. Cumprimentaram, ofereceram e serviram água aos vândalos de estimação, ciceroneando ‘black blocks’ fantasiados de bolsonaristas. Como de costume, tiveram o beneplácito para destruir. O resultado não poderia ser outro: escombros. 




As cenas que vimos foram um portfólio da prevaricação do GSI. Qualquer guardinha de supermercado poderia neutralizar a ação. Faltou o ministro e sua turma dizerem: Desculpem o transtorno. Estamos em reforma para melhor atendê-los. Se o museu do Louvre dependesse dessa segurança do GSI, a Mona Lisa não sairia sem bigode e pintinhas.




Lula adiantou sua viagem para Portugal, mas, covarde que é, fugiu do País num momento crítico, no entanto, ele leva a crise na bagagem. Se ele fosse o capitão de um navio, não tenho dúvida que seria um dos primeiros a abandonar o barco.




Justiça seja feita: Lula foi para Portugal para, acostumado a reparações históricas, virar motivo de piada.
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🔴 Negócios da China




O chanceler russo, Sergey Lavrov, desembarcou aqui, para um périplo que inclui a Venezuela, Nicarágua e Cuba.  Demonstrando o total desprestígio pelo sujeito que tomou o poder em Brasília, o chanceler saiu do avião trajando uma roupa de quem vai correr no Ibirapuera. Realmente, a autoridade internacional dava a entender que receberia uma tocha olímpica e sairia trotando.




O papagaio do Putin, digo, Lula está mostrando ao mundo como age um legítimo pária internacional: tenta agradar a “todes”, digo, todos, mas desagrada a todo mundo. Essa tática funciona aqui, quando ele consegue enganar trabalhadores e empresários falando o que querem ouvir.




Mais uma vez, Lula falou da guerra entre Rússia e Ucrânia com uma simplicidade constrangedora. Entretanto, o que me chamou a atenção foi a insistência que repetiu a palavra “paz”. Saindo de sua boca, o termo é, já conhecemos bem, vazio. No entanto, isso é um claro aceno à ONU (Organização das Nações Unidas), que contempla gestos, ao invés de ações.




Em mais um jeito simplificado de enxergar o mundo, Lula sugeriu trocar a “moeda mundial”: por que o dólar? Rapidamente, eu lamentei não possuir mais meu dinheirinho do ‘Banco Imobiliário”. Eu sempre desconfiei que meus esforços em cada notinha de 100 e 500 que furtei não seria em vão. Contudo (ou com nada), não disponho mais daquele terreno na avenida Faria Lima, das casinhas do Brooklin, do hotel em Copacabana e da companhia de táxi aéreo. 




Estaleca, cartoleta, bitcoin, raspadinha, Carnê do Baú, cartelas do Papa Tudo e Tele Sena vencidas, com o raciocínio tacanho do sindicalista, faz sentido juntar todas as modalidades de tranqueiras monetárias. Ao menos a carta “saída livre da prisão” poderá ser muito útil. Por enquanto, acho que a carta é “revés”.




As declarações de Lula deram uma espécie de “start” para um rearranjo geopolítico. O chanceler russo correu para sua turnê sul e centro-americana. Ele desembarcou vestido duma maneira que eu não teria coragem de viajar até Campinas. No entanto, parece que alguém o encontrou num boteco e chamou para “dar um pulo” no Brasil. Essa pressa pode revelar muito.
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🔴 A MPB é só música. Ou não




Lula desembarcou na China ao som de Ivan Lins. É assustador uma trilha sonora anunciar “um novo tempo” justamente quando Lula, que foi “coroado” recentemente, flerta com ditaduras. Como Fernando Gabeira e Educação Jorge confessaram: a luta contra a ditadura não era pela democracia, era pela ditadura do proletariado.




Eu gosto das músicas de Ivan Lins, Chico Buarque, Caetano Veloso etc. Prestar atenção na melodia, harmonia e arranjo, ou seja, na parte musical sempre me ajudou a ignorar mensagens políticas. Da mesma forma, sempre encarei mensagens cifradas, com o intuito de “driblar” a censura, como letras de relacionamentos, exaltação à natureza e outros temas abstratos. Sei que esta maneira de encarar a realidade parece ingênua, mas sempre foi um modo de enfrentar os fatos olhando para o para-brisa ao invés do retrovisor.




Infelizmente, é uma hipocrisia assistir de camarote a quem dizia “lutar” contra ditaduras e censura. A cultura “woke” expôs a pauta identitária (antirracismo, homofobia, misoginia, machismo etc) como mera demonstração de virtude. Na prática, o monopólio dessas, e outras, bandeiras foi sequestrado por um espectro político — não preciso dizer qual. Resumindo: a perseguição é implacável. Não importa o que se fala, o que importa é quem fala.




Ivan Lins nunca me decepcionou, isso só aconteceria se ele fosse um bolsonarista. Seria uma “virada de casaca” digna de um legítimo traidor. Porém, eu nunca seria tão inocente, aguardando uma postura diferente de quem exaltou  a Nicarágua do ditador Daniel Ortega.




Os artistas que gosto entregam excelente música, contudo, quando sai um discurso político, vem, quase como venda casada, uma baboseira embalada com um “portunhol” terceiro-mundista de “Che Guevara de apartamento.




Os compositores, músicos, cantores e grupos que gosto devem ser quase todos esquerdistas. Se houver mais exceções, não tiveram coragem de expor a real. Entretanto, continuarei ouvindo, mesmo que, ao invés de chamarem a polícia, eles chamem o ladrão; mesmo que o novo tempo deles seja outra ditadura.
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🔴 Audiência fora do ar

Segundo William Bonner, o brasileiro médio é o “Homer Simpson”. Com esta afirmação, ele não quis dizer que o brasileiro é simpático, divertido e legal. Não, o personagem de desenho animado traduz o cidadão destituído de raciocínio minimamente privilegiado. Eu abusei de termos moderadores de impacto. Igualmente, o jornalista usa um simpático e inofensivo personagem como eufemismo para chamar sua audiência média de idiota.




Sim, quem conhece um pouquinho do Homer Simpson, sabe que o personagem é uma sátira e uma crítica do sujeito que aceita como verdadeiro tudo o que vem da televisão. O patriarca da família Simpsons é um arquétipo. Estudando esse comportamento, os entusiastas da ‘Globo’ replicam  sua “verdade”: se não passar no Jornal Nacional, não aconteceu. Para alguém crer numa besteira destas, tem que sofrer uma manipulação televisiva intensa. Ou seja, ao invés de consumir, ele é consumido pela televisão. Aí já era. Essa pessoa compra, sem precisar, aqueles produtos de televendas (com nomes em inglês); seguem modas impostas por novelas; e assistem aos “reality shows” achando que aquilo é a vida real.




Os nomes ‘Globo’ e ‘Jornal Nacional’ são usados porque a emissora líder é, mais que usada como inspiração, copiada. O Homer Simpson foi escolhido como exemplo perfeito para avisar aos bons entendedores para quem é feito o noticiário.




Aspectos que provam a imbecilização, causada por alguns vícios televisivos, eram os excelentes números que a ‘Globo’ registrava fora do ar. Refutando aqueles que acham que este panorama reflete o que eram os anos 80, saibam que em 2016 a ‘Globo’ repetiu a façanha. Na verdade, a emissora carioca pode ter se superado, pois, mesmo com o controle remoto, fora do ar, igualou a ‘Record’.




Com essa força persuasiva, as ‘Organizações Globo’ fazem o que querem com o “Homer Simpson”. A notícia pode ser “positiva” ou “negativa”, depende da doutrinação, do humor ou do bolso dos editores. 




Sem dúvida, a internet vem diminuindo o estoque de “Homer Simpson” das emissoras. Isto explica a queda de audiência, bem como, o silêncio (a torcida?) da imprensa para a “regulação das mídias digitais”. É a censura “do bem”.




Bom dia, boa tarde ou boa noite.
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🔵 Spectreman, um herói artesanal




Entre o National Kid e o  Jaspion, o Japão dominou o planeta infantil com o Spectreman. O boneco, digo, o herói salvava o Mundo, mais uma vez, a cada episódio. Mesmo que a produção de cada capitulo custasse muito fio de cobre, papelão e isopor, além de monstros inspirados em insetos e répteis.




Essa era a tecnologia japonesa dos anos 80. Fios telefônicos, papelão e um pouco de isopor eram fulminados para eu acreditar que Tóquio estava sendo destruída, e Guarulhos seria a próxima cidade aniquilada. É claro que eu só era convencido disso depois do surgimento de um lagarto ensandecido. Mesmo sendo interpretados por bonecos, os vilões emprestavam credibilidade e causavam algum medo.




Eu nunca soube que substância. Suspeito que era “catchup” ou algum extrato de tomate, mas qualquer líquido vermelho dramatizou o seriado nipônico e enganou milhares, ou milhões, de criancinhas pelo Mundo.




Dois vilões fixos, eram os macacos Doutor Gori e seu assistente, Karas. Dentro do universo infantil, era aceitável a ideia de dois gorilas pilotarem uma nave espacial e falarem, mas um macaco loiro era demais. Isso só poderia ser efeito de drops de hortelã ou overdose de mastiguinhas.




A abertura de cada episódio convocava o japonês Kenji a salvar Tóquio da poluição. O medo da poluição era tanto, que causava pavor passar por Cubatão. Entretanto, apesar do pioneirismo, a pauta “lacradora” do meio ambiente não era modinha, então a série parecia condenada ao fracasso.




O grande diferencial desta produção era a música de abertura. Um rock alucinante enchia de esperança que Spectreman salvaria o mundo mais uma vez, mesmo que, para isso, fosse preciso destruir uma cidade inteira.




O filminho permanece obscuro. Meus contemporâneos simplesmente ignoram a saga do herói tosco, porém clássico. Nem sequer tenho o prazer de gritar “não perdia um!”. Quando o assunto é herói japonês, a memória afetiva televisiva é representada pelos oitentistas ‘Ultraman’ e ‘Ultraseven’.




De qualquer maneira, Spectreman não deixou de me traumatizar. Porém, com um pacote de Biscoitos Vitaminados São Luíz sabor chocolate eu não me importava se Tóquio estava sendo destruída por uma iguana gigante e nervosa.
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🔴 “A marvada pinga é que me atrapaia”

O significado de “pária internacional” foi atualizado. O vassalo-mor da China (Lula), num café da manhã, redefiniu todo o conceito da palavra “paria”. Arriscando soluções simples para questões complicadas, Lula, mais uma vez, deu a receita de como acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia. Sim, o sujeito que elogiou a política econômica da Argentina e quis interromper a eterna guerra entre árabes e judeus, acha que sabe gerir o planeta.




Lula, em campanha, prometeu acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia reunindo Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, respectivamente, numa mesinha de boteco, tomando uma cervejinha (olha ela aí). Vendo que seria tão fácil, concluí que sempre esvaziei garrafas em vão, sendo que meu vício podia ser convertido pela nobre função de neutralizar pessoas embriagadas de ódio. 




O ex-presidiário tentou se intrometer na questão. Porém, como os europeus estiveram imunes às bravatas eleitoreiras, não levaram a sério a jactância. Lula, equipado com um raciocínio rasteiro, está encarando essa contenda como uma invasão de fazenda pelo MST ou uma briga, por um terreno, entre vizinhos.




No entanto, essa categoria de fanfarronice megalomaníaca soa como a ‘5ª Sinfonia’ de ‘Beethoven’ aos ouvidos da ONU (Organização das Nações Unidas). A ONU, e seus asseclas têm um fetiche com ditadores de países pouco conhecidos. Com essa estética, Lula, com sua falsa simplicidade, é um forte candidato a secretário-geral da organização.




Num café da manhã com jornalistas, o eterno sindicalista voltou a sinalizar virtude ao exigir o cessar-fogo no Hemisfério Norte. Os alto-falantes denunciaram, mais uma vez, a tacanhez do raciocínio lulista. Seu conhecimento de geopolítica foi construído com o jogo de tabuleiro ‘War’ e no ‘Globo Repórter. A visão estreita é até comovente.




O estelionatário, que aplicou o “Conto da Picanha”, acredita que sua falácia tem alcance mundial. Contudo, obedecendo a rapidez de tuítes, Lula descobriu que os “gringos” não caíram no palavrório lulista. 















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