Reirazinho

Reirazinho

n. 1999 BR BR

Túneis de pensamentos perdidos.

n. 1999-01-09

Perfil
13 549 Visualizações

Luna

A melodia que se escorrega nua
Em seus florais que se revelam almas
Numa sonata que acorda a lua
E o seu som desliza em folhas calmas.

A sua beleza que se encarna crua
Pelas magnólias nos pés e palmas
E seu amor cheiroso atenua
O musical das madrugadas alvas.

Todos sorriem pelo tom solene
O lumiar, pelo contrário, chora.
A madrugada se tornou Selene…

E as magnólias viraram sono
Onde se dorme a perdida hora.
Não haverá outra voz nem outono.

Ler poema completo

Poemas

1

Supremo

Esculpido na influência venusiana,
perfeito e grandioso mármore,
o corpo pintado pelo sangue divino
das cores mais vitais.
Puro como conceitos não compostos,
Uno por clara excelência,
imortal e rei do esplêndido florescer:
conhecei-vos o inominável!
Excita todos os corpos existentes,
e outrossim, ninguém o toca,
traz metáforas mais que poesias
e aquém da imaginação.
Vislumbrado nas belas-artes,
crucificado pelos fracos,
abre os braços para universos,
deuses e mundos subjugados.
120

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.