Lista de Poemas
Castelos
#CASTELOS
Se me vai encontrar...
Para me ver sorrir...
Traga junto contigo o seu coração...
Que eu o quero sentir...
Desenhado por dedos de amor...
No acalanto de minha alma...
Meu peito é chama...
Que arde e clama...
Nunca deixei de acreditar...
Em um novo alvorecer...
Agradeço por essa luz...
Que me faz assim ser...
Me isolei, me fechei...
Por tantas desilusões que encontrei...
Ao mundo minhas costas virei...
É grande demais...
E nele não me encontrei...
Em meus sonhos sento a um canto...
E construo meus castelos no ar...
Somente as aves que voam alto...
Conseguem em minhas nuvens chegar...
Tranquei-me por dentro e atirei a chave fora...
Quem sabe se um dia...
Aguém possa encontrar...
E me venha libertar...
Sandro Paschoal Nogueira
http://conservatoriapoeta.blogspot.com
Se me vai encontrar...
Para me ver sorrir...
Traga junto contigo o seu coração...
Que eu o quero sentir...
Desenhado por dedos de amor...
No acalanto de minha alma...
Meu peito é chama...
Que arde e clama...
Nunca deixei de acreditar...
Em um novo alvorecer...
Agradeço por essa luz...
Que me faz assim ser...
Me isolei, me fechei...
Por tantas desilusões que encontrei...
Ao mundo minhas costas virei...
É grande demais...
E nele não me encontrei...
Em meus sonhos sento a um canto...
E construo meus castelos no ar...
Somente as aves que voam alto...
Conseguem em minhas nuvens chegar...
Tranquei-me por dentro e atirei a chave fora...
Quem sabe se um dia...
Aguém possa encontrar...
E me venha libertar...
Sandro Paschoal Nogueira
http://conservatoriapoeta.blogspot.com
124
No entardecer das horas
#NO #ENTARDECER #DAS #HORAS
Ainda que não haja brisa nenhuma...
E os nossos sentidos criarem uma ilusão...
Bastaria sentir com clareza a vida...
Para já hoje não querer partir...
Tamanha emoção...
Quando chega o entardecer...
Há um silêncio profundo a orar...
No céu voam em bando as andorinhas...
Uma estrela vai nascer...
Nunca lhe esqueço...
Vou lhe dizer...
Sempre estou a lembrar...
Sempre irei amar você...
Quem determina o belo e o feio?
Quem determina o que há de ser?
Quero me enfeitar de miríades...
Quero dançar sob a lua...
E assim, minha alma, também será sua...
Tudo isso deixa meu coração feliz...
E da magia...
Já não sou só um aprendiz...
Uma coisa te peço; de mim nunca se esqueças...
Diga que guardará, em segredos, meus sussurros...
E que eles lhe eram em doces sentido...
Junto aos seus ouvidos...
Se minha alma criar asas e se arrebatar...
Para bem longe, minha jornada...
Que um dia se fará...
Levarei também comigo...
Lembranças de seus sorrisos...
De minha parte, hoje o que mais quero...
Ao dormir, lhe ter junto aos meus sonhos...
Nem me dar conta das horas de carinhos...
Desse amor ...
Tão puro...
Para contigo.
Sandro Paschoal Nogueira
Ainda que não haja brisa nenhuma...
E os nossos sentidos criarem uma ilusão...
Bastaria sentir com clareza a vida...
Para já hoje não querer partir...
Tamanha emoção...
Quando chega o entardecer...
Há um silêncio profundo a orar...
No céu voam em bando as andorinhas...
Uma estrela vai nascer...
Nunca lhe esqueço...
Vou lhe dizer...
Sempre estou a lembrar...
Sempre irei amar você...
Quem determina o belo e o feio?
Quem determina o que há de ser?
Quero me enfeitar de miríades...
Quero dançar sob a lua...
E assim, minha alma, também será sua...
Tudo isso deixa meu coração feliz...
E da magia...
Já não sou só um aprendiz...
Uma coisa te peço; de mim nunca se esqueças...
Diga que guardará, em segredos, meus sussurros...
E que eles lhe eram em doces sentido...
Junto aos seus ouvidos...
Se minha alma criar asas e se arrebatar...
Para bem longe, minha jornada...
Que um dia se fará...
Levarei também comigo...
Lembranças de seus sorrisos...
De minha parte, hoje o que mais quero...
Ao dormir, lhe ter junto aos meus sonhos...
Nem me dar conta das horas de carinhos...
Desse amor ...
Tão puro...
Para contigo.
Sandro Paschoal Nogueira
91
Pedras em minha vida
#PEDRAS #EM #MINHA #VIDA
As pedras de minha vida são cinzentas...
Uma estrada...
Uma casa...
Um banco...
Junto a elas...
Em noite estreladas ficam azuis...
Sempre esperam os menestréis...
Brilham tanto que parecem...
Ter uma própria luz...
Testemunhas imóveis de um tempo...
De vidas que aqui já não estão mais...
Lembranças com suspiros...
Felizes uns...outros ais..
Estrelas que do céu caem...
Transformando-se em minhas pedras...
Contam histórias que não machucam...
Não são testemunhas frias...
Acordem! Acordem!
Venham todos ver...
As pedras brilharem...
Agora há de ser...
O seresteiro vai passar...
Seu violão nos encanta...
Dá vontade de amar...
Venham todos ver!
Chora o céu em orvalho...
Banhando as pedras nuas...
A tristeza dá saudade...
A paixão se insinua...
As pedras me contam...
Suas histórias...
Das crianças brincando...
Quando saiam da escola...
Dos piques, das cantigas de roda...
De pular amarelinha, rodar o pião...
Empinar pipas...
Tantas alegrias...
Ainda guardadas em meu coração...
As pedras não me machucam...
São minhas amigas...
Me contam tantas histórias...
De muitas e diversas vidas...
São inertes, mas não são mudas...
São mais velhas do que eu...
Me viram nascer, crescer, florescer...
Também um dia...
Me verão morrer...
E quem sabe um dia elas contem...
Também a minha história...
Que feliz muito eu fui...
Em dias lindos e noites enluaradas...
E que ouviram um canto meu...
De uma alma antes apaixonada...
Pobre trovador que aqui tanto espera...
O seu coração reencontrar...
Não sei se foram sobres as pedras que me perdi...
Não posso dizer...
E elas não querem isso me contar...
Hoje, então, quando a lua surgir...
De estrelas vou me vestir...
Caminharei por atalhos derradeiros...
Me porei a refletir....
No que hoje quero...
No que amanhã talvez...
Quiçá...
Quem sabe assim...
Mais e mais...
Serei feliz...
Basta-me as pedras...
Saber ouvir...
.
Sandro Paschoal Nogueira
Comecei a escrever poesias a partir de janeiro 2020 até o dia de hoje.
#CAMINHOS #DE #UM #POETA #NASCIDO #EM #CONSERVATÓRIA
http://conservatoriapoeta.blogspot.com
.
As pedras de minha vida são cinzentas...
Uma estrada...
Uma casa...
Um banco...
Junto a elas...
Em noite estreladas ficam azuis...
Sempre esperam os menestréis...
Brilham tanto que parecem...
Ter uma própria luz...
Testemunhas imóveis de um tempo...
De vidas que aqui já não estão mais...
Lembranças com suspiros...
Felizes uns...outros ais..
Estrelas que do céu caem...
Transformando-se em minhas pedras...
Contam histórias que não machucam...
Não são testemunhas frias...
Acordem! Acordem!
Venham todos ver...
As pedras brilharem...
Agora há de ser...
O seresteiro vai passar...
Seu violão nos encanta...
Dá vontade de amar...
Venham todos ver!
Chora o céu em orvalho...
Banhando as pedras nuas...
A tristeza dá saudade...
A paixão se insinua...
As pedras me contam...
Suas histórias...
Das crianças brincando...
Quando saiam da escola...
Dos piques, das cantigas de roda...
De pular amarelinha, rodar o pião...
Empinar pipas...
Tantas alegrias...
Ainda guardadas em meu coração...
As pedras não me machucam...
São minhas amigas...
Me contam tantas histórias...
De muitas e diversas vidas...
São inertes, mas não são mudas...
São mais velhas do que eu...
Me viram nascer, crescer, florescer...
Também um dia...
Me verão morrer...
E quem sabe um dia elas contem...
Também a minha história...
Que feliz muito eu fui...
Em dias lindos e noites enluaradas...
E que ouviram um canto meu...
De uma alma antes apaixonada...
Pobre trovador que aqui tanto espera...
O seu coração reencontrar...
Não sei se foram sobres as pedras que me perdi...
Não posso dizer...
E elas não querem isso me contar...
Hoje, então, quando a lua surgir...
De estrelas vou me vestir...
Caminharei por atalhos derradeiros...
Me porei a refletir....
No que hoje quero...
No que amanhã talvez...
Quiçá...
Quem sabe assim...
Mais e mais...
Serei feliz...
Basta-me as pedras...
Saber ouvir...
.
Sandro Paschoal Nogueira
Comecei a escrever poesias a partir de janeiro 2020 até o dia de hoje.
#CAMINHOS #DE #UM #POETA #NASCIDO #EM #CONSERVATÓRIA
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96
Amanheceu
#AMANHECEU
E o sol libertou minha alma imortal...
Abri minhas asas...
E voei então...
A lua no céu já se despede...
Promete amanhã voltar...
Ouço, bem ao longe, um galo cantar...
Colhi as últimas estrelas...
Vou pegar a esperança e viver na sua luz...
E na espera de quem passa no caminho...
Hoje vou ofertar um sorriso...
Doar para quem jamais o teve...
Com um pouco de carinho...
Quero descobrir o amor e conhecer ao mundo...
Iluminar o meu destino...
Tal como nasci...
Leve como as borboletas...
Inocente menino...
Ouvir a canção do vento...
Sentir aroma de flores...
Aqui está todo o meu desejo...
De grandes amores...
Já que o tempo não tem fim...
Nessa manhã...
Espere por mim...
Sandro Paschoal Nogueira
http://conservatoriapoeta.blogspot.com
E o sol libertou minha alma imortal...
Abri minhas asas...
E voei então...
A lua no céu já se despede...
Promete amanhã voltar...
Ouço, bem ao longe, um galo cantar...
Colhi as últimas estrelas...
Vou pegar a esperança e viver na sua luz...
E na espera de quem passa no caminho...
Hoje vou ofertar um sorriso...
Doar para quem jamais o teve...
Com um pouco de carinho...
Quero descobrir o amor e conhecer ao mundo...
Iluminar o meu destino...
Tal como nasci...
Leve como as borboletas...
Inocente menino...
Ouvir a canção do vento...
Sentir aroma de flores...
Aqui está todo o meu desejo...
De grandes amores...
Já que o tempo não tem fim...
Nessa manhã...
Espere por mim...
Sandro Paschoal Nogueira
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111
E lá vou eu
#E #LÁ #VOU #EU
Ouvi, por vezes, em meio ao azul infinito...
Que as coisas profundas devem ser ditas em poucas palavras...
E com o coração sentido...
Sinto o dia todo aqui e ali...
Todo esse sentimento...
E escrevo meus poemas...
Para dizer que estou aqui...
Posto que nunca estou só...
Nem mesmo quando me abraça o silêncio...
Tudo é na eternidade um pequeno momento...
Sou verso de começos...
Sem princípio, sem fim, sem medida...
Escrevo o que sinto...
Coisas simples, da vida...
Porém, nunca a verdade me deixou...
Simplesmente fantasiar...
Bordando minhas letras...
Sempre posso mais sonhar...
Esse instante existe...
E minha vida por si mesmo se completa...
Não sou alegre...
Não sou triste...
Sou um solitário poeta...
Não tenho vergonha de dizer que estou triste...
Não tenho vergonha de dizer que estou alegre...
Apenas sinto dentro de mim...
E sigo fazendo assim...
Me deixo perder...
Para me procurar...
Pois é me perdendo...
Que sei que vou me encontrar...
E quando necessário...
Enlouqueço como for...
É o meu jeito...
Assim eu sou...
Dizem que os sonhos estão fora de moda...
Cavaram um buraco bem fundo e entraram...
Mas lá vou eu...
Nunca vou deixar de sonhar...
Nunca vou deixar de amar...
Se no meu amanhã o que eu sonhei...
Não acontecer...
Tiro um arco-íris da cartola...
Sem nada temer...
E nisso, sim, acredito...
Maior que todos os ventos contrários...
Diante das dificuldades...
Saberei sempre encontrar...
Minha felicidade...
Sandro Paschoal Nogueira
http://conservatoriapoeta.blogspot.com
Ouvi, por vezes, em meio ao azul infinito...
Que as coisas profundas devem ser ditas em poucas palavras...
E com o coração sentido...
Sinto o dia todo aqui e ali...
Todo esse sentimento...
E escrevo meus poemas...
Para dizer que estou aqui...
Posto que nunca estou só...
Nem mesmo quando me abraça o silêncio...
Tudo é na eternidade um pequeno momento...
Sou verso de começos...
Sem princípio, sem fim, sem medida...
Escrevo o que sinto...
Coisas simples, da vida...
Porém, nunca a verdade me deixou...
Simplesmente fantasiar...
Bordando minhas letras...
Sempre posso mais sonhar...
Esse instante existe...
E minha vida por si mesmo se completa...
Não sou alegre...
Não sou triste...
Sou um solitário poeta...
Não tenho vergonha de dizer que estou triste...
Não tenho vergonha de dizer que estou alegre...
Apenas sinto dentro de mim...
E sigo fazendo assim...
Me deixo perder...
Para me procurar...
Pois é me perdendo...
Que sei que vou me encontrar...
E quando necessário...
Enlouqueço como for...
É o meu jeito...
Assim eu sou...
Dizem que os sonhos estão fora de moda...
Cavaram um buraco bem fundo e entraram...
Mas lá vou eu...
Nunca vou deixar de sonhar...
Nunca vou deixar de amar...
Se no meu amanhã o que eu sonhei...
Não acontecer...
Tiro um arco-íris da cartola...
Sem nada temer...
E nisso, sim, acredito...
Maior que todos os ventos contrários...
Diante das dificuldades...
Saberei sempre encontrar...
Minha felicidade...
Sandro Paschoal Nogueira
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125
Até que sou
#ATÉ #QUE #SOU
Eu já usei gravata...
Calça quadrada...
Cueca rasgada...
Franja e topete...
Hoje sou calmo...
Mas já fui periguete...
Já andei de chinelo...
Porque não tinha sapato...
Já criei cachorros e gatos...
Também tive patos...
Já passei fome...
Por dias e dias seguidos...
Me lembro de quando ganhei um pão...
Dividi com um mendingo...
Fui abusado...
Mas nunca abusei...
Inocência de outro...
Nunca tirei...
Já fui crente...
Padre quiz ser...
Me tornei filho de santo...
Estive a ponto de me perder...
Já andei nas madrugadas...
Por estradas prateadas...
Corri atrás de sonhos...
Me vesti de enganos...
Já pintei quadros ...
Já fiz pastel...
Já chorei muito...
Calado, escondido, olhando para o céu...
Vi muitos nascerem...
Outros tantos falecerem...
Pinto minha casa de cal...
E assim será minha morada final...
Já bebi demais da conta...
Até memória perder...
Fumei maconha, cheirei cola e pó...
Só me fiz sofrer...
Fui cabeleireiro...
Feiticeiro...
Prostituto...Vagabundo...
Sou hoteleiro...
Hoje eu virei poeta...
Vivo em um mundo só meu...
Como melhor me condiz...
Para quem nasceu chorando...
Eu até que sou feliz...
Sandro Paschoal Nogueira
Eu já usei gravata...
Calça quadrada...
Cueca rasgada...
Franja e topete...
Hoje sou calmo...
Mas já fui periguete...
Já andei de chinelo...
Porque não tinha sapato...
Já criei cachorros e gatos...
Também tive patos...
Já passei fome...
Por dias e dias seguidos...
Me lembro de quando ganhei um pão...
Dividi com um mendingo...
Fui abusado...
Mas nunca abusei...
Inocência de outro...
Nunca tirei...
Já fui crente...
Padre quiz ser...
Me tornei filho de santo...
Estive a ponto de me perder...
Já andei nas madrugadas...
Por estradas prateadas...
Corri atrás de sonhos...
Me vesti de enganos...
Já pintei quadros ...
Já fiz pastel...
Já chorei muito...
Calado, escondido, olhando para o céu...
Vi muitos nascerem...
Outros tantos falecerem...
Pinto minha casa de cal...
E assim será minha morada final...
Já bebi demais da conta...
Até memória perder...
Fumei maconha, cheirei cola e pó...
Só me fiz sofrer...
Fui cabeleireiro...
Feiticeiro...
Prostituto...Vagabundo...
Sou hoteleiro...
Hoje eu virei poeta...
Vivo em um mundo só meu...
Como melhor me condiz...
Para quem nasceu chorando...
Eu até que sou feliz...
Sandro Paschoal Nogueira
117
Resplandecer
#RESPLANDECER
As cigarras já não cantam mais...
Há um grande vento frio cavalgando o céu...
Amanhã, depois, acontece de novo...
É chegada a hora...
De romper o véu...
A gente só fica assim...
Parado olhando o tempo...
Algum lugar bem longe de mim...
Mas com o espírito em festim...
Calo o orgulho sem me perder...
É difícil assim reconhecer...
Minha consciência é tranquila...
E meu coração é limpo...
Como deve ser...
Tenho pena de quem vive mentindo...
Tenho aprendido grandes lições na vida...
À noite vou me deitar entre sonhos e sensações...
E quando a tempestade acabar...
O caminho será mais claro...
Voarei livre como um pássaro...
Eu choro, me deprimo...
Me alegro e sorrio...
Pedras na jornada não mais carregarei comigo...
As deixarei perdidas por aí...
Sem avisos...
Que seja assim daqui em diante...
Para todo sempre...
Eternamente...
Limpando a alma pra não mais padecer...
Com o coração leve...
A resplandecer...
Sandro Paschoal Nogueira
http://conservatoriapoeta.blogspot.com
.
As cigarras já não cantam mais...
Há um grande vento frio cavalgando o céu...
Amanhã, depois, acontece de novo...
É chegada a hora...
De romper o véu...
A gente só fica assim...
Parado olhando o tempo...
Algum lugar bem longe de mim...
Mas com o espírito em festim...
Calo o orgulho sem me perder...
É difícil assim reconhecer...
Minha consciência é tranquila...
E meu coração é limpo...
Como deve ser...
Tenho pena de quem vive mentindo...
Tenho aprendido grandes lições na vida...
À noite vou me deitar entre sonhos e sensações...
E quando a tempestade acabar...
O caminho será mais claro...
Voarei livre como um pássaro...
Eu choro, me deprimo...
Me alegro e sorrio...
Pedras na jornada não mais carregarei comigo...
As deixarei perdidas por aí...
Sem avisos...
Que seja assim daqui em diante...
Para todo sempre...
Eternamente...
Limpando a alma pra não mais padecer...
Com o coração leve...
A resplandecer...
Sandro Paschoal Nogueira
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98
Será que pode
#SERÁ #QUE #PODE?
Nada de mais, nem de menos...
Se eu fosse o que você pensa...
Eu não seria o que sou...
Se não sou você...
Você não é eu...
Você sente, pensa e sabe...
Mas pensa que sabe quem sou eu...
Pode ser e pode não ser...
Sei que é diferente apenas...
Tanto posso dizer que sou...
Mas você não pode dizer...
O que penso...
Não sabe a diferença que encontra...
Não sabe de mim nada...
Só deixo você saber o que quero...
Como tem que ser...
A mentira ou o verdadeiro...
Assim eu me dou por satisfeito...
No que pensa não me diz nada...
Simples assim...
Eu que penso por mim...
Sandro Paschoal Nogueira
Nada de mais, nem de menos...
Se eu fosse o que você pensa...
Eu não seria o que sou...
Se não sou você...
Você não é eu...
Você sente, pensa e sabe...
Mas pensa que sabe quem sou eu...
Pode ser e pode não ser...
Sei que é diferente apenas...
Tanto posso dizer que sou...
Mas você não pode dizer...
O que penso...
Não sabe a diferença que encontra...
Não sabe de mim nada...
Só deixo você saber o que quero...
Como tem que ser...
A mentira ou o verdadeiro...
Assim eu me dou por satisfeito...
No que pensa não me diz nada...
Simples assim...
Eu que penso por mim...
Sandro Paschoal Nogueira
113
A quarentena
#A #QUARENTENA
Ai meu Deus...
Me responde logo...
Já não mais aguento...
Esse sufoco...
Acordo...
Tomo banho...
Vou comer pastel...
Volto para casa...
Geladeira vou visitar...
Como o dia todo...
Até dedo já comecei a chupar...
Hoje fiz feijoada...
Só de linguiça calabresa...
Coloquei quase uma tonelada...
Foi embora 1/2 pacote...
Sem contar as outras peças...
Já comi 6 pratos...
Ficou boa a beça...
Comprei 4 batatas doce...
Cozinhei e fritei...
Já devorei...
A caixa de morango...
Que comprei lá na Manu...
Com leite condensado...
Não sobrou nenhum...
Agora encomendei...
Dois acarajés da Eliane Moreira...
Comi tudinho...
Minhas pernas deram até bambeira...
Escutei barulho de gambá...
Montei armadilha para o bicho pegar...
- Qual isca que devo usar?
Coloquei arroz doce que fiz...
Aproveitei ...
Me lambuzei...
Já estou com vontade...
De ir na rua...
Tem pizza de atum...
Hambúrguer e catuaba...
Será que eu não penso em mais nada?
Outro dia comi ...
Dois sacos de pão da Elzerina Da Almeida Da Motta Rufino...
Qual que estourei ...
O meu umbigo...
Graças a Deus ...
Tenho metabolismo acelerado...
Posso comer à vontade...
Sem nenhum cuidado...
Como e deito...
Deito e durmo...
Sonho e ronco...
Barriga cheia dá vômito...
Já bati há pouco...
Uma vitamina...
Recomendo...
Banana com aveia...
Uma colher de chocolate...
Coloque mel...
E já bate...
Fica uma delícia...
Três canecas...
Já é o suficiente...
Esperando essa quarentena acabar...
Preciso ...
Me movimentar...
Sinto falta de receber meus hóspedes...
Preparar o café...
Se eles não comem tudo...
Lamento...
Para comida...
Não tenho rapapé...
Acho que vou dormir agora só um pouquinho...
Sandro Paschoal Nogueira
Comecei a escrever poesias a partir de janeiro 2020 até o dia de hoje.
#CAMINHOS #DE #UM #POETA #NASCIDO #EM #CONSERVATÓRIA
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.
Ai meu Deus...
Me responde logo...
Já não mais aguento...
Esse sufoco...
Acordo...
Tomo banho...
Vou comer pastel...
Volto para casa...
Geladeira vou visitar...
Como o dia todo...
Até dedo já comecei a chupar...
Hoje fiz feijoada...
Só de linguiça calabresa...
Coloquei quase uma tonelada...
Foi embora 1/2 pacote...
Sem contar as outras peças...
Já comi 6 pratos...
Ficou boa a beça...
Comprei 4 batatas doce...
Cozinhei e fritei...
Já devorei...
A caixa de morango...
Que comprei lá na Manu...
Com leite condensado...
Não sobrou nenhum...
Agora encomendei...
Dois acarajés da Eliane Moreira...
Comi tudinho...
Minhas pernas deram até bambeira...
Escutei barulho de gambá...
Montei armadilha para o bicho pegar...
- Qual isca que devo usar?
Coloquei arroz doce que fiz...
Aproveitei ...
Me lambuzei...
Já estou com vontade...
De ir na rua...
Tem pizza de atum...
Hambúrguer e catuaba...
Será que eu não penso em mais nada?
Outro dia comi ...
Dois sacos de pão da Elzerina Da Almeida Da Motta Rufino...
Qual que estourei ...
O meu umbigo...
Graças a Deus ...
Tenho metabolismo acelerado...
Posso comer à vontade...
Sem nenhum cuidado...
Como e deito...
Deito e durmo...
Sonho e ronco...
Barriga cheia dá vômito...
Já bati há pouco...
Uma vitamina...
Recomendo...
Banana com aveia...
Uma colher de chocolate...
Coloque mel...
E já bate...
Fica uma delícia...
Três canecas...
Já é o suficiente...
Esperando essa quarentena acabar...
Preciso ...
Me movimentar...
Sinto falta de receber meus hóspedes...
Preparar o café...
Se eles não comem tudo...
Lamento...
Para comida...
Não tenho rapapé...
Acho que vou dormir agora só um pouquinho...
Sandro Paschoal Nogueira
Comecei a escrever poesias a partir de janeiro 2020 até o dia de hoje.
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117
Borboleta
#BORBOLETA
A primeira estrela no céu se revela...
Caminha pela rua a brisa fria...
Finda já a tarde...
Tão bela...
No mundo bordado...
Cheio de maravilhas...
Tão longe...
De mim distante...
Num ondulante respingo de melancolia...
Uma borboleta me faz companhia...
Tranquilos e tristemente...
Caminham pelas ruas...
Um pingo de gente...
E vão... E vem...
E voltam... E passam...
Em tão poucas companhias...
Mudam-se as coisas...
Muda-se a vida...
E os sonhos,
Um dia perdidos...
Não voltam mais...
Não sei se penso em tudo...
Ou se de tudo me esqueço...
O que na alma vai...
Às vezes penso que enlouqueço...
Levo os meus sonhos para sempre...
Mesmo com as lembranças roubadas...
Levando num sorriso...
Indeciso...
Os restos de mim...
Em pedaços...
A vida é este palco...
Sem que se entenda o sentido...
Uma órbita suspeita...
Momento a ser vivido...
Borboleta...
Obrigado pelo carinho de sua visita...
Sandro Paschoal Nogueira
A primeira estrela no céu se revela...
Caminha pela rua a brisa fria...
Finda já a tarde...
Tão bela...
No mundo bordado...
Cheio de maravilhas...
Tão longe...
De mim distante...
Num ondulante respingo de melancolia...
Uma borboleta me faz companhia...
Tranquilos e tristemente...
Caminham pelas ruas...
Um pingo de gente...
E vão... E vem...
E voltam... E passam...
Em tão poucas companhias...
Mudam-se as coisas...
Muda-se a vida...
E os sonhos,
Um dia perdidos...
Não voltam mais...
Não sei se penso em tudo...
Ou se de tudo me esqueço...
O que na alma vai...
Às vezes penso que enlouqueço...
Levo os meus sonhos para sempre...
Mesmo com as lembranças roubadas...
Levando num sorriso...
Indeciso...
Os restos de mim...
Em pedaços...
A vida é este palco...
Sem que se entenda o sentido...
Uma órbita suspeita...
Momento a ser vivido...
Borboleta...
Obrigado pelo carinho de sua visita...
Sandro Paschoal Nogueira
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