Tchoroco Záfenat

Tchoroco Záfenat

n. 1980 BR BR

tchorocozafenat.weebly.com

n. 1980-10-02, Campina Grande/PB

Perfil
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La Basura


Lo que te sirvió en El pasado

Hoy no te sirve más,

Resto del pan, sobras del aguas

Por tú rechazado,

Empujado por una escoba,

Cosechado por una pala,

Jugados en mi mesa.



Lo que no te sirve,

Alimenta mi sudor,

Lo que no me sirve hace sudar,

Otro cuerpo en el polvo de mi escoba.

Mimote y el pan pongome

Pongote a la mesa,

En dia de grandeza.





El papel que a-masas,

La hidráulica que quiebras

La má(la)-quina sin función

Es meta-morfo-sis de tú basura

Transformándose en mi pan.

Del pan nuestro, de grano en grano,

De cada día mi sustento.



Oro por tú que hace basura,

Para agradecer el picnic.

Bella tarde de sol,

Sentome al solo y sirvome,

Manzana dañada, carne-sentida,

Nutrí á mi, á mi perro,

Y a la hormiga que mordí.



En la tuya mesa tienes abundancia,

Y en mi mesa falta abundancia,

Y de tanta falta, sólo me falta

Un infarte en la mía creatura,

Pues me falta vitamina,

Me falta higiene

En esta mía caminada durable.

Tchoroco Záfenat

12-13/04/2010
Ler poema completo
Biografia
1980 

* Nasce em Campína Grande/PB

1990 

* Firma residencia por 10 anos em Juazeiro do Norte/CE

1994 

* Inicia seus estudos numa escola municipal de J. do Norte/CE

1998 

* Inicia carreira de ator na escola estadual (em Juazeiro do Norte/CE)

2000 

* Participa do projeto Leitura encenada com o texto: "O Assassinato do anão do caralho grande" de Plinio Marcos, direção de Gil Grangeiro com a Cia de Artes Contemporânea. em Juazeiro do Norte e Crato/CE.

* Participa do Festal  com o espetáculo Padre cicero - direção de André de Andrade em Juazeiro do Norte e Fortaleza/CE.

* Pública no semanal "O Quatro" em Juazeiro do Norte/CE, os seguintes Poemas:
-Educação não é para qualquer um. ano III nº 133
-Resolvendo problemas. ano III nº 130
-A Outra Face. ano III nº 126
-Lágrimas e dor. ano III nº 120
-BRASIL 500 e H2O. Ano III nº 115
-Meus direitos. Ano III nº 111
-Quem sou eu? ano III nº 107

2001

 * Escreveu, dirigiu e atuou em seu primeiro texto teatral ("Meu pai virou homem") com o Grupo a Outa Face

* Participou do CEJ (Centro Estudantil Juazeirense) Na qualidade de Colaborador do departamento de Cultura.

2002 
* Passa a fazer parte do Grupo de Teatro Heureca parceiro do SESI/PB, onde permanece atualmente. Ver site     www.grupoheureca.com.br
                                   http//:Gtheureca.tripod.com.br
2003

* Criou e Redigiu o folhetim informativo (Se liga na noticia!) do grêmio livre estudantil: VISÃO CRÍTICA em Barra de Santana/PB

* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Inicio para o Fim. ano I nº 2
-O sonho. ano I nº 3
-Cara e coroa. ano I nº 4/5
-Tempo. ano I nº 5
-Natal. ano I nº 12

2004 

*  Atua e Dirigi o monologo: Bandeira Vermelha de autoria de Josimar Alves.

* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Amigo meu. ano II nº 2

2006

* Participou do Festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Coordenador do Palco do Teatro Rosil Cavalcante.

2007

* Participou do festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Assessor da mostra de teatro.

2008 

*  Pública seu primeiro artigo cientifico ("O Teatro do Nosso e do Imaginário dos Outros") na XIV semana de Letras - UEPB/Campina Grande/PB.

* Começa sua graduação de Letras com Licenciatura em Lingua espanhola, pela UEPB em Campina Grande/PB

* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB

2009

* Publica o artigo: "Las prácticas de enseñanza de la lengua española" na I Jornada de estudios hispánicos del brejo paraíbano, pela UEPB - em Guarabira/PB

* Publica o artigo: "Incentivo da Literatura Machadiana em Sala de Aula, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB

* Publica o artigo: "Formas distintas de abordar a literatura machadiana, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB

* Recebe menção honrosa por sua participação no XIII concurso Nacional de Poesia "Castro Alves" em São Paulo/SP

* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB

* Participou do I Jornada de Estudios Hispánicos del Brejo Paraíbano em Guarabira/PB na qualidade de Colaborador.

Poemas

18

La Basura


Lo que te sirvió en El pasado

Hoy no te sirve más,

Resto del pan, sobras del aguas

Por tú rechazado,

Empujado por una escoba,

Cosechado por una pala,

Jugados en mi mesa.



Lo que no te sirve,

Alimenta mi sudor,

Lo que no me sirve hace sudar,

Otro cuerpo en el polvo de mi escoba.

Mimote y el pan pongome

Pongote a la mesa,

En dia de grandeza.





El papel que a-masas,

La hidráulica que quiebras

La má(la)-quina sin función

Es meta-morfo-sis de tú basura

Transformándose en mi pan.

Del pan nuestro, de grano en grano,

De cada día mi sustento.



Oro por tú que hace basura,

Para agradecer el picnic.

Bella tarde de sol,

Sentome al solo y sirvome,

Manzana dañada, carne-sentida,

Nutrí á mi, á mi perro,

Y a la hormiga que mordí.



En la tuya mesa tienes abundancia,

Y en mi mesa falta abundancia,

Y de tanta falta, sólo me falta

Un infarte en la mía creatura,

Pues me falta vitamina,

Me falta higiene

En esta mía caminada durable.

Tchoroco Záfenat

12-13/04/2010
2 245

No jardim uma flor (Para o dia das mulheres)

De um sorriso simples e inocente
O coração logo tã ta
Faz sofrer loucamente
Um homem sã.

Não tem desejo que resista
A um olhar tão puro e verdadeiro
E pergunta a cientista:
Será mesmo de um arqueiro?

Não existe flecha nem cupido
O que existe é uma flor
Que trás como destinado
O dom do amor.

É uma flor,Maria da penha, Raquel...
É uma rosa,Lourdes,Lityeska...
É ainda Fernanda, Ana e Isabel...
E também Núbia, Vanessa e Valeska...

Que faz valer-se do seu valor
De ser linda e charmosa como quer
No jardim do amor
Uma flor chamada mulher.

 Tchoroco Záfenat
2 201

Companheiro de caminhada

Caminhei na rua

Caminhei na praça

E numa destas caminhadas

Tomei banho de chuva



Percebi então o teu estado

Doente,resfriado e encharcado.

Tossia como tuberculoso

Seu coro rachava e abria.



Boca aberta,língua de fora

Mal hálito exalando,

Não há mais condições

Meu pobre sapatinho!



Tchoroco Záfenat

Baia da Traição – PB 08/12/07
3 332

Meu filho

Quero apresentar “meu” filho.
É um dragão.
Pequeno dragão,
Habilidoso e bastante equilibrado,
Igual a uma balança
Com mil para cada lado.
Não é criança
(mesmo sendo)
Por falta de sete dias.
Mais é tímido e inteligente
Por causa da décima casa mensal.
Filho este que nasceu,
Do meu desejo incontrolável,
Da minha sede de amar.
Filho meu
Apenas meu e de mais ninguém,
Porque foi gerado
No meu coração
E educado pelo mesmo
Filho “meu” de “meu” pai,
De meu padrasto
E de mais alguém.
Filho “meu”
Com alguém que ainda vou conhecer.
Este mesmo é
Filho de minha mãe
E é filho daquela que a guardou
Em seu saco d’água
Durante nove meses,
É “meu” sangue
E não tem do meu sangue.
De mim herdou características e personalidades.
Apesar do parecer,
Não é filho nem parente de (Tiquim).
O filho é “meu”
Eu insisto em dizer:
Tenho dito e ...
O filho é “meu”.

Tchoroco Záfenat
2 128

As pazes

Que, quer isso camarada!?
Trato-lhe com tanto carinho, e você só sabe me deixar de cara lisa!
É a você que dou os créditos do rejuvenescimento temporário
E você me corta a cara!
Não, não é coisa que se faça
Estou de mal com você e não vou fazer as pazes.
Não faço, não faço e não faço!
Ah! É bem lembrado!
Éramos bons e grandes amigos, desde a minha adolescência,
Lembro que você me ajudou com a primeira namorada,
Aquele emprego e entre outras coisas que me ajudasse.
Com um novo visual, um visual rejuvenescedor.
Sei que os amigos me criticam com as minhas decisões polêmicas,
Dizem que sou radical, talvez estejam com a razão, não sei!
O tempo passa, e todos reparam que o laço que se quebrou entre nós
Só causou distúrbios em mim, a namorada fala, o patrão fala, os amigos falam
E até minha família fala,
O tempo que se passa e nada volta atrás,
Percebo que não há outro jeito
Tenho que reatar com você
Todos ficam felizes (os mesmos citados)!
A família, os amigos, o patrão e a namorada
Agradecem e dizem:-Até que fim,ele fez as pazes com o barbeador.

Tchoroco Záfenat
2 215

Re-lances

Teus olhos nos meus
Meus olhos nos teus
Uma loucura,
Uma sensação indescritível.
A corpo a tremer,
O coração a bater
O sangue a ferver nas veias
Os nervos a flor da pele.

Entre o teu e o meu olhar
Vejo o mundo passar
Os anjos a cantar
Canções infalíveis de amor
Vejo também estrelas coroando o céu
A noiva de prata e o astro rei a se beijar
E uma fonte energética cosmolar
A nos rodear.

Em re-lances,
Meu olhar em tua boca
Teu olhar em minha boca
Faz nascer-nos uma vontade louca
De beijar-nos na boca
Em seguida fazer cantar o “ roxinol “
Inspirado nesse beijar teu e meu.

Já o cosmo de nossos corpos
Em metamorfose uni nossos desejos.
E nas plumas celestiais
Nossos corpos entrelaçados
Sob as mais altas dimensões amorosas.

Pouco a pouco
Mão na mão
Aterrisamo-nos na terra
Beijinhos e palavras
Despedimos um do outro
Já na saudade e na espera,
De mais uma vez, ver-nos.

Tchoroco Záfenat
2 576

Me queres

Se me queres,
Como queres?
É de querer como me queres?
Ou me queres só por querer?

Me queres a sorrir,
Feliz tu me queres,
Amando tu me queres
Sou amado por querer-me.

Do contrário,
Sofreria por te querer
Meu bem querer.
Porém,
Sei que me queres
Pois,
É meu o teu querer
Te quero como me queres

No luar me queres
Entre o coberto me queres
Com beijos e carinhos
Me queres,me queres, me queres.


Na saúde me queres
Me queres na doença
Na vida me queres
Até que a morte nos separe
Tchoroco Záfenat
3 354

Entre Garfo e Faca

A barriga aperta
Eu tenho sede
Olhos no espelho e não tem pão

Vejo uma lágrima
Entre garfo e faca
Alimentando meu irmão

A barriga aperta
Eu tenho sede
Bebo um pouco dágua
Pra matar a minha fome

Não quero dormir no chão
por isso te peço um pão
Amigo tenho sede
por favor me dê um pão

Vou buscando forças
Em minhas fraquezas
E a alguém eu peço pão

Para saciar-nos
Uma grande sede
Minha e também de meu irmão.


Tchoroco Záfenat
1 746

Gás Irritante

Eita catinga desgraçada!
Esse além de podre ta morto e não sabe.
Vai danado, comece carne de urubu,
Ou repolho azedo do ano passado?
Nesse elevador só sai vivo se estiver com o nariz entupido
ou vier doutro planeta.
Esse é um gás infernal
Não é natural
Dar raiva, náusea, dor de cabeça e muito mais.
Tudo muito imoral
Tem gás com perfil.
O tímido é caladinho e perigoso
Na suspeita deixa uns mil
O escandaloso, grita, esperneia
Preocupado fica uns mil
E muitas vezes é cão que ladra mais não morde
Gás obscuro que vagueia pelo ar
Polui o ambiente
Penetra nas narinas
E nos deixa um pesar
De cheirar aquele gás que não saiu do meu sentar.


Tchoroco Záfenat
2 338

Abstrato

Meus olhos brilham ao ouvir,

Meu coração lati aos cantos

Meus olhos brilham ao ouvir

Minha boca sempre te olhando.



Fico no tempo

Admirando os momentos,

Em que pego de repente,

Minha boca a te mirar.



Meus olhos escuta

O meu nariz falar,

Que meus ouvidos sentem,

Minha pele a te cheirar.



Meus sentidos sentem

Ciúmes um do outro

Quando estou do teu lado.



Pois é um te ouvindo,

Um a te sentir,

Um a te cheirar,

Um outro a te falar,

E a boca que não para de te olhar.



Nem pétalas ou cereja

Nem água fresca ou melodias

E nem mesmo ainda uma linda paisagem!

Fará meu coração abrandar o que sinto por te.



Só Deus compreende

Junto a Jesus

O que aqui no peito,

Nem a natureza traduz.



É forte demais para um homem,

Complicado de se entender,

E simples demais para “Deus”

Tamanha força deste abstrato

Que ele nos deu.

Tchoroco Záfenat

11/04/03- Campina Grande-PB
2 052

Comentários (2)

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Tchoroco Záfenat

Na escrita até desenrolo um pouco, mas levo uma boa pisa da tecnologia, por isso demoro tanto a responder, porque vou descobrindo aos pouco as coisas que existe nos sites, por estes e por outros motivos peço desculpas Londres e um muito obrigado por suas palavras.

Londres
Londres

Grande autor muito boa suas poesias