Tchoroco Záfenat

Tchoroco Záfenat

n. 1980 BR BR

tchorocozafenat.weebly.com

n. 1980-10-02, Campina Grande/PB

Perfil
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Tempo

Já não vejo mais como antes,
Agora as coisas tem menos nitidez e mais contrastes.
Minhas falas,
Enriqueceram,
Agora com os melhores verbos,
Conjugando da melhor forma,
Com adjetivo, pronomes, artigos e muito mais.

Quem diria,
Quem diria mesmo,
Que em um sorriso eu mostraria tudo isso na maior simplicidade,
Ao contrário do cabelo,
Chega diretamente sem pedi licença,
Se pinta de branco
E fica como um artista querendo se exibir,
E todos ao seu redor
Vê-lo de uma forma diferente dos últimos cinco janeiros.

Tchoroco Záfenat
Ler poema completo
Biografia
1980 

* Nasce em Campína Grande/PB

1990 

* Firma residencia por 10 anos em Juazeiro do Norte/CE

1994 

* Inicia seus estudos numa escola municipal de J. do Norte/CE

1998 

* Inicia carreira de ator na escola estadual (em Juazeiro do Norte/CE)

2000 

* Participa do projeto Leitura encenada com o texto: "O Assassinato do anão do caralho grande" de Plinio Marcos, direção de Gil Grangeiro com a Cia de Artes Contemporânea. em Juazeiro do Norte e Crato/CE.

* Participa do Festal  com o espetáculo Padre cicero - direção de André de Andrade em Juazeiro do Norte e Fortaleza/CE.

* Pública no semanal "O Quatro" em Juazeiro do Norte/CE, os seguintes Poemas:
-Educação não é para qualquer um. ano III nº 133
-Resolvendo problemas. ano III nº 130
-A Outra Face. ano III nº 126
-Lágrimas e dor. ano III nº 120
-BRASIL 500 e H2O. Ano III nº 115
-Meus direitos. Ano III nº 111
-Quem sou eu? ano III nº 107

2001

 * Escreveu, dirigiu e atuou em seu primeiro texto teatral ("Meu pai virou homem") com o Grupo a Outa Face

* Participou do CEJ (Centro Estudantil Juazeirense) Na qualidade de Colaborador do departamento de Cultura.

2002 
* Passa a fazer parte do Grupo de Teatro Heureca parceiro do SESI/PB, onde permanece atualmente. Ver site     www.grupoheureca.com.br
                                   http//:Gtheureca.tripod.com.br
2003

* Criou e Redigiu o folhetim informativo (Se liga na noticia!) do grêmio livre estudantil: VISÃO CRÍTICA em Barra de Santana/PB

* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Inicio para o Fim. ano I nº 2
-O sonho. ano I nº 3
-Cara e coroa. ano I nº 4/5
-Tempo. ano I nº 5
-Natal. ano I nº 12

2004 

*  Atua e Dirigi o monologo: Bandeira Vermelha de autoria de Josimar Alves.

* Pública no semanal "Se liga na noticia!" em Barra de Santana/PB, os seguintes Poemas:
-Amigo meu. ano II nº 2

2006

* Participou do Festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Coordenador do Palco do Teatro Rosil Cavalcante.

2007

* Participou do festival de Inverno de Campina Grande/PB na qualidade de Assessor da mostra de teatro.

2008 

*  Pública seu primeiro artigo cientifico ("O Teatro do Nosso e do Imaginário dos Outros") na XIV semana de Letras - UEPB/Campina Grande/PB.

* Começa sua graduação de Letras com Licenciatura em Lingua espanhola, pela UEPB em Campina Grande/PB

* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB

2009

* Publica o artigo: "Las prácticas de enseñanza de la lengua española" na I Jornada de estudios hispánicos del brejo paraíbano, pela UEPB - em Guarabira/PB

* Publica o artigo: "Incentivo da Literatura Machadiana em Sala de Aula, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB

* Publica o artigo: "Formas distintas de abordar a literatura machadiana, no Encontro Machado de Assis: O bruxo da Linguagem, Pela UEPB - Campina Grande/PB

* Recebe menção honrosa por sua participação no XIII concurso Nacional de Poesia "Castro Alves" em São Paulo/SP

* Lecionou Teatro para o grupo da terceira idade do SESI/PB em Campina Grande/PB

* Participou do I Jornada de Estudios Hispánicos del Brejo Paraíbano em Guarabira/PB na qualidade de Colaborador.

Poemas

18

Tempo

Já não vejo mais como antes,
Agora as coisas tem menos nitidez e mais contrastes.
Minhas falas,
Enriqueceram,
Agora com os melhores verbos,
Conjugando da melhor forma,
Com adjetivo, pronomes, artigos e muito mais.

Quem diria,
Quem diria mesmo,
Que em um sorriso eu mostraria tudo isso na maior simplicidade,
Ao contrário do cabelo,
Chega diretamente sem pedi licença,
Se pinta de branco
E fica como um artista querendo se exibir,
E todos ao seu redor
Vê-lo de uma forma diferente dos últimos cinco janeiros.

Tchoroco Záfenat
2 362

IGUALDADE





De gênero não é,

Mas é de barro,

É do sopro,

E é do pai.

Cada um com as suas
digitais.

Identidade é para todos.

É para todos. Uma profissão.

E todos com direito ao pão.

Cada um escolhe

Ideais e sonhos

Direitos e deveres

Versos e reversos

Nada importa quando há
importância

O que realmente importa

Nem tem importância

Mas todos se importam.

De gênero
não é,

Mas é de gosto ou desgosto,

É do bem querer ou não
querer,

E é do pai ou da mãe.

Cada um com as suas
digitais.

Brincadeira é para todos.

É para todos. Inocência e
saliência.

E todos com direito ao
perdão.

Cada um escolhe,

Ser e não ser,

Metal ou bolero,

Lua e sol.

Nada se diz quando há
importância

Nem o silêncio é o que
realmente importa

Ser igual é ser diferente

Isso sim é o que importa.

De gênero não é.

Cada um com as suas
digitais.

Cada um escolhe.

Nada realmente importa
quando nem há importância.





Tchoroco Záfenat

Floresta - Barra de São Miguel/PB 09/07/2013

1 120

Eternizar

Quero parar o tempo,
No momento que te ver sorrir
Para eternizar esse sorriso limpo
De quem o faz sem o fingir

É pra te ver vislumbrar,
Repleta de amor e paz,
Eu este jovem rapaz,
Quero o teu tempo parar.

Na hora de uma lágrima cair
Para enxugar o teu rosto
Antes da dor persistir
Aumentando o teu pranto

Ah!como quero em teu sonho gostoso
O tempo também fazer parar
Para que viva o caloroso,
Cada momento desfrutar.

O tempo quero também parar
No momento que me beijar
Pois se o mundo acabar
Este instante no tempo quero deixar.
Tchoroco Záfenat
22/08/07- Campina Grande-PB
7 171

Me queres

Se me queres,
Como queres?
É de querer como me queres?
Ou me queres só por querer?

Me queres a sorrir,
Feliz tu me queres,
Amando tu me queres
Sou amado por querer-me.

Do contrário,
Sofreria por te querer
Meu bem querer.
Porém,
Sei que me queres
Pois,
É meu o teu querer
Te quero como me queres

No luar me queres
Entre o coberto me queres
Com beijos e carinhos
Me queres,me queres, me queres.


Na saúde me queres
Me queres na doença
Na vida me queres
Até que a morte nos separe
Tchoroco Záfenat
3 348

Companheiro de caminhada

Caminhei na rua

Caminhei na praça

E numa destas caminhadas

Tomei banho de chuva



Percebi então o teu estado

Doente,resfriado e encharcado.

Tossia como tuberculoso

Seu coro rachava e abria.



Boca aberta,língua de fora

Mal hálito exalando,

Não há mais condições

Meu pobre sapatinho!



Tchoroco Záfenat

Baia da Traição – PB 08/12/07
3 329

Entre o passado e o futuro

Os anos passam,

Devastando tudo

Estou à frente dos anos

Mas estou parado.



Nunca estive em primeiro

Jamais fui o derradeiro

Os anos chegam devagar

E permaneço neste lugar.



São navalhas,

Marcam minha pele,

São recordações

Que me repele.



Escrevem minhas vitórias

Relatam minhas derrotas,

Neles faço histórias

Implodindo-me de esperança



Com os anos fui inocentado,

Vitalício, juvenil,

Com os anos fui acusado,

Perdi La juventude não sou mais viril.


Tchoroco Záfenat
1 792

No jardim uma flor (Para o dia das mulheres)

De um sorriso simples e inocente
O coração logo tã ta
Faz sofrer loucamente
Um homem sã.

Não tem desejo que resista
A um olhar tão puro e verdadeiro
E pergunta a cientista:
Será mesmo de um arqueiro?

Não existe flecha nem cupido
O que existe é uma flor
Que trás como destinado
O dom do amor.

É uma flor,Maria da penha, Raquel...
É uma rosa,Lourdes,Lityeska...
É ainda Fernanda, Ana e Isabel...
E também Núbia, Vanessa e Valeska...

Que faz valer-se do seu valor
De ser linda e charmosa como quer
No jardim do amor
Uma flor chamada mulher.

 Tchoroco Záfenat
2 198

Quando finar-se

Quando eu me extinguir
Não quero choros de fim,pois.
Nessa hora prefiro aplausos,
Demostração de agrado a um vencedor,
Que venceu muitos desafios e obstáculos.

Quando por algum motivo,
O criador resolver separar-me
Em “dois” e plantar levando novamente
A terra, a carne, não quero gotículas salgadas
E cristalinas lamentáveis,mas sim,
Lágrimas de graças,por tudo que conseguir.

Quando o inicio chegar ao fim,
Por favor não lamente
É o fim se iniciando.
Então lá na reunião marcada pelo destino
Não quero choro,mas lacrimação de felicidade
É bem vindas, quero muitos sorrisos,
Elogios públicos,aperto de mãos,abraços,lindas canções
Se possível uma boa festa,pois não foi em vão,
A minha estada.

Quando a hora chegar de simplesmente
Na visão de cada um a carne sumir,
Então,sem dor estarei a esperar
Com muito amor, cada rosa
Cada flor que juntos ao lençol
De pó a pó irá me cobrindo
E não quero lamento,
Quero afeto de cada um,
Todos de mãos dadas,
Cantando e agradecendo a Deus por tudo.

Tchoroco Záfenat
2 447

Meu filho

Quero apresentar “meu” filho.
É um dragão.
Pequeno dragão,
Habilidoso e bastante equilibrado,
Igual a uma balança
Com mil para cada lado.
Não é criança
(mesmo sendo)
Por falta de sete dias.
Mais é tímido e inteligente
Por causa da décima casa mensal.
Filho este que nasceu,
Do meu desejo incontrolável,
Da minha sede de amar.
Filho meu
Apenas meu e de mais ninguém,
Porque foi gerado
No meu coração
E educado pelo mesmo
Filho “meu” de “meu” pai,
De meu padrasto
E de mais alguém.
Filho “meu”
Com alguém que ainda vou conhecer.
Este mesmo é
Filho de minha mãe
E é filho daquela que a guardou
Em seu saco d’água
Durante nove meses,
É “meu” sangue
E não tem do meu sangue.
De mim herdou características e personalidades.
Apesar do parecer,
Não é filho nem parente de (Tiquim).
O filho é “meu”
Eu insisto em dizer:
Tenho dito e ...
O filho é “meu”.

Tchoroco Záfenat
2 122

Gás Irritante

Eita catinga desgraçada!
Esse além de podre ta morto e não sabe.
Vai danado, comece carne de urubu,
Ou repolho azedo do ano passado?
Nesse elevador só sai vivo se estiver com o nariz entupido
ou vier doutro planeta.
Esse é um gás infernal
Não é natural
Dar raiva, náusea, dor de cabeça e muito mais.
Tudo muito imoral
Tem gás com perfil.
O tímido é caladinho e perigoso
Na suspeita deixa uns mil
O escandaloso, grita, esperneia
Preocupado fica uns mil
E muitas vezes é cão que ladra mais não morde
Gás obscuro que vagueia pelo ar
Polui o ambiente
Penetra nas narinas
E nos deixa um pesar
De cheirar aquele gás que não saiu do meu sentar.


Tchoroco Záfenat
2 331

Comentários (2)

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Tchoroco Záfenat

Na escrita até desenrolo um pouco, mas levo uma boa pisa da tecnologia, por isso demoro tanto a responder, porque vou descobrindo aos pouco as coisas que existe nos sites, por estes e por outros motivos peço desculpas Londres e um muito obrigado por suas palavras.

Londres
Londres

Grande autor muito boa suas poesias