Thaís Brito

Thaís Brito

n. 1997 PT PT

n. 1997-01-04, Lisboa

Perfil
742 Visualizações

Saudade

Saudade

Saudade! Que sentimento 
Que perdura com o passar do tempo 
Que nâo morre 
Que nâo se ausenta

Quando pensava eu que os teus lábios 
Tivessem cruzado os meus 
Tu fugiste, eu fugi 
O medo de sentir , o medo de tocar, enfim!!!

Nem quero recordar, no frémito das nossas almas 
Amor casto, martirizado por nós 
Que não sabemos lidar com a fusão do nosso corpo 
E com a conexão das nossas almas

Parece ilusão, parece um sonho
Sou demagoga com teu encanto
Sou pálida e frívola sem tua presença 

Aí que saudade de te olhar e ver correspondência
Seja na troca de olhares, seja no silêncio 
De nossas cordas vocais, onde se manifesta
O grito mais voraz, mais poderoso
Daquela imagem que podia ser agora o nosso rosto






Ler poema completo
Biografia
Considero-me verso solto , e de latim ibérico , ternura de pessoa , pecadora como o resto. Filha da entropia como outrem , porém negadadora da minha génese , quero ser paz a vida interna e estudante imortalmente 

Poemas

7

Homo

Homo 

Continuando morrendo, de fundo tentando 
Lutando assim contra o medo 
Incognoscível sofrimento, terrível preconceito

Cogito ergo sum 
Consciência divina que advinha na sua forma mais tenra
Proporção áurea tu, que exalta de novo o pensamento


Já vós perguntais porque sóis homens?
Vivamus vitae, em todo o seu esplendor 
Que scientia a nossa!

Felicitá nostrum essentia está na arte da oratória
Onde a anatomia é mestra da chave da compreensão 
Do mistério tenebroso que rodeia nostrum aurum



124

Aquilo que se quer sentir nem sempre é o que se sente

Aquilo que se quer sentir nem sempre é o que se sente

Aquilo que se quer sentir nem sempre é o que se sente 
Delírios, Fantasias, o porquê de tudo isto,
É um desejo iminente da alma ser prudente aos sete mares 
Não é Megalomania, não é doença, não é neurose 

As papilas gustativas denotam em cada seu pico sensível 
Do qual reconhecem o gosto, a especiaria certa 
Que a exalta, que a descontrola, que a torna felina
Que pune com a acção da digestão mecânica 

E para quê falar de Biologia nesta altura 
Pois porque aquilo que se quer sentir nem sempre é o que se sente
Hah? Exactamente, aquilo que sentes, aquilo que eu sinto 
Não passa de um processo biológico, ao mesmo tempo relacionado com o lado espiritual da vida  

Imagina quando saboreias um prato de comida que veneras 
O Prazer que sentes
Desfruta, desfruta esse pensamento 
Imagina o teu corpo rodeado desse sentimento 
Voracidade, sensualidade é o que tu sentes 
Não passa tudo de um processo biológico 

É como Sexo? Talvez, não confundas sensações sensoriais, com sensações Meramente gustativas, mas numa coisa tens razão são parecidas 
Ambas dão prazer 
Mas como vês aquilo que se quer sentir nem sempre é o que se sente 

Aquilo que queres sentir é Desejo, Alegria,
 Mas no fundo sentes prazer 
E por favor não me chames ninfomaníaca 
Pois não sou, sou apenas amante de um sentimento impudor 


103

Saudade

Saudade

Saudade! Que sentimento 
Que perdura com o passar do tempo 
Que nâo morre 
Que nâo se ausenta

Quando pensava eu que os teus lábios 
Tivessem cruzado os meus 
Tu fugiste, eu fugi 
O medo de sentir , o medo de tocar, enfim!!!

Nem quero recordar, no frémito das nossas almas 
Amor casto, martirizado por nós 
Que não sabemos lidar com a fusão do nosso corpo 
E com a conexão das nossas almas

Parece ilusão, parece um sonho
Sou demagoga com teu encanto
Sou pálida e frívola sem tua presença 

Aí que saudade de te olhar e ver correspondência
Seja na troca de olhares, seja no silêncio 
De nossas cordas vocais, onde se manifesta
O grito mais voraz, mais poderoso
Daquela imagem que podia ser agora o nosso rosto






108

Amor-Essência

Amor-Essência

Que vida boémia leva o amor
Que arde com fervor mesmo quando leva
Com um balde de água fria

Há quem diga que é cego, e o deve ser 
Amar sem ver a quem 
Dá saúde à alma e nutre a mente

Experimenta uma colectânea de aventuras e emoções 
Permite a relia dos olhares 
E a ternura dos gestos 

Aí como me apetece gritar aos sete ventos! 
Que quem não sente não é filho de boa gente!

Mas contudo só me apetece chorar 
Cair em transe hipnótico 
E afundar me na minha própria melancolia
E esperar que este amor me venha tocar, acordar para uma fantasia nunca antes concretizada.

97

Ó Sábio Irmão

Ó Sábio Irmão

Sábio irmão de destreza e coragem
de inefável espírito 
de casta benevolência 
de veemente sensualidade 
pregador da boa nova
em tom sarcástrico reduzes-te a néscio e miserável 
e nem te apercebes que nenhum desse adjectivos te pertence 

Pelicular alma tua que emana radicalidade
Imortal juventude , personalidade tirana 
mas doce e comovente 
protector dos laços vinculativos com quem te é equevo 
com quem é da tua ôntica 

Sedutor voraz que se esconde sobre as cortinas 
apercia o palco tal como o felino que por si não menospreza a preza
o prazer que lhe convém é o da frugalidade 
e o que advém de suas criações 

Maléfica é a vida que impôem à tua sabedoria um travão 
uma barreira ao sossego e visões desta vida que é única 
árdua e às vezes fútil 
mas com tua mestria manobras tudo o que te vai sendo posto à tua beira
afugentas a sombra e irradias a alegria 
não hà se não tu o homem mais bravo e curandeiro 
rejuvenesçe pintando ou esculpindo 
és artista magnificiente e sábio na tua premissa



86

Mestre educador

Mestre educador 

A figura de um professor, é a figura da sabedoria 
É experiência e labor árduo 
É dedicação e amor 
Aí profunda paixão que respira
Prazer epacsmático 
Orgulho inefável 
No conheçimento e no partilhar do mesmo 
É fado casto 
É canção que proteje a alma do audaz 
É dor comovente e não felicidade falaz 
É dom divino pelicular a este ser 
Onde no seu rosto fica vincado a experiência e a vivência 
Que por momentos vale a pena recordar 
Porque recordar é viver 
E somente neste ser a memória se pode manifestar com a sua mestria 
Lisonjeada seja a sua vida e interno o seu saber !!!!

Thaís Brito 
90

Sensualidade Iminente a Unanimidade

 Sensualidade Iminente a Unanimidade 

Esperar está a ser cada vez mais difícil 
Mais angustiante 
Mais frívolo para a minha alma 
Não há nenhum comprimido que seja epulótico
A dor é veemente e morosa 
Não há como desabrochar a rosa , a minha pelicular sensualidade
Pois com tua inexistência esta considera-se morta

O que me resta são as imagens mentais 
A imaginação é que me conduz , é que me excita 
Leva-me a lugares que desconheço e me dá desejos prazerosos 
Dos quais tenho receio que nunca se convertam em sensações reais 
Arrepiantes , Ardentes , de me por num estado de exacerbante loucura 
Dos quais tenho receio que nunca os chegue a saborear plenamente sobre meu ventre

A sede voluptuosa de fusão física de minha tenra idade 
Não é concerteza uma mera reação biológica passageira
É o reflexo da vontade de ver o pudor consumido 
A inibição longe da minha vista 
A plenitude em tudo o que me circunda 

Esperar porém é uma virtude  e um sinal de castidade 
Porém comove-te com o meu pecado 
Vem comigo neste sonho deleite 
Neste sinal de Liberdade 
Só não é pecado , se o que sentimos for verdadeiro
E não pode haver pecado que o destrua , nem mesmo por unanimidade
Flagício sobre meu rosto e sobre meu corpo 
Há uma natureza de redoma  a ser explorada
Insana de mim que sou assim 
De volúpia voraz e de ôntica unívoca.


129

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.