Lista de Poemas

Artista não se vende

À poesia foi subordinada,
Não, não, na verdade
Compraram os poetas,
Compraram os escritores,
Compraram os pintores,
Compraram os cantores,
Compraram os artistas.
Compraram as palavras,
A poesia não foi subordinada,
Subordinada foi os poetas,
Os escritores, os compositores,
Os pintores, os cantores,
Os artistas.
Todos foram divididos,
Cada um com seu partido,
Cada um com suas ideias,
Cada foi comprado,
Alguns se maqueiam,
E outros tentam mostrar
Transparência.
Não, não, na verdade
Estes não são poetas,
Escritores, compositores,
Pintores, cantores...
Estes na verdade não se subordina,
Busca vencer a vida,
Busca quebrar barreira,
E todas as palavras
Escritas, quando vem
De quem foi subordinado,
Não tem cor, não tem gosto,
E mata o tempo,
Engana os seres...
Poetas, escritores, compositores,
Cantores, artistas,
Não se subordinam,
Mas uma coisa se sabe:
- Nem todo cristão é fiel.
Existe quem haja
Com má fé!

Valter Bitencourt Júnior
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Um dia

Às formigas não param dia e noite trabalham.
Pobre formigas, que trabalha feito escravas.
Formigas enfileiradas, formigas padronizadas,
Formigas comandadas, formigas até que solidárias:

-Sobrevivem da mesma dor.
Observei as formigas…
Fui mirar a lua e as estrelas.
Que tédio, acendo o cigarro
E solto a fumaça para o nada.
O ser querendo desabar.
Volto para mirar as formigas
E toda uma sociedade criada pelas
Formigas…
Fechei os olhos
Vi todo um filme:
Sociedade de pessoas
Enfileiradas, padronizadas,
manipuladas,
Escravizadas, comandadas,
Que muito trabalham
Na busca do futuro
E muito são condenadas.
Acendo o cigarro
E deixo a noite passar!
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Nos tornamos um

Sover dos teus lábios o desejo
E a ardência de uma noite
Feito aguardente
Embriago-me em ti.

Soverei dos teus lábios
A vida, e do aguardente
O desejo de saciar-lhe
Mais e mais.
Embriagar-me em seu corpo
Numa noite de lua cheia
Sussurrar em seu ouvido
Canções de amor.
O sereno a farfalhar
As suas madeixas
Exala-me a fragrância
Do começo que mistura-se
Ao meu aroma
Nos tornando um.

Valter Bitencourt Júnior
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Eternamente

Como una ola en el mar hacia ti na va mi cuerpo. (Neruda)

Deixei as brumas
Do mar levar-me
Para longe do horizonte
E vi de tudo
A linha sem fim,
E o borbulhar marinho
Nos azuis dos céus...

Valter Bitencourt Júnior
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A vida nos pertence

Nascemos e respiramos a vida
Somos uma matéria importante
Da natureza, pertinente
Ao meio ambiente, muito mais
Que uma simples partícula.
Este o nosso habitat,
Este o nosso mundo,
Cheio dr crenças, e sentimentos
Quase que extinto.
Nascemos para viver a vida,
À vida nos pertence,
Somos mais que uma máquina
De produção, ricos em imaginação,
Somos mais que uma simples utopia,
Quem nos diz a verdade?
Somos vida, circulamos,
Dançamos, rebolamos...
Vivemos toda a biodiversidade,
Fazemos parte do ecossistema,
E também de uma cadeia alimentar,
Nos devoramos, mas também
Temos nossos sentimentos,
Queremos o nosso melhor,
Esquecemos do outro,
Temos o nosso lado egocêntrico
Temos a nossa ambição individual,
E assim também vivemos.
Somos bio e vivemos a diversidade,
Somos mais que uma simples molécula,
Temos cérebro, raciocínio
E necessitamos usar.
Nascemos para viver à vida,
Para deixarmos o melhor da gente
Para a futura geração.

Valter Bitencourt Júnior
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O poeta e o povo

E os poetas, os poetas
Necessitam falar,
Tirar tudo o que esta preso por dentro,
Sem medo, tem de falar
Para o povo, muito mais
Do que sente.
O poeta não pode calar,
Diante ao sistema,
Diante a tudo o que se passa,
Diante a opressão,
Diante ao massacre social.
O poeta tem de falar
O poeta tem de escrever,
Nada pode calar a boca do poeta,
O poeta tem de ser livre,
Tem de romper barreiras.
O poeta tem de respirar
E se o ar esta poluído
Buscar uma forma de falar
Se a água está poluída
Buscar uma forma de falar,
Se estão matando a natureza
Buscar uma forma de falar,
A sociedade precisa saber,
Que estão destruíndo
O que há de mais precioso,
A natureza.
Se querem cortar os direitos
Trabalhistas, o poeta tem de falar
Se o povo não tem como
Se sustentar, o preço
Dos alimentos estão auto
O poeta tem de falar,
Levantar o povo
E juntos protestar,
O poeta não pode morrer,
O poeta tem de sobreviver
O poeta tem de buscar,
O poeta, o poeta tem que
Ir além da poesia,
O poeta tem que ter ousadia
O poeta pertence ao povo.

Valter Bitencourt Júnior
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Felicidade

Só quero seu sorriso
Transbordante nas areias
Cristalinas, feito um raio
A cegar os meus olhos,
E sentir na chuva da
Primavera você brotar
Como uma flor rósea!
Quero retomar você...
Em poesias, em seus dias
Rotos.
Quero no espelho
Ver você sorrir pra mim
E para todos feito um reflexo
Encharcando o dia de uma
Grande aurora.

Valter Bitencourt Júnior
1 118

A Falência Ética das Redes: Quando o Usuário se Torna o Próprio Algoritmo

As publicações nas redes sociais que visam transmitir conscientização, por sua vez, transformam-se em posts alvos de ataques cibernéticos com a ajuda dos algoritmos que, por sua vez, entregam o conteúdo a um público dedicado a atacar ideias contundentes à realidade. Assim, o post é reduzido à vinculação de falsas verdades diante da percepção da realidade transmitida pela publicação; nasce a deturpação das palavras e a imposição de pensamentos intrusivos que não correspondem ao que foi postado.

Isso se dá devido à priorização de tela que privilegia o conflito, o qual gera muito mais engajamento. A entrega acaba sendo direcionada a quem vai reagir de forma negativa, facilitando com que cheguem primeiro os "do contra".

Nessa corrida, a luta de muitos desses usuários é se tornar um dos três ou quatro primeiros a tecer os piores comentários, como forma de atrair outros da mesma linhagem de pensamento e afastar quem estaria de acordo com a publicação ou compartilharia da mesma visão — o que geraria um discurso plausível e pertinente. Muitos agem como uma espécie de anulador de ideia: não geram diálogo e se condicionam a deturpar conceitos, destilando, muitas vezes, ódio e ofensas.

Muitos usuários entenderam essa lógica e transformam o que seria uma publicação de conscientização naquilo que o algoritmo prioriza: a distorção, o ódio e o preconceito como fatores lógicos de engajamento. O indivíduo deixa de ser um articulador de ideias e se torna o que o algoritmo impõe. Além do engajamento, existe a monetização; o usuário se torna presa e vira o "algoritmo" de um software que o faz acreditar que está lucrando, quando, na verdade, lucram às custas dele.

O ser que usa as redes sociais e faz publicações públicas busca uma reação, um comentário. Se não fosse o interesse em ganhar atenção, removeria essas funções ou faria postagens restritas. Diante disso, nasce a preocupação constante: "será que vai ganhar curtidas?", "alguém vai comentar ou compartilhar?", "será que essa publicação vai gerar um bom engajamento, vai trazer novos seguidores?".

Somado a isso, surge a comparação inevitável: "por que essa pessoa publicou e ganhou mais engajamento que eu se a minha publicação é semelhante a dela?", "qual o motivo de fulano ou ciclano ter uma quantidade de seguidores maior que eu se eu sigo a mesma linhagem de publicação?". Esse processo gera uma sensação de fraqueza e inferioridade, afetando profundamente o psicológico do usuário, causando ansiedade e estresse — o que estudos apontam como causadores da liberação de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.

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A Evasão Silenciosa e a Soberania Ameaçada: O Real sob Ataque

O dólar entra no Brasil de diversas formas e, mesmo que existam mecanismos de rastreamento, isso causa problemas à moeda brasileira. Quem lucra são as gigantes da macroeconomia mundial, o que impacta diretamente a estabilidade do real. O governo Trump está "brigando de barriga cheia" ao querer questionar o Pix brasileiro, especialmente diante do avanço das criptomoedas e da dolarização do real, ocasionada pelos investimentos convertidos da moeda local para o dólar.

Contudo, o problema não reside apenas nas criptomoedas, mas também nas plataformas de jogos e streaming que pagam através de anúncios ou tarefas. Isso prende o usuário a esses apps, onde o lucro real vai para os criadores das plataformas — empresas sediadas em paraísos fiscais ou nos EUA —, gerando um ganho que não contribui para a economia do país.

Além disso, a lavagem de dinheiro praticada por organizações criminosas causa um impacto muito mais profundo no real do que no dólar. Como essa lavagem utiliza mecanismos que impedem o rastreamento, como empresas fantasmas, esse recurso acaba sendo convertido em dólar, ocasionando uma quebra de capital. Logo, esse é um problema mais interno do que externo, mas que acaba favorecendo a moeda americana.

Portanto, Trump parece perdido, alimentando teorias da conspiração ao tentar intervir em uma situação interna brasileira que é promovida pelas próprias gigantes da tecnologia. Ele não as atacará, pois elas lucram muito explorando a situação alheia e garantindo que a riqueza continue saindo do Brasil em direção ao sistema que ele defende.

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A Democracia Sob Ataque: Da Colonização do Imaginário ao Hackeamento Biológico

A democracia, quando foge de seus princípios éticos e morais, torna-se ameaçada e limita-se a uma pequena quantidade de pessoas, formada por uma base elitista. Esta, por sua vez, acaba se tornando uma "maioria" diante daqueles que não têm acesso à tecnologia ou que, tendo acesso, limitam-se ao que os algoritmos impõem, caindo nas mãos de poderosos da macroeconomia. Logo, a democracia cai nas mãos de grupos que visam, muitas vezes, perpetuar-se no poder, gerando uma falsa democracia. Essa gente ganha uma capacidade enorme de manipulação social por meio de gigantes como as Big Techs, que manipulam a verdade transmitindo falsas ideias convencionais.
Essas gigantes da tecnologia vêm ganhando força na sociedade, que consome o que o algoritmo transmite: conteúdos monetizados que geram engajamento, mas que podem causar um grande estrago psicológico naqueles que se condicionam a aceitar como verdade tudo o que é consumido. Devido a fatores convencionais que unem o verdadeiro e o falso, o ser humano acaba moldado a ponto de defender princípios que, muitas vezes, entram em desencontro com seus próprios interesses. Essa definição é conhecida como "colonização do imaginário". A democracia, por sua vez, acaba perdendo seus elos, impactando a sociedade que não consegue exercer sua função democrática através de ideais e princípios; gera-se discórdia e promove-se o ódio sob o pretexto de liberdade de expressão e preconceito.

É necessário compreender cada um desses pontos: quando o algoritmo vende o ódio e o preconceito como se fossem coragem ou liberdade de opinião, funciona como um gatilho psicológico e emocional para os usuários como forma de lucro, monetizando o conflito gerado pela discórdia. Isso acarreta a quebra da fraternidade, impedindo que os cidadãos se unam em torno de interesses comuns que visam garantir seus direitos. Passamos a ser uma sociedade dividida e cheia de ódio, facilitando a manipulação de uma elite que busca a perpetuação no poder. Assim, a soberania é, muitas vezes, entregue voluntariamente; a democracia morre porque as ideias são asfixiadas e o debate torna-se manipulado e alheio aos princípios éticos.

Estamos diante de uma engenharia do ódio, onde o conflito é selecionado como forma de obter atenção, validando o que há de mais primitivo no ser humano como meio de lucrar. Criam-se inimigos imaginários a ponto de não haver espaço para a discussão de projetos de país que visem ao seu desenvolvimento; esse diálogo corrompe-se pelos gatilhos emocionais gerados pelos algoritmos. Sem que perceba, a sociedade torna-se o maior cabo eleitoral de quem visa dominá-la, abrindo mão de seus direitos reais para defender símbolos e conexões falsas impostas.

O Papa Leão XIV foi preciso ao alertar que a democracia corre o risco de se tornar uma "tirania da maioria" ou uma "máscara para o domínio de elites econômicas e tecnológicas". É necessário que a sociedade ganhe esse conhecimento e busque compreender o que ele quer transmitir, até porque essa "maioria" citada inclui também a sociedade já subordinada aos algoritmos, para os quais seus ideais foram vendidos. Ou seja, podemos estar apenas operando o software que a elite instalou em nosso imaginário, abrindo mão de direitos fundamentais em troca de símbolos vazios ou ataques a inimigos fabricados por quem nos quer manipular. Isso é o que se conhece como "voto de cabresto digital".

Essa questão é também de saúde pública e deve ser tratada como soberania cidadã, e não como ferramenta de disputa partidária. Isso demonstra a urgência da alfabetização midiática digital, da necessidade de debates amplos e contundentes sobre a temática e da importância da regulamentação da internet — algo que deve ser debatido com seriedade. A pressão econômica é um dos fatores que impede que a regulamentação dessas redes seja implementada seriamente: as Big Techs e as elites da macroeconomia possuem orçamentos que superam o PIB de muitos países e utilizam esse poder para fazer lobby, promover-se através da monetização e convencer o público de que qualquer regulamentação é um ataque à liberdade de expressão. Na verdade, a regulamentação seria uma defesa contra a exploração, que se torna cada vez mais presente com a Inteligência Artificial (IA).

É necessário reconhecer que grande parte da sociedade já foi afetada, o que faz com que muitos se sintam isentos de contrariar o que lhes é imposto. Além disso, parte dessas pessoas descobriu na rede um meio de gerar renda, o que fortalece ainda mais as gigantes da macroeconomia. Essa turma criou armadilhas perfeitas que prendem os usuários e os limitam. Como já descrito, isso é uma questão de saúde pública. Temos ideia de quanto isso tem afetado a sociedade, inclusive a cada um de nós? Eu não estou fora dessa lista. É necessário questionar.

É fundamental que especialistas falem sobre esse assunto com propriedade, sem ocultar o que já se tornou visível para muitos, mas que persiste camuflado. Se especialistas são impedidos de falar por trabalharem para as Big Techs, que surjam vozes independentes capazes de expor essa engenharia por trás do vício e do ódio. Discute-se não apenas a democracia ameaçada, mas toda uma sociedade adoecida. Quantas pessoas já foram atingidas? Não se trata apenas de um estrago de "opinião", mas de um dano psicológico que provoca alterações reais na química cerebral e no comportamento social, causados por gatilhos de dopamina e cortisol manipulados.

O ICL Notícias foi um dos veículos que abordou o impacto na saúde mental, ligando a "rolagem infinita" a prejuízos cognitivos que afetam a atenção e o controle de impulsos, mantendo a sociedade em estado de distração e ansiedade constante. Eles também possuem o projeto "A mão invisível das Big Techs". Este é um alerta que vai além do que o Papa Leão XIV traçou: não se trata apenas de um ataque ao sistema político, mas de um ataque aos neurônios de cada cidadão. Como se não bastasse dominar a política, é preciso "hackear" o sistema biológico, realizando uma verdadeira lavagem cerebral que nos controla pelo impulso.

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Comentários (1)

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Achel Tinoco
Achel Tinoco

Ah, como é grande alguém que escreve poesia, e como é difícil escrever poesia. Quando alguém ainda tão jovem se mete a escrever poesia, é sinal de que o mundo ainda tem esperança. Siga em frente, meu amigo, que a poesia te espera em cada canto, em cada olhar, em cada verso novo. Parabéns. Sucesso. Persistência. Um abraço.

   Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, blogueiro, poeta e escritor brasileiro. Filho de Maria Lúcia da Silva e Valter Bitencourt, tem dois irmãos e uma irmã (Vagnei, Leandro e Lucielle) estudou o ensino primário na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima e concluiu os estudos no Colégio Estadual Dinah Gonçalves.

   Em 2009, escreveu a poesia “Onde Está o Teu Corpo”, poesia publicada na antologia “O Diferencial da Favela”, Galinha Pulando, Salvador, 2014, organizado por Sandro Sussuarana, antologia essa que também se encontra a poesia “Perfeição. Em 2010, passou a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Prof José Oiticica, no bairro de Valéria, onde passou a conhecer o cearense Antônio Fernandes Mendes (Quixeramobim, 21 de outubro de 1936 – Salvador, 29 de julho de 2015).

   Em 2011, passou a redigir o livro “Toque de Acalanto”, e a publicar poesias em sites, blogs e redes sociais. Fez parte do curso 200 Anos de Poesia, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, administrado por Douglas de Almeida. Passou a dar aula de literatura no Projeto Patrulhando a Cidadania. Fez parte da oficina “O que fazemos quando fazemos poesia?”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Carlito Azevedo, em 2012; fez parte da oficina “Lírico e Satírico: Em Contexto”, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Ricardo Domeneck, em 2012; fez parte da oficina “Poesia do Verso ao Vídeo”, organizado por João Bandeira. Em 2013, participou de grupos anarquistas, em Salvador. Publicou a poesia “Amor”, na antologia do "Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus", Galinha Pulando, Salvador 2013; publicou a poesia “Tempestade” e a poesia “Simtomas”, na antologia "Eldorado", da Celeiro de Escritores, antologia coordenada por Denise Barros, São Paulo, 2014. Publicou poesia na "Revista Omnira", N.8, da Editora Omnira, revista organizada pelo jornalista Roberto Leal (Presidente da União Baiana de Escritores), revista com intercâmbio Brasil e Angola; publicou a poesia “Pela Noite Tudo Transpira Poesia”, na "Antologia Internacional Espaço do Poeta", do Portal Jorge Guedes, em 2015, neste mesmo ano ganhou o certificado e medalha do I Congresso Internacional da Cultura e Arte Expandindo a Consciência Cósmica. Trabalhou na Pedreira Civil, Valéria, cumprindo um contrato de 1 ano e meio, no programa Aprendiz Legal, fazendo curso de administração, na Faculdade Integral da Bahia (FIB), conhecida como Centro Universitário Estácio da Bahia, através do Centro Integração Empresa – Escola (CIEE), de 20 de maio de 2013 à 19 de agosto de 2014.

   Membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni, Minas Gerais, a partir de 18 de março de 2014, recebeu da Academia de Letras, medalha e diploma. É verbete do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia, organizado pelo jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua, Círculo de Estudo Pensamento e Ação (CEPA), Salvador, 2015. Tem poesias em diversas coletâneas e antologias tanto no Brasil quanto no exterior. Trabalhou na CBV Construtora, Palestina, de 05 de agosto de 2015 até 19 de agosto de 2016. Ainda em 2016 participou da Parada do Livro da Bahia, ao convite de Valdeck Almeida de Jesus, na Praça do Campo Grande, onde recebeu o diploma da Confraria Artística e Poetas Pela Paz (CAPPAZ), entregue pela poetisa Vera Passos.

   Participou da antologia poética "Café Com Poemas", Volume 2, organizada por Leandro Flores, Café Com Poemas, 2019.

     É verbete do Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste, dicionário organizado pelo editor e jornalista Roberto Leal, Ed. Òmnira, 2022.

   Autor de: “Toque de Acalanto: Poesias”, Publicação Independente, 2017; “Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Civil e Militar: Uma Vida Clandestina”, Publicação Independente, 2017; “Passagem: Poesias”, Publicação Independente, 2017; “Ensaios: Literário”, Publicação Independente, 2017, organizou a antologia “Germinando Poesia: Antologia”, Publicação Independente, 2018; organizou a antologia "Você Pode", Publicação Independente, 2018, Aprendiz: Poesias, frases, haicais e sonetos, Publicação Independente, 2021.