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Poemas publicados

J L Silva
J L Silva

Seis sílabas

O sonho aflora e é estas lembranças solitárias, chuva caindo sobre os versos, sobre um rio imperecível, sobre esta névoa furtiva que encanta os meus sentidos como se o ar pudess…

613
Armando A. C. Garcia
Armando A. C. Garcia

Homenagem a São Paulo (replay)

Homenagem a São Paulo (replay)A ti não chegaram às caravelas,Mas de ti, partiram bandeirantes.Como centro financeiro abres velasSingrando o Brasil e America do SulÉs uma das mai…

592
J L Silva
J L Silva

Os pássaros cantam

Os pássaros cantam ao longe... Como em todas as manhãs os pássaros cantam... ao longe, nas nuas manhãs cinzentas despertando a luz úmida que sorve a fonte escura do horizonte en…

735
J L Silva
J L Silva

Monólogos

Pelos milhares de anos do mundo nascem os sóis e caem as tardes e florescem as flores e se desvela a lua e estrelas e os primeiros versos quando alguém chorou e os olhos beberam…

716
J L Silva
J L Silva

Canteiros

Minha casa não tinha jardim, mas tinha um canteiro de flores, colado ao muro, onde a chuva que caia do telhado no quintal respingava nas plantas o gosto imanente das águas No ca…

1 211
Danilo  de Jesus
Danilo de Jesus

Experiência

Tive que despir-me , abrir o peito do ser e matar-me! Todas as luzes que tinha eram sombras em reflexos de nunca as telas tido, Só o sonho foi real porque não se realizou, ou, t…

612
J L Silva
J L Silva

Sentir

Há momentos em que sentir é como a ausência do postigo por onde poderia, se houvesse, infiltrar-se a voz melíflua do poema É como a carência das manhãs transcedentes e o constan…

636
Alma  e Gort
Alma e Gort

Certo sentimento

Certo sentimento Sou poeira nas dunas da alma Sinal feito das imperfeições Rascunho fatal de gerações Sobras sombras sal e salvas Feito do resto de alta costura Tecido fino do…

1 078
Meire Moreira
Meire Moreira

A dor é deselegante

A dor é deselegante. Não bate à porta, não pede licença, não espreita se cabe. Entra, senta, se aloja e fica. E quando resolve ir, nos leva junto.

844
Armando A. C. Garcia
Armando A. C. Garcia

Vítimas do ócio (soneto)

... Vítimas do ócio (soneto) Tu, que dormes à sombra da inércia Do ócio, da preguiça e da ilusão Teu pobre coração está na solércia Desperta, desse despojo em vão O ócio, gera…

636
joao euzebio
joao euzebio

SINSIBILIDADE

SENTI A SENSIBILIDADE DE SUA PELE NUA ENQUANTO A LUA BRILHAVA PELO ESPAÇO ENQUANTO VOCÊ ARRANCAVA PEDAÇOS DOS MEUS DESEJOS NESTES DOCES BEIJOS QUE TEUS LÁBIOS VIERAM ME D…

694
J L Silva
J L Silva

Amigos

Os amigos, separados pelo tempo abstrato, pelos caminhos de argila, pelos rios e suas pontes ligando a saudade à impressentida nostagia da ausência enquanto em todo o céu é prim…

718
J L Silva
J L Silva

Também

Também deste poema se morre letra após letra o som inteiro e intenso da palavra que cria rios e desertos e miragens grises como o meio da noite onde o poema descreve arabescos e…

636
Andriw Araújo Álvares
Andriw Araújo Álvares

Um Fantasma Vivo

Na sala, pipoca, Na cozinha, conversas, No banheiro, banhos inesquecíveis, Na área, brincadeiras, Na rede, carinho, E na cama amor. São lugares marcados por nós dois que agora…

371
Armando A. C. Garcia
Armando A. C. Garcia

Atrás da Felicidade

Atrás da Felicidade Atrás da Felicidade percorri o mundo Em cada lugar a vislumbrava adiante Perdido nesse sonho, imenso, profundo Via-a, sempre noutro lugar mais distante E a…

706
Armando A. C. Garcia
Armando A. C. Garcia

Amor sem fim ! (soneto)

Amor sem fim ! (soneto) Se era eu, dos teus olhos a alegria Tua ventura, enfim, a natureza O farol que teu coração sentia Hoje, não me amares, causa estranheza Tu, que razões…

571
Armando A. C. Garcia
Armando A. C. Garcia

O culto da floresta

O culto da floresta O silêncio é o culto da florestaOuvem-se os galhos ranger quando atiçaSua ramagem um zéfiro mais forteOu, se o mavioso rouxinol na liçaTenta a fêmea conquist…

673
Armando A. C. Garcia
Armando A. C. Garcia

Tigela de sopa

Tigela de sopa !... Uns olhos que sonham Como qualquer criança Que entristecem e anojam À falta de confiança Uma sopa na tigela Almoço que dá fastio Refeição tão singela Deixa…

650
Larissa Rocha
Larissa Rocha

Eu te amo

Ouso chamar teu nome com carinho E pronuncio baixinho Eu te amo! A noite é testemunha silenciosa De minha confissão medrosa Eu te amo! Sonhando em tocar teu coração Sussu…

924
Meire Moreira
Meire Moreira

Filhos do nada

Dói ver que eles caem feito moscas Enquanto as balas atravessam seus corpos Dói porque ninguém é por eles Estão sós, perdidos, na periferia da cidade Na periferia da vida Se têm…

844
Armando A. C. Garcia
Armando A. C. Garcia

Se aspiras a felicidade (soneto)

Se aspiras a felicidade (soneto) Se aspiras a felicidade e a alegria Todos os esforços, nunca serão em vão Nem serão de tênue e curta duração Se eliminares do coração a tirania…

607
Danilo  de Jesus
Danilo de Jesus

Usina

A caneta a frente me sorrir imensamente parada e em silencio. sinto um cheiro da amor vindo da folha em branco. magicamente meu quarto se afeiçoa a uma taberna antiga cuja,talve…

656
lcarlos coelho
lcarlos coelho

Caminhos

Caminhando a passos curtos, lentos e sem destino deparei-me com sombras e imagens tive alucinações e na certeza de encontra-la você esta estava em todas as paragens, na estrada,…

769
J L Silva
J L Silva

Preciso

Preciso Espargir a flor com a água da concha das mãos Cantar a canção Entender a folha branca da ilusão Restituir ao poema a verdade com a qual te amei Esperar no precário minut…

709