José Luís Peixoto
Autor do dia

José Luís Peixoto

José Luís Peixoto é um dos mais proeminentes escritores portugueses contemporâneos, conhecido pela sua prosa lírica e pela exploração profunda da condição humana, da memória e da identidade. Sua obra abrange poesia, romance e conto, distinguindo-se pela originalidade estilística e pela capacidade de evocar paisagens e emoções de forma intensa, o que lhe valeu reconhecimento nacional e internacional.

Poema do dia

Sim, sei bem

Fernando Pessoa
Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.
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Nasceram neste dia

13
Gastão de Holanda

Gastão de Holanda foi um poeta português, reconhecido pela sua contribuição para a lírica moderna. A sua obra destaca-se pela exploração de temas como a efemeridade da vida, a passagem do tempo e a busca por um sentido existencial, frequentemente enraizada numa profunda reflexão sobre a condição humana. Através de uma linguagem cuidada e de um estilo que oscila entre o lirismo e a melancolia, construiu um universo poético singular, que dialoga com as tradições literárias, mas que também aponta para novas sensibilidades estéticas.

Nota biográfica
Diana Bellessi

Diana Bellessi é uma poeta argentina cuja obra se caracteriza por uma voz lírica poderosa e uma exploração profunda da condição humana, do tempo e da identidade. A sua poesia, marcada por uma linguagem precisa e imagética, dialoga com a tradição literária ao mesmo tempo que inova em forma e conteúdo. Bellessi tem vindo a construir um legado significativo, sendo reconhecida pela sua contribuição para a poesia contemporânea em língua espanhola.

Não me mandes para o canto
José Maria Cançado

José Maria Cançado é um poeta cuja obra se insere na tradição lírica, caracterizada por uma profunda sensibilidade e uma exploração constante de temas universais como o amor, a natureza e a condição humana. A sua poesia distingue-se pela musicalidade, pela riqueza imagética e por um tom por vezes melancólico, mas sempre tingido de esperança. Cançado convida o leitor a uma viagem interior, onde a beleza da linguagem se alia à reflexão existencial.

Rumo à estação da ficção suprema
Otacílio de Azevedo

Otacílio de Azevedo é um poeta cuja obra se caracteriza por uma sensibilidade ímpar e uma profunda exploração da alma humana. Os seus versos, muitas vezes envoltos numa atmosfera de contemplação e melancolia, abordam a fugacidade da vida, a beleza encontrada no quotidiano e a complexidade das emoções. A sua escrita distingue-se pela musicalidade e pelo rigor formal, que conferem às suas composições uma elegância subtil. Apesar de não ter alcançado notoriedade massiva, Otacílio de Azevedo deixou um contributo valioso para a poesia, marcado por uma voz autêntica e uma visão lírica sobre a existência.

Morria o Sol no Ocaso
Sânzio de Azevedo

Sânzio de Azevedo foi um poeta cuja obra se distinguiu pela sua forte ligação à terra e às tradições, expressa numa linguagem rica e evocativa. A sua poesia celebra a natureza, a simplicidade da vida rural e os sentimentos genuínos, marcando a sua presença na literatura com um estilo que conjuga o popular e o lírico, deixando um testemunho da alma de um povo e da beleza do quotidiano.

Soneto
Bernard le Bovier de Fontenelle

Bernard le Bovier de Fontenelle foi um escritor e filósofo francês, conhecido por sua clareza e popularização da ciência. Ele foi um dos primeiros a defender o método científico em suas obras e a aplicar a razão ao estudo da natureza. Sua obra "Entretiens sur la pluralité des mondes" é um marco na divulgação científica, apresentando de forma acessível ideias sobre cosmologia e astronomia.

Marie-Joseph Chénier

Marie-Joseph Chénier foi um dramaturgo e poeta francês, conhecido por suas tragédias e poemas patrióticos. Ele foi uma figura proeminente durante a Revolução Francesa e o período napoleônico.

Otto Ludwig

Otto Ludwig foi um dramaturgo e romancista alemão, conhecido por seu realismo psicológico e pela forma como retratava a vida em pequenas cidades e as lutas de seus personagens. Ele se destacou na literatura alemã do século XIX, com obras que exploravam temas como o conflito entre dever e desejo, e a busca pela identidade.

Roy Fuller

Roy Fuller foi um poeta e romancista inglês cuja obra é marcada por um forte senso de realismo social e uma profunda preocupação com as questões políticas e morais de seu tempo. Sua poesia, frequentemente caracterizada por uma linguagem direta e um ritmo contido, explora temas de trabalho, classe, identidade e a passagem do tempo.

Ludovica Ripa di Meana

Ludovica Ripa di Meana é uma autora italiana cujo trabalho se concentra em narrativas que exploram as relações humanas e as dinâmicas sociais. Sua escrita é frequentemente caracterizada por uma abordagem observadora e analítica das complexidades do comportamento humano. Com uma prosa envolvente, Ripa di Meana constrói histórias que cativam o leitor, abordando temas como identidade, pertencimento e os desafios da vida moderna. Sua obra reflete uma profunda compreensão da psique humana.

Morreram neste dia

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Sylvia Plath

Sylvia Plath foi uma poeta, romancista e contista norte-americana, conhecida pela intensidade emocional e imagética visceral da sua obra. A sua escrita explora temas como a morte, a identidade, a maternidade e a condição feminina, muitas vezes refletindo as suas próprias lutas com a doença mental. Plath é considerada uma figura central da poesia do século XX e uma das pioneiras da confessional poetry, cujo trabalho continua a ressoar profundamente com leitores e críticos.

Febre, 40°
Fernando Braga

Fernando Braga é um poeta português contemporâneo, cuja obra se distingue pela exploração de temas como a identidade, a memória e a condição humana, com uma linguagem cuidada e um olhar reflexivo sobre o mundo. A sua poesia dialoga com a tradição literária, ao mesmo tempo que se abre a experimentações formais e temáticas.

Liberdade
Helena Parente Cunha

Helena Parente Cunha foi uma poeta, ensaísta e crítica literária brasileira. Sua obra poética é marcada pela profundidade reflexiva, explorando temas como a memória, o tempo e a condição humana com uma linguagem precisa e evocativa. Como ensaísta e crítica, dedicou-se à análise da literatura brasileira, com especial atenção à poesia moderna e contemporânea.

Sem Palavras
William Shenstone

William Shenstone foi um poeta inglês conhecido principalmente por seu poema pastoral "The School-Mistress". Embora sua obra não seja tão conhecida hoje quanto a de alguns de seus contemporâneos, ele foi uma figura admirada em seu tempo pela delicadeza de sua poesia e por seu trabalho como paisagista. Seu estilo poético, influenciado por figuras como Alexander Pope, era marcado por um tom sentimental e uma observação atenta da vida rural. Shenstone também é lembrado por sua amizade com outros escritores e por seu interesse em criar jardins pitorescos em sua propriedade em The Leasowes.

Ramón de Campoamor y Campoosorio

Ramón de Campoamor y Campoosorio foi um influente poeta e dramaturgo espanhol do século XIX, associado ao período do Romantismo tardio e pré-Realismo. Nascido em Navia, Astúrias, ele é conhecido por sua poesia que explora temas como o amor, a morte e a condição humana, muitas vezes com um tom filosófico e irônico.

Harry Martinson

Harry Martinson foi um poeta, escritor e ensaísta sueco, laureado com o Prémio Nobel da Literatura em 1974. A sua obra, profundamente marcada pela natureza e pela reflexão sobre o destino humano e o cosmos, caracteriza-se por uma linguagem rica em imagens e uma profunda sensibilidade ecológica e existencial. Explorou temas como a relação do homem com o meio ambiente, a busca por sentido num universo em constante mudança e a crítica à sociedade industrial e bélica.

Ajuste de contas
Marcelino dos Santos

Marcelino dos Santos, também conhecido pelo pseudónimo Kalaf Epalanga, foi uma figura central na luta pela independência de Moçambique e um dos mais importantes poetas moçambicanos. A sua obra poética, profundamente marcada pela experiência da colonização, da resistência e da construção de uma nação, é um grito de liberdade e de afirmação da identidade africana. Poeta, político e ativista, dos Santos dedicou a sua vida à causa da libertação e à promoção da cultura moçambicana, deixando um legado literário e político inestimável.

Conrad Detrez

Conrad Detrez foi um romancista e ensaísta francês, conhecido por sua escrita envolvente e reflexiva. Sua obra frequentemente explorava temas complexos da condição humana, mergulhando nas profundezas da psique e nas interações sociais. Com um estilo literário marcante, Detrez construiu narrativas que cativavam pela originalidade e pela profundidade de suas personagens. Ele se destacou por sua habilidade em tecer tramas que, ao mesmo tempo, entretinham e provocavam o leitor a pensar sobre questões existenciais e éticas.

Aniversários da comunidade

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Vicente Freitas

Vicente Freitas de Araújo (Bela Cruz, Ceará, 11 de fevereiro de 1955) é um editor, escritor, poeta, historiador e artista plástico brasileiro. Filho de José Arimathéa de Freitas e Dona Maria Rios de Araújo.

POEMETO PARA BELA CRUZ
Luciana Souza

Sou tão pequena que... O que percebo não cabe em mim, então, devolvo parte pro papel.

Conversa com Clarice
Matheus de Arruda

Matheus de Arruda Bastos (2004) é um escritor brasileiro. Além do seu trabalho como escritor, ele também é, dançarino, filosofo, organizador de eventos e militante. O escritor luta pelos direitos humanos das minorias e pensando nisto decidiu fazer uma trilogia LGBT para 2020.

As Três Marias
Drumond

Eu sou Thiago Drumond, um jovem produtor de casting, formado em direito, destemido e meu mantra é deixar um rastro de luz no mundo e falar sobre profissão, amor, liberdade, igualdade e filosofia, além de escrever poesias que é a alma da vida.

Arco - íris
Ada Abaé

Ada Abaé, nasceu em Portugal. Vive no Canadá, Província de Alberta. Tem dupla nacionalidade. Poeta e contista. Colaboradora como escritora e representante da revista Ponto & Vírgula, de Irene Coimbra.

Qual abismo maior do que a crença