Citações neste tema
Ética e Moral
François de La Rochefoucauld
Por mais deslumbrante que seja uma ação, não se deve chamá-la de grande quando não resulta de um grande desígnio.
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François de La Rochefoucauld
Há pessoas repugnantes apesar do seu mérito, e outras que agradam apesar dos seus defeitos.
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François de La Rochefoucauld
A arte de saber empregar bem as qualidades medíocres oculta a estima e em geral dá mais reputação que o verdadeiro mérito.
58
François de La Rochefoucauld
Os mais hábeis fingem toda a sua vida criticar as perspicácias para delas se valerem em alguma grande ocasião e por algum grande interesse.
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François de La Rochefoucauld
Se resistimos às nossas paixões, é mais pela sua fraqueza que pela nossa força.
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François de La Rochefoucauld
A subtileza exagerada é uma falsa delicadeza, e a verdadeira delicadeza é uma sólida subtileza.
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François de La Rochefoucauld
A adulação dos outros não poderia nos prejudicar se não adulássemos a nós mesmos.
48
François de La Rochefoucauld
A fortuna nos corrige muitos defeitos que a razão não poderia corrigir.
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François de La Rochefoucauld
Estamos tão habituados a disfarçar-nos para os outros que, afinal, nos disfarçamos para nós mesmos.
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François de La Rochefoucauld
O desejo de merecer os elogios que nos fazem fortalece a nossa virtude; e os que fazemos ao espírito, à coragem e à beleza contribuem para aumentá-los.
34
François de La Rochefoucauld
A glória dos grandes homens deve sempre medir-se pelos meios de que se serviram para a obter.
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François de La Rochefoucauld
O uso corrente do artifício é característica de uma alma pequena, e quase sempre acontece que quem o utiliza para se cobrir de um lado se descobre de outro.
48
François de La Rochefoucauld
O verdadeiro meio de ser enganado é se crer mais esperto que os outros.
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François de La Rochefoucauld
Há pessoas cujo mérito consiste apenas em dizer e fazer tolices utilmente, e que tudo estragariam se mudassem de conduta.
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François de La Rochefoucauld
Não gostamos de louvar ninguém e jamais o fazemos sem interesse. O louvor é uma fina lisonja, oculta e delicada, que satisfaz diferentemente quem o presta e quem o recebe. Um o toma como recompensa a seu mérito; o outro o presta para manifestar sua equidade e seu discernimento.
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