Alguns Poemas

Eu Sou Bom no Trem

Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem No amor eu sou o mestre, eu sou a condução
Levo a vida no compasso, sem medo de tropeçar minha estrada tem beleza, feita pra me convidar A beleza chama forte, num feitiço que emana vou buscar o meu descanso nos braços de Bellana
Lá eu acho o meu carinho, lá o mundo se acalma é o toque que me cura e alimenta a minha alma, mas o trilho é perigoso, e o destino não se engana quando perco o meu juízo nos olhos de Diana
Mestre de um lado, do outro sou lição Em Bellana o abraço, em Diana a imensidão O mestre que conduz, o coração que se embaraça se num braço eu sou o dono... No outro olhar, eu sou a caça!
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão, muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem no amor eu sou o mestre... mas perco a direção se o olhar é de Diana.
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio da intensão muito menos dos amigos eu sou bom no trem, eu sou bom no trem No amizade eu sou o doutor, eu sou verdadeiro
Levo a vida no compasso, sem medo de tropeçar minha estrada tem beleza, feita pra me convidar A beleza chama forte, num feitiço que emana vou buscar o meu descanso nos braços de Bellana
Lá eu acho o meu carinho, lá o mundo se acalma é o toque que me cura e alimenta a minha alma, mas o trilho é perigoso, e o destino não se engana quando perco o meu juízo nos olhos de Diana
Mestre de um lado, do outro sou lição Em Bellana o abraço, em Diana a imensidão O mestre que conduz, o coração que se embaraça se num braço eu sou o dono... No outro olhar, eu sou a caça!
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão, muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem no amor eu sou o mestre... mas perco a direção se o olhar é de Diana.
E quando estou cego no amor, o boteco é meu doutor.

Eu e Ele

Eu e ELE

Sobrevivente ao submundo do medo

E da subsistência....

Navegante em mares revoltos

Aprendi a contagem do tempo

Quebrei a realidade

Quarta parede entre nós...

Renasci como fênix

E o progresso me adotou

Descobri calores celestiais

No decréscimo 

Sofri frios infernais.

No caminho que percorri

E nos combates da vida

Te conheci...

No fogo vi esperança 

E com água fluiu minha alma

Só sentia o seu silêncio 

Em minha consciência

E eu ali perdido no medo

Quis que o Senhor

Fosse mais trovejante.

O silencio adentrou o meu ser

Porque inda não entendia

Segui ao meu modo:

Cai diante tanta beleza

Que o poder me ofertou

Hora fervoroso

Hora na indiferença

Hora dominado pela ciência

Sempre foi no meu medo

Que fugi ao seu olhar

Não via coisas concretas 

No amor

Senti seu lado intangível 

Na dor

E sempre comigo

Quis caminhar...

Nem quis entender meu orgulho

Más ele quis perdoar

E no seu sacrifício 

Quis me mostrar

A força do amor

Não deixando me entregue

Ao vale das sombras.

Vendo as minha cegueira

Quis me mostrar

A face do amor

Em ti é supremo

Maior que a luz do firmamento

Mais belo que a noite de luar

Mais forte que meu medo 

De sombras...

Sei sou fraco

Faço coisas difícil de entender

As vezes das pedras

Do meu caminho

Fabrico armas para o ódio 

E sede do ter ou do saber

Com meu olhar

Desprezo outros iguais

Que como eu vagam

Sem sua luz

De que me adianta

Todo firmamento

Em minhas mãos 

Se custo entender

Que o Senhor é a saída

Quando eu descer desta viagem

Ainda com o seu sacrifício 

Estou aqui vivendo meu medo

Questiono quem fala em seu nome

Falar do fogo que arde

Falar da água da vida

Do amor que aproxima

Com meu medo

Quantos morrem no abismo

Só porque tenho vergonha

De dizer em seu nome

Todos os dias...

Me mostra o perigo

Que há no deserto

Sabe que ainda que pequena

Há luz no meu ser.

Sempre me carrega em jardins

Onde a praga alastrou

E eu sou tão cego

Que nem consigo ver seu olhar

Outro dia

Em tempestades revoltas

Quis ser meu telhado

Estava no mar

Sem rumo e sem grilos

Jogou em meu barco 

Uma rede

E minhas angustias

Em sonhos transformou 

E com a liberdade

Oferecida a mim 

Vindo de sua graça 

Quis a luz...

De minhas próprias escolhas

Não quis entender

E ao meu coração 

Dei morada ao orgulho

Ainda que muitos

O tenha como um justiceiro

Como fraco nas minhas quedas

Espero em seu nome

Muito mais a misericórdia

Que me dará a luz

No caminhar dos meus desertos

Onde deixei minha ignorância 

Me dominar

Seu caminho é preto no branco

Porque é da justiça 

Aprendi com outros

Exemplos de vida

Que morreram

No seu sacrifício 

Que é o fim

De todo sofrimento 

Na alma do pecador

Autor: Bruno Gomide/Candeias MG

 

Brunojosegomide
Como faço para por minha foto no meu perfil, não esta funcionando
26/março/2026
Brunojosegomide
Não estou conseguindo fazer alteraçoes para compor minha pagina, colocar minha foto
30/março/2026

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