Celso Freitas

Celso Freitas

Sou uma pessoa que admira literatura e arte.

1960-03-25 Taubaté SP
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espinho do tempo

Enquanto o abraço da noite
Sorrateira chega novamente
E passam  as horas vorazmente
Eu fito meus olhos nas  estrelas
Enquanto  cai o orvalho nas flores
Das lembranças tuas os labores
E nas saudades minhas os amores

Do ritmo mecânico das horas
Uma máquina e um coração
Imaginam qual a  emoção
No teatro da vida o momento 
Que no espinho do tempo a dor
Colhe como recompensa a flor
A sorte da espera um amor
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