

AurelioAquino
Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.
1952-01-29 Parahyba
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Ao Camarada Marx
em 14
1883 de março em curso
o camarada Marx
beliscava o futuro
o que morria em si
o que plantava no mundo
satélite da razão
deu-se ao curso
de viver na morte
quanto discurso
Marx fez-se vivo
em novo trâmite
abraçado à luta
já unaânime
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