SULCO RUTINANTE
Quase meio que adormecido
Na cama em que tu deitaste
Despertei com meu gemido
Em teu corpo tua firme haste.
Minha seiva naquele instante
Sentindo tua vergôntea dura
Derramou cálida e ofegante
Em tua boca toda a loucura.
O meu sulco rutilante
Foi ao encontro penetrante
Num faquir malicioso baixa.
Ao timbre de grito atroante
Meu sexo ao teu latejante
Libertinamente se encaixa.

CléiaFialho
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