
João Marcio Furtado Costa
João Marcio Furtado Costa é um poeta cuja obra se destaca pela sensibilidade lírica e pela exploração de temas universais como o amor, a passagem do tempo e a natureza. A sua poesia, muitas vezes marcada por uma linguagem depurada e por uma musicalidade intrínseca, convida à contemplação e à reflexão sobre a experiência humana. Através de uma voz poética que transita entre a intimidade e a universalidade, Furtado Costa constrói versos que tocam a alma do leitor, celebrando a beleza e a fragilidade da existência.
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Ingenuidade
Ingenuidade
(07/86)
Sei que és como um rio
Que possui águas turvas,
Mas prefiro na estrada
A surpresa das curvas,
À certeza das retas.
Certas coisas são certas,
Assim como os segredos,
Que existem em seus olhos,
E que só dentro deles
É que se pode ver:
Que eu não posso ser tudo,
Muito menos ser nada
Que eu não posso ser sonho,
Nem felicidade,
Que eu não posso ser vida,
Assim sem você.
(07/86)
Sei que és como um rio
Que possui águas turvas,
Mas prefiro na estrada
A surpresa das curvas,
À certeza das retas.
Certas coisas são certas,
Assim como os segredos,
Que existem em seus olhos,
E que só dentro deles
É que se pode ver:
Que eu não posso ser tudo,
Muito menos ser nada
Que eu não posso ser sonho,
Nem felicidade,
Que eu não posso ser vida,
Assim sem você.
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