
Helga Holtz
Helga Holtz é uma figura proeminente na poesia contemporânea, cujo trabalho se distingue pela sua intensidade emocional e pela exploração de temas existenciais profundos. A sua escrita é marcada por uma linguagem potente e imagética, capaz de evocar paisagens interiores complexas e de questionar a condição humana. A autora aborda com frequência a fragilidade das relações, a busca por identidade num mundo em constante mudança e a tensão entre o eu e o outro. A obra de Helga Holtz convida à reflexão, oferecendo ao leitor um espelho das suas próprias inquietações e anseios, consolidando-a como uma voz relevante e original na literatura atual.
1920-12-29 Uppsala
1995-10-25 Uppsala
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Já espero
Certo livro de Jaspers despenca da estante fria,
acerta o ventre do meu corpo ao chão morno...
Há chamas em minhas mucosas; nos seios, fogo.
Incendeiam-me as inspirações transcendentais
Salvem, atirem as concepções do mundo à pia!
Traga-me, bombeiro, o além do mito/ideologia;
Apague toda dor, agonia e mea culpa depois...
Atire água na morte, o avesso atalho da fantasia.
Faça-me prenha com uma genital Philosophie,
transparentemente. À luz: Karlquer um, nós Dois.
acerta o ventre do meu corpo ao chão morno...
Há chamas em minhas mucosas; nos seios, fogo.
Incendeiam-me as inspirações transcendentais
Salvem, atirem as concepções do mundo à pia!
Traga-me, bombeiro, o além do mito/ideologia;
Apague toda dor, agonia e mea culpa depois...
Atire água na morte, o avesso atalho da fantasia.
Faça-me prenha com uma genital Philosophie,
transparentemente. À luz: Karlquer um, nós Dois.
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