“Durante a minha vida inteira”, dizia [Adolphe] Thiers, em 1872, na Assembléia Nacional [francesa], “tenho repetido e continuarei a repetir: se, à maneira do escultor, que molda entre as mãos o barro plástico, eu pudesse afeiçoar a meu gosto o meu país, faria dele não uma América, mas uma Inglaterra.” Essas palavras constituem a melhor versão que eu poderia dar do meu sentimento. Mas devo acrescentar que de certas nações não me parece menos difícil extrair Inglaterras do que Américas.
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