A Tartaruga
No abismo do terciário
a tartaruga gigante
tem um mínimo de pássaro
que se pusesse a rastejar,
no anel de placa óssea dos olhos,
na ausência pacífica de dentes,
testudo gigas emergindo
de Brejo dos Sonhos,
lá vem trazendo seu recado
de plena paz por entre guerras.
Tão fiel a si mesma, que o retrato
da moça tartaruga do Amazonas
repete o essencial do figurino.
Esta é a elefantina,
por gracioso artifício, que não muda
a linha imemorial,
e esta, sem vaidade, a grega,
e esta outra a mauritânia,
tão suave e lembrada de seus pagos,
que onde quer que a deixem volta sempre
a um apelo de flauta ou de jardim.
O cacto, o líquen seco
nutre as últimas netas dos colossos
vizinhos do Hominídeo
e na solidão dos Galápagos
vai mirrando essa imagem de grandeza,
delicado organismo,
blindada flor que filosofa e pensa
o mundo sem rancor, e nos ensina
que a rude carapaça mais protege
o amor do que o repele.
Lição que nada vale,
pois o que sabe ao paladar corrupto
não é da tartaruga o calmo ser
e florescer à flor da areia ou n’água,
mas a carne fechada
em seu fundo segredo,
a carne monacal
de tanto se vestir de solitude.
E vem a tartaruga de avião
para os ritos da morte em nobre estilo.
Fotografada, anunciada, promovida,
será sopa amanhã, por entre árvores
de velho parque onde quisera
antes viver seu tempo meditado.
Levam-na ao Top Clube para exame
de olhos gulosos,
prévia degustação, de faz de conta.
Uma cidade inteira quer comê-la,
mas poucos a merecem por seu preço.
Comer a tartaruga é ato bento
e pobres já desmorrem com sua morte.
Mas vale, vale a pena
matar para ajudar?
Recusa-se o mestre-cuca a ser verdugo,
leva-se a tartaruga para a Urca
em compasso de espera. O tempo urge,
esta tartaruga vai morrer,
de qualquer jeito matemo-la, que o fim
é nobre, e sua sopa uma delícia.
A tevê entrevista a pobrezinha,
que mantém um silêncio de andorinha.
Lya Cavalcanti, a sempre alerta
em defesa do vivo e sofredor,
ergue a voz comovida: dois partidos
se enfrentam, linha dura
e linha humanitária.
A tartaruga, sem uma ruga
no pétreo manto além do seu riscado
multissecular, tão pomba e mansa
em seu dulçor de frágil fortaleza,
vê chegado o momento da tortura,
mas eis que uma criança,
que com ela brincou e soube ver
a maravilha do ato de existir,
se levanta da relva e pede em pranto
à mãe, na hora fatal:
“Não deixa ela morrer!” — e a tartaruga
é salva, por encanto.
08/11/1964
Com Camisa, Sem Camisa
Cardin consulta o Velho Testamento
(um grão de cultura ajuda o talento):
O primeiro homem não tinha camisa,
expunha o tórax ao beijo da brisa.
O sol lhe imprimia uns toques bronzeados,
Eva, no peito, fazia-lhe agrados…
Tão bacaninha! Pierre decretou:
“Camisa, mes chers, agora acabou”.
Os camiseiros já fundem a cuca,
fecham-se teares, em plena sinuca.
“Olha só que pão!” exclama no cock
a moça vidrada, e tenta um bitoque
em cada tronco miguelangelesco
em que o pelo põe grácil arabesco.
Um convidado (?) chega de repente,
manda parar a prática inocente:
“Um lençol! uma toalha! um guardanapo
para cobrir o nu, depressa, um trapo,
um jornal de domingo, bem folhudo,
que esconda o peito, a perna, o pé e tudo!
Tem estátua pelada no salão?
Mesmo em foto, é demais a apelação!
Nu, nem no banheiro. Tá compreendido?
Melhor é ensaboar-se alguém vestido”.
Viste, Pierre Cardin, o que fizeste
com tua inovação, cabra da peste?
Ante o rigor de repressão tamanha,
era uma vez tua última façanha.
14/03/1970
Comendo Chapéu
James Mitchell, ministro do Trabalho
em Washington, D. C., e homem sério,
notou o contrassenso:
para o trabalho havia um Ministério
com toda a cibernética montagem;
para trabalhadores, não havia
trabalho.
Ora, Mitchell sentiu-se no dever
de dar emprego a quem não tinha mas queria
trabalho.
E garantiu que, vindo outubro, com ele vinha
trabalho tanto e em tal variedade
que seria trabalhoso e mesmo vão
evitar
trabalho.
E tão seguro estava do milagre
que prometeu de pedra e cal
comer de aba e copa o seu chapéu
(dele Mitchell, ministro do Trabalho)
se algum trabalhador ficasse ao léu.
Eis que outubro apontou, e bem contadas
as filas de chômeurs, verificou-se
que 3 200 000 pessoas
estavam sem trabalho
(40 000 a mais do que em setembro).
Mitchell não teve dúvida em cumprir
o seu enchapelado compromisso,
mas como tudo é chapéu, e o caso omisso,
mandou fazer
um de chocolate e nozes, e comeu-o
no hall do Ministério do Trabalho,
com o que, aliás, teve bastante
trabalho
mastigatório.
No Brasil, se os governantes resolvessem
comer chapéu ao falhar uma promessa
— de carne, de feijão, de água à beça
e outras metas maiores e menores —
todos os brasileiros passariam
a ter trabalho, e muito,
no ramo confeiteiro,
mas não havia chocolate que chegasse
e nem tampouco nozes
para chapéu de bolo no ano inteiro.
15/11/1959
Do Voto Ao Verso
A cozinheira quis sair mais cedo
para correr à aula, mas o dedo
da patroa vetou: “Não, Herculina,
seja eleitora, bossa que é mais fina”.
E disse o avô sisudo para o neto
de três anos: “Pois que és analfabeto,
vai e vota por mim, que sou letrado
e temo não estar habilitado”.
Abrem-se escolas? Esse mau costume
é corrigido: agora se resume
em diploma de curso paroquial
a todo analfabeto eleitoral.
Mas vamos para a frente. Olha a revista.
Esse novo maiô bole com a vista.
Pois sim: miro e remiro a todo custo.
A peça foi tapada pelo busto.
E, sendo a moda assim tão escondida,
como saber se a moça está despida?
Só pode ser usado nas piscinas
particulares? Logo as turmalinas
ondas praieiras destes e outros mares
enchem-se de invisíveis exemplares.
Mas diz-que só a brotos interessa
a novidade… A peça prega peça.
E é tão ruim o meu pobre jeu de mots
que retiro da crônica o maiô.
Onde andará aquele tal suplente
convocado a assumir, em tom veemente,
e que se esconde, tão autocassado
que foge a léguas de ser deputado?
Procura-se, procura-se, procura-se
no chão, no ar, no mar, e esta figura se
oculta de tal modo da família,
que se homiziou sem dúvida em Brasília.
No mais, amiga, é este inverninho manso
que torna o Rio suave e em que descanso
o pensamento na manhã laivada
de névoa e luz tão meiga e temperada.
Ouve-se a Sinfonieta do Murilo
à noite, e no relvado crila o grilo.
Um piano fabuloso, se não erro,
dedilha-o Madalena Tagliaferro.
O Fernando Goldgaber mostra fotos
excelentes, e sou dos seus devotos.
Mas, se o frio castiga, vou ficar
junto de Jeremias Sem-Chorar.
Constou-lhe que Cassiano mata o verso?
Cria um mais forte no seu uni’verso.
E assim a lã me envolve: não é fria
a noite, se aquecida de poesia.
21/06/1964
Na Semana
Eis que o inverno chegou, de meias pretas
nas pernas jovens… Oi, não te derretas
demais, ante o espetáculo da moda,
que dura um mini-instante, velho, e roda
como ao vento da praia, sobre a areia,
essa acobreada folha de amendoeira.
Da minissaia posso ser devoto,
mas como aceitarei o minivoto
da eleição que se chama de indireta
— mágica de sabido ou de pateta?
Tão mais simples dizer: “Fica nomeado
Fuão de Tal capitão-mor do Estado,
porque é, entre todos, excelente,
na conspícua opinião do Presidente”.
Meu caro João Brandão, esqueça a Arena
e siga em busca de outra mais amena
diversão popular: boliche, ou
(tome cuidado) o Circo de Moscou,
que mostra luluzinho trapezista
e urso bicicletando pela pista.
Se há coisa mais barata? Este lembrete:
visitar o Palácio do Catete.
É de graça, e, na velha mansão pública,
você vê o fantasma da República
circulando entre fardas e decretos,
revoluções, proclamações, secretos
conchavos, dores, tudo mais que a História
não conta ou conta mal: a pobre glória,
o poder que era férreo e vira-lata,
teia-cinza-de-aranha, vil sucata…
A casa faz cem anos ou cem mil?
O tempo é uma ilusão no céu de anil,
que por sinal anda não mui cerúleo,
encoberto, tristinho, neste julho.
Que importa a chuva, se na tarde fria
há fila para entrar na Academia?
Eis que se assusta o grupo de aspirantes:
e se não vogam mais as normas de antes?
Se se adotar o modo severino
que hoje serve ao Brasil de figurino:
escolha, sob a vara de marmelo,
numa lista de três, pelo Castelo?
O Amigo da Onça espalha este boato,
desfeito logo após pelo Viriato,
enquanto o povo, preso ao transistor,
com angústia, impaciência, febre, amor,
nosso escrete acompanha pela Europa:
Não nos deixes, Pelé, sem esta Copa!
03/07/1966
Carrancas do Rio São Francisco
As carrancas do rio São Francisco
largaram suas proas e vieram
para um banco da rua do Ouvidor.
O leão, o cavalo, o bicho estranho
deixam-se contemplar no rio seco,
entre cheques, recibos, duplicatas.
Já não defendem do caboclo-d’água
o barqueiro e seu barco. Porventura
vêm proteger-nos de perigos outros
que não sabemos, ou contra os assaltos
desfecham seus poderes ancestrais
o leão, o cavalo, o bicho estranho
postados no salão, longe das águas?
Interrogo, perscruto, sem resposta,
as rudes caras, os lanhados lenhos
que tanta coisa viram, navegando
no leito cor de barro. O velho Chico
fartou-se deles, já não crê nos mitos
que a figura de proa conjurava,
ou contra os mitos já não há defesa
nos mascarões zoomórficos enormes?
Quisera ouvi-los; muito contariam
de peixes e de homens, na difícil
aventura da vida dos remeiros.
O rio, esse caminho de canções,
de esperanças, de trocas, de naufrágios,
deixou nas carrancudas cataduras
um traço fluvial de nostalgia,
e vejo, pela rua do Ouvidor,
singrando o asfalto, graves, silenciosos,
o leão, o cavalo, o bicho estranho…
08/08/1970
Na Escada Rolante
do Edifício Avenida Central, ao voltar da livraria onde encontrei o exemplar no 9 de 10 poemas em manuscrito, editado por João Condé em 1945, com ilustrações de Portinari, Santa-Rosa e Percy Deane e textos de Cecília Meireles, Augusto Meyer, Manuel Bandeira, Augusto Frederico Schmidt, Murilo Mendes, Jorge de Lima, Abgar Renault, Mário de Andrade, Vinícius de Morais e o autor desta cantiguinha joco-nostálgica.
Destes dez, já não vivem dois.
Quedê Mário, Macunaíma?
Estás no céu, Jorge de Lima?
Dos pintores, um só nos resta.
Candinho e Santa, pelo cosmo,
estarão fazendo seresta?
Pois ficamos nós. Protegei-nos
nossa, de olhos verdes, Cecília,
que sois a verde maravilha.
Caro Vinícius, tem cautela,
e, marinheiro, poupa o casco
de teu airoso barco a vela.
Longe Murilo, eis que de Roma
teu verso chega, e sou romano
ao menos uma vez por ano.
O mano Abgar, este se esconde.
Faz muito bem. É em segredo
que se goza de paz avonde.
Augusto Meyer, porcelana
que deixa filtrar o crepúsculo:
o coração é flor ou músculo?
De Schmidt contam-nos as folhas
mais e melhor que a cantilena
desta mal informada pena.
Manuel, a estrela matutina
e a da tarde brilham igual?
Viver em luz é tua sina.
No mais, o poeta sem poesia,
de invisível texto paleógrafo,
aqui rabisca novo autógrafo.
Éramos dez em manuscrito.
Oito, carregamos no alforje
a saudade de Mário e Jorge.
Que lá perpetuam um livrinho
só deles, com Santa e Candinho.
25/05/1963
Cariocas
Como vai ser este verão, querida,
com a praia aumentada/diminuída?
A draga, esse dragão, estranho creme
de areia e lama oferta ao velho Leme.
Fogem banhistas para o Posto Seis,
o Posto Vinte… Invade-se Ipanema
hippie e festiva, chega-se ao Leblon
e já nem rimo, pois nessa sinuca
superlota-se a Barra da Tijuca
(até que alguém se lembre
de duplicar a Barra, pesadíssima).
Ah, o tamanho natural das coisas
estava errado! O mar era excessivo,
a terra pouca. Pobre do ser vivo,
que aumenta o chão pisável, sem que aumente
a própria dimensão interior.
Somos hoje mais vastos? mais humanos?
Que draga nos vai dar a areia pura,
fundamento de nova criatura?
Carlos, deixa de vãs filosofias,
olha aí, olha o broto, olha as esguias
pernas, o busto altivo, olha a serena
arquitetura feminina em cena
pelas ruas do Rio de Janeiro,
que não é rio, é um oceano inteiro
de (a)mo(r)cidade.
Repara como tudo está pra frente,
a começar na blusa transparente
e a terminar… a frente é interminável.
A transparência vai além: os ossos,
as vísceras também ficam à mostra?
Meu amor, que gracinha de esqueleto
revelas sob teu vestido preto!
Os costureiros são radiologistas?
Sou eu que dou uma de futurólogo?
Translúcidas pedidas advogo:
tudo nu na consciência, tudo claro,
sem paredes as casas e os governos…
Ai, Carlos, tu deliras? Até logo.
Regressa ao cotidiano: um professor
reclama para os sapos mais amor.
Caçá-los e exportá-los prejudica
os nossos canaviais; ele, gentil,
engole ruins aranhas do Brasil,
medonhos escorpiões:
o sapo papa paca,
no mais, tem a doçura de uma vaca
embutida no verde da paisagem.
(Conservo no remorso um sapo antigo
assassinado a pedra, e me castigo
a remoer sua emplastada imagem.)
Depressa, a Roselândia, onde floriram
a Rosa Azul e a Rosa Samba. Viram
que novidade? Rosas de verdade,
com cheiro e tudo quanto se resume
no festival enlevo do perfume?
Busco em vão neste Rio um roseiral,
indago, pulo muros: qual!
A flor é de papel, ou cheira mal
o terreno baldio, a rua, o Rio?
A Roselândia vamos e aspiremos
o fino olor da flor em cor e albor.
Uma rosa te dou, em vez de um verso,
uma rosa é um rosal; e me disperso
em quadrada emoção diante da rosa,
pois inda existe flor, e flor que zomba
desse fero contexto
de metralhadora, de sequestro e bomba?
29/11/1969
Boato da Primavera
Chegou a primavera? Que me contas!
Não reparei. Pois afinal de contas
nem uma flor a mais no meu jardim,
que aliás não existe, mas enfim
essa ideia de flor é tão teimosa
que no asfalto costuma abrir a rosa
e põe na cuca menos jardinília
um jasmineiro verso de Cecília.
Como sabes, então, que ela está aí?
Foi notícia que trouxe um colibri
ou saiu em manchete no jornal?
Que boato mais bacana, mais genial,
esse da primavera! Então eu topo,
e no verso e na prosa eis que galopo,
saio gritando a todos: Venham ver
a alma de tudo, verde, florescer!
Mesmo o que não tem alma? Pois é claro.
Na hora de mentir, meu são Genaro,
é preferível a mentira boa,
que o santo, lá no céu, rindo, perdoa,
e cria uma verdade provisória,
macia, mansa, meiga, meritória.
Olha tudo mudado: o passarinho
na careca do velho faz seu ninho.
O velho vira moço, e na paquera
ele próprio é sinal de primavera.
Como beijam os brotos mais gostoso
ao pé do monumento de Barroso!
E todos se namoram. Tudo é amor
no Méier e na rua do Ouvidor,
no Country, no boteco, Lapa e Urca,
à moda veneziana e à moda turca.
Os hippies, os quadrados, os reaças,
os festivos de esquerda, os boas-praças,
o mau-caráter (bom, neste setembro),
e tanta gente mais que nem me lembro,
saem de primavera, e a vida é prímula
a tecnicolizar de cada rímula.
(Achaste a rima rica? Bem mais rico
é quem possui de doido-em-flor um tico.)
Já se entendem contrários, já se anula
o que antes era ódio na medula.
O gato beija o rato; o elefante
dança fora do circo, e é mais galante
entre homens e bichos e mulheres
que indagam positivos malmequeres.
É prima, é primavera. Pelo espaço,
o tempo nos vai dando aquele abraço.
E aqui termino, que termina o fato
surgido, azul, da terra do boato.
24/09/1969
Três Presentes de Fim de Ano
I
Querida, mando-te
uma tartaruguinha de presente
e principalmente de futuro
pois viverá uma riqueza de anos
e quando eu haja tomado a estígia barca
rumo ao país obscuro
ela te me lembrará no chão do quarto
e te dirá em sua muda língua
que o tempo, o tempo é simples ruga
na carapaça, não no fundo amor.
II
Nem corbeilles nem
letras de câmbio
nem rondós nem
carrão 69
nem festivais
na ilha d’amores
não esperes de mim
terrestres primores.
Dou-te a senha para
o dom imperceptível
que não vem do próximo
não se guarda em cofre
não pesa, não passa
nem sequer tem nome.
Inventa-o se puderes
com fervor e graça.
III
Sempre foi difícil
ah como era difícil escolher
um par de sapatos, um perfume.
Agora então, amor, é impossível.
O mau gosto
e o bom se acasalaram, catrapuz!
Você acha mesmo bacana esse verniz abóbora
ou tem medo de dizer que é medonho?
E aquele quadro (objeto)? aquela pantalona?
Aquela poesia? Hem? O quê? não ouço
a sua voz entre alto-falantes, não distingo
nenhuma voz nos sons vociferantes…
Desculpe, amor, se meu presente
é meio louco e bobo
e superado:
uns lábios em silêncio
(a música mental)
e uns olhos em recesso
(a infinita paisagem).
27/12/1968
....quase uma quadrilha à moda portuguesa. A quadrilha daquela assembleia que nenhuma História quer ver entrar, de tanto entrarem e saírem dos bancos levam a população a crer que estamos a saque
.....sobre o que não se conhecia e, ébrio por conhecer vem porque o admira. Ele é muito reconhecido em Portugal e muito lido por uma vasta comunidade académica
Poeta completo.
Admiro muito este poeta e contista. Sua poesia mais contundente para mim e, Os ombros suportam o Mundo e a Rosa do Povo.
Adoro, fico extasiada quando leio os seus poemas
adoro seus poemas pois alem de nao ser tao dificil compreensao fica lindo e direto o que eu sinto
faser mais estrofes
amei você é d+ te amo nunca se encontra um brasileiro igual a você S2
adoruu toda a historia dele!!!!!!
Adorei muito Legaaallllllll................
Um Genio apaixonante sabe oq é amar a vida e as pessoas e a nutureza!!!!!
Bonita a historia dele adorei
Achei magnifica essa biografia parabéns ao autor
amo as poesia de Drummond,e genial,,,e fica a dica e so pros'''que sabe apresia tudo o que foi escrito por esse grande altor...assm ;;Reane batista da silva....
tem gente q só qer saber quando nasceu e quando morreu esses são os famosos enguinorantes eu nn curto muito poemas mais o desse cara é d+++ kkk '_'
Carlos Drummond de andrade um homem que transformava o cotidiano da vida em poesia jamais me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho......
gostei super legalllll !!!!!!!!!!
me imprecionou,mas sou supeito por ser fã
Amei sua historia......D+
Amei,Amei,Amei...d+!!!!
Adorei a história quero saber mais um
adorei a historia desse cara e demas
amo o poema José.
adorei a história dele muito interessante amei!!!!!!!!!