A Loja Feminina
Cinco estátuas recamadas de verde
na loja, pela manhã, aguardam o acontecimento.
É próprio de estátuas aguardar sem prazo e cansaço
que os fados se cumpram ou deixem de cumprir-se.
Nenhuma ruga no imobilismo
de figurinos talhados para o eterno,
que é, afinal, novelo de circunstâncias.
Iguais as cinco, em postura vertical,
um pé à frente do outro quase suspenso
na hipótese de voo, que não se consumará,
em direção da porta sonora
a ser aberta para alguém desconhecido
— Vênus certamente, face múltipla —
assomar em tom de pesquisa,
apontando o estofo, o brinco, o imponderável
que as estátuas ocultam em sigilo de espelhos.
Passaram a noite em vigília,
nasceram ali, habitantes de aquário,
programadas em uniformes verde-musgo
para o serviço de bagatelas imprescindíveis.
Sabem que Vênus, cedo ou tarde,
provavelmente tarde e sem pintura,
chegará.
Chega, e o simples vulto
aciona as esculturas.
Ao cintilar de vitrinas e escaninhos,
objetos deixam de ser inanimados.
Antes de chegar à pele rósea,
a pulseira cinge no ar o braço imaginário.
O enfeite ocioso ganha majestade
própria de divinos atributos.
Tudo que a nudez torna mais bela
acende faíscas no desejo.
As estátuas sabem disto e propiciam
a cada centímetro de carne
uma satisfação de luxo erótico.
O ritmo dos passos e das curvas
das cinco estátuas vendedoras
gera no salão aveludado
a sensação de arte natural
que o corpo sabe impor à contingência.
Já não se tem certeza se é comércio
ou desfile de ninfas na campina
que o spot vai matizando em signos verdes
como tapeçaria desdobrante
do verde coletivo das estátuas.
Hora de almoço.
Dissolve-se o balé sem música no recinto.
Não há mais compradoras. Hora de sol
batendo nos desenhos caprichosos
de manso aquário já marmorizado.
As estátuas regressam à postura
imóvel de cegonhas ou de guardas.
São talvez manequins, de moças que eram.
O viço humano perde-se no artifício
de coisas integrantes de uma loja.
Se estão vivas, não sei. Se acaso dormem
o dormir egípcio de séculos,
se morreram (quem sabe), se jamais
existiram, pulsaram, se moveram,
não consigo saber, pois também eu
invisível na loja me dissolvo
nesse enigma de formas permutantes.
Cabaré Palácio
A história de Minas passa um momento na Rua Guaicurus
— é noite, a luz espanta lobisomens —
sobre a escada sonora, e no salão repleto,
entre ruivas, louras, morenas, índias e mulatas
vindas de Montevidéu, Buenos Aires, Madri e Tremedal,
saúda respeitosamente
Madame Olímpia Vazquez Garcia,
senhora da Galiza e do puteiro belo-horizontino.
Cessam
tricas e futricas do jogo político das Alterosas,
lamentos de esmagados, filáucias de proponentes,
rumor de escravos escavando ouro e morte nas galerias de Morro Velho,
procissões de formigas cuiabanas tosando meticulosamente talos verdes,
fantasmas de mulas de latim debruçados sobre ex-alunos do Caraça,
tiros à sorrelfa (letais) nas emboscadas de Manhuaçu.
Cessa tudo que a vida morna ostenta,
que outro valor, de Vigo, se alevanta
e acolhe a prosternada
turibulação mineira de pau duro
ou já deficitária, não importa,
mas sempre a Eros erguendo novas aras.
Conspícuos pais da pátria,
flamívomos tribunos,
banqueiros, coronéis, beneméritos da Santa Casa de Misericórdia,
algum Secretário da Fazenda encapuzado
em hidrófilo sigilo,
respeitáveis chefes de família respeitabilíssima
ofertam a Madame Olímpia a catleia de louvor
que ela recebe altiva e sagrada qual Minerva.
Sua ampla testa lisa
encarna o poder
sobre rebanhos, apólices e complexos de Minas Gerais
e a procissão noturna espoca em febre
de bolhas beijos bolinações babas de batom.
Salve,
Imperatriz da farra honesta dos montanheses
que de dia cultivam Platão, o Dever, a Democracia,
tropeçando nos quartos sanguinolentos de Tiradentes,
e à noite estendem a vossos pés galegos
sua vocação de orgia e aniquilamento no esperma.
Escravo Em Papelópolis
Ó burocratas!
Que ódio vos tenho, e se fosse apenas ódio...
É ainda o sentimento
da vida que perdi sendo um dos vossos.
Bordão
Em torno de um bordão organiza-se o espírito.
O bordão, seu poder e sua circunstância.
Nada ocorre de belo, nada ocorre de mal
fora da sonoridade do bordão.
Repetir é viver e criar ressonâncias
constringidas pelo muro de um jardim
que não chega a florir e esparze cicatrizes
de begônias violáceas em hora de sentir.
De sentir ou voltar à pauta do bordão,
e asas presas no sótão ou no campo filmado?
Que se escuta afinal ou não se escuta mais
no pingar repetido, no vácuo prefixado de sempiterno bordão?
Fala de Chico-Rei
Rei,
duas vezes, Rei, Rei para sempre,
Rei africano, rei em Vila Rica,
Rei de meu povo exilado e de sua esperança,
Rei eu sou, e este reino em meu sangue se inscreve.
Arranquei-o do fundo da mina da Encardideira,
partícula por partícula, sofrimento por sofrimento,
com paciência, com astúcia, com determinação.
Era um Reino que ansiava por seu Rei.
Tinha a cor do Sol faiscando depois de sombria navegação,
a cor de ouro da liberdade.
Hoje formamos uma só Realeza, uma só Realidade
neste alto suave de colina mineira.
Aqui edifiquei a minha, a nossa Igreja
e coloquei-a nas mãos da virgem etíope,
nossa princesa santa e sábia: Efigênia,
sob as bênçãos da rainha Celeste do Rosário.
Meus súditos me são fiéis até o sacrifício,
por lei de fraternidade, não de medo ou tirania.
São livres e alegres depois de tanta amargura.
A alegria de meu povo explode
em charamelas, trombetas e gaitas,
rouqueiras de estrondo e júbilo,
canções e danças pelas ruas.
A alegria de meu povo esparrama-se
no trabalho, no sonho, na celebração
dos mistérios de Deus e das lutas do Homem.
Nossa pátria já não está longe nem perdida.
Nossa pátria está em nós, em solo novo e antiga certeza.
Amanhã, quem sabe? os tempos outra vez serão funestos,
nossa força cairá em cinza enxovalhada.
(Sou o Rei, e o destino da minha gente
habita, prenunciador, o meu destino.)
Mas este momento é prenda nossa e renascerá
de nossos ossos como de si mesmo.
Em liberdade, justiça e paz,
num futuro que a vista não alcança,
homens de todo horizonte e raça extrairão de outra mina mais funda e inesgotável
o ouro eterno, gratuito, da vida.
Canção Flautim
Se gostasses de mim,
ai, se gostasses,
se gostasses de mim
— serenim —
era tudo alecrim.
Se gostasses de mim
— mirandolim —
eu morria. Morria?
de gozo no sem-fim.
E gostaste. Gostavas?
de mim.
Era tão sem aviso,
era tão sem propósito
— trancelim —
e eu saltava, delfim.
E dançava, tchim,
sem notar, ai de mim:
não era tanto assim.
Gonçalim.
Já não gostas de mim.
É fácil percebê-lo.
Vagueio pepolim
a caminho de nada.
Saponim.
Restaria o gerânio,
a senha no jardim?
O lenço ou a colcheia
no róseo bandolim
do ventre da joaninha?
Candorim?
Xerafim?
Mal gostasses de mim,
outra vez carmesim
eu morria, eu vivia
de gozo por três vezes,
mirá, mirandolim.
Pelo gozo passado
em faro de jasmim
— palanquim —
pelo gozo presente
no metal do clarim
— trampolim —
pelo gozo futuro
em verso folhetim
— farolim —
que farei deste sim?
Se gostares de novo
seremos o festim
no parque, na piscina
ou no estrapotim,
em relva entrelaçados
um tintim noutro tim
seremos o marfim
de lavor impecável
na infinda perspectiva
do fim.
Se não
gostares mais de mim
de mim de mim de mim,
sumirei na voragem
no báratro, no pélago
— votorantim —
no vórtice abissal
da tristeza total
do cálculo de rim.
Ah, se gostasses de mim!
Retrolâmpago de Amor Visual
Namoradas mortas
tenho mais de cem:
Barbara La Marr
e Louise Fazenda,
tenho Theda Bara
e Olive Borden,
Bessie Barriscale
e Virginia Valli.
Tenho Marion Davies,
tenho Clara Bow,
tenho Alice Calhoun,
tenho Betty Compson,
tenho Nancy Carroll,
e Norma Talmadge
e Anita Stewart,
e Mildred Harris
e Lya de Putti,
que se suicidou,
como Lupe Velez.
Tenho Nazimova,
Mae Murray, Mae Marsch
e ainda Mae Busch
e Edna Purviance,
Ruth Roland, Ruth
Chatterton, Julia Faye,
tenho Ethel Clayton,
tenho Kathlyn Williams,
tenho Gladys Brockwell,
morta num desastre.
Eis Anna May Wong
com Alice Joyce
e Constance Bennett.
Tenho Agnes Ayres
e Elissa Landi,
tenho Mary Bryan
e Dorothy Gish
e Alice Brady
e Renée Adorée.
Guardo bem o nome
de Marie Prévost
e de Phyllis Haver,
o de Mabel Normand,
o de Fanny Ward,
o de Helen Costello,
o de Pearl White.
E de Alma Rubens
nunca mais me esqueço.
Lembro Nita Naldi,
Pauline Frederick,
Geraldine Farrar,
Clara Kimball Young,
lembro Elsie Ferguson
distantes, distantes.
E lembro Ann Sheridan
e Kay Francis lembro
e Carole Lombard
morta no avião
como Linda Darnell
morta no incêndio.
Tenho namoradas
que outros não namoram,
como Zasu Pitts,
Maria Ouspenskaya
e Marie Dressler.
Namoradas mortas?
Tenho mais de mil.
E das sem notícias
tenho outras tantas.
Onde se esconderam
Aileen Pringle, Viola
Dana, Louise Brooks?
Não sei onde foram
nem Pauline Starke
nem Blanche Sweet
nem Madge Bellamy
nem Gloria Stuart.
Ainda sinto falta
de Corinne Griffith,
de Louise Glaum
e de Anita Page,
de Olga Petrova
e de Mary Philbin,
de Virginia Pearson,
e Mary Miles Minter,
de Claudette Colbert
e Karen Morley,
de Irene Castle
e de Billie Dove.
Que é de Irene Rich,
onde vai Kay Johnson?
Ah, Dorothy Dalton
e Leatrice Joy!
May Mac Avoy
e Dorothy Mackaill,
Eleonor Boardman
e Alice Terry,
Margaret Livingstone
e Claire Windsor,
a todas recordo
e sumiram todas.
Sumiu Lila Lee,
sumiu Lois Wilson.
Florence Vidor
nunca mais voltou.
Sumiu Colleen Moore.
Nunca mais voltou
Madlaine Traverse.
Nunca mais voltaram
Madleine Carrol
e Bebé Daniels
e Evelyn Brent.
Quem dará notícia
de Carmel Myers?
De June Caprice
e de Estelle Taylor?
de Betty Blytte,
de Priscilla Dean?
Onde, Shirley Mason?
Ann Dvorak, onde?
Onde Pola Negri
e Laura La Plante?
Quem viu Esther Ralston,
Arlette Marchal,
também Vilma Banky?
Ai, namoradas
desaparecidas
tenho não sei quantas.
Obrigado, Alex
Viany, escusa
de contar-me certo
o fim que levaram.
Melhor não saber,
ou fazer que não.
Em frente da tela
branca para os outros,
para mim repleta
de signos e signos
tão indestrutíveis
que nem meu cansaço
de velho olhador
logra dissipá-los,
sem timbre nostálgico,
atual e sempre,
mantenho a leitura
deste sentimento
de amor visual.
A Voz
O Brasil tem muitas Aparecidas.
Tem Aparecida de Goiânia e de Goiás.
Tem Aparecida de Minas e do Oeste, no Paraná.
Tem Aparecida do Tabuado, em Mato Grosso,
e tantas outras, onde quer que a fé provoque aparições.
Tem sobretudo Aparecida de São Paulo,
onde uma santa apareceu nas águas do rio
e era uma santa negra do barro e do limo das profundezas do rio.
Pescadores a trouxeram, um altar a recolheu.
E há mais de dois séculos Nossa Senhora da Conceição
distribui milagres entre os humildes e os poderosos,
igualmente necessitados de milagre.
Maria d’Aparecida, não vieste das águas do rio.
Vieste de mais longe,
de um mais profundo abismo de raça e de sonho.
Tua voz caminheira
nos conta do que paira além da ciência dos Conservatórios
e do tratamento operístico da vida.
É uma voz que vem das entranhas do vento e dos coqueirais,
do sigilo dos minérios e das formações vulcânicas do amor.
Terrestre. Telúrica. Mulher.
Tua voz, d’Aparecida, é aparição
fulgurante, sensitiva, dramática
e vem do fundo nigroluminoso de nossos corações
e vai, e volta, e vai.
Maria d’Aparecida do Brasil,
aparecedoramente cantaril.
Desligamento
Ó minh’alma, dá o salto mortal e desaparece na bruma, sem pesar!
Sem pesar de ter existido e não ter saboreado o inexistível.
Quem sabe um dia o alcançarás, alma conclusa?
Ó minh’alma, irmã deserta, consola-te de me teres habitado,
se não fui eu que te habitei, hóspede maligno,
com irritação, com desamor, com desejo de ferir-te:
que farei sem ti, agora que te despedes
e não prometes lembrar este corpo destituído?
Ó minha, ó de ninguém, ó alma liberta,
a parceria terminou, estamos quites!
Os Namorados do Brasil
Dai-me, Senhor, assistência técnica
para eu falar aos namorados do Brasil.
Será que namorado escuta alguém?
Adianta falar a namorados?
E será que tenho coisas a dizer-lhes
que eles não saibam, eles que transformam
a sabedoria universal em divino esquecimento?
Adianta-lhes, Senhor, saber alguma coisa,
quando perdem os olhos
para toda paisagem,
perdem os ouvidos
para toda melodia
e só veem, só escutam
melodia e paisagem de sua própria fabricação?
Cegos, surdos, mudos — felizes! — são os namorados
enquanto namorados. Antes, depois
são gente como a gente, no pedestre dia a dia.
Mas quem foi namorado sabe que outra vez
voltará à sublime invalidez
que é signo de perfeição interior.
Namorado é o ser fora do tempo,
fora de obrigação e CPF,
ISS, IFP, Pasep, INPS.
Os códigos, desarmados, retrocedem
de sua porta, as multas envergonham-se
de alvejá-lo, as guerras, os tratados
internacionais encolhem o rabo
diante dele, em volta dele. O tempo,
afiando sem pausa a sua foice,
espera que o namorado desnamore
para sempre.
Mas nascem todo dia namorados
novos, renovados, inovantes,
e ninguém ganha ou perde esta batalha.
Pois namorar é destino dos homens,
destino que regula
nossa dor, nossa doação, nosso inferno gozoso.
E quem vive, atenção:
cumpra sua obrigação de namorar,
sob pena de viver apenas na aparência.
De ser o seu cadáver itinerante.
De não ser. De estar, ou nem estar.
O problema, Senhor, é como aprender, como exercer
a arte de namorar, que audiovisual nenhum ensina,
e vai além de toda universidade.
Quem aprendeu não ensina. Quem ensina não sabe.
E o namorado só aprende, sem sentir que aprendeu,
por obra e graça de sua namorada.
A mulher antes e depois da Bíblia
é pois enciclopédia natural,
ciência infusa, inconsciente, infensa a testes,
fulgurante no simples manifestar-se, chegado o momento.
Há que aprender com as mulheres
as finezas finíssimas do namoro.
O homem nasce ignorante, vive ignorante, às vezes morre
três vezes ignorante de seu coração
e da maneira de usá-lo.
Só a mulher (como explicar?)
entende certas coisas
que não são para entender. São para aspirar
como essência, ou nem assim. Elas aspiram
o segredo do mundo.
Há homens que se cansam depressa de namorar,
outros que são infiéis à namorada.
Pobre de quem não aprendeu direito,
ai de quem nunca estará maduro para aprender,
triste de quem não merecia, não merece namorar.
Pois namorar não é só juntar duas atrações
no velho estilo ou no moderno estilo,
com arrepios, murmúrios, silêncios,
caminhadas, jantares, gravações,
fins de semana, o carro à toda ou a 80,
lancha, piscina, dia dos namorados,
foto colorida, filme adoidado,
rápido motel onde os espelhos
não guardam beijo e alma de ninguém.
Namorar é o sentido absoluto
que se esconde no gesto muito simples,
não intencional, nunca previsto,
e dá ao gesto a cor do amanhecer,
para ficar durando, perdurando,
som de cristal na concha
ou no infinito.
Namorar é além do beijo e da sintaxe,
não depende de estado ou condição.
Ser duplicado, ser complexo,
que em si mesmo se mira e se desdobra,
o namorado, a namorada
não são aquelas mesmas criaturas
que cruzamos na rua.
São outras, são estrelas remotíssimas,
fora de qualquer sistema ou situação.
A limitação terrestre, que os persegue,
tenta cobrar (inveja)
o terrível imposto de passagem:
“Depressa! Corre! Vai acabar! Vai fenecer!
Vai corromper-se tudo em flor esmigalhada
na sola dos sapatos…”
Ou senão:
“Desiste! Foge! Esquece! Esquece!”
E os fracos esquecem. Os tímidos desistem.
Fogem os covardes.
Que importa? A cada hora nascem
outros namorados para a novidade
da antiga experiência.
E inauguram cada manhã
(namoramor)
o velho, velho mundo renovado.
....quase uma quadrilha à moda portuguesa. A quadrilha daquela assembleia que nenhuma História quer ver entrar, de tanto entrarem e saírem dos bancos levam a população a crer que estamos a saque
.....sobre o que não se conhecia e, ébrio por conhecer vem porque o admira. Ele é muito reconhecido em Portugal e muito lido por uma vasta comunidade académica
Poeta completo.
Admiro muito este poeta e contista. Sua poesia mais contundente para mim e, Os ombros suportam o Mundo e a Rosa do Povo.
Adoro, fico extasiada quando leio os seus poemas
adoro seus poemas pois alem de nao ser tao dificil compreensao fica lindo e direto o que eu sinto
faser mais estrofes
amei você é d+ te amo nunca se encontra um brasileiro igual a você S2
adoruu toda a historia dele!!!!!!
Adorei muito Legaaallllllll................
Um Genio apaixonante sabe oq é amar a vida e as pessoas e a nutureza!!!!!
Bonita a historia dele adorei
Achei magnifica essa biografia parabéns ao autor
amo as poesia de Drummond,e genial,,,e fica a dica e so pros'''que sabe apresia tudo o que foi escrito por esse grande altor...assm ;;Reane batista da silva....
tem gente q só qer saber quando nasceu e quando morreu esses são os famosos enguinorantes eu nn curto muito poemas mais o desse cara é d+++ kkk '_'
Carlos Drummond de andrade um homem que transformava o cotidiano da vida em poesia jamais me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho......
gostei super legalllll !!!!!!!!!!
me imprecionou,mas sou supeito por ser fã
Amei sua historia......D+
Amei,Amei,Amei...d+!!!!
Adorei a história quero saber mais um
adorei a historia desse cara e demas
amo o poema José.
adorei a história dele muito interessante amei!!!!!!!!!