jbcampos

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Escritor best-seller - psicanalista - teólogo - aposentado.

1946-02-27 Tatuí SP
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Alguns Poemas

Acalanto

Chamo-me Acalanto, venho a este mundo ferrenho a exemplo de tão falado engenho, maquinado sobre o lenho pelo qual foi lanhado O mais sagrado. Triturado pelos dentes do maligno engenhado, apesar de seu desígnio ser de suportar o sistema de outrora. Venho agora enxugar o seu pranto. Ao prantear ouça a voz do meu suave canto, porém, vou além, jamais o ouça errado, creia, estarei sempre ao seu lado, amém.

Sou antigo, sou amado, eterno, presente etéreo, futuro carregado de mistério alado.

Ah... Sei que o seu caso é sério.

Porém, minha veleidade por ser eterna, não tem idade. Desculpe-me ser tão sincero com redundante arrazoado, a mim não me falta capacidade. Quem me enviou é o dono da verdade.

Venho a mando do Criador, sinônimo de Amor. Entenda, modestamente sou maior que a sua tenda, você, sua família, seu carro raro, sua fazenda, seu casebre, sua febre, sua desavença, sua doença, seu mundo, seu vizinho, pois, jamais estarão sozinhos. O dono da criação me faz morar no profundo do seu coração. Fui o primeiro que aprendeu a amá-lo antes que eu.

Atendo os de boa vontade, sou onipresente, e por você ser devotado, dou-lhe um conselho: Não ande com qualquer companheiro a peso de dinheiro, não ande com derrotado, pois, será errante bastante o tempo inteiro.

Sou o velho verbo, poetando sua lida em sua vida, arribando acima de toda rima. Alegrando no gerúndio no afiar da própria língua. Deixe a vingança, peça ajuda à minha amiga Esperança, pois, ao fazer sincera aliança com a Fé, começará a entender quem você é; linda flor florescida no jardim do amor, e eu, Acalanto, o destruidor da sua dor.

Quando veio a esta vida oriundo de outra vida, foi grande competidor, quantos semelhantes correndo a corrida da vida venceu, já se esqueceu? Agora no corredor desta vida é sabedor do seu forte valor.

E agora José? Como diria Carlos, já é sabedor de quem você é...

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CONHEÇA MARIA HORTELÃ

Prosa engraçada

Mais com menos dá menos,

Menos com menos dá mais.

O pouco com Deus é muito,

O muito sem Deus, jamais.

Negar a negatividade

Nesta linguagem

É ativar bela imagem,

Positivando essa temática.

A quem não tem vintém,

Menos com menos

É a soma de dois extremos

Redundando num sonoro amém.

A prosa para ser de raça

Deverá vir cheia de graça

Daquele que nos abraça.

É a graça divina

Daquele que afina

A visão da nossa retina.

É bom sair do sereno,

Pois, nada cairá do céu,

Quiçá, algum avião

Que esteja voando ao léu.

Você ainda é terreno

Feito à menestrel.

Sem o pejorativo

De ser pequeno,

Engraçado, vidrado,

Muito menos cruel.

Você sou eu imperativo,

Parado, ou hiperativo.

Pasmo fitando o céu.

Também é deus

De puro coração,

Assim está descrito

No capítulo dez

De São João.

O equilíbrio é positivo

Quando se compreende o amor,

Entende-se essa matemática.

Com pensamento altivo,

E pela visão prismática

A vida vai se recompondo

Dentro dessa gramática.

Descortinar-se-á a visão

Rasgando espesso véu

Da antiga imaginação

Criada pelo papel.

Seja centrado

Não olhe ao lado

Seja imaculado

Não seja influenciado.

Você é hipnotizado,

Assim como bobo

Somos povo

Teleguiado.

O sistema não poupa,

Faz-nos lavar a roupa

Limpa, já lá do passado.

São os resgates

Em forma de engates,

Acompanhando seu Proprietário

De um Sistema otário

Sem qualquer arremate.

Dois mais dois são mais ou menos quatro, assim dizem os logaritmos.

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OS JURÁSSICOS

Entusiasmo

O poder imensurável de nossa mente. A vida é o simples ato de pensar. Quando se deixa de pensar, deixa-se de senti-la em sua plenitude. Porém, nem sempre pensamos sobre esta óbvia verdade. O pensamento tem duas facetas, uma crudelíssima, e outra boníssima. Às vezes, uma nos aborrece, e a outra nos alegra. Então temos dois tipos de energias a serem compreendidas dentro de nós. Uma amiga e outra inimiga. Mas não nos esqueçamos de um detalhe de suma importância: nós criamos o nosso pensamento, portanto, criamos nossos amigos e nossos inimigos. Daí, você ser o que pensa. Às vezes, ele nos acusa do que fizemos, e às vezes do que deixamos de fazer. Bem, amigo irmão, agora já sabemos a causa das dores de nossas almas, e se a conhecemos, podemos eliminar as dores de nossas vidas. Neste particular, não se deixe levar pelo pensamento ignorante, aquele que quer vê-lo sofrer. Execre-o já. "O leite foi derramado", no entanto, não se culpe mais. Agora, se você quer cumprir o grande mandamento de amar o seu irmão como a você mesmo, preste bem atenção: aqui manda a lei da experiência e da sabedoria, jamais poderá amar alguma outra coisa se não souber amar a si próprio. Quem ama perdoa, então se perdoe para depois perdoar. Não se esqueça você é a extensão do seu irmão. O resgate cármico é inexorável. Se plantar trigo, colherá trigo, e jamais, mamão. O que você plantou, foi a cultura do seu pensamento, mal, ou bem pensada. Não importa se o seu problema é o seu filho, seu melhor amigo, seu superior, seu inimigo, agora você já sabe se amar, portanto, já pratica o autoperdão. Porém, se sabe realmente pensar, não necessita perdoar. Pois se a ofensa não existe não se necessita do perdão. Então se tornou tudo mais simples, e suas dores d'alma se vão com suas doenças somatizadas. A grande arte de viver está na ciência de saber pensar. Não se aborreça, pense bem, e seja feliz! Nesta escrita, fica claro que devemos cuidar do pronunciamento com sentimento, e o sentido da palavra bem escrita e falada. Às vezes no coloquial, porém, com senso, à maneira que não agrida as nossas mentes.

Do livro Seja um conferencista de network

Creia e crie o seu sucesso!

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ENTUSIASMO

Somente o aprendizado se eterniza

Somente o aprendizado se eterniza

Estive pensando profundamente nos fundamentos da existência, uns nascem, enquanto, outros se extasiam, uns choram e outros riem. Assim a vida e trazida e varrida sem o menor constrangimento.

Lamento a minha falta de entendimento. A natureza apresenta sua fria realeza, na realidade nua e crua de sua própria natureza. Sua beleza em sua fortaleza não anuncia o norte da morte, apenas cria dissolvendo a sorte. Nessa minha ignorância, tento; apalpando o intento compreendê-la em minha ânsia azia, azulada pelo beneplácito de generoso dia. Porém, somente faço ensacar o vento do meu arreliento e arredio pensamento. Ao levantar a taça do lado do firmamento ensaco fumaça também, do cachimbo de algum ser que acha graça ao gozar do padecer cinzento afetado por alguma desgraça. O pleonasmo traz o azo da mais pura fantasia em um arraso de anunciar atraso. As controvérsias arrasam na fria dicotomia. Nasci a ouvir um farfalhar de quente inverno e de aguardente fria de trincar os dentes nessa vida de agonia. Realmente não dá para se fazer transparente, mormente quando o parente é o paciente que mente na inocência de herdeiro derradeiro a se fazer de primeiro.

Mais ou menos assim é o mistério da existência, de transparente intransparência a nos obrigar a ficar contente.

Porém, percebo que somente o saber perdura a eternidade consciente. Como o sonhar permanente, tão contundente como se fora o próprio viver da gente.

Como pode uma filha matar o próprio pai, sem o menor arrependimento, quiçá, a mãe em aflito sofrimento ao emanar cheiro de chiqueiro repleto de bodes e ali mesmo fazer sexo com seu companheiro?

Genocídios de nações contra nações, sem noções, assim sempre foi a vida humana de desumanos líderes que cauterizam a mente anuviadas de tantos ao fazerem suas matanças em ociosas pregações religiosas.

Sou mais um velho encalhado, já encarquilhado de tanto estudar o comportamento de meus irmãos desajustados com o apoio da natureza ao lado e eu neles mesclado para pegar o meu atestado. Afinal, atestado de que se meu futuro em apuro não sei antever?

Sem hipocrisia vejo o leão estraçalhar uma bela gazela sem a menor preocupação em seu coração humano, ou ao riso de hiena a devorá-la ainda viva, sem o apoio da querida morte a amenizar o sangrar de sua sorte.

Nunca pude entender o padecer da vida, porém, pela minha franca ignorância ela avança a defrontar a morte com quem fez aliança.

Parece-me que ninguém entende vintém do que significa essa existência, e vão me tachar de negativista, porém, enxergo a verdade da minha vista. Não quero cometer a hipocrisia de mentir à minha mente com grande mentira que a mim me atira no ilusório frenesi dessa mentira.

A ignorância muito me ajuda nessa jornada, à cego andejo por essa estrada na esperança de um dia entender o motivo sério desse meu viver. Creia, meu companheiro, aprender sem querer, eureca é o melhor saber sem sentir o bater na peteca.

Contudo, acho que após o sobretudo encontrarei com a felicidade, que deve ser tão inocente como minha ignorância,

Amar, somente amar, é o caminho que limita um pouco essas agruras.

Crer no bem traz a paz que satisfaz essa vida de mentiras, de enganos e desenganos.

Tudo se acaba com a morte macabra, mas o aprendizado fica marcado no volátil ser da gente.

É do nada sempre presente que se deve presentear com tal presente.

Seja apenas feliz, e já será um eminente sábio ausente.

O saber às vezes é ficar quieto.

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Tô nem aí, meu...

Sussurros do além. Bem aqui dentro de mim ouço alguém do além a falar e escrever também, pode crer, é a musa intrusa a dizer aquilo que não sei, porém, ela abusa. Primeiro, aprendo por derradeiro; para depois ir ao meu companheiro, Ai de mim se não cumprir com a missão de escrever sem antever os resultados mensurados por esse ser dentro de mim. O mistério continua o tempo inteiro apesar de ser sempre o derradeiro. "Os primeiros serão os derradeiros e os derradeiros serão os primeiros". Assim falou O Princípio e o Fim, nos dias do Calvário, Alfa e Ômega. Agregando um canto gregoriano ao passar dos anos, produção de otário num canto da vida. Cena mórbida havida qual nos atinge há milênios, macabro cenário a macular nossa ferida, porém, nada se sabe de nada aquém nem além dum palmo adiante do nariz. Então brada o derradeiro: É assim, não sou eu que quis, também não fiz. Muitos livros atuais e antigos, eclesiásticos, infonéticos, cibernéticos, atléticos, paraplégicos, escolas e mais colégios, colegiados todos no planeta perneta, concreto e vergel ao léu repleto de tédio. Diz-se saber ao saborear a sabedoria, que ignominiosa porcaria. Todos continuamos mortais, ponto. Desde que o mundo é mundo imundo. Saber; criar e matar a própria crianção, e aqui não escapa, jovem, criança, ancião, tampouco, o irmão, é o saber poderoso do homem lobisomem, vampirizando em tempo integral o seu próprio sangue ao amar o próximo como se ama a si mesmo a caminho do matadouro, desdouro do mal desta criação. Não são palavras negativas, não. É apenas a verdade nua e crua, creia, é verdade inteira, não é besteira, não é meia, conclua. Só há uma maneira de sair com sorte deste corredor da morte, é moldar a mente a viver morrendo eternamente, com a mente inteiramente no atual presente. Redundando o paradoxo no eterno presente. É assim que fiz, tentando ser feliz.

E para alisar o meu ego posso até dizer que a vida é boa e que moro no paraíso, onde não existe o julgamento, tampouco, o juízo de qualquer pessoa. Isso é ruim, é assim que soa. Vou assoar o nariz, como o bom sino soa ao retinir minha retina auricular nessa vida boa dentro do meu lar.

Ou me achar residente na Câmara dos Deputados, quiçá, no paradisíaco Senado, conquanto, haja a minha consciência queimado para me achar sossegado.

Na realidade me acho ignóbil e esnobe coitado.

E que se lasque; se estiver errado.

Para rimar, que a concordância tome a ambulância.

Se acaso, quem sabe, algum sábio queira atirar a primeira pedra, aqui não há sabedoria nem ignorância que medre.

Avance, descanse esse braço e essa pedra lance.

Depois de Javé ter mandado O seu Filho ao holocausto do Calvário, me vejo: Pleno Otário!

Tô nem aí, meu...

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ALCOVA LIBIDINOSA

Mundo de todo mundo

Na palma de sua mão há o mundo de todo o mundo.

É a ficção da fiel realidade que chegou à posteridade e a desnudar com valor tamanha prosperidade.

O mundo digital pode, porém, o mundo continua imundo e pobre em sua vil insanidade.

É o povo que se sacode, pois, jamais pode se alimentar de seu celular nobre. Cuja nobreza vem servir à honesta beleza e; infelizmente ao reino da safadeza.

Para onde fugiu o amor, realidade que explode no sangue, sem a sua original cor à maléfica vida de estupor, sem igual dor exangue?

Anote no seu "notebook", fiel amigo infiel, mas não se zangue, pois, lhe prometo; "será bem pior a emenda do que o soneto"...

A maldade tornou-se santa à filosofia do otimista, feito à boçal criança, porém, na verdade realística é bom criar outra lista ao não se ver o sacripanta, enquanto, nada se faz; o mal só se satisfaz e avança nessa doentia lembrança e o mundo perde a paz a qual deveria ser a sua mais santa aliança.

E nesse sacudir de pança através do ignóbil sorriso, somente pode se dar pelo simplório juízo...

Quem vai pagar o prejuízo?

Será o Deus do paraíso?

O Senhor do final juízo?

Lúcifer, o anjo de luz ao conduzir a quem seduz?

Quiçá, algum político assaz, escravo de Satanás?

A vida é mais real do que somente a orgia de carnaval, a verdade é doída, porém, vai muito além de uma mera ferida, ela pode anular a vida no além, além da mera partida aquém...

De onde viemos e para onde iremos?

Uma certeza temos: Ao pó voltaremos!

Ao se meter os pés pelas mãos, ao que ainda soçobrar dessa moderna ação, tornar-se-á robô de sua própria criação!

Não adianta torcer o seu elegante nariz, pois, essa é a sua penariz, quer você goste ou não, meu irmão bondoso ou poltrão, sobrevivente desse chafariz ocioso...

Ao se imiscuir à mentira, receberá pela ira uma tromba de elefante à Pinóquio falante-oneroso...

A sabedoria é mais simples do que imagina o hodierno filósofo, o religioso antropófago, o cientista egoísta, o político paralítico.

O mundo inteiro não enxerga além do dinheiro, porém, o melhor companheiro está estampado no sorriso duma criança ao florescer duma flor, sem a menor dúvida é o amor em seus infinitos janeiros sobre a corcunda do sábio e decrépito ancião o qual já dobra o cabo da boa esperança!

O amor encantado sempre esteve sentado ao seu lado, tão singelo, notório que deixa de ser santo oratório ao ajutório de quem deveria ser o mais sábio dos seres simplórios.

Meus companheiros aos singelos desígnios dum Deus verdadeiro, por inteiro e jamais nesse purgatório.


Amar é conseguir ver o nada, é apenas amar e mais nada.


jbcampos

O FANTÁSTICO MUNDO DOS SONHOS

Perdão mamãe

Assim mamãe me dizia: Levanta-te dessa laje fria, vai-te atacar a bronquite. Ela sabia o que fazia com a sua sabedoria. Coitada, sofria do coração e com a minha inocente ingratidão. Era uma tarde fria e ela segurava sua emoção. Essa é a imagem que confrange o meu maculado coração. Às vezes com o terço, passava-me o seu sermão. E, eu na vadiagem continuava naquela friagem produzida ali pelo chão. Quanta nostalgia, quanta solidão. Faz-me falta àquela imagem qual me dava coragem. A ela peço perdão. Com mais de um terço de vida a ela devida bem longe daquele berço, ainda ouço sua voz querida, vendo-a com o terço em sua mão sofrida. Levanta-te do chão, agora não há mais jeito, porém, com essa santa visão qual me estraçalha o peito, ainda assim, me é o melhor remédio, livrando-me da sofreguidão. Mas às vezes não penso direito, são atrozes lembranças que acalentam as minhas dores como vapores extraído de uma só fusão, confesso me causam confusão. São torturantes estertores da humana natureza com a sua imperfeição, beleza e muitos outros amores. Sem hipocrisia, sou a natureza fria, portanto, com o dedo em riste, e, sem ficar triste, reconheço essa ilusão. Demorei a entender o seu recado, sem remorso e sem pecado, pois, compreendi ser ignorância de infância. A me torturar a cabeça, embora, agora obedeça, porém, é tarde, e a tarde ficou mais fria e espessa, meus cabelos embranqueceram pela geada de suas benignas palavras. Obrigado mamãe. Pegava-me pacientemente pela mão, enquanto, eu insistia não sei por que contrariá-la, na minha ignóbil obstinação. Hoje sou avô babão, então posso me perdoar, por um monte de razão. Até por levar aquele sabão. Muitos foram os dias felizes junto àquela santa, porém, a vida e a morte vêm nos cortar a sorte com seu alfanje ou podão, ainda quando criança, ou enquanto o tempo se avança. Era uma tarde fria e minha mãe se despedia em enorme languidez, partindo-se de vez. Mas o meu egoísmo não aceitava com certo cepticismo o ganho de minha mãe, era a minha insensatez. Já que a morte não existe diante da palidez, e tudo são vida e eternidade. Portanto, todas as despedidas, por mais doídas, devem ser acolhidas com sabedoria, alegria e bondade. Na verdade não choramos pelos nossos mortos e sim por nós mesmos, já que quem parte não nos pertence, e achamos seja nosso lacaio, mesmo sendo nossa querida mãe, o nosso melhor aio.

Gostemos ou não, o desvencilhamento se faz extremamente necessário, até de nós mesmos para nos encontrarmos com a paz. E aqui fala mais alto a sabedoria do autoperdão.

É muito importante atentarmos ao nosso peseudoamor, ele pode se chamar "egoísmo".

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Sopro divino

Sopro divino

Caro internauta, você sabe respirar? Todos nós respiramos e, isto é óbvio, porém, nunca prestamos atenção neste dom divino. A respiração é a nossa vida, pois, podemos ficar sem comer e sem beber por vários dias, e ainda assim, podemos sobreviver, mas jamais passaremos alguns minutos sem a respectiva respiração. A não ser que sejamos evoluídos na arte da meditação profunda, como fazem alguns poucos gurus indianos, que se aprofundam nesta fabulosa capacidade divina de meditar. Aliás, estamos falando sobre o que é divino na realidade tudo o é, dissociarmos a matéria do espírito é o nosso grande erro. Sabe o que acontece quando nos distanciamos do espírito, perdemos o elo de intimidade com nós mesmos, com a nossa essência, ego, substrato, eu maior, alma, enfim tudo o que redunda no ser. E depois ficamos reclamando da sorte, é como se fechássemos as portas às dádivas divinas, pois, a nossa fé fica bloqueada, posto que, entendêssemos que a nossa matéria é mortal e frágil diante de qualquer resfriado. Quando nos propusemos a falar de respiração, o fizemos embasados na nossa vida de seres mortais, porém, todo nosso traço emocional passa pela respiração controlada. Quando se controla a respiração controla-se as emoções, fica-se mais centrado na realidade da vida cotidiana, e aproxima-se do espírito, portanto, também de Deus. O oxigênio é o alimento principal do cérebro e do sangue, veja bem, amigo, estamos falando enfaticamente de vida e saúde. Fica-nos muito claro que, ao controlarmos a nossa respiração, estaremos assentando o nosso espírito, estaremos nos sossegando diante das adversidades da vida, esta é a nossa meta para uma qualidade de vida digna da nossa atitude, da nossa ação. Respiração é o sopro divino, isto é bíblico, portanto, vamos aprender a respirar corretamente, e aumentar nossos poderes psíquicos e extrassensoriais. Tudo o que falamos se nos parece muito simples, mas não é! Aqui depende fundamentalmente de disciplina, até porque, trata-se de estado de espírito. Para se praticar uma respiração correta, se faz necessário o desejo e a ação, que vai realçar a disciplina. "Querer é poder". Qualquer exercício físico mental depende do estado de espírito do praticante. Essa preparação psicofísica fica a encargo de um "Coach", de um treinador, de um conselheiro, de um preparador. Quando se une a matéria ao espírito o praticante ganha, e muito na sua qualidade de vida pessoal e familiar, já que passa a emanar alegria, equilíbrio e prazer aos que o rodeiam. No entanto, a respiração é o elo mais forte para se alcançar os bens espirituais, acompanhados do equilíbrio através do relaxamento consciente. Estes bens espirituais vêm modificar a sua saúde, suas finanças, seus amores, enfim a sua alegria de viver. O oxigênio é etéreo, impalpável, invisível, pois, tem tudo a ver com o espírito, qual a nossa visão ao traspassar um vidro blindado, o que é simplesmente fantástico, posto que nem um tiro de grosso calibre possa fazê-lo.

Pense nisso.

jbcampos



O HOMEM QUE PSICOGRAFAVA

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