As marginais e/ou o marginal Palco de convulsão e vandalismo Espetáculo degradante e brutal Sem um pingo de amor e de civismo
O rancoroso desintegrado da posse Em agressiva vingança intolerante Promove barricadas, como se fosse O dono das marginais, naquele instante
Atravessa ônibus, saqueia os veículos, Dos reféns d’ato, com a passagem obstruída O desespero toma conta. São ridículos Os meios de protestar e sua investida
O cidadão que sustenta toda máquina Fica à mercê d’ intolerância irracional O governo em suas atitudes de messalina Não coíbe a baderna, no radical
Poderia do alto do helicóptero afastar Com balas de borracha os meliantes, Bem como pôr a cavalaria a enfretar E a Rocan, para prendê-los em flagrantes
Suas atitudes fracas, geram forças brutas Nosso governo, tem os meios, e não os usa Se o maestro, não sabe usar a batuta A afinação da orquestra fica confusa
Nessa semelhança, o meliante abusa Sabendo que a punição não o alcança Enquanto a população fica reclusa O crime, a cada dia que passa, avança
Até quando... teremos esta intolerância Os ladrões recebem todas as benesses, No quadro dos mensaleiros, a impotência. E, vê-los-emos em breve, em novas messes !
Estes, denominam-se presos políticos Aberração ao vernáculo lusitano Língua pátria, qu’em todos sensos criticos Apelidá-lo desse termo, é puro engano!
Mas como nós, de engano em engano Temos sido, constantemente enganados Na frágil consciência do político insano No encontro desses vis, entre os humanos
Suas mentes fantasiosas persuadem Maquiando seu intento, ao eleitor No disfarce maquiavélico invadem ... Se desprovido de boa-fé, o confessor !
Estes, são os ladrões do alto escalão, Aqueles, os sem casa, os pés rapado Aos que tudo falta, por vezes até o pão Mas o crime, é igualmente tipificado
Surgem, entretanto sérias divergências Os primeiros, são considerados excrecências Os segundo serão sempre excelências Mesmo no palco de tantas pestilências !
Neste Natal, oremos pela Paz Que haja paz em todos corações Que haja paz em todas as Nações Neste Natal, oremos pela Paz.
A exaltação, os ânimos domina Que seja aplacada, pelo amor Que em vez do grito, seja a flor O pendão a desfraldar, rotina.
O denso véu que cobre consciências Dos nossos governantes. Desperta ! Pra que não hajam, mais divergências E sim, realidade, pura e certa
Seja o progresso moral a meta. Extirpa a ganância do vil metal Que o amor, e a paz neste planeta Sejam sempre o lema principal
Enche de brandura os corações Sejam os irados benevolentes Leva a eles a verdade e as razões Pra que sejam mais condescendentes
Neste Natal, Senhor, esparge a paz Em todos os lares deste planeta Leva um pouco de ventura vivaz Ao morador da casa, e ao da sarjeta
Aurora de paz, nas taperas sem pão A chaga de pobreza é imoral Senhor, desperta o rude coração Daqueles que são a chaga Nacional !
São Paulo, 31/10/2013 (data da criação) Armando A. C. Garcia Feliz Natal e Alvissareiros sucessos de Próspero Ano Novo - 2014 Leia - coletânea com 22 poesias de Natal No meu blog: brisadapoesia.blogspot.com
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Viver sem amor,
Viver sem amor,
Chora o coração magoado Sem amor, fé e alegria Na amargura do fado Chora noite, noite e dia
Não sei qual é o castigo Pior que a vida me deu Se, o de sonhar contigo Ou, do amor que se perdeu
Sem um adeus passageiro Partiste sem despedida, Percorri o mundo inteiro Buscando-te nesta vida
A vida nos desuniu, Quando o amor, era criança Se o mundo, assim nos puniu Parece morta a esperança
Nem toda esta agonia Tirou-me a esperança vã De que um dia podia Tornar a espera louçã
O silêncio na penumbra, Cobriu a lua e o luar O seu amor me deslumbra E não me deixa enxergar
Outra mulher a meus olhos Desilusões do passado Que carreguei aos molhos Num coração magoado
Naufrágio em mar profundo Vaticínio de um abismo, Meu único amor do mundo Que com ele, ainda cismo !
São Paulo, 09/10/2013 Armando A. C. Garcia
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Intercede Jesus !
Intercede Jesus !
Intercede por nós ó Bom Jesus Em todos os atos de nossas vidas Para quando, sob o madeiro da cruz Possamos redimir nossas feridas
Dá-nos a compreensão e a luz A subserviência da humildade A sublimação que a Ti nos conduz E a benevolência da caridade
Dá-nos Senhor o Teu merecimento Para que possamos ver a Tua luz Guia nossas vidas e, comportamento. Nossa angústia e sofrimento reduz !
Em Ti, depositamos a esperança De um dia poder alcançar o céu Está em Ti, o caminho de bonança Que nos levará ao clarão da luz !
São Paulo, 10/10/2013 Armando A. C. Garcia
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Muralhas de Escuridão
Muralhas de escuridão
Muralhas de escuridão Na mente das criaturas Levam outras, e sem razão Ao caminho das sepulturas
Fruto de desentendimento Imposto nas agruras do fado Desespero e sofrimento Para ambos os dois lados
Ausência de raciocínio De educação e amor E carência do domínio Contra o seu obsessor
Quando infortúnio e desgraça Batem à porta de alguém - Se sem fumo, e cachaça Deixam a ira aquém !
São Paulo, 12/10/2013 Armando A. C. Garcia
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Esta Criatura o Homem
Esta Criatura o Homem
Este Ser de carne e osso circunscrito
Tem na comunicação, sonora ou visual
A capacidade de comunicar ao infinito
De um ponto a outro, por fala ou sinal
Agarrado ao tempo da imortalidade
Tem alma e pensamento unificado
Em oposição ao corpo, sensibilidade
De discernir a virtude do pecado.
SãoPaulo, 15/10/2013 Armando A. C. Garcia
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Leia- O Homem ! – publicado no meu blog:brisadapoesia em agosto 2011 e na usinadeletras
nodia 18/03/2009 -
O HOMEM !
Esse ser enigmático, pragmático Irreverente, superficial, herói Cheio de contradições, problemático
Com reflexos de sabedoria e bondade Ora temperados de raiva e mau humor Entrechocam-se, entre a vida e a eternidade