O Músico, poeta cantor e compositor CARLOS SILVA, segue a trajetória de cantadores utilizando o canto falado em seus shows, palestras e apresentações em unidades de ensino fundamental e superior.
Criado entre as cidades de Nova Soure, e posteriormente em Itamira município de Aporá, a 180 Kms de Salvador, o musico carrega em sua bagagem o aprendizado colhido no meio de feira do interior baiano. Casado com Sandra Regina, tem 05 filhos e está aguardando o primeiro neto.Em 1981, participa de uma banda musical em Itamira(Ba) TRANZA A QUATRO, numa mescla de repertorio que variava de Beatles a Luiz Gonzaga, onde dá os seus primeiros passos como instrumentista (baterista da banda) ao lado de Hélio Dantas, Zé Milton E Carlinhos.
Retorna a São Paulo, em 1982 e começa trabalhar em siderúrgica e deixa um pouco a carreira de lado. Em 1997, Conhece o Maestro Vidal França e produz o primeiro demo um ano depois: O CANTO DO MEU CANTO, que conta com a participação da cantora e compositora Mazé e de Zé de Riba. Tocam na noite paulistana na região do bixiga, onde Carlos Silva, inserido no mundo artístico por Vidal França trava conhecimento com boêmios onde forma mais tarde muitas parcerias musicais. A musica de trabalho do cd era LEMBRANÇAS DE MATO GROSSO DO SUL. Um passeio cultural pelas cidades do Ms, enaltecendo a riqueza pantaneira daquele estado.
Em 2000 lança um outro single: NASCEU NA BAHIA O BRASIL, por ocasião dos 500 anos do Brasil. Em 2001, produz um cd experimental regravando essas obras já lançadas, com o titulo: ABRA OS OLHOS.
Em 2003 sob a produção de Ney Barbosa compositor da Chapada diamantina da cidade Rui Barbosa na Bahia, entra em studio e com o selo da JBS grava o cd: RETRATANDO.
Participa de vários programas de rádio na capital Paulista, São Paulo Capital Nordeste com o pesquisador paraibano Assis Angelo e na Radio Atual com Malu Scruz.
Varias Rádios comunitárias e Tvs, recebiam a arte cantada de Carlos Silva, que de mochila recheada de Cds, percorria o Brasil divulgando a sua arte de cantar e agora atribuía á sua carreira, poesias em forma de literatura de cordéis.
2003, foi o ano que conheceu a coperifa e o poeta Sergio Vaz que o convidara a participar do projeto na Zona Sul de São Paulo.
Fez programas de televisão como Tv Cultura, Rede Record e rede globo, Tv Alterosa em Minas Gerais.
Carlos Silva dedicando-se á literatura, é convidado a participar da antologia poética O RASTILHO DA POLVORA e de um cd de poesias da coperifa, produzidos pelo Itau cultural em São Paulo.
Viaja pelo Brasil pelos Estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, segue pelo Nordeste, Bahia, Pernambuco e Paraíba, agora amparado pelos cds e cordéis produzidos sempre de forma independente.
2008 Lança o mais recente trabalho fonográfico: O BRASIL EM VERSOS CANTADOS, que traz algumas parcerias com os seguintes colegas: Moreira de Acopiara, Chico Galvão, Joilson Kariri e Nato Barbosa.Morou por quase dois anos na cidade de Ilheus onde aproveitou bem essa passagem pelo sul da bahia e divulgou em Itabuna, Vitoria da Conquista a sua modalidade do canto falado.
Seus principais parceiros musicais: Sandra Regina, Vidal França, Zé de Riba, Mazé Pinheiro, Lupe Albano, Karina França, Rhayfer (Raimundo Ferreira) Batista Santos, Ney Barbosa, Edinho Oliveira, Cida Lobo, Edmilson Costa, Paulo de Tarso Marcos Tchitcho e Nininho de Uauá.Forrozeando, o artista percorre a região nordeste, apresentando o seu trabalho em feiras culturais, dividindo os palcos da vida com artistas como: Azulão baiano, Zé Araujo, Cecé, Asa Filho, Antonio Barreto, Franklim Maxado, Kitute de Licinho e um punhado de gente bôa.
As musicas são um filme para se ouvir, e cada frase, é um pedaço de poesia rebuscada na cultura popular e no solo sertânico chamado Brasil.
Seus projetos futuros: Um novo cd, misturando versos e cantigas, o livro Poemas Versos e Canções, e muitos livretos de cordéis que pretende lançar a cada mês, para apresentação nas feiras culturais e colégios, bibliotecas e outros espaços culturais.
CORDÉIS
Lista de Poemas
UMA DATA PARA NAO ESQUECER
ALBERTO DE JESUS DOS SANTOS segue pela rua, noite fria de uma insistente garoa. Seus passos aumentam de acordo o ritmo dos pingos que agora tornam-se mais fortes. Estava ansioso para chegar em casa, pois era aniversário da sua filha Rebeca que estaria completando naquela data, naquela noite de garoa os seus 6 aninhos de vida. Ele aumenta os passos por vários motivos que impulsionam seu caminhar.
Eis que surge na mesma rua uma viatura de polícia, que ao passar por Alberto, freia bruscamente e já lhe dá a voz autoritária: ENCOSTA NA PAREDE.
Bairro de classe média, todo mundo é suspeito, principalmente sendo negro, andando em passos apressados pela noite e com o tempo chuvoso, dava o tom característico (Na visão do policial) que se travava de um suspeito.
Ele tenta falar algo mas é interrompido. O policial desce de arma na mão e diz: Mandei encostar na parede, seu preto safado.
Seria pela cor o emprego da elevação do tom de voz daquele funcionário público, que ao vestir uma farda e empunhar uma arma, agora tornava-se tão arrogante?.
Alberto obedece e já começa MANTER O CONTROLE DA SITUAÇÃO, pois sabia que naquele momento, sua pele estaria em plano de condenação por parte daquele policial.
O que você tem nessa mochila crioulo? Ele responde: É um bolo que estou levando para o aniversário da minha filha Senhor.
Bolo de aniversário? Tá chique em negão. Deixa eu ver, abra essa mochila. Alberto tenta fazer com cuidado para não amassar o bolo, mas o policial puxa com força e o bolo cai na calçada.
A Ira de Alberto se inflama, mas ele tenta não transparecer isso para não piorar a situação.
Sarcasticamente, o REPRESENTANTE DA LEI DIZ: - Que pena, negão, parece que não vai ter mais aniversário. Ele pisa no bolo enquanto pergunta ao indefeso contribuinte (que inclusive paga pela farda, pela viatura, pela gasolina, mas só não paga pela truculência desse despreparado policial) Você tem passagem pela polícia? Mostra os seus documentos, negrinho.
Ele pede autorização para pegar sua carteira (lentamente) pois não queria fazer nenhum movimento para que o seu interlocutor não achasse que ele estava reagindo aquela abordagem.
O POLICIAL PEGA A CARTEIRA E ABRE LENTAMENTE PARA CONFERIR A DOCUMENTAÇÃO.
Usa a lanterna para melhor fazer a leitura, Um outro policial desse da viatura e pergunta: Tudo bem ai Sargento? Sim, está tudo bem. Só vou conferir os documentos desse crioulo. A gente bem que podia dar uma ciranda com ele né não?
Deixa esse preto ir embora, é só mais um vagabundo vagando pela rua.
Alberto continua imóvel e sem que eles percebam aciona o celular, como se fizesse uma comunicação em secreto.
O debochado policial rir e acha até interessante a ideia da CIRANDA.
Mas é aconselhado a apenas fazer a revista. Aquilo não era uma revista, era na verdade uma humilhação, pela qual o Sr. Alberto passava naquele momento
Ao analisar a documentação, o Sargento fica estarrecido, olha para a sua PRESA, ali imóvel á sua frente sem lhe dizer uma palavra sequer. Ele olha para o colega, e ao fazer a leitura, da identificação onde se lia:
“República Federativa do Brasil – Ministério da Defesa, EXERCITO BRASILEIRO (Serviço de Identificação do Exército)
Carteira de Identidade numero (xxxxx) Lei 3069 de 08 de Janeiro – e Lei 2136 de 29 de agosto de 1983
Nome ALBERTO DE JESUS DOS SANTOS
TENENTE CORONEL R1”.
Afasta-se , faz continência e começa pedir desculpas. Nisso um carro preto com 5 oficiais do Exercito, chega naquele exato momento, um helicóptero faz a varredura do local com possante holofote.
Eles rendem os policiais da viatura, e perguntam ao TENENTE CORONEL ALBERTO: Está tudo bem Senhor?
Sim. Quero que prendam esses marginais fardados imediatamente, comunique aos seus superiores que tratem da expulsão imediata da corporação e prisão desses maus servidores.
O Arrogante policial ia falar algo, mas o Tenente ordenou: CALE A SUA BOCA SEU IDIOTA. Eu tinha deixado o meu carro a poucos metros daqui porque tinha furado o pneu e a garoa foi aumentando e eu tive que aumentar os passos para chegar em casa quando você de forma irresponsável me fez perder o bolo de aniversário da minha filha.
Você terá tempo para pensar na merda que você fez, achando-se superior a outra pessoa por conta da sua pele.
As providencias foram tomadas, conduziram os policiais para a sua respectiva corporação onde foi lavrado o BO, onde os ocupantes da viatura tiveram suas prisões efetuadas para procedimentos futuros regido pela legislação.
Lição:
Não se olha, não se mede e nem tampouco se condena alguém pela cor, pelas vestes, pela aparência, pela forma de falar, de andar, de comer, ou pelo local onde mora, pelo partido que vota, pelo time que torce, pela cidade ou estado que vive. Cada cidadão tem o direito de ir e vir, pois este direito lhe é assegurado pela Constituição Nacional Brasileira , conforme art. 5º, da Constituição que diz:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.
112
CRONICIDADE
CARLOS SILVA
----------------------------------
Se os gestores NÃO PENSASSEM TANTO EM TERRA E GADO, CONCHAVOS E FACILITACOES, PROTECIONISMOS, ENRIQUECIMENTO LIGEIRO DE AMIGOS E FAMILIARES, SE O MP FISCALIZASSE, SE O TRE, FOSSE CORRETIVO, SE A JUSTIÇA FOSSE APLICADA, SE A UNIÃO FOSSE MAIS CONFIÁVEL (NO TOCANTE A ACOMPANHAR AS ADMINISTRAÇÕES DOS 5570 MUNICÍPIOS DO BRASIL), Atividades coletivas e Feiras iguais a estas envolvendo agricultura familiar, gastronomia, artesanato, cultura, lazer, literatura, arte de todo segmento, alémde bem nutridos (pela nutrição alimentar) seriamos mais sabidos, alegres e felizes graças ao ALIMENTO CULTURAL.
Todavia, PARA ISSO ACONTECER, BASTA O POVO ERGUER A CABEÇA PARA NAO ACEITAR A CANGA DA SUBMISSAO E DA VOZ CALADA.
VEREADORES E PREFEITOS ( É notorio e visivel saber) DEITAM E ROLAM, COM VERBAS PÚBLICAS, PORQUE TEM AVAL DE DEPUTADOS, GOVERNADORES, SENADORES JUIZES E PRESIDENTE DA REPUBLICA.
Olha quanta gente a Polícia Federal investigou e ate prendeu nos ultimos 10 anosfiram tantis COLABORADORES DA NAÇÃO QUE USARAM PULSEIRA DE PRATA! E se quiser prendem muito mais.
Vivo sonhando com as caixas de 52.000.000.000,00 que melhoraria em partes setores como::
A SAUDE,EDUCAÇÃO, MORADIA, TRANSPORTE, OBRAS PUBLICAS E ASSISTENCIAIS etc etc etc. TU TE LEMBRAS DISSO POVO?
___________________________________________
Num país em que representantes das esferas dos "TRES PODRERES" estão envolvidos em falcatruas, roubos e outras coisas mais e sao condenados por tanta COISA errada, o convite para mal conduta de qualquer cidadão de bem estaria aberto para estas atividades?.
Nao existem SALVADORES DA PÁTRIA, mas SASSÀ MUTEMA, LARANJAS, tem muitos ainda para ser manipulados PELOS "HOMI DOS PODRERES".
Enquanto isso, O Povo... o povo... o povo, continua ser manipulado por um sistema que quanto mais corrupto for, será melhor para governar com a OBRIGATORIEDADE DO VOTO.
Isso, (ESSE DOMÍNIO DAS RAÇAS), Veio nas caravelas de Cabral e nos navios negreiros. Aportaram nas terras de Vera Cruz, na Ilha de Santa Cruz nessas terras indigenas (QUE JA TINHA DONO MAS QUE AINDA SAO EXPULSOS E MORTOS) que foram descobertas com invasão, engodo, despreso e que depois ressurgia chamando-a de BRASIL e nessas terras uma coroa de alem mar dominava o mercantilismo de ouro, madeira e tudo de mais rico que possuiamos por mais de 300 anos, onde um submisso povo que desde aquela epoca, aprendeu a dizer: SIM SENHOR, ESTOU AS ORDENS MEU SENHOR.
Tem jeito? Eu acho que tem! Pena que nos milenios futuros, ja nao mais estejamos cá para ver isso. Mas jeito tem... ora se tem.
03 de outubro de 2020
C.S.
___________________________________
102
O DESPERTAR DE UM NOVO DIA
__________________________
Um novo, bonito e desconhecido dia chegou.
Vive-lo, e primeiramrnte agradecer e respeitar quem te permitiu despertar para mais alguns passos na jornada da vida, em busca de si mesmo.
O que te espera pra hoje? É claro que seria impossível saber.
Todavia, encha o seu coração e a sua mente de fé, esperança, bondade, gentileza, amabilidade, gestos de carinho e ternura, compreensão por entender que todos ao teu redor e no mundo, vivem igualzinho a você com as mesmas lagrimas e risos, e que precisam ouvir um BOM DIA, PARA AMENIZAR DA ALMA, O PESO DA INCERTEZA DAS COISAS QUE ACONTECERÃO NESSE NOVO DIA.
Tente manter a confianca a alegria e o seu sorriso, que servirá de incentivo e espelho para que outros admirem e percebam o valor de um simples sorrir.
Tenha um bom dia, e respeite o fluxo da natureza por onde o teu dia terá de passar.
Nao queira antecipar e nem desviar a rota desse teu dia, pois ele sabe o caminho que deve trilhar ao encontro da tarde que o espera para um abraço de missão cumprida.
No final desse dia APÓS VENCE-LO, tire um tempo para agradecer e respeitar quem te permitiu viver mais um dia. E assim, a noite te cobrirá de paz, conforto e zelo no aconchego do teu lar.
Carlos Silva
05.10.2020
58
A VISÃO DO FUTURO
A visão no futuro
O mundo escreveu nossa história e o tempo fe-la cartilha desse nosso viver.
Aprendemos com os dedicados Mestres, (pelos quais sempre tivemos respeito carinho e um amor dividido entre o paterno e o materno) um saber dosado em responsabilidade.
Sabatina, palmatória, mãos que ardiam ao toque da madeira redonda, que ao contato com a pele estalava na sala ecoando aos ouvidos apurados e eram inevitáveis os risos para dentro de si,
Pois, aquele que fosse pego sorrindo, o castigo logo mudaria de castigado.
Maldade do professor? Não. Disciplina com aval dos nossos pais, que alegres, agradeciam aos mesmos.
Hoje, o professor corre o risco de ser insultado, humilhado, agredido, atingido por qualquer objeto perfuro-cortante, ou abatido em pleno exercício da mais honrosa profissão, por um projétil disparado por um garoto de 13, 15, 17, 22 anos, não importa a idade.
Difícil é entender o que houve de 1968 para 2018, onde os chamados bons costumes, o carinho, o amor o respeito, o riso doce do aluno e do professor, numa autêntica cumplicidade de paz, tenha se perdido no mundo, mudando no tempo a nossa história, que era tao bela para o nosso tao puro e inocente viver.
A todos os profissionais da educação.
Carlos Silva
06/08/2020
O mundo escreveu nossa história e o tempo fe-la cartilha desse nosso viver.
Aprendemos com os dedicados Mestres, (pelos quais sempre tivemos respeito carinho e um amor dividido entre o paterno e o materno) um saber dosado em responsabilidade.
Sabatina, palmatória, mãos que ardiam ao toque da madeira redonda, que ao contato com a pele estalava na sala ecoando aos ouvidos apurados e eram inevitáveis os risos para dentro de si,
Pois, aquele que fosse pego sorrindo, o castigo logo mudaria de castigado.
Maldade do professor? Não. Disciplina com aval dos nossos pais, que alegres, agradeciam aos mesmos.
Hoje, o professor corre o risco de ser insultado, humilhado, agredido, atingido por qualquer objeto perfuro-cortante, ou abatido em pleno exercício da mais honrosa profissão, por um projétil disparado por um garoto de 13, 15, 17, 22 anos, não importa a idade.
Difícil é entender o que houve de 1968 para 2018, onde os chamados bons costumes, o carinho, o amor o respeito, o riso doce do aluno e do professor, numa autêntica cumplicidade de paz, tenha se perdido no mundo, mudando no tempo a nossa história, que era tao bela para o nosso tao puro e inocente viver.
A todos os profissionais da educação.
Carlos Silva
06/08/2020
54
BruMariana
Tanta ganância aqui colocada a prova
a cada instante e se renova como muralhas a ruir
o preço é alto, onde o custo é a vida para aquele que faz da vida seu sagrado existir.
A corda quebra sempre pro lado mais fraco,
desse gente boi barraco num espantoso lamaçal
A natureza agredida e maltratada; faz descer em enxurrada a ambição do capital.
Chora Brumado, Brumado meu Brumadinho
faz lembrar de Mariana que ainda não se curou.
tanto desse caso omissão e Desmantelo parece um pesadelo reviver o que passou.
a cada instante e se renova como muralhas a ruir
o preço é alto, onde o custo é a vida para aquele que faz da vida seu sagrado existir.
A corda quebra sempre pro lado mais fraco,
desse gente boi barraco num espantoso lamaçal
A natureza agredida e maltratada; faz descer em enxurrada a ambição do capital.
Chora Brumado, Brumado meu Brumadinho
faz lembrar de Mariana que ainda não se curou.
tanto desse caso omissão e Desmantelo parece um pesadelo reviver o que passou.
42
A FAUNA A FLORA E O FOGO.
O pantanal virou quintal da Amazônia.
A triste realidade visível é que agora, é ali que arde em Chamas os descuidos de um país que não se interessa pelas vidas verdes que na terra habitam.
Muitos não percebem (OU FINGEM NAO PERCEBER) que de uma formiga a uma onça pintada, de um tamanduá a um jacaré, todos estão expostos a extinção pelo fogo que mata a fauna, e sufoca a flora
Tenho muito medo que em pouco tempo, sejamos cinzas, e que nossos corpos talvez venham sentir o que a nossa riqueza vegetal e mineral sentiram numa consumação ardente, que aos olhos do mundo cresce em cada ato irresponsável cometido pelo homem.
O tríplice F, (FAUNA, FLORA E FOGO) estão paralelamente ligados.
A cada instante, alguém aperta o dispositivo evocando as chamas para cumprir o seu desastroso papel.
Culpados? Não há. Nunca há um só culpado.
Eles também fazem parte de uma outra existência que todos conhecem, pois são chamados de TRIPLO I ou seja: São Invisíveis, Intocáveis e Irrepreensiveis.
Enquanto isso, o verde chora suas vidas ceifadas.
Carlos Silva
66
SOU DE ONDE CHEGO
Sempre lutei pela vida e com a vida.
Por Deus, sempre me senti com a certeza da sua proteção.
Por vezes tantas, errei caminhos, mas nunca confiei em atalhos, pois quem desvia do caminho traçado pór Deus, renega as bênçãos que somente Ele prepara para nós.
Não tive pais ricos e nem recebi por heranças algo que tivesse me dado uma posição melhor na vida.
Nunca acreditei naquilo que não me pertence.
Em parentes, destes em nada dependi, exceto (MESMO VIVENDO DISTANTE) o respeito por cada um, torcendo e pedindo a Deus a sua proteção para todos.
A construção ou constituição da minha família, não foi feita na cidade em que fui criado, onde por vezes tantas tentei fixar-me, sem perceber que meu tempo por ali já havia se passado. Tudo muda de forma muito veloz.
A metamorfose da vida, das coisas e até mesmo das pessoas sem que percebamos, altera todo nosso existir.
Aprendi com o tempo a dizer que EU SOU DE ONDE CHEGO e, com a mesma vontade que cheguei, também posso partir sem previo aviso.
Ja amei muitos lugares. Todavia, hoje procuro apenas adaptar-me para viver, sem ter expectativa de vinculos que me prendam.
Sim; Hoje eu sou de onde chego e onde recebam bem minha familia e eu.
Amigos, os tenho sob um olhar carinhoso. A vida me presenteou com tantos que de alguns ainda sinto saudades e vontade de rever.
Outros porém, metamorfosearam tanto que já não nos cabemos tanto.
A vida exerce o poder de mudanças e temos que estar preparados pra isso e respeitar essas fases transformadoras nós formam nesse mundo como seres suscetíveis a tantas transformações. O que temos que fazer para vivermos em harmonia com tudo isso? Aceitarmos que cada um de nós, somos metamorfosicos É que tudo contribui para um aprendizado diário.
Quero amar a todos, mesmo sabendo que a reciprocidade desse sentir, pode não ter a mesma troca ou cumplicidade.
Paz para todos e que a vida nos faça melhor a cada instante, para que recebemos de Deus (além da sua proteção) o seu sorriso ao saber que estamos bem e muito bem com Ele, conosco e com todos ao nosso redor.
Carlos Silva
52
VENTO AZUL
Vi o vento tanger de leve e com extrema paciência, as nuvens para que todo azul do céu se revelasse aos olhos de tantos, exibindo seu tom celeste de majestoso admirar.
Olhar para o alto, é buscar nesse infinito onipresença de um Deus que tudo pode.
Saiba afastar as nuvens das dificuldades, das decepções, dos medos, das ilusões, da Inveja e da falsidade que por vezes te cerca.
Permita-se olhar para cima com fé, confiança e muita vontade.
Só assim verás com a clareza d'alma, que existe um espaço azul que te trará a paz, a confiança, a vontade de olhar sempre para o alto, onde encontrarás a força necessária para enfrentar os obstáculos impostos pela vida, e saber que deve lutar, se entregar, acreditar que é possível sim vencer, pois os teus olhos agora permitem que o teu coração (não Apenas veja) mas enxergue um mundo de possibilidades e de inevitável conquista.
Lembre-se que os espinhos que furam e machucam, são os mesmos que foram criados para proteger as rosas.
Carlos Silva.
84
MINHAS LEMBRANÇAS COM O IMORTAL ANTÔNIO TORRES.
MINHAS LEMBRANÇAS COM O IMORTAL, ANTONIO TORRES
As lembranças impulsionaram a vida, e num instante lá estava eu aplaudindo o tão homenageado cidadão, agora acolhido não só pela sua cidade, não só pelo seu estado, mas também por todo o mundo.
De Pilões (Lugar onde dividira suas primeiras vivencias no planeta terra) para o mundo.
Aprendeu recitar uma poesia de Castro Alves, e hoje a declama utilizando o jeito engraçado que empregara nas primeiras visões com o mundo literário, provocando risos e afagos de carinhos pela expressão sincera ao relembrar os tempos idos, da sua querida professora.
Seus olhos ergueram-se para o mundo, e, feito duas Torres altas, avistou a real vida em forma de letras que foram se juntando até leva-lo para a casa de tantas letras fundada por José Maria Machado de Assis.
Hoje, crescido Homem, vestiu um fardão bonito, sorriu, lembrou-se de imediato da ladeira grande que o separava do outro mundo por viver, e bebeu em lembranças, as memorias vividas pelo seu “Velho povo” que para trás ficara.
Podia nessa visão, avistar o junco miudinho escondido num vale tão seu e tão de tantos que ainda hoje por lá vivem.
Lembrou do avô, dos pais, dos irmãos, dos amigos. Lembrou também da sua amiga Sônia entoando em notas sonoras, uma cantiga que ele jamais esquecera.
A ladeira grande, o Junco, o fardão, o numero 23, quantos números passara em sua vida até ali?
O Numero da idade, o numero de anos afastado do torrão, o numero de tantos outros números, agora dava lugar para outro que o acompanhará pelo resto do todo da sua vida.
Quer dividir com todos, os holofotes o descobrem, pra chegar ao numero 23, foram 17 obras espalhadas pelo mundo em tantas línguas.
Não é mais do Junco, é do mundo e para sempre o será, pois agora é imortal. E por onde assentou-se Machado de Assis, Jorge Amado, Zélia Gatai, hoje senta-se com a força de duas Torres, o filho amado do junco Antônio Torres.
O dia 26 de Abril de 2014, fora um marco histórico na cidade que repousa num vale, hoje conhecido por todo o mundo, através da escrita de Antônio Torres.
E lá estava eu na biblioteca que leva o seu nome. A convite de Ronaldo Torres (Seu irmão) fui convidado para participar do almoço. Que honra, que alegria, que momento inesquecível para mim, acomodar Antônio Torres no meu carro junto com Tom Torres e dirigirmo-nos para a casa do amigo e escritor Luiz Eudes.
Na confusão, (levado pela emoção) esqueci da minha amiga Cristiane Alves. Que furo, que Gafe, mas eu tenho certeza que ela entendeu e me perdoará pelo fato. E o que eu teria para conversar com Antônio Torres que fora acomodado no banco da frente?
Mas a conversa surgiu e um fato do momento fora comentado:
No caminho, conversamos sobre a discriminação racial que ainda impera no Brasil, citando o fato do Dançarino DG e o modo como perdera a vida. Segundo uma reportagem que eu assisti um dia antes, o jornalista disse que a ONU afirmou que a policia do Brasil, é a que mais mata no mundo. Que vergonha pro País verde e amarelo, envolto em tanta corrupção, impunidade onde a (des) justiça impera a ponto de nos envergonhar.
Antes do almoço, desembainhei o violão e na sala de entrada da casa do Luiz Eudes, improvisamos uma cantoria, onde Antônio Torres já se encontrava acomodado numa rede, repousando o corpo e a mente.
Dediquei a musica QUE SAUDADES DA PROFESSORINHA para ele, em homenagem á sua professora que o incentivara declamar a poesia de Castro Alves. O povo feliz por compartilhar aquele momento cantava acompanhando as trovas de um cantador.
Jorge Pacora registrando aquele momento com sua câmera de documentarista, e o repórter Egídio do jornal Diário do litoral norte, e também repórter e fotografo de um grande jornal do Estado da Bahia estava por ali cobrindo aquele momento festivo.
Almoço farto, e de muito bom gosto com variações da culinária nordestina, servida por Judite e pela Val e sua irmã. Bom demais sô.
De volta para a cidade, mais uma palestra e dessa vez no Colégio Edgar Santos, o homenageado falou da importância daquele momento e da sua emoção por estar vivendo esse momento.
Cristiane Alves, registrava a tudo e fazia comentários convidando o publico presente a se pronunciar( o que pouco aconteceu). Não... Não tinha nada pra falar, queríamos ouvir Antônio Torres falar sobre suas obras, amigos, infância, junco, ladeira, o velho povo etc...
Eu pensava: Quando será que Sátiro Dias reviverá outro momento assim? Nenhum outro município baiano estava mais feliz do que a velha junco naquele momento.
Ela “Sátiro Dias” fora privilegiada dentre os 417 municípios baianos que agora tem um do seu mais ilustre dos filhos, ocupando a cadeira de numero 23 na Academia Brasileira de Letras.
Final desta palestra a próxima seria as 18:00 horas na Câmara Municipal. Tom Torres, Jorge Pacora e eu, fomos fazer um lanche em frente ao colégio.
Tom perguntou: Você vai pra onde poeta, não quer tomar um banho lá no hotel onde estou? Agradeci e respondi dizendo: Eu vou lá pro centro, no quiosque do Suta ( Ou chuta) tomar um café prosear com ele um pouco.
Fui lá pro quiosque do Suta, tomei um café, entrei no carro, troquei a camisa, botei meu chapéu de couro(Identidade) e as 18:00 horas eu estava lá na Câmara municipal. Casa cheia com a presença de 8 vereadores e o prefeito da cidade, secretários, professores, amigos, parentes e visitantes que queria compartilhar aquele momento solene.
Eu via no semblante das pessoas, a alegria por homenagear aquele Homem que nascera naquela cidade, nascera como eles, em meio a dificuldades no solo seco daquele lugar, mas que agora estava encharcado de alegria e muita satisfação.
O olhar do escritor, varria o ambiente e o brilho do seu olhar carregado de simplicidade, era o da explicita gratidão aquele povo, aquele seu povo, que faz parte do velho povo que lhe mostrara tantas historias gestos e costumes da sua gente.
Vivi um grande dia, presenciando a histórica homenagem, que jamais se apagará da minha mente, e nem da mente de todos aqueles que ali estavam.
Imagino o coração dele pulsando alegria, jorrando felicidades, dando orgulho ao seu povo, sua aldeia (como ele citara fazendo uma referência a Leon Tolstoi).
Ele (Antonio Torres) escreveu sua aldeia e mostrou ao mundo o seu velho e tão querido Junco, hoje mais orgulho para todos que ali habitam.
Eu, que não sou de lá, senti o que é ter orgulho de saber que um imortal se fez ali, bem pertinho de todos nós.
Nas minhas poucas palavras, quero externar o meu agradecimento, a minha alegria, a minha satisfação, a minha gratidão por esta data vivida.
O abraço que dei no Ronaldo Torres( Tom Torres) por conhecermo-nos naquele dia, e dividido historias, foi de grande importância para o meu viver. E ter participado de tudo isso, veio em minha mente a vontade de transcrever tais emoções nessa crônica, que o faço com enorme satisfação.
Reencontrar poetas como Raniere (de Caldas de Cipó), conhecer José Olívio, Abraçar Cristiane Alves, conversar com o Prefeito Pedrito, trocar ideias com Wilson Cruz, ver os livros de Luiz Eudes e a coleção por ele mostrada do Antonio Torres, ter conhecido Jorge Pacora, cantado pra tanta gente bonita e comprometida com a literatura, com a arte, com a musica e com a vida, seria impossível transformar essa emoção que estou guardando aqui na mente e no coração.
Mas uma frase escapa-me aos lábios e posso dizer com o coração aberto: Obrigado a Lagoa das Pombas, Malhada das Pedras, ou simplesmente Junco, que a partir do ano de 1926 fora rebatizada com o nome de Sátiro Dias,e que não importando o nome, trás o nome de Antonio Torres, seu filho tão amado e imortal.
As lembranças impulsionaram a vida, e num instante lá estava eu aplaudindo o tão homenageado cidadão, agora acolhido não só pela sua cidade, não só pelo seu estado, mas também por todo o mundo.
De Pilões (Lugar onde dividira suas primeiras vivencias no planeta terra) para o mundo.
Aprendeu recitar uma poesia de Castro Alves, e hoje a declama utilizando o jeito engraçado que empregara nas primeiras visões com o mundo literário, provocando risos e afagos de carinhos pela expressão sincera ao relembrar os tempos idos, da sua querida professora.
Seus olhos ergueram-se para o mundo, e, feito duas Torres altas, avistou a real vida em forma de letras que foram se juntando até leva-lo para a casa de tantas letras fundada por José Maria Machado de Assis.
Hoje, crescido Homem, vestiu um fardão bonito, sorriu, lembrou-se de imediato da ladeira grande que o separava do outro mundo por viver, e bebeu em lembranças, as memorias vividas pelo seu “Velho povo” que para trás ficara.
Podia nessa visão, avistar o junco miudinho escondido num vale tão seu e tão de tantos que ainda hoje por lá vivem.
Lembrou do avô, dos pais, dos irmãos, dos amigos. Lembrou também da sua amiga Sônia entoando em notas sonoras, uma cantiga que ele jamais esquecera.
A ladeira grande, o Junco, o fardão, o numero 23, quantos números passara em sua vida até ali?
O Numero da idade, o numero de anos afastado do torrão, o numero de tantos outros números, agora dava lugar para outro que o acompanhará pelo resto do todo da sua vida.
Quer dividir com todos, os holofotes o descobrem, pra chegar ao numero 23, foram 17 obras espalhadas pelo mundo em tantas línguas.
Não é mais do Junco, é do mundo e para sempre o será, pois agora é imortal. E por onde assentou-se Machado de Assis, Jorge Amado, Zélia Gatai, hoje senta-se com a força de duas Torres, o filho amado do junco Antônio Torres.
O dia 26 de Abril de 2014, fora um marco histórico na cidade que repousa num vale, hoje conhecido por todo o mundo, através da escrita de Antônio Torres.
E lá estava eu na biblioteca que leva o seu nome. A convite de Ronaldo Torres (Seu irmão) fui convidado para participar do almoço. Que honra, que alegria, que momento inesquecível para mim, acomodar Antônio Torres no meu carro junto com Tom Torres e dirigirmo-nos para a casa do amigo e escritor Luiz Eudes.
Na confusão, (levado pela emoção) esqueci da minha amiga Cristiane Alves. Que furo, que Gafe, mas eu tenho certeza que ela entendeu e me perdoará pelo fato. E o que eu teria para conversar com Antônio Torres que fora acomodado no banco da frente?
Mas a conversa surgiu e um fato do momento fora comentado:
No caminho, conversamos sobre a discriminação racial que ainda impera no Brasil, citando o fato do Dançarino DG e o modo como perdera a vida. Segundo uma reportagem que eu assisti um dia antes, o jornalista disse que a ONU afirmou que a policia do Brasil, é a que mais mata no mundo. Que vergonha pro País verde e amarelo, envolto em tanta corrupção, impunidade onde a (des) justiça impera a ponto de nos envergonhar.
Antes do almoço, desembainhei o violão e na sala de entrada da casa do Luiz Eudes, improvisamos uma cantoria, onde Antônio Torres já se encontrava acomodado numa rede, repousando o corpo e a mente.
Dediquei a musica QUE SAUDADES DA PROFESSORINHA para ele, em homenagem á sua professora que o incentivara declamar a poesia de Castro Alves. O povo feliz por compartilhar aquele momento cantava acompanhando as trovas de um cantador.
Jorge Pacora registrando aquele momento com sua câmera de documentarista, e o repórter Egídio do jornal Diário do litoral norte, e também repórter e fotografo de um grande jornal do Estado da Bahia estava por ali cobrindo aquele momento festivo.
Almoço farto, e de muito bom gosto com variações da culinária nordestina, servida por Judite e pela Val e sua irmã. Bom demais sô.
De volta para a cidade, mais uma palestra e dessa vez no Colégio Edgar Santos, o homenageado falou da importância daquele momento e da sua emoção por estar vivendo esse momento.
Cristiane Alves, registrava a tudo e fazia comentários convidando o publico presente a se pronunciar( o que pouco aconteceu). Não... Não tinha nada pra falar, queríamos ouvir Antônio Torres falar sobre suas obras, amigos, infância, junco, ladeira, o velho povo etc...
Eu pensava: Quando será que Sátiro Dias reviverá outro momento assim? Nenhum outro município baiano estava mais feliz do que a velha junco naquele momento.
Ela “Sátiro Dias” fora privilegiada dentre os 417 municípios baianos que agora tem um do seu mais ilustre dos filhos, ocupando a cadeira de numero 23 na Academia Brasileira de Letras.
Final desta palestra a próxima seria as 18:00 horas na Câmara Municipal. Tom Torres, Jorge Pacora e eu, fomos fazer um lanche em frente ao colégio.
Tom perguntou: Você vai pra onde poeta, não quer tomar um banho lá no hotel onde estou? Agradeci e respondi dizendo: Eu vou lá pro centro, no quiosque do Suta ( Ou chuta) tomar um café prosear com ele um pouco.
Fui lá pro quiosque do Suta, tomei um café, entrei no carro, troquei a camisa, botei meu chapéu de couro(Identidade) e as 18:00 horas eu estava lá na Câmara municipal. Casa cheia com a presença de 8 vereadores e o prefeito da cidade, secretários, professores, amigos, parentes e visitantes que queria compartilhar aquele momento solene.
Eu via no semblante das pessoas, a alegria por homenagear aquele Homem que nascera naquela cidade, nascera como eles, em meio a dificuldades no solo seco daquele lugar, mas que agora estava encharcado de alegria e muita satisfação.
O olhar do escritor, varria o ambiente e o brilho do seu olhar carregado de simplicidade, era o da explicita gratidão aquele povo, aquele seu povo, que faz parte do velho povo que lhe mostrara tantas historias gestos e costumes da sua gente.
Vivi um grande dia, presenciando a histórica homenagem, que jamais se apagará da minha mente, e nem da mente de todos aqueles que ali estavam.
Imagino o coração dele pulsando alegria, jorrando felicidades, dando orgulho ao seu povo, sua aldeia (como ele citara fazendo uma referência a Leon Tolstoi).
Ele (Antonio Torres) escreveu sua aldeia e mostrou ao mundo o seu velho e tão querido Junco, hoje mais orgulho para todos que ali habitam.
Eu, que não sou de lá, senti o que é ter orgulho de saber que um imortal se fez ali, bem pertinho de todos nós.
Nas minhas poucas palavras, quero externar o meu agradecimento, a minha alegria, a minha satisfação, a minha gratidão por esta data vivida.
O abraço que dei no Ronaldo Torres( Tom Torres) por conhecermo-nos naquele dia, e dividido historias, foi de grande importância para o meu viver. E ter participado de tudo isso, veio em minha mente a vontade de transcrever tais emoções nessa crônica, que o faço com enorme satisfação.
Reencontrar poetas como Raniere (de Caldas de Cipó), conhecer José Olívio, Abraçar Cristiane Alves, conversar com o Prefeito Pedrito, trocar ideias com Wilson Cruz, ver os livros de Luiz Eudes e a coleção por ele mostrada do Antonio Torres, ter conhecido Jorge Pacora, cantado pra tanta gente bonita e comprometida com a literatura, com a arte, com a musica e com a vida, seria impossível transformar essa emoção que estou guardando aqui na mente e no coração.
Mas uma frase escapa-me aos lábios e posso dizer com o coração aberto: Obrigado a Lagoa das Pombas, Malhada das Pedras, ou simplesmente Junco, que a partir do ano de 1926 fora rebatizada com o nome de Sátiro Dias,e que não importando o nome, trás o nome de Antonio Torres, seu filho tão amado e imortal.
148
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Carlos Silva
Gostaria de poder acrescentar mais poesias, mas perdi senha e não sei mais como entrar.