Lista de Poemas
Deus me livre

Deus me livre
Deus me livre das sátiras ,não dos risos.
Não me conceda bençãos mas a alegria dos pobres
795
SILÊNCIO

Me ofereci ao silêncio
que aceitou prontamente
não acho palavras na reserva moral de minhas expectativas ,fui vencido
fui avaliado
pela acidez de outras mentes ,
talvez o amor me aceite e eu o conheça.
292
Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
191
Amar
Eu amo
Uma pronúncia quase perpétua
Em todos os alfabetos possíveis
O que apetece o coração
Ou que talvez não se acredite
Em flechas desgovernadas
Que persistem
Enlutando a proposta
Dias melhores do porvir !
Enclausurado eu canto
Porque na vida não se admira ,
Nem espanto , nem pranto
Suportar a vida sem encanto
Há prazeres tantos a
Apaziguar !
Uma língua universal se concretizará
E destas
Cada palavra em que me abrigo
E tirado de todo mundo
Som, melodias e amor
Queimam a garganta
A própria língua é brasa sem rumo Realmente eu ainda não me engano
Eu amo
Esse universo perigoso
De todos os alfabetos possíveis
Descobri nobres palavras
Fiz da semântica um abrigo.
Pois quem ama
Escuta um canto nobre
Um coral de anjos ,
Acalanto para crianças
Tantas palavras benévolas
Que amo tanto.
Uma pronúncia quase perpétua
Em todos os alfabetos possíveis
O que apetece o coração
Ou que talvez não se acredite
Em flechas desgovernadas
Que persistem
Enlutando a proposta
Dias melhores do porvir !
Enclausurado eu canto
Porque na vida não se admira ,
Nem espanto , nem pranto
Suportar a vida sem encanto
Há prazeres tantos a
Apaziguar !
Uma língua universal se concretizará
E destas
Cada palavra em que me abrigo
E tirado de todo mundo
Som, melodias e amor
Queimam a garganta
A própria língua é brasa sem rumo Realmente eu ainda não me engano
Eu amo
Esse universo perigoso
De todos os alfabetos possíveis
Descobri nobres palavras
Fiz da semântica um abrigo.
Pois quem ama
Escuta um canto nobre
Um coral de anjos ,
Acalanto para crianças
Tantas palavras benévolas
Que amo tanto.
191
O tempo
O tempo saboreia todas minhas veias
Um conglomerado de células
Desimportante para este senhor
Consumidas também
Sem piedade pelo assustador espelho
Não é com a aparência
Que me preocupo
E com que eu prego no mundo
Eu me sinto triste ,
Para que esconder o que sinto ?
Os trocados de afetividade são os
que servem ,
São entregues para quitar a anti alegria
Viver preparando os retalhos para
Cortinar a sala durante a refeição do tempo,
De profecias particulares
Um tiquinho de felicidade
Para coroar os lares
Mas sabe :
A felicidade tá no lado de fora.
Minha tristeza é que me afaga
São minhas lágrimas que banham e que
Não se calam
São as dores
Não as cores
Quadros anestésicos
Que entorpecem e aquecem
Via Crucis do meu eu penitente
Meu rio atormentado
Onde pode se encontrar
Também diamante
Peixe que reside
Em aquário minúsculo
Desta felicidade .
185
Comentários (11)
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parabéns
amei parabéns
Gratidão por sua gentil observação de minha escrita poética, agora sou eu que vim observar suas produções literárias, abraços.
Um grande poeta, amo suas poesias, sempre estou lendo-as! Genial, profundo e atemporal!
show de bola wilson
seus poemas nos convidam para uma conversa interna
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..