Dai me o direito a ter direito a sombra que não sou, ao meu anti gosto predileto Dai me o direito a mais do oxigênio contaminado necessário. Dai me o direito de ser imperfeito de ser profundamente mediano Nas decisões assertivas da vida e nas mediocridades humanas.
Eu vivo a me mandrakear Porque sou um medroso de galochas Deus, eu sou culpado de não dar amparo as flores? Logo eu que sou como um colibri Que não aprecia as dores Mas as flores, são lindas e eternas São as que colorem meu mundo opaco! São lembretes para informar Que a inveja nada vale Não perfuma a esperança Ocupam o espaço da paz E nesta escuridão eu vivo a canalizar Se existem, maiores valores Que devam me impressionar? Eu vivo como artista nesta vida encenar Um sorriso de fato Disfarço tanto, já tem gente a se apaixonar Meu espaço, não o sideral Estrelas atômicas a me dominar Eu vivo a canalizar Minha inocência primaria Por que hoje as canções não me dizem nada. O respeito camuflado de fato Vem a me aterrorizar Indetectável mesmo É do possessivo humano O Amor encontrar
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Alegria
Substanciar a alegria Que a tristeza não faça modismo nem motim Atos santos tratados como maldosos Cauterizando a alegria A injustiça tratada com mansidão Tentar entender mesmo A fria imagem , e não impactar . Quem precisa amar O coração tem pressa em se acalmar
Alegrar o que vai mal Persistir tanto No que ainda mostra Encanto Não querer do amor a saudade Não inventamos está chama Foi o capricho do fogo Em esquentar a emoção
Alegria Seja sempre bem vinda Carnaval e muita serpentina Passos de contentamento na Avenida dos sonhos Não mais tristes festas A melhor presença de todas E não encerrar a vida Na sala de espera
Amenizar a distância e a solidão Tranquilidade ao coração Quem será autor Ou co autor Desta linda estória? Bela canção Incrível e exclusiva Estória de amor Vida com sapatos apertados. Descalçar no caminho Acabou o amargor e as Mutilações na alma E de andarmos sozinhos. Página virada Capítulo à iniciar... Saber em poesia se prolongar Pois o coração tem pressa Em amar.
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Amizade
É um universo que as vezes o coração inventa , emoções análogas É o amor que também perfeitamente espreita A amizade é principal instrumento Cada um saboreia o alimento e Também oferta do que se alimenta Saudemos com alegria a vida Néctar e muito sentimento Eu prefiro admiração de perto Em letras garrafais Peço a Deus que preserve minha Humilde memória Para que eu possa sempre ter Em minha mente , meus queridos amigos Sempre Imortais .
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FOME
Eu queria poder ser o mestre- cuca do mundo inteiro Acabar com a falta da alimentação diaria E a diminuta esperança Preparar pratos salgados e caramelados Estabelecer o cuidado, cuidadoso Mestre-cuca dos necessitados que ostentam O título maldito, ingrato Da fome que não podem saciar Necessitam mais que braçadas Neste lamaçal de injustiças, obsevam Tantas terras improdutivas Não se tornam produtivas pela malevolência desumana Derrubam florestas, não deixam os índios sonharem Madeira de lei, criar gado Para tudo importar! Homens com grandes títulos não permitem Amorosamente Deus organizar a fertilidade da Terra , Frequente morte no mundo triste fim Cólera e desprazer é um grande ser A tristeza faz modismo em mim Na África mas um morre de fome ao amanhecer Eu queria ser dono deste caldeirão fantástico E importar a logística do bem para o mal Onde os soldados são bem alimentados E o povo não sofre de fome E não pensam em se alimentam das sobras Das feiras livres semanais , Onde o que mais perturba É o grito estridente do feirante Anunciando o alimento com novo aumento .
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Destino
Passa vida e personificamos O riso que virou sonso A magia que chega Não é branca nem escura Lábios de ternura Informam que o amor Esse mito E um tecido branco Que necessita de tintura De cor impactante Para colorir A ilusão absurda? Titular postura Um olhar tão desejante A santa deste caminho Que toca tanto o sino Do destino que está Na catedral humana Importante fé desta gente .
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Lua nova
Torne-se nova sempre, Porque antigos são os meus temores Mas torne –se suave quando me tocar Lua Nova como desejo Abrace-me imensamente Com ar temperado e boa fragrância Ou ainda me reserve Tua calma em terras distantes Que muito amei Será sempre uma eterna Poetas e amantes te enobrecem Tuas mudanças são sinceras Já os amores não! LUA Eu a tenho entre a vontade e o sonho. O amor não tolera minha fraqueza Vago não como Ti, Meus dias são como o teu tamanho Esperança na medida considerável. Mas e se ao final eu receber uma lapide Que os amigos deixem gravado : Jaz de amores entregou-se. LUA Ao menos ilumine minhas trevas.
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Ainda no mundo
Pelo poder do espírito santo de todos os carinhos Onde a devotada esperança aos pouquinhos Ainda destila lágrimas e segredinhos
Mundo indomável, discreto incoerente Não dissolve o som dos pecados persistentes Oh musa, flor mulher ou algum governo polivalente
Venham pelo menos salvar os dias de amargura Das cercanias da vida, dor e tortura Deus ainda não tive este quinhão, de dedicada ternura
Onde o mundo todo diz merecer Mas a carência de algum bem faz perecer O mundo escreveu um trecho dessa peça mal de se ver.
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Terça feira nobre
A tv anuncia o filme : terça feira nobre filme tão glacial , não muda a minha face inanimada ! fantasmagórica, é a atenção do amor filme tolo, não detém a minha dor dinâmica gostaria de reescrever tantas cenas desta tela e apertar os passos sem sair da poltrona sabem os expectadores deste mundo , corrigir tantos dilemas ? desliguei o filme chato , melhor revisitar os antigos retratos mas a nostalgia tirana, mudaram a atitude dos meus olhos ! tantas cenas e lembranças rimam com a felicidade antológica penetrante sei que me juntarei a tantos retratos desfocados da retrógada lembrança o filme tão triste e tolerante, anestésico viciante de dias marcantes , e hoje um filme dramático fez minha dor em lagrimas fluir,
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Palavras ao vento
Amar é tentador quando palavras inaudíveis não chegam ao coração pode ter efeito, tom enganador as palavras ao vento com ameno sentimento de amor , pipas no céu azul sem vento , não combinam tristeza de menino, coração em dor é melhor ser analfabeto ou residir num deserto abrasador . Palavras ao vento é cavalo que não se sela porque palavras ao vento são rápidas e se despedem de toda verdade, palavras podem ser desajeitadas quando não são embriagadas de amor Amar é estar despreparado é um jogo a ser eternizado de caça palavras porque amar é inerente e desafiador .
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Vida
Na elaboração consequente de amar e viver Se até as vezes é absurdo neste mundo conviver As muitas aguas inundam As puras mentes carentes E se as flores já não são as mesmas Já não têm o brilho tão puro A morte.... não a vida é triste Marcada em pobres inocentes Voz que o mundo parece não entender Voz feliz de um vencedor Deus é um Deus de vivos
Quanto tempo durará Essa atadura Ferimento adicional Porta imaginaria Sem fechadura Esperando a chave Certa encontrar Visão futurista De nova festa recomeçar Imagino muita gente Animadas, depois Da porta certa reencontrar Isso e o que me detém! Mas o deverás importa E a vontade de Deus E a morte calar
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..