Lista de Poemas
Momentos simples
Nesse algo tão comezinho
Nesse sentimento vizinho
De se abeirar
De se encontrar
Tempo e lugar
Para uma conversa simples
Para caminhar
Lado a lado
Sendo encontrado
O sentido mais simples
Assim prezado
Ao ser apreciado
E quando afastado
Assim se parece deixar
nosso mais simples calor
O mais amado
O jeito de se ter entregado
Sem pensar no fado
Desse algo marcado
No ser-se humano
Nesse sentimento vizinho
De se abeirar
De se encontrar
Tempo e lugar
Para uma conversa simples
Para caminhar
Lado a lado
Sendo encontrado
O sentido mais simples
Assim prezado
Ao ser apreciado
E quando afastado
Assim se parece deixar
nosso mais simples calor
O mais amado
O jeito de se ter entregado
Sem pensar no fado
Desse algo marcado
No ser-se humano
19
Na tua essência
essa tua essência a germinar....
essa sêmea mais íntima
que faz a casca rasgar...
em mil e uma alegorias...
em emoções tão vivas...
em alegria no pensamento...
nesse afago de carinho
que ainda se leva por dentro...
essa sêmea mais íntima
que faz a casca rasgar...
em mil e uma alegorias...
em emoções tão vivas...
em alegria no pensamento...
nesse afago de carinho
que ainda se leva por dentro...
24
a folha enamorada
Se não fosse esta estranha mania
De escrever em poesia
Se estendesse os braços ao verso
E o fizesse mais extenso
Se incorporasse
Tudo o que sei e penso
Ao sentir intenso
Que por dentro clama
A ser levado
Partilhado
Entregue de coração aberto
Qual rio em pleno deserto
Deixando algo humedecido
Talvez o que sou
Talvez o que digo
Talvez o que sinto por dentro
ao ser renascido
Nesse estranho caminho
De se deixar levar
Pela harmonia
dessa simples melodia
Que se entretece sem cessar
E se imaginar chegasse
Não seria assim ficar
Com a palavra desmedida
Com essa estranha amiga
Que nos impele
e quase obriga
A dar, a dar, a dar
De si até se esvaziar
E depois voltar-se a inspirar
Inspirar suavemente
Voltar a caminhar
Entre o riso e a tristeza
de se ser gente
E recolher o momento
Na palma da mão
E deixar esse incêndio por dentro
Tomar conta do coração…
De escrever em poesia
Se estendesse os braços ao verso
E o fizesse mais extenso
Se incorporasse
Tudo o que sei e penso
Ao sentir intenso
Que por dentro clama
A ser levado
Partilhado
Entregue de coração aberto
Qual rio em pleno deserto
Deixando algo humedecido
Talvez o que sou
Talvez o que digo
Talvez o que sinto por dentro
ao ser renascido
Nesse estranho caminho
De se deixar levar
Pela harmonia
dessa simples melodia
Que se entretece sem cessar
E se imaginar chegasse
Não seria assim ficar
Com a palavra desmedida
Com essa estranha amiga
Que nos impele
e quase obriga
A dar, a dar, a dar
De si até se esvaziar
E depois voltar-se a inspirar
Inspirar suavemente
Voltar a caminhar
Entre o riso e a tristeza
de se ser gente
E recolher o momento
Na palma da mão
E deixar esse incêndio por dentro
Tomar conta do coração…
18
Amar no porvir
Nesse abraço mais sincero
Que me leva mais perto do que quero
Nesse sentimento sustido
Entre o que sou, o que penso e digo
Nesse lugar afastado
Dentro desse jardim no peito plantado
Onde acostumamos a nos ver passear
Entre as veredas de sonhos mais simples
E fantasias veladas por se alcançar
E nesses momentos sorrateiros
Nos que surgem outros dias soalheiros
Para se poder caminhar
Pelos recantos esquecidos
Entre a devoção e os sentidos
Fina linha desenhada
Entre o ocaso e a madrugada
Fio transparecido
Sendo por dentro do ser entretecido
Para se investir
Desse elemento
mais contido
O mais bem querido
Amar ao se existir
E deixar-se levar
entre o por vir
Que me leva mais perto do que quero
Nesse sentimento sustido
Entre o que sou, o que penso e digo
Nesse lugar afastado
Dentro desse jardim no peito plantado
Onde acostumamos a nos ver passear
Entre as veredas de sonhos mais simples
E fantasias veladas por se alcançar
E nesses momentos sorrateiros
Nos que surgem outros dias soalheiros
Para se poder caminhar
Pelos recantos esquecidos
Entre a devoção e os sentidos
Fina linha desenhada
Entre o ocaso e a madrugada
Fio transparecido
Sendo por dentro do ser entretecido
Para se investir
Desse elemento
mais contido
O mais bem querido
Amar ao se existir
E deixar-se levar
entre o por vir
19
Sonhos Concretos
Nesses momentos secretos
Nos que vogamos
Nesse pensamento
Discreto
Navegamos
E nesse sonho
Tão seleto
Simples
Modesto
Mergulhamos
E trazemos ao de cima
Essa água de nova vida
Esse conteúdo a se levar
Essa alegria festiva
Esse lugar em perspetiva
Para nos voltar a encontrar
E nesse resumo recatado
Que vai em nós a todo o lado
Ainda encontramos
Esse algo disfarçado
Esperando por ser aceso
Nesse algo a se libertar
Nesse tempo mais preso
Levado a se levantar
Nesse todo mais coeso
Esse simples mergulhar
E largar nesse alto mar
Todo o nosso peso...
Nos que vogamos
Nesse pensamento
Discreto
Navegamos
E nesse sonho
Tão seleto
Simples
Modesto
Mergulhamos
E trazemos ao de cima
Essa água de nova vida
Esse conteúdo a se levar
Essa alegria festiva
Esse lugar em perspetiva
Para nos voltar a encontrar
E nesse resumo recatado
Que vai em nós a todo o lado
Ainda encontramos
Esse algo disfarçado
Esperando por ser aceso
Nesse algo a se libertar
Nesse tempo mais preso
Levado a se levantar
Nesse todo mais coeso
Esse simples mergulhar
E largar nesse alto mar
Todo o nosso peso...
35
entregar-se nesse mergulho mais profundo
Nesses dias pesarosos
Nos que o frio
te entra pelos ossos
Y a tua vontade
parece estar cega
Por esse algo
que nos nega
O caminhar
O ir
O chegar
Aonde a alma anima
Aonde a vontade motiva
Aonde ainda há a estiva
Desse verão sonhado
A se recolher no adro
Desse lugar
Tão antigo e querido
Como tão bem familiar
E nesse sentimento
de ser acolhido
Nesse algo
que sinto no que digo
Nessa sensação
clara e forte
Desse sentimento de sorte
Para se entregar
Nessa linha que se caminhava
Nesse algo que nos chamava
E está sempre a se renovar
Nesse momento inesperado
Que nos chama a outro lado
Desde onde se ia e se seguia
Assim na rotina de si despida
Esperando o nosso calor
Bem humano
Para a preencher com alento
Do que se tenha idealizado
Caminho estranho para a razão
Que leva direto ao coração
Nos que o frio
te entra pelos ossos
Y a tua vontade
parece estar cega
Por esse algo
que nos nega
O caminhar
O ir
O chegar
Aonde a alma anima
Aonde a vontade motiva
Aonde ainda há a estiva
Desse verão sonhado
A se recolher no adro
Desse lugar
Tão antigo e querido
Como tão bem familiar
E nesse sentimento
de ser acolhido
Nesse algo
que sinto no que digo
Nessa sensação
clara e forte
Desse sentimento de sorte
Para se entregar
Nessa linha que se caminhava
Nesse algo que nos chamava
E está sempre a se renovar
Nesse momento inesperado
Que nos chama a outro lado
Desde onde se ia e se seguia
Assim na rotina de si despida
Esperando o nosso calor
Bem humano
Para a preencher com alento
Do que se tenha idealizado
Caminho estranho para a razão
Que leva direto ao coração
23
Transparência do teu ser
essa transparência em vitral
sendo pela vida trespassado
luz de sol a iluminar
esse calor a teu lado
sendo pela vida trespassado
luz de sol a iluminar
esse calor a teu lado
25
encontrar sentido na rima do dia a dia
Nessa rima fácil
Que se deixa levar
Nesse esforço de parto
Para ao mundo se entregar
Esse algo silencioso
Deixar-se esvaziar
Expiração desse mundo íntimo
Alento intenso a se expandir
Devagar
E á medida que a rima
segue sua sina
E que o poema se adivinha
Qual uma imagem bafejada
Nessa janela mal fechada
Esperando a tua gema
Desse dedo bem quente
Desse ademão coerente
Para trazer ao dia
o seu presente
De se ir mais ao fundo
Ao íntimo deste teu mundo
E regressar
Com alguma luz de maravilha
Qual vagas numa pequena ilha
Sempre a segredar
Nas areias mais finas
Desse teu tempo
O que vai por dentro
desse teu alento
Que se deixa levar
Nesse esforço de parto
Para ao mundo se entregar
Esse algo silencioso
Deixar-se esvaziar
Expiração desse mundo íntimo
Alento intenso a se expandir
Devagar
E á medida que a rima
segue sua sina
E que o poema se adivinha
Qual uma imagem bafejada
Nessa janela mal fechada
Esperando a tua gema
Desse dedo bem quente
Desse ademão coerente
Para trazer ao dia
o seu presente
De se ir mais ao fundo
Ao íntimo deste teu mundo
E regressar
Com alguma luz de maravilha
Qual vagas numa pequena ilha
Sempre a segredar
Nas areias mais finas
Desse teu tempo
O que vai por dentro
desse teu alento
24
Momentos de Simplicidade
Nesse algo tão comezinho
Nesse sentimento vizinho
De se abeirar
De se encontrar
Tempo e lugar
Para uma conversa simples
Para caminhar
Lado a lado
Sendo encontrado
O sentido mais simples
Assim prezado
Ao ser apreciado
E quando afastado
Assim se parece deixar
nosso mais simples calor
O mais amado
O jeito de se ter entregado
Sem pensar no fado
Desse algo marcado
No ser-se humano
Nesse sentimento vizinho
De se abeirar
De se encontrar
Tempo e lugar
Para uma conversa simples
Para caminhar
Lado a lado
Sendo encontrado
O sentido mais simples
Assim prezado
Ao ser apreciado
E quando afastado
Assim se parece deixar
nosso mais simples calor
O mais amado
O jeito de se ter entregado
Sem pensar no fado
Desse algo marcado
No ser-se humano
27
momentos
Nesse tempo
no que o momento
Parece se escoar
Tudo o que levas por dentro
A alegria e o sentimento
Parecendo se apagar
E nesse algo inesperado
Que acontece sem se ter contado
E nos doa um caminho novo
Esse algo que se tem esperado
Um espelho ainda baço
À espera de ser tocado
Por esse algo de imaginação criativa
Essa areola algo fantástica e festiva
Que se entretece e se entrelaça
Ali onde o teu ser vai e passa
Iluminando esse momento interior
Fazendo estar perto desse algo maior
Que nos chama em tom de ser gente
Assim de repente
E nos leva a vogar
A divagar
A voar nas asas do momento
E a entregar depois
Isso que levamos dentro
no que o momento
Parece se escoar
Tudo o que levas por dentro
A alegria e o sentimento
Parecendo se apagar
E nesse algo inesperado
Que acontece sem se ter contado
E nos doa um caminho novo
Esse algo que se tem esperado
Um espelho ainda baço
À espera de ser tocado
Por esse algo de imaginação criativa
Essa areola algo fantástica e festiva
Que se entretece e se entrelaça
Ali onde o teu ser vai e passa
Iluminando esse momento interior
Fazendo estar perto desse algo maior
Que nos chama em tom de ser gente
Assim de repente
E nos leva a vogar
A divagar
A voar nas asas do momento
E a entregar depois
Isso que levamos dentro
15
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
NoComments