Lista de Poemas
voltar
E nesse algo de bem-querer
Voltara fixar o ser
E nesse calor emanado
Desse ser irmanado
Voltar a saber entender
Braços estendidos
Entre esse cantares amigos
E palmas de mão
Sempre cheias
Dessa luz
Que nos permeia
Voltara fixar o ser
E nesse calor emanado
Desse ser irmanado
Voltar a saber entender
Braços estendidos
Entre esse cantares amigos
E palmas de mão
Sempre cheias
Dessa luz
Que nos permeia
16
Esse Oceano imenso - mais além do que sei ou penso
Voltar a encontrar essa sintonia
Entre o silêncio que se enaltecia
E essa alegria que nos permeava
Essa linha fina
Ondulada
Qual maré
em pleno mar encontrada
Esse horizonte mais amplo
Cheio de vida
E de encanto
Esse cantar
Esse elevar
Esse ir ao mais profundo
Desse teu íntimo mundo
Para chegar a encontrar
Esse reflexo bafejado
Por esse teu alento levado
No peito onde se escondia
Nesse coração
que tão bem dizia
Desse algo
Que se procura
Que nos cuida e nos cura
E nos leva a bem dizer
De todo esse
encontro de encanto
Em todo e qualquer canto
Escondido
Ora levado
A aparecer
Na luz do olhar
No perseverar
No querer se entregar
e no crer
que voltará a suceder
Essa alegria de magia
Essa nota alta
no final do dia
Essa suavidade aveludada
Que nos abraça e se entrelaça
Em cada nota mais pura e fina
Que em ti se fazia… dia
Entre a noite mais bem sonhada
Essa melodia tão querida
Que é sinal de vida bem amada
Entre o silêncio que se enaltecia
E essa alegria que nos permeava
Essa linha fina
Ondulada
Qual maré
em pleno mar encontrada
Esse horizonte mais amplo
Cheio de vida
E de encanto
Esse cantar
Esse elevar
Esse ir ao mais profundo
Desse teu íntimo mundo
Para chegar a encontrar
Esse reflexo bafejado
Por esse teu alento levado
No peito onde se escondia
Nesse coração
que tão bem dizia
Desse algo
Que se procura
Que nos cuida e nos cura
E nos leva a bem dizer
De todo esse
encontro de encanto
Em todo e qualquer canto
Escondido
Ora levado
A aparecer
Na luz do olhar
No perseverar
No querer se entregar
e no crer
que voltará a suceder
Essa alegria de magia
Essa nota alta
no final do dia
Essa suavidade aveludada
Que nos abraça e se entrelaça
Em cada nota mais pura e fina
Que em ti se fazia… dia
Entre a noite mais bem sonhada
Essa melodia tão querida
Que é sinal de vida bem amada
19
sarar
Nesse encontro tão sonhado
Nesse estar de novo a teu lado
Nesse sentir alegria
Que renasce em ti cada dia
Sendo ramagem
Que ampara
Sendo o rio
Que te alaga
Para se abeirar
Dar de beber
E sarar
Nesse estar de novo a teu lado
Nesse sentir alegria
Que renasce em ti cada dia
Sendo ramagem
Que ampara
Sendo o rio
Que te alaga
Para se abeirar
Dar de beber
E sarar
25
Abraços de simplicidade - desde o Campo até à Cidade
Aonde o tudo
o e o nada se encontravam
E as gentes se deixavam ir
Em direção a algo novo
Esse porvir entre o povo
Esse algo tão querido
Tão cuidado
Esse tesouro
Que se tem guardado
Para poder ser
Assim partilhado
Sem sentido
Se não entregue
Esse algo de mais vivo
Algo mais leve
Essa brisa que passa
Esse algo que nos abraça
Essa manta de retalhos
Que se fez quente
Entre os mais simples
Agasalhos
Árvore e seus galhos
Se estendendo
E abraçando
Quem se vai abeirando
E acolhendo
Quem se deixe nesse lugar
Sedento desse viver
Desse voltar a encontrar
Tão grande querer…
Nesse viver à vontade
Nesse encontrar
Esse abraço
Sinceridade
Esse algo
Que dizemos verdade
Sempre a parecer
Transparecida
Iluminada pela nossa vida
Entranhada no nosso ser
o e o nada se encontravam
E as gentes se deixavam ir
Em direção a algo novo
Esse porvir entre o povo
Esse algo tão querido
Tão cuidado
Esse tesouro
Que se tem guardado
Para poder ser
Assim partilhado
Sem sentido
Se não entregue
Esse algo de mais vivo
Algo mais leve
Essa brisa que passa
Esse algo que nos abraça
Essa manta de retalhos
Que se fez quente
Entre os mais simples
Agasalhos
Árvore e seus galhos
Se estendendo
E abraçando
Quem se vai abeirando
E acolhendo
Quem se deixe nesse lugar
Sedento desse viver
Desse voltar a encontrar
Tão grande querer…
Nesse viver à vontade
Nesse encontrar
Esse abraço
Sinceridade
Esse algo
Que dizemos verdade
Sempre a parecer
Transparecida
Iluminada pela nossa vida
Entranhada no nosso ser
24
Nesse Deserto
Nesse caminho deserto
Nesse estar tão longe
Tão perto
Dessa presença inerte
Que se acende
quando se acerte
Nessa memória
bem prezada
Lâmina gravada
Pelo caminho ou estrada
De vida percorrida
Até à tua morada
Nesse dia a dia
Que parecia
Que se escoava
Nesse terna alegria
De ver renascida
A tua simples criança
Nessa melancolia
Que parecia se estender
Saudade não entendida
Acesa pelo bem-querer
De saber aonde voltar
Para onde caminhar
Como iluminar
esses momentos doirados
Como plantar
Para deixar germinar
Esses momentos prezados
E no momento
Que o coração escolha
Que em ti o ser se recolha
Voltar a avançar
Começar a cantar
Seguir os passos
Desse compasso
Na estranha melodia
Que se estendia
E paira no ar
E ao te abeirar
Ao se deixar abraçar
Esse aconchego
Essa veste em segredo
Volta a estar em ti
Assim
Volta a brilhar sem fim
Nesse teu terno ser afim
À luz do mundo que se prende
Quando essa luz
de novo em ti se reacende
Nesse estar tão longe
Tão perto
Dessa presença inerte
Que se acende
quando se acerte
Nessa memória
bem prezada
Lâmina gravada
Pelo caminho ou estrada
De vida percorrida
Até à tua morada
Nesse dia a dia
Que parecia
Que se escoava
Nesse terna alegria
De ver renascida
A tua simples criança
Nessa melancolia
Que parecia se estender
Saudade não entendida
Acesa pelo bem-querer
De saber aonde voltar
Para onde caminhar
Como iluminar
esses momentos doirados
Como plantar
Para deixar germinar
Esses momentos prezados
E no momento
Que o coração escolha
Que em ti o ser se recolha
Voltar a avançar
Começar a cantar
Seguir os passos
Desse compasso
Na estranha melodia
Que se estendia
E paira no ar
E ao te abeirar
Ao se deixar abraçar
Esse aconchego
Essa veste em segredo
Volta a estar em ti
Assim
Volta a brilhar sem fim
Nesse teu terno ser afim
À luz do mundo que se prende
Quando essa luz
de novo em ti se reacende
31
Nessa Melodia que se fez tema de vida
Esse cavalgar
Entre pastagens
Altas vertentes
Suaves aragens
Sentir o vento a cariciar
Essa face que se sente
Em cada vez
que estamos a avançar
E largar amarras
Voltar a vogar
Nesse oceano
de sentimento
Nesse encanto
No canto
que levamos por dentro
sempre a espera
de se fazer partilhar
Nesse algo
entre melodia e lamento
Nesse fio sedento
De se deixar tocar
Nessa melodia que se ouvia
Entre o silêncio que se enaltecia
Esse algo que enebria
Entre pastagens
Altas vertentes
Suaves aragens
Sentir o vento a cariciar
Essa face que se sente
Em cada vez
que estamos a avançar
E largar amarras
Voltar a vogar
Nesse oceano
de sentimento
Nesse encanto
No canto
que levamos por dentro
sempre a espera
de se fazer partilhar
Nesse algo
entre melodia e lamento
Nesse fio sedento
De se deixar tocar
Nessa melodia que se ouvia
Entre o silêncio que se enaltecia
Esse algo que enebria
39
rebento de esperança
Essa antiga chaga
Que te esvazia
Essa outra voz
Que te guia
Essa luz que nas sombras
Parece que se desvanece
Que cintila
E permanece
Esperando esse teu calor
Quando arrefece
Para ser valor
Que se enobrece
Em cada palavra de vida
Que se entrega e se anuncia
E que jamais se esquece
Esse algo que se enebría
Que em ti se embevecia
E que te meche
A perseverar
A seguir em teu lugar
Esse por dentro cuidado
Esse rebento
Esperado
A ser levado
Pelo mais antigo prado
Pelo caminho mais esquecido
Para voltar
A ser assim renascido
Que te esvazia
Essa outra voz
Que te guia
Essa luz que nas sombras
Parece que se desvanece
Que cintila
E permanece
Esperando esse teu calor
Quando arrefece
Para ser valor
Que se enobrece
Em cada palavra de vida
Que se entrega e se anuncia
E que jamais se esquece
Esse algo que se enebría
Que em ti se embevecia
E que te meche
A perseverar
A seguir em teu lugar
Esse por dentro cuidado
Esse rebento
Esperado
A ser levado
Pelo mais antigo prado
Pelo caminho mais esquecido
Para voltar
A ser assim renascido
25
Momentos que chamas
Nesses momentos
Nos que despertamos
Sedentos
Dessa alegria
Desse licor
Desse mel redentor
Que nos alivia
Que se escorre por dentro
Que aviva
Essa chama viva
O íntimo alento
E se explica
Qual chama luzidia
Poisada em teu olhar
Esse algo que nos agita
que nos diga
Para onde seguir
Por onde perseverar
E nesse ir andando
Ir também encontrando
Estendendo essas pontes
Para outros seres humanos
E nesses momentos
Nos que se entende
Mais além
Do que se pensa ou sente
Esse ser fraterno
Esse algo terno
Em nós a crescer devagar
Esse fio fino
Que temos entretecido
Ao dizer sem cessar
Essa verdade
Por dentro a berrar
Essa saudade
De algo a abraçar
E a transformamos
Em mais belo canto
Nesse poema de encanto
Para dar
partilhar
Destino
Dos que amam
Assim a irradiar
Essa alegre chama
Que sempre
por dentro proclama
Que é para se entregar
Nos que despertamos
Sedentos
Dessa alegria
Desse licor
Desse mel redentor
Que nos alivia
Que se escorre por dentro
Que aviva
Essa chama viva
O íntimo alento
E se explica
Qual chama luzidia
Poisada em teu olhar
Esse algo que nos agita
que nos diga
Para onde seguir
Por onde perseverar
E nesse ir andando
Ir também encontrando
Estendendo essas pontes
Para outros seres humanos
E nesses momentos
Nos que se entende
Mais além
Do que se pensa ou sente
Esse ser fraterno
Esse algo terno
Em nós a crescer devagar
Esse fio fino
Que temos entretecido
Ao dizer sem cessar
Essa verdade
Por dentro a berrar
Essa saudade
De algo a abraçar
E a transformamos
Em mais belo canto
Nesse poema de encanto
Para dar
partilhar
Destino
Dos que amam
Assim a irradiar
Essa alegre chama
Que sempre
por dentro proclama
Que é para se entregar
14
A tua página em branco... esperando o teu canto
Descobrir
Devagar
Essa essência em nós
A voltar
Essa impaciência
A se agitar
Esse mar de emoções
A se elevar
E levar aonde se puder encontrar
Esse eco que se esconde
Essa luz na tua fronte
A escorrer
A cintilar
Esse suor de se entregar
O que vai no ser
Devagar
Essa luzidia forma
De ser e estar
No silencio a vogar
Entre marés indiscretas
Entre ondas secretas
Entre os ventos
de eventos de encantar
E cantar essa melodia
Que ilumina
e da cor ao dia
pintar letras de fantasia
Nessa tela antes vazia
Dessa cor tão garrida
Que só tu
podes chegar
a ver nascer
Do teu ser, desse crer
Assim ao se mergulhar
Nesse oceano tão amplo
Nesse segredar num recanto
Versos ao luar
Nesse assim querer tanto
O voltar a se dar
Esse algo que se quer num canto
Num poema entre o entre-tanto
Nesse relance que viste
Sem te precatar
Esse sentimento
Que ouviste
Nessa harmonia no ar
Nesse tempo
Nesse lugar
Nesse sentido intenso
Nesse algo mais lento
Depois
Ao se saborear
Na página em branco
Sibilando
Areias do tempo
Se entregando
Nessa praia vazia
Nesse teu dia
A melodia que se foi escutando
E nessas palavras sussurradas
Assim em ti sendo plantadas
Para germinar
Em qualquer momento
Em qualquer lugar
No que te dispões
à tua vida entregar
Para que toda essa
formosura
Essa candura
Essa leveza
Essa intima certeza
Venham ao de cima
Nessa estranha rima
E voltem a te encontrar
E nessa abraço de silêncio
Que se faz tão intenso
Voltar a murmurar
Ou assim dizer devagar
Ao deixar-se levar
Nessa maré sem fim
Esse algo dentro de mim
Em ti a se espelhar
Bafejado
Por esse alento
Intimo sustento
Que me tenhas dado
Ao to segredar…
Devagar
Essa essência em nós
A voltar
Essa impaciência
A se agitar
Esse mar de emoções
A se elevar
E levar aonde se puder encontrar
Esse eco que se esconde
Essa luz na tua fronte
A escorrer
A cintilar
Esse suor de se entregar
O que vai no ser
Devagar
Essa luzidia forma
De ser e estar
No silencio a vogar
Entre marés indiscretas
Entre ondas secretas
Entre os ventos
de eventos de encantar
E cantar essa melodia
Que ilumina
e da cor ao dia
pintar letras de fantasia
Nessa tela antes vazia
Dessa cor tão garrida
Que só tu
podes chegar
a ver nascer
Do teu ser, desse crer
Assim ao se mergulhar
Nesse oceano tão amplo
Nesse segredar num recanto
Versos ao luar
Nesse assim querer tanto
O voltar a se dar
Esse algo que se quer num canto
Num poema entre o entre-tanto
Nesse relance que viste
Sem te precatar
Esse sentimento
Que ouviste
Nessa harmonia no ar
Nesse tempo
Nesse lugar
Nesse sentido intenso
Nesse algo mais lento
Depois
Ao se saborear
Na página em branco
Sibilando
Areias do tempo
Se entregando
Nessa praia vazia
Nesse teu dia
A melodia que se foi escutando
E nessas palavras sussurradas
Assim em ti sendo plantadas
Para germinar
Em qualquer momento
Em qualquer lugar
No que te dispões
à tua vida entregar
Para que toda essa
formosura
Essa candura
Essa leveza
Essa intima certeza
Venham ao de cima
Nessa estranha rima
E voltem a te encontrar
E nessa abraço de silêncio
Que se faz tão intenso
Voltar a murmurar
Ou assim dizer devagar
Ao deixar-se levar
Nessa maré sem fim
Esse algo dentro de mim
Em ti a se espelhar
Bafejado
Por esse alento
Intimo sustento
Que me tenhas dado
Ao to segredar…
25
humanidades
Nesse sentir que nos ilumina
Que vibra em cada momento
no que se imagina
Esse momento tão sonhado
Esse algo mais profundo
por dentro levado
Esse algo elevado
Sendo tão bem almejado
Que nos enleva
Nos toma e nos leva
A querer encontrar
Esse olhar verdadeiro
Esse ser humano inteiro
Esse calor tão amado
Esse estar bem a teu lado
E nesse lugar
Em nós plantado
Essa saudade
de se ter encontrado
O ser que caminha
O que se aninha
No peito levado
Esse algo que clama
E proclama
Que quer ser amado
Com cuidado
Com enlevo
Com encontrar
esse segredo
Em nós ainda plantado
Esse sentido mais vivo
Chamando a ser conhecido
Onde e quando assim se fizer
Esse ser mais amplo
De se ser Homem
Ou se ser Mulher…
Que vibra em cada momento
no que se imagina
Esse momento tão sonhado
Esse algo mais profundo
por dentro levado
Esse algo elevado
Sendo tão bem almejado
Que nos enleva
Nos toma e nos leva
A querer encontrar
Esse olhar verdadeiro
Esse ser humano inteiro
Esse calor tão amado
Esse estar bem a teu lado
E nesse lugar
Em nós plantado
Essa saudade
de se ter encontrado
O ser que caminha
O que se aninha
No peito levado
Esse algo que clama
E proclama
Que quer ser amado
Com cuidado
Com enlevo
Com encontrar
esse segredo
Em nós ainda plantado
Esse sentido mais vivo
Chamando a ser conhecido
Onde e quando assim se fizer
Esse ser mais amplo
De se ser Homem
Ou se ser Mulher…
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