Lista de Poemas
O caminho - a via e a transcendência
Nesse momento escondido
Nesse lugar contido
Nesse peito ferido
Sangrando entre o entre tanto
Entre o tempo que foi passando
Entre o momento que se foi deixando
Essa chama escondida
Essa passagem esquecida
Estreita
Desvanecida
Que se acende
E te ilumina
Que chama
Por onde caminha
O ser que sempre
Regressava
Nessa cortina
Tão fina
Essa antiga melodia
Se mexia
Ao som do vento
Fundamento cristalino
Pilar original
De onde as harmonias
fluíam
Nessa dança sem igual
E entre coros
Desses seres harmoniosos
Vagavas
Sem princípio
Nem final
E nesse estar presente
Nesse tempo ausente
Assim nessa
aveludada nada
Preenchias
de letras entrelaçadas
Os ecos que precediam
As tuas novas peugadas…
Nesse lugar contido
Nesse peito ferido
Sangrando entre o entre tanto
Entre o tempo que foi passando
Entre o momento que se foi deixando
Essa chama escondida
Essa passagem esquecida
Estreita
Desvanecida
Que se acende
E te ilumina
Que chama
Por onde caminha
O ser que sempre
Regressava
Nessa cortina
Tão fina
Essa antiga melodia
Se mexia
Ao som do vento
Fundamento cristalino
Pilar original
De onde as harmonias
fluíam
Nessa dança sem igual
E entre coros
Desses seres harmoniosos
Vagavas
Sem princípio
Nem final
E nesse estar presente
Nesse tempo ausente
Assim nessa
aveludada nada
Preenchias
de letras entrelaçadas
Os ecos que precediam
As tuas novas peugadas…
39
Nessa terna e eterna melodia
Nesse caminho leve
Nesse ser que segue
Que persevera
Que se entrega
Que dá de si o sentido
E a essência do mais querido
A esse outro lugar a iluminar
Entre pontes
Viventes
Rios de gentes
A se achegar
A chegar ao lugar
Marca do no tempo
Entre espaço e sentimento
Nesse vogar mais adentro
Mais intenso
Mais profundo
Dar vida ao mundo
E voltar a se elevar
Nesse pairar consciente
Nesse algo coerente
Que nos abraça e nos leva
Que deixa atrás a simples treva
De se ignorar o nosso lugar
Nesse recanto
além do imaginado
Nesse sonho
sempre prezado
Nesse recôndito
sentir alado
Que voga ao nosso lado
Que nos tem acompanhado
Para bem se ver chegar
Esse momento intenso
Esse lampejo
entre o que sei
O que vejo
Esse algo mais além
De que se deixou aquém
De alcançar
Essa meta bem abraçada
Esse jogo entre tudo ou nada
Essa linha equilibrada
Que se desenhou no bem amar
No deixar o olhar voltar
A ver esse algo a nos vivificar
E nessa essência luzidia
Essa que se entregou um dia
Para ser preenchida
A terra vazia
Cheia de vida
E alento
Desse algo
Bem Humano
Que levamos dentro
Essa chama que proclama
Que ainda bem nos ama
Esse algo que se exclama
Em cada palavra bafejada
Por essa alegria escondida
Essa outra forma de vida
Que nos abraça
Que se aconchega
Que dentro de nós chega
A acender melodias antigas
Esquecidas
Essas cantorias
Espalhadas
Pelo mundo inteiro plantadas
Esperando se acender
Quais brasas solitárias
Esperando esse alento
Esse bem-querer
Para voltar a se erguer
Nesse ser que segue
Que persevera
Que se entrega
Que dá de si o sentido
E a essência do mais querido
A esse outro lugar a iluminar
Entre pontes
Viventes
Rios de gentes
A se achegar
A chegar ao lugar
Marca do no tempo
Entre espaço e sentimento
Nesse vogar mais adentro
Mais intenso
Mais profundo
Dar vida ao mundo
E voltar a se elevar
Nesse pairar consciente
Nesse algo coerente
Que nos abraça e nos leva
Que deixa atrás a simples treva
De se ignorar o nosso lugar
Nesse recanto
além do imaginado
Nesse sonho
sempre prezado
Nesse recôndito
sentir alado
Que voga ao nosso lado
Que nos tem acompanhado
Para bem se ver chegar
Esse momento intenso
Esse lampejo
entre o que sei
O que vejo
Esse algo mais além
De que se deixou aquém
De alcançar
Essa meta bem abraçada
Esse jogo entre tudo ou nada
Essa linha equilibrada
Que se desenhou no bem amar
No deixar o olhar voltar
A ver esse algo a nos vivificar
E nessa essência luzidia
Essa que se entregou um dia
Para ser preenchida
A terra vazia
Cheia de vida
E alento
Desse algo
Bem Humano
Que levamos dentro
Essa chama que proclama
Que ainda bem nos ama
Esse algo que se exclama
Em cada palavra bafejada
Por essa alegria escondida
Essa outra forma de vida
Que nos abraça
Que se aconchega
Que dentro de nós chega
A acender melodias antigas
Esquecidas
Essas cantorias
Espalhadas
Pelo mundo inteiro plantadas
Esperando se acender
Quais brasas solitárias
Esperando esse alento
Esse bem-querer
Para voltar a se erguer
34
Gotas...
...nesse passar...
...de luz e sombra...
...esse fio prateado...
...cristalino...
...trespassado…
...fio fino...
...em nós prendado...
...em redor desse teu coração...
...ainda levado... a ser tocado...
...melodia dessa harmonia...
...que se tem elevado...
...sintonia dessa terna alegria…
...sempre a teu lado…
...de luz e sombra...
...esse fio prateado...
...cristalino...
...trespassado…
...fio fino...
...em nós prendado...
...em redor desse teu coração...
...ainda levado... a ser tocado...
...melodia dessa harmonia...
...que se tem elevado...
...sintonia dessa terna alegria…
...sempre a teu lado…
35
Vaga de Vida
Nesse lugar onde jazia
O ser que se esperava
Esse que chegou
Dessa estrada
Nos céus marcada
Que se abeirou
Entre tudo e nada
Dessa linha
Jamais sonhada
Tênue
Fina
cristalina
Assim qual vaga
Que se estendia
Por esse mar afora
E que encontrou
Nessa areia
Tao fina
O seu momento
De ir embora
Ficando embevecida
Nessa peugada
Marcada
Nessa linha ondulada
Que vaga
Pela terna morada
Dos teus dias
Dessas horas
Bem passadas
Nesses
Trilhos
Segredados
Pelos apelos deixados
Pelos mais ternos momentos
Esses tão sedentos
Dessa água viva
Por ti a dentro
A escoar
Essa voz renascida
Cantiga de alegria
Que se deixou abeirar
E nessa onda
Luzidia
Que reflete
a luz do dia
E na noite
Se deixa abraçar
Nessa cantiga
Escondida
Nessas luzes de magia
Que cintilam
Na noite
Tão vazia
Esquecida
Preenchida
Por esse algo
A se entregar
Esse silêncio
Ausente
Esse terno presente
Plantado
Entre o fruto desse futuro
Deixado
E nessa lembrança
Que se eleva
Desde o passado
Onda que chega
A renovar
Nessa praia
Ainda esquecida
Essa eterna
Litania
Que nos encontra
E canta sem cessar
Essa antiga melodia
Que nos abraça
Sem parar
Esse manto
Da alegria
De voltar
Ao nosso lar
O ser que se esperava
Esse que chegou
Dessa estrada
Nos céus marcada
Que se abeirou
Entre tudo e nada
Dessa linha
Jamais sonhada
Tênue
Fina
cristalina
Assim qual vaga
Que se estendia
Por esse mar afora
E que encontrou
Nessa areia
Tao fina
O seu momento
De ir embora
Ficando embevecida
Nessa peugada
Marcada
Nessa linha ondulada
Que vaga
Pela terna morada
Dos teus dias
Dessas horas
Bem passadas
Nesses
Trilhos
Segredados
Pelos apelos deixados
Pelos mais ternos momentos
Esses tão sedentos
Dessa água viva
Por ti a dentro
A escoar
Essa voz renascida
Cantiga de alegria
Que se deixou abeirar
E nessa onda
Luzidia
Que reflete
a luz do dia
E na noite
Se deixa abraçar
Nessa cantiga
Escondida
Nessas luzes de magia
Que cintilam
Na noite
Tão vazia
Esquecida
Preenchida
Por esse algo
A se entregar
Esse silêncio
Ausente
Esse terno presente
Plantado
Entre o fruto desse futuro
Deixado
E nessa lembrança
Que se eleva
Desde o passado
Onda que chega
A renovar
Nessa praia
Ainda esquecida
Essa eterna
Litania
Que nos encontra
E canta sem cessar
Essa antiga melodia
Que nos abraça
Sem parar
Esse manto
Da alegria
De voltar
Ao nosso lar
33
Gotas de alegria
nessa gota de alegria...
que no peito se acendia...
nesse momento enlevado...
nesse coração guardado...
que no peito se acendia...
nesse momento enlevado...
nesse coração guardado...
39
Lume e Vida
Nessa fagulha
Sendo acesa
Ateada
Sendo qual surpresa
De novo tão amada
E sem notar
O mundo
que se definia
Em letra pequenina
Em palavra vazia
Enche-se e cintila
Torna a estar
A ser
A pairar
E se te fascina
Algo que clama
Se ainda se designa
Em letras doiradas
Nunca antes escritas
Desenhadas
Por ternas mãos
Tão vazias
Cheias dessa antiga alegria
Que vem por nós adentro
Vaga no sentimento
Esse algo eterno
Que nos permeia
Sendo acesa
Ateada
Sendo qual surpresa
De novo tão amada
E sem notar
O mundo
que se definia
Em letra pequenina
Em palavra vazia
Enche-se e cintila
Torna a estar
A ser
A pairar
E se te fascina
Algo que clama
Se ainda se designa
Em letras doiradas
Nunca antes escritas
Desenhadas
Por ternas mãos
Tão vazias
Cheias dessa antiga alegria
Que vem por nós adentro
Vaga no sentimento
Esse algo eterno
Que nos permeia
30
eterna infância
Nessa terna infância
Sem caminhos marcados
Encontramos essa elegância
Essa beleza entre os fados
Dos destinos entrançados
Desses momentos estendidos
Atapetados
De tapetes coloridos
Sempre partilhados
Mais além de amigos
Mais do que bem-amados
Nos encontramos além sentidos
Nos reconhecemos comovidos
Por esse imenso agrado
Esse algo conhecido
Que permanece sempre
a nosso lado…
Sem caminhos marcados
Encontramos essa elegância
Essa beleza entre os fados
Dos destinos entrançados
Desses momentos estendidos
Atapetados
De tapetes coloridos
Sempre partilhados
Mais além de amigos
Mais do que bem-amados
Nos encontramos além sentidos
Nos reconhecemos comovidos
Por esse imenso agrado
Esse algo conhecido
Que permanece sempre
a nosso lado…
23
Entre a bucólica simplicidade
E nesse algo
De simplicidade
Trazido desde o campo
Iluminando a cidade
Ainda se encontra
Em cada esquina
Algo simples
Voz divina
Que nos inspira
A voltar a voar
Que se imagina
Entre o caminhar
E se diz
Ao bem se entregar
Nesse poema
Nesse tema
Que nos convida a sonhar
De simplicidade
Trazido desde o campo
Iluminando a cidade
Ainda se encontra
Em cada esquina
Algo simples
Voz divina
Que nos inspira
A voltar a voar
Que se imagina
Entre o caminhar
E se diz
Ao bem se entregar
Nesse poema
Nesse tema
Que nos convida a sonhar
21
Caminho esquecido
Nesse caminho esquecido
Dentro do que se sente
O que é em nós vivido
Esse estranho amigo
Que se abeira
Que te reconhece
Que te abraça
Que se não esquece
Esse silêncio escondido
Reflexo de lago espelhado
Onde mergulhamos
Qual pena que paira
Qual a folha
que se deixa levar
Essa barca solitária
Nesse mar de amar
a navegar
E entre as ondas
dos sentimentos
Esses que levamos
Dentro
Ventos de pensamento
Prontos a se desatar
Nessa tempestade
Flamejante
Esse lampejo
num instante
Que te dá a imagem
de onde chegar
E esse ribombar trovejante
Que cresce
dentro do se ser amante
Desse algo que te inspira
Que te anima
A seguir a vogar
E nessa vela
sempre acesa
Que se leva
Na mão suspensa
Amparando
Entregando
Essa sensibilidade
a se entregar
E nessa linha
tão fina
Horizonte
que se adivinha
Que se meche
E nos estremece
Em cada curva a se desenhar
E no virar desse recanto
Onde escondemos tanto
À espera dessa luz mais íntima
Desse algo que nos anima
Para se voltar a iluminar
Essa paragem desconhecida
À espera de se voltar a caminhar
Essa novidade
Entre a rotina
Nesse dia a dia a se renovar
Dentro do que se sente
O que é em nós vivido
Esse estranho amigo
Que se abeira
Que te reconhece
Que te abraça
Que se não esquece
Esse silêncio escondido
Reflexo de lago espelhado
Onde mergulhamos
Qual pena que paira
Qual a folha
que se deixa levar
Essa barca solitária
Nesse mar de amar
a navegar
E entre as ondas
dos sentimentos
Esses que levamos
Dentro
Ventos de pensamento
Prontos a se desatar
Nessa tempestade
Flamejante
Esse lampejo
num instante
Que te dá a imagem
de onde chegar
E esse ribombar trovejante
Que cresce
dentro do se ser amante
Desse algo que te inspira
Que te anima
A seguir a vogar
E nessa vela
sempre acesa
Que se leva
Na mão suspensa
Amparando
Entregando
Essa sensibilidade
a se entregar
E nessa linha
tão fina
Horizonte
que se adivinha
Que se meche
E nos estremece
Em cada curva a se desenhar
E no virar desse recanto
Onde escondemos tanto
À espera dessa luz mais íntima
Desse algo que nos anima
Para se voltar a iluminar
Essa paragem desconhecida
À espera de se voltar a caminhar
Essa novidade
Entre a rotina
Nesse dia a dia a se renovar
22
chama que proclama que nos ama...
Essa chama que nos chama
Essa voz que por dentro clama
Para ser ouvida
Sentida
Bem cuidada
Esse tempo de estiva
Para bem se chegar a colher
O que por dentro ainda é vida
Isso que se transpira
Em cada palavra
A renascer
Esse momento culminante
No que nos damos
Qual o céu
Antes Toldado
Ao ser trespassado
Por esse efeito bem-amado
Água desse mar de amar
Oceano que navega por dentro
Esse lampejo de encanto
Entre o mar
de amor e sentimento
E nesse relâmpago
Se acende
O que a vida entende
A ser trazido
Ao de cima
Ao coração vivo
Esse que compreende
Que sabe e sente
O que é nós é bem querido
E nesse momento
Tão vivido
Nesse lugar ancorado
Dentro do peito
Mesmo no estio
Esse calor tão humano
Se faz vida
Encanto
Cantar
Se faz
esse algo que se entretece
dá vida ao próprio vagar
e esse cantar de vida enaltece
Essa voz que por dentro clama
Para ser ouvida
Sentida
Bem cuidada
Esse tempo de estiva
Para bem se chegar a colher
O que por dentro ainda é vida
Isso que se transpira
Em cada palavra
A renascer
Esse momento culminante
No que nos damos
Qual o céu
Antes Toldado
Ao ser trespassado
Por esse efeito bem-amado
Água desse mar de amar
Oceano que navega por dentro
Esse lampejo de encanto
Entre o mar
de amor e sentimento
E nesse relâmpago
Se acende
O que a vida entende
A ser trazido
Ao de cima
Ao coração vivo
Esse que compreende
Que sabe e sente
O que é nós é bem querido
E nesse momento
Tão vivido
Nesse lugar ancorado
Dentro do peito
Mesmo no estio
Esse calor tão humano
Se faz vida
Encanto
Cantar
Se faz
esse algo que se entretece
dá vida ao próprio vagar
e esse cantar de vida enaltece
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