Aluno
Quero cantar minhas musicas - deixe-me cantar minhas musicas
- minhas musicas que nunca cantaram;
Quero canta-las como quem ler o poema
E sente um doido prazer de não entender o que entendeu
e tenta ler outro
Pra não poder rascar o livro!
Voar!
essa incerta tristeza também me dá asas;
quero voar como já mais voaram
e de algum lugar do céu
encontrar o brilho que a realidade ofuscou em mim
...De repente a descoberta:
realmente não poder cantar ou voar!
nesse estúpido momento de adultério com a vida...
- alguém me ensina a chorar?
Cachoeiras
As cachoeiras choram as lagrimas de minha poesia paralitica.
Aluno
Quero cantar minhas musicas - deixe-me cantar minhas musicas
- minha canções que já mais cantaram;
Quero canta-las como quem ler o poema
E sente um doido prazer de não entender o que entendeu
e tenta ler outro pra não rasgar o livro livro!
Voar!
essa incerta tristeza também me dá asas;
quero voar como já mais voaram
e de algum lugar do céu
encontrar o brilho que a realidade ofuscou em mim
...De repente a descoberta:
realmente não poder cantar ou voar!
nesse estúpido momento de adultério com a vida...
- alguém me ensina a chorar?
Aluno
Quero cantar minhas musicas - deixe-me cantar minhas musicas
- minhas musicas que nunca cantaram;
Quero canta-las como quem ler o poema
E sente um doido prazer de não entender o que entendeu
e tente ler outro
Por não poder rascar o livro!
Voar!
essa incerta tristeza também me dá asas;
quero voar como já mais voaram
e de algum lugar do céu
encontrar o brilho que a realidade ofuscou em mim
...De repente a descoberta:
realmente não poder cantar ou voar!
nesse estúpido momento de adultério com a vida...
- alguém me ensina a chorar?
A parte pelo todo
Ah, Estou farto!
Tenho a própria fabrica de balas em cima de mim, mas não consigo comprar uma!
Para realizar os sonhos dos que dormem sobre mim, 'carteiradamente' condenado estou a não dormir! - mas se eu tivesse um canudo poderia - e balançando
o rabinho - acordar cedo! Cedo: que é pra não dar tenho para sonhar!
Já não quero ter nem olhos de tanto ver o que querem que eu veja. Mas tenho que ter olho! Porque se não, quem vai pilotar seus aviões carregados de júbilos!
Estica-me um braço os donos, e o outro suas marcas e prazeres! E assim como um cordeiro a quem ofereceram um sacrifício tolo, ainda sustendo na cruz de minha força suas ciências e filosofias!
E eu nem reclamo e eu nem reclamo reclamo:
As vagas de hoje tem velocidade 3G e nem levam mais o marca de seu dono no couro!
O vaqueiro também mudou: usa terno e gravata e alguns têm ate carrego! Mas a marcar, indelével marca, a dor de ser propriedade e nunca dono de propriedade, essa marca ele tem na sua carteira de trabalho.
Olha o bonde... Perdi-o!
Olho o Senhor senhor senhorizando no seu ultra carro com faróis de luzes de galáxias!
- Senhor, Senhor!
Viu-me?
Não viu?
Não me viu! Seu carro estava rapidíssimo e de farol ligado!
Mas os miseráveis são Eles! Porque quando roubaram a minha vida não quiseram pagar por minha Bosta...
- só porque fedia!
Em Casa
Há muito tempo que não escrevo!
Ate mesmo esses reles versos novos já eram velhos!
Qual tempo de mim vive em mim agora,
Porque que é então que estou aqui
Não sei?!
Essa utopia que deixou de ser dor
É que sabe.
Muitos calendários se passaram,
Muitas pinturas e montes se desgastaram
Mas eu contei cada dia
Eu dei por canta de cada gota de tinta
E eu notei cada grão de pedra
Que passou
Que ofuscou
Que rolou
E eu não estava aqui!
Ah...! Há muito tempo não escrevo que ate mesmo O Poete envelheceu!
Mas para mim tornaram-se novas todas aquelas coisas...
Hoje eu já não sou - - como foi antes!
Mas sou e sou casa vez mais - como nunca foi antes!
Ah, vontade de passar manteiga nas palavras
E come-las com pão e café
Enquanto eles me contam suas historia todas que eu não escrevi.
Menos que Nada
Viajar para onde
Se tudo já foi descoberto?
Não sigo tema, linha alguma de estilo,
Mas fazer o que com esse travador menor?
Se houver um mar ou uma pílula eu tomo - sem seda e tudo,
Por um destino, um timo qualquer!
Não! Não e o cargo que quero.
Mas a essência e a culpa e a dor e a alma e a liberdade!
Oh, Meu Deus! Eu queria o Dom, a luz, a inspiração!
Ai mundo inteiro que possa me ouvir,
eu queria o meu trabalho e minha luz brilhando em tinta em verso e papel e anonimato!
Ouço os outros cantarem - penso que aquele seja meu canto
por tão parecer que dentro de mim saiu,
Leio os outros e gosto muito deles e não os invejo.
Mas de mim morro de pena e ódio por não saber o que fazer
dessa pena que pulsa que sonha na alma...
- que chora na mão!
Porque em mim... - não a porta que abra que encontre essa
criança perdida a brincar e gritar!
E os anos passam e veem e nunca entra nada em mim, nunca
nada sai em mim.
E eu nada de encontra essa já velha criança, talvez ate morta ou nem nascida!
Incomodo
Há muito tempo que não escrevo.
Tenho passando como mar encanado, jorrando por uma pequenina torneirinha não sei onde!
Em outro lugar, que não em mim, meus pensamento pensavam como todo preto no branco é branco e que veia o branco sem que enxergasse mesmo no escuro.
Fui gasto todo sem ser usado,incontrolavelmente, na certeza desse dia um dia chegar.
Exatamente agora, só um pequeno e infinito incomodo faz-me mover a pena...
O sol vai se pondo e passando pelas janelas das casas, menos na minha que não tenho, e trará a noite e todos dormiram. menos eu que na mentira de um sono sem sonho, sonho esses versos de verdade.
Experiência
Tive que despir-me , abrir o peito do ser e matar-me!
Todas as luzes que tinha eram sombras em reflexos de nunca as telas tido,
Só o sonho foi real porque não se realizou, ou, talvez, nem isso Porque sonhei um não sonho!
A ilusão da existência fez uma marionete da existência iludia,
do barulho da realidade presente um efeito doppler que nunca se acaba e nem nunca está por vim
Foi tudo porque fingir,
Porque tudo não passar de fingir saber o que é tudo
Doí a mente o não doer o que queria dever pensar
Sem resposta do porque renasci , afundo-me no tumulo
Ganho agora uma divina liberdade de mentir
por isso, preciso morrer novamente para esquecer que aprendi a sobreviver
e pagar-me de deverás com a borracha da não não existência!
Nesta morte pra vida ainda há as mesmas marcas daquela morte viva...
- o que é o que há ?
espera
Quando a saudade corre mundos em mim, penso em correndo atirar-me em seus braços. mas a caminho disso lembro que devo deixar você pedir. ( coisa que raramente acontece. )
Eu poderia ler tantos livro se você ao menos pedisse ou mandasse mesmo eu segurar um, eu poderia ser tão mais seu se você ao menos falasse, " vem!"
Se acaso isso acontecesse o mundo seria outro, e eu arderia como outro Sol em cima de você.