Versos de Criança
As arvores dão frutos
meu coração amor
os pássaros batem as asas,
meus lábios te beijam
as casas com seus talhados guardam pessoas,
meus braços te abraçam com amor
a noite o céu tem a lua
e no meu existir há a sua vida
Matemáticos inventaram cálculos,
Deus criou seus cabelos
As belas curvas da estrada
não são belíssimas como as da tua cintura
lagartas viram borboletas,
sapos viram príncipes
e eu... o homem que te ama.
versos são para todos
todos os dia sempre todo dia amanhece
ah...! e Tu me amas!
Versos de Criança
As arvores dão frutos
meu coração amor
os pássaros batem as asas,
meus lábios te beijam
as casas com seus talhados guardam pessoas,
meus braços te abraçam com amor
a noite o céu tem a lua
e no meu existir há a sua vida
Matemáticos inventaram cálculos,
Deus criou seus cabelos
As belas curvas da estrada
não são belíssimas como as da tua cintura
lagartas viram borboletas,
sapos viram príncipes
e eu... o homem que te ama.
versos são para todos
todos os dia sempre todo dia amanhece
ah...! e Tu me amas!
Usina
A caneta a frente me sorrir imensamente parada e em silencio.
sinto um cheiro da amor vindo da folha em branco.
magicamente meu quarto se afeiçoa a uma taberna antiga
cuja,talvez, poetas anônimos se embriagavam de versos pra si mesmos.
Eu tenho muito passado empoeirado nos dedos para contar,
muita historia para colocar ponto final, pra criar ainda.
Eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
Não tenho tema ao certo, não tenho livro a escrever
não tenho nome, não tenho diploma nem tenho...
ai, meu Deus! tanto coisa que nem cabe mais em mim.
Mas tem sina, buzina, usina dentro do coração.
e eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
e eu gosto desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
e eu gosto dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
Triste Dádiva
Entrei na existência derrotado como lixo,
E nem me ensinaram a viver!
Enquanto muitos aos montes sorriam,
Sozinho aprendi a sofrer.
É uma Dádiva triste e Burra
A esperança de um dia vencer...
Na vida de quem nasci lixo,
Reciclar é morrer!
Que me apaga enquanto brilha
Sonhar é cada vez mais difícil
Realizar é algo que só acontece em sonho!
Objetivo é uma trágica força
Que me apaga
Que me apaga enquanto brilha!
Eu! pobre Poeta
Enquanto reles Poeta,
Componho esses versos
Como um dia faram minha sepultura.
Mas antes dessa chuva de adeus
Sofro escuro...
- A agonia de nada poder ser!
A um Domindo
Nele sou
Saúde
Jovem
Vivo!
Mas eis me aqui:
secando e Contando estralas
Em quanto o sol brilha lá fora.
Amar Esquecendo
Quem
Não sabe o que é perder
Sem nunca ser ter
E o amargo de amar
Já tendo que esquecer?
Senta pra escutar
Que eu vou dizer!
Eu sei
é triste falar
Dói muito recomendar.
Mas Quero lembrar:
é melhor saber
Do que viver!
1 de Abril
Aprendi a ser duas pessoas! no mais... Enfim: uma útil e agradável e outra agradável e inútil.
O que me era pra acontecer depois do que viria antes aconteceu bem primeiro, O que aconteceria depois realmente ficou para bem depois. Por isso, aprendi a perder o que nunca tive e a amar o que já mais teria.
É uma historia louca a Historia de minha vida: Nasci e me criei dentro de mim, e o que estar por fora não passa de um termo que uso pra viver. Sempre precisei andar ate a terceira esquinas para conquistar o que quis logo na primeira. Por isso, é que sempre perdi o que tinha avistado. E assim a minha vida se tomou uma página de não.
Fui - sei! Um louco agindo assim, mas me tomei um gênio na arte de esperar. Talvez seja por isso que eu ainda estou vestido a roupa de espera a esperar o dia em que os meus sonhos acontecerão, que estou ainda sozinho no meu quarto de espera a espera de tudo - é isso mesmo - eu estou sem nada aqui! - gênio ma arte de esperar... Talvez seja por isso que nunca me canso.
E assim trago tatuado na pele uma pagina em branco para ser preenchida ainda, assim Vivo agora na tristeza de quem sabe o que é permanecer triste, sonho sonhos dos que nunca desacreditaram na realidade deles.
Hoje é dois de Abril, no entanto minha vida é uma mentira! Porque eu sou uma mascara, mas uma mascara falsa do que realmente sou!
Onttem
Abismo! Que jamais chega ao chão.
O que?
O ontem!
Mas o hoje é céu
de cor azul de infinito!
Lágrimas
Lágrimas... Quero-as comigo.
Quero todas elas guardadinhas dentro da concha de minha alma, como se fossem pérolas de um mal querer! Porque serão - um dia! A metalinguagem de minha vida!
E nesse dia então, de repente, descerão sobre meu rosto, que não será mais do que uma imensa folha em branco, onde cada uma falará de sua Historia e com um pingo dirá um livro. Mas por enquanto, silêncio em meus olhos, nada de literatura em meu rosto e sim expressionismo - ainda que falso!
Mas eu choro sem lágrimas! E isso não dói muito. Porque há ainda alegria em mim;
Choro sem lágrimas pelo o que perdi! E isso nem dói mais. Não porque me acostumei a isso, mas porque é já uma constante em minha vida;
Choro sem lágrimas! E isso não dói mesmo. Não por que isso seja um caminho destinado a mim, mas sim por que tenho que trilhar esse caminho para poder me libertar.