Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação.
Possuo mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Sou mestre em Engenharia, pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior e graduado em Engenharia Civil e Arquitetura.
Lista de Poemas
Indignação
Ela surge no ápice do sofrimento,
As vezes raivosa,
As vezes suave.
Mas, sempre dolorosa.
Tão grave
“twittamos”!
Precisamos comunicar!
Na esperança de que alguém nos escute,
Que a ignorância seja superada,
Que a ciência seja considerada
E, então, algo mude...
As vezes raivosa,
As vezes suave.
Mas, sempre dolorosa.
Tão grave
que não conseguimos nos conter.
Gesticulamos,
Verbalizamos,“twittamos”!
Precisamos comunicar!
Na esperança de que alguém nos escute,
Que a ignorância seja superada,
Que a ciência seja considerada
E, então, algo mude...
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Poética
Se podemos declamar o amor,
mesmo no instante da sua perda,
buscando uma rima para a dor...
Podemos usar a linguagem poética,
em sua mais pura cepa,
para discutir a vida e a ética...
A atemporalidade da poesia,
guarda em sua primazia,
sem dúvida, a responsabilidade
do operário da poética
com a sua preleção,
às vezes um tanto hermética.
A poesia crítica admite
a crônica mais contundente
do que na prosa do cotidiano...
Pois, o que a realidade omite,
sem deixar de ser onisciente.
A poética liberta, de forma consciente.
mesmo no instante da sua perda,
buscando uma rima para a dor...
Podemos usar a linguagem poética,
em sua mais pura cepa,
para discutir a vida e a ética...
A atemporalidade da poesia,
guarda em sua primazia,
sem dúvida, a responsabilidade
do operário da poética
com a sua preleção,
às vezes um tanto hermética.
A poesia crítica admite
a crônica mais contundente
do que na prosa do cotidiano...
Pois, o que a realidade omite,
sem deixar de ser onisciente.
A poética liberta, de forma consciente.
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Tic-tac, tic-tac...
Lá se vai mais um segundo,
com sessenta, mais um minuto
com sessenta, mais uma hora,
logo, em pouco tempo,
mais uma vida vai embora.
Toca o vaidoso Big Bem,
que em contínua vigília,
vai a todos acordando,
e ao mundo relembrando
a enfadonha monotonia.
Toca o relógio da donzela,
que apesar de tão bela,
esguia tal qual uma gazela,
impaciente, espera o amor
que um dia já foi dela.
Toca o relógio do velho senhor,
sentado na varanda do destino
recorda seus dias de criança,
deixando escapar a lembrança
que garante a sua esperança.
Mas nem assim o tempo para,
mesmo que todos o esqueçam,
em cada tic ou tac
mais um segundo é roubado
da vida de um desavisado.
Tic-tac, tic-tac...
com sessenta, mais um minuto
com sessenta, mais uma hora,
logo, em pouco tempo,
mais uma vida vai embora.
Toca o vaidoso Big Bem,
que em contínua vigília,
vai a todos acordando,
e ao mundo relembrando
a enfadonha monotonia.
Toca o relógio da donzela,
que apesar de tão bela,
esguia tal qual uma gazela,
impaciente, espera o amor
que um dia já foi dela.
Toca o relógio do velho senhor,
sentado na varanda do destino
recorda seus dias de criança,
deixando escapar a lembrança
que garante a sua esperança.
Mas nem assim o tempo para,
mesmo que todos o esqueçam,
em cada tic ou tac
mais um segundo é roubado
da vida de um desavisado.
Tic-tac, tic-tac...
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