Lista de Poemas
LIBERDADE
Liberte para ceder
Viva para crescer
Rascunhos soltos
Antológicos loucos
Visceral carne
Poesia rústica
Ungindo
Decente carne
Do outro
Viva para crescer
Rascunhos soltos
Antológicos loucos
Visceral carne
Poesia rústica
Ungindo
Decente carne
Do outro
265
ANJO
Tirada tão abruptamente
Sonolenta
Voo sem asas
Inquietante dor
Dos que se jogam nos braços do PAI
Do olhar humano, nada se entende!
Do olhar divino?!!
Recebe a criança, moça, indefesa, sem regras e nenhum temor.
Recebe para cuidar o que criou.
Com amor e doçura de quem é o verdadeiro PAI, que fica atento as mazelas humanas....
Fica a distância incalculável de quem amou e se dedicou.
Amor imensurável de mãe!!!!
Mas que na finitude do Céu encontrará seu abraço, no anjo que criou!
(para uma mãe, dolorida com a perda de uma filha)
Sonolenta
Voo sem asas
Inquietante dor
Dos que se jogam nos braços do PAI
Do olhar humano, nada se entende!
Do olhar divino?!!
Recebe a criança, moça, indefesa, sem regras e nenhum temor.
Recebe para cuidar o que criou.
Com amor e doçura de quem é o verdadeiro PAI, que fica atento as mazelas humanas....
Fica a distância incalculável de quem amou e se dedicou.
Amor imensurável de mãe!!!!
Mas que na finitude do Céu encontrará seu abraço, no anjo que criou!
(para uma mãe, dolorida com a perda de uma filha)
359
ILHA
Maravilhosa ilha
Esplendor turístico
Azulejos reluzentes
Litoral guardado
E lua que acende
No coração do ludovicense
A magia do encontro
Do carisma arretado
Na sombra
Na calçada
Na água de coco
Do encontro
Que encanta
Janelas coloridas
Espiam o cidadão
Espreitam as diversidades
Do povo livre e sereno
De São Luís
Esplendor turístico
Azulejos reluzentes
Litoral guardado
E lua que acende
No coração do ludovicense
A magia do encontro
Do carisma arretado
Na sombra
Na calçada
Na água de coco
Do encontro
Que encanta
Janelas coloridas
Espiam o cidadão
Espreitam as diversidades
Do povo livre e sereno
De São Luís
108
FLORESTA VIVA
Queria determinar minha ausência
Na limpidez de um rio
E desaguar por entre veredas
No coração da floresta
Lívida
Pura
Destemida e válida
Na limpidez de um rio
E desaguar por entre veredas
No coração da floresta
Lívida
Pura
Destemida e válida
112
RETÓRICA
A chuva que cai
Que lava
Que leva
Que acende a vontade de se encontrar
De afagar
De ver
Chuva fina
Chuva catástrofe
Chuva, só chuva
Aquela que molha
E faz resgatar
O tímido olhar
Os amantes
O calor
A comida quentinha
O agasalho
A infância
O leite quente
O amor
A solidão
A telha barulhenta
Mas capaz
De incorporar a leveza ou dureza que ela tem.
Que lava
Que leva
Que acende a vontade de se encontrar
De afagar
De ver
Chuva fina
Chuva catástrofe
Chuva, só chuva
Aquela que molha
E faz resgatar
O tímido olhar
Os amantes
O calor
A comida quentinha
O agasalho
A infância
O leite quente
O amor
A solidão
A telha barulhenta
Mas capaz
De incorporar a leveza ou dureza que ela tem.
95
PERSONA
Da fraqueza que se tem
Todos os dias
Sofisticadas máscaras
São delineadas
Ao acaso
Para entreter ou emoldurar
Cortinas solitárias, amargas
De um ser social
Carente de curtidas virtuais
Todos os dias
Sofisticadas máscaras
São delineadas
Ao acaso
Para entreter ou emoldurar
Cortinas solitárias, amargas
De um ser social
Carente de curtidas virtuais
109
ÚNICA
Eu o tempo todo única
Passos livres e afoitos frente ao destino
Pele fresca e afiada com a vida
Decorando com bordados e linhas
Uma estrada imaginária
Cheia de flores e margaridas!!!
No decorrer desse universo...
Rosas e cravos
Colhi...
E amadureci.
Tratando a maturidade com leveza
Escrevo esse pergaminho
E sigo poeta
Porque poeta não desanima
Poeta que é poeta
Caminha!!
Passos livres e afoitos frente ao destino
Pele fresca e afiada com a vida
Decorando com bordados e linhas
Uma estrada imaginária
Cheia de flores e margaridas!!!
No decorrer desse universo...
Rosas e cravos
Colhi...
E amadureci.
Tratando a maturidade com leveza
Escrevo esse pergaminho
E sigo poeta
Porque poeta não desanima
Poeta que é poeta
Caminha!!
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